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Paciente, de quarenta e nove anos de idade, veio ao pronto-socorro com queixa de falta de ar e cansaço havia dois meses. Em consultas anteriores, foi diagnosticado com pneumonia e tratado com amoxicilina + clavulanato e, posteriormente, com levofloxacino, pois persistia com tosse seca, astenia, mal-estar e cansaço. Ao notar o aparecimento de piado no peito e a piora da falta de ar, o paciente procurou o pronto-socorro para nova avaliação. Ao exame físico, encontrava-se afebril, taquipneico e observaram-se crepitações inspiratórias difusas e raros sibilos à ausculta pulmonar. A tomografia de tórax mostrou opacidades com atenuação em vidro fosco de predomínio periférico, bilateralmente.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os próximos itens.
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Paciente de sessenta e cinco anos de idade portador de hipertensão arterial procurou o ambulatório de clínica médica com queixa de diminuição progressiva da memória, dificuldade de marcha e incontinência urinária. Relatou piora no último ano. O paciente, que usa fralda para dormir, tem histórico de abuso de álcool na juventude, por cerca de dez anos e cessado havia vinte anos. No último ano, o paciente apresentou seis episódios de queda da própria altura, tendo realizado, após a última queda, exame de tomografia de encéfalo e, posteriormente, de ressonância magnética, a qual apontou atrofia de mesencéfalo — sinal do beija-flor ou do pinguim. Na anamnese, o paciente referiu tendência para cair de costas durante as quedas. No exame clínico, ele estava orientado no tempo e no espaço, apresentava distonia facial acentuada, com pregas nasolabiais profundas e sobrancelhas franzidas, o que lhe dava uma aparência de surpresa ou preocupação. A marcha apresentava base alargada, robotizada, em pequenos passos. O IMC do paciente, que não apresentou outras alterações relevantes ao exame físico, é de 27,5 kg/m2.
Com base no caso clínico precedente, julgue os itens que se seguem.
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Paciente de sessenta e cinco anos de idade portador de hipertensão arterial procurou o ambulatório de clínica médica com queixa de diminuição progressiva da memória, dificuldade de marcha e incontinência urinária. Relatou piora no último ano. O paciente, que usa fralda para dormir, tem histórico de abuso de álcool na juventude, por cerca de dez anos e cessado havia vinte anos. No último ano, o paciente apresentou seis episódios de queda da própria altura, tendo realizado, após a última queda, exame de tomografia de encéfalo e, posteriormente, de ressonância magnética, a qual apontou atrofia de mesencéfalo — sinal do beija-flor ou do pinguim. Na anamnese, o paciente referiu tendência para cair de costas durante as quedas. No exame clínico, ele estava orientado no tempo e no espaço, apresentava distonia facial acentuada, com pregas nasolabiais profundas e sobrancelhas franzidas, o que lhe dava uma aparência de surpresa ou preocupação. A marcha apresentava base alargada, robotizada, em pequenos passos. O IMC do paciente, que não apresentou outras alterações relevantes ao exame físico, é de 27,5 kg/m2.
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Paciente de sessenta e cinco anos de idade portador de hipertensão arterial procurou o ambulatório de clínica médica com queixa de diminuição progressiva da memória, dificuldade de marcha e incontinência urinária. Relatou piora no último ano. O paciente, que usa fralda para dormir, tem histórico de abuso de álcool na juventude, por cerca de dez anos e cessado havia vinte anos. No último ano, o paciente apresentou seis episódios de queda da própria altura, tendo realizado, após a última queda, exame de tomografia de encéfalo e, posteriormente, de ressonância magnética, a qual apontou atrofia de mesencéfalo — sinal do beija-flor ou do pinguim. Na anamnese, o paciente referiu tendência para cair de costas durante as quedas. No exame clínico, ele estava orientado no tempo e no espaço, apresentava distonia facial acentuada, com pregas nasolabiais profundas e sobrancelhas franzidas, o que lhe dava uma aparência de surpresa ou preocupação. A marcha apresentava base alargada, robotizada, em pequenos passos. O IMC do paciente, que não apresentou outras alterações relevantes ao exame físico, é de 27,5 kg/m2.
