Foram encontradas 100 questões.
Paciente com 25 anos vem à consulta com queixa de dor em baixo ventre associada à cefaleia, náuseas e dor lombar, e em membros inferiores há cerca de 24 horas, podendo estar associada com dismenorreia. Em relação a esse caso, assinale a alternativa INCORRETA.
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CGL, 39 anos, é casada há 12 anos. Nunca usou nenhum método contraceptivo. Informa que deseja ter filhos e há 6 meses iniciou tentativas de engravidar. Está muito ansiosa com a demora e procura atendimento. Ela é nuligesta. Refere ter uma boa vida sexual. Os ciclos menstruais são longos e irregulares (chegam a durar 50 dias), com fluxo normal e sem dismenorreia. Não apresenta nenhuma outra queixa. Exame tocoginecológico normal. Sobre a condução desse caso, assinale a alternativa correta.
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Sobre o ciclo menstrual humano, é INCORRETO afirmar:
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MIS, 36 anos, G3C3, comparece à unidade de saúde para orientações contraceptivas. Realizou seguimento de pré-natal em UBS, sem nenhuma intercorrência na gestação. Não apresenta nenhuma comorbidade e não faz uso de medicações periodicamente. Apresentou boa evolução durante o período de internação e recebeu alta hospitalar após completadas as 48 horas de puerpério. Encontra-se, hoje, no 50º dia pós-parto e em aleitamento materno exclusivo. Assinale a alternativa com a orientação contraceptiva adequada a essa paciente.
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A restrição de crescimento fetal (RCF) representa hoje uma patologia de relevância na prática clínica do obstetra. Sabe-se que atualmente o diagnóstico acurado, tal como o manejo criterioso desses fetos, é imprescindível para o desfecho perinatal adequado. Com relação à RCF, assinale a alternativa INCORRETA.
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VVMS, 34 anos, branca, casada, ensino médio completo, em consulta de rotina do seu pré-natal de alto risco, na 36ª semana de gestação, DM tipo 2 há 7 anos e sem queixas. Utilizando insulinas NPH e regular (80/10 unidades - divididas: 2 vezes ao dia). Houve aumento das doses de insulina, conforme perfil glicêmico, durante toda a gestação. DUM: 26/03/2018, DPP: 02/01/2019 (Data desse atendimento: 04/12/2018).MS, 34 anos, branca, casada, ensino médio completo, em consulta de rotina do seu pré-natal de alto risco, na 36ª semana de gestação, DM tipo 2 há 7 anos e sem queixas. Utilizando insulinas NPH e regular (80/10 unidades - divididas: 2 vezes ao dia). Houve aumento das doses de insulina, conforme perfil glicêmico, durante toda a gestação. DUM: 26/03/2018, DPP: 02/01/2019 (Data desse atendimento: 04/12/2018).
História Obstétrica:
G3P2 (gravidez 1: 2005, parto transpélvico, 36ª semana, P: 2000g e gravidez 2: 2007, parto vaginal a fórceps, 41 semanas, P: 4990g). Ambos os RNs com boa evolução. Exame físico: PA: 100/60 mmHg, FCM: 80 bpm, peso (pré-gestacional): 82 kg, estatura: 170 cm, IMC (pré-gestacional): 29, peso atual: 90 kg, AU: 40 cm, dinâmica uterina: ausente, BCF: 130 bpm. Toque vaginal: colo grosso, médio, posterior, pérvio para 1 polpa digital. Apresentação cefálica em plano de De Lee –2. 12/09/18: Ecocardiografia fetal e ecografia morfológica normais.
Ecografias:
13/11/18: IG:33 sem, PFE=2310 g(P75), CA=300 mm(P75), placenta: anterior G0, ILA: 228 mm.
27/11/18: IG:35 sem, PFE=3135 g(P94), CA: 35 3 mm(P95), placenta anterior