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Paciente de sessenta e cinco anos de idade portador de hipertensão arterial procurou o ambulatório de clínica médica com queixa de diminuição progressiva da memória, dificuldade de marcha e incontinência urinária. Relatou piora no último ano. O paciente, que usa fralda para dormir, tem histórico de abuso de álcool na juventude, por cerca de dez anos e cessado havia vinte anos. No último ano, o paciente apresentou seis episódios de queda da própria altura, tendo realizado, após a última queda, exame de tomografia de encéfalo e, posteriormente, de ressonância magnética, a qual apontou atrofia de mesencéfalo — sinal do beija-flor ou do pinguim. Na anamnese, o paciente referiu tendência para cair de costas durante as quedas. No exame clínico, ele estava orientado no tempo e no espaço, apresentava distonia facial acentuada, com pregas nasolabiais profundas e sobrancelhas franzidas, o que lhe dava uma aparência de surpresa ou preocupação. A marcha apresentava base alargada, robotizada, em pequenos passos. O IMC do paciente, que não apresentou outras alterações relevantes ao exame físico, é de 27,5 kg/m2.
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Um paciente de sessenta e três anos de idade, assintomático, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito, ambos diagnosticados havia seis anos, procurou atendimento médico para avaliação de rotina. O paciente estava em uso, uma vez ao dia, de atenolol 100 mg e glicazida 60 mg. O exame físico evidenciou IMC de 34 kg/m2; pressão arterial de 156 mmHg × 94 mmHg (média de três medidas); frequência cardíaca de 61 bpm; e circunferência abdominal de 108 cm. Os exames laboratoriais do paciente apresentaram os seguintes resultados: triglicerídeos de 200 mg/dL; colesterol total de 210 mg/dL; HDL colesterol de 32 mg/dL; LDL colesterol de 138 mg/dL; hemoglobina glicada (A1C) de 7,4%; glicemia de jejum de 128 mg/dL; e dosagem de microalbuminúria em amostra isolada de urina de 330 micrograma/mg de creatinina. Os resultados do eletrocardiograma e dos demais exames laboratoriais solicitados foram normais.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue os itens que se seguem.
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Um paciente de sessenta e três anos de idade, assintomático, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito, ambos diagnosticados havia seis anos, procurou atendimento médico para avaliação de rotina. O paciente estava em uso, uma vez ao dia, de atenolol 100 mg e glicazida 60 mg. O exame físico evidenciou IMC de 34 kg/m2; pressão arterial de 156 mmHg × 94 mmHg (média de três medidas); frequência cardíaca de 61 bpm; e circunferência abdominal de 108 cm. Os exames laboratoriais do paciente apresentaram os seguintes resultados: triglicerídeos de 200 mg/dL; colesterol total de 210 mg/dL; HDL colesterol de 32 mg/dL; LDL colesterol de 138 mg/dL; hemoglobina glicada (A1C) de 7,4%; glicemia de jejum de 128 mg/dL; e dosagem de microalbuminúria em amostra isolada de urina de 330 micrograma/mg de creatinina. Os resultados do eletrocardiograma e dos demais exames laboratoriais solicitados foram normais.
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Um paciente de sessenta e três anos de idade, assintomático, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito, ambos diagnosticados havia seis anos, procurou atendimento médico para avaliação de rotina. O paciente estava em uso, uma vez ao dia, de atenolol 100 mg e glicazida 60 mg. O exame físico evidenciou IMC de 34 kg/m2; pressão arterial de 156 mmHg × 94 mmHg (média de três medidas); frequência cardíaca de 61 bpm; e circunferência abdominal de 108 cm. Os exames laboratoriais do paciente apresentaram os seguintes resultados: triglicerídeos de 200 mg/dL; colesterol total de 210 mg/dL; HDL colesterol de 32 mg/dL; LDL colesterol de 138 mg/dL; hemoglobina glicada (A1C) de 7,4%; glicemia de jejum de 128 mg/dL; e dosagem de microalbuminúria em amostra isolada de urina de 330 micrograma/mg de creatinina. Os resultados do eletrocardiograma e dos demais exames laboratoriais solicitados foram normais.
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Um paciente de sessenta e três anos de idade, assintomático, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito, ambos diagnosticados havia seis anos, procurou atendimento médico para avaliação de rotina. O paciente estava em uso, uma vez ao dia, de atenolol 100 mg e glicazida 60 mg. O exame físico evidenciou IMC de 34 kg/m2; pressão arterial de 156 mmHg × 94 mmHg (média de três medidas); frequência cardíaca de 61 bpm; e circunferência abdominal de 108 cm. Os exames laboratoriais do paciente apresentaram os seguintes resultados: triglicerídeos de 200 mg/dL; colesterol total de 210 mg/dL; HDL colesterol de 32 mg/dL; LDL colesterol de 138 mg/dL; hemoglobina glicada (A1C) de 7,4%; glicemia de jejum de 128 mg/dL; e dosagem de microalbuminúria em amostra isolada de urina de 330 micrograma/mg de creatinina. Os resultados do eletrocardiograma e dos demais exames laboratoriais solicitados foram normais.
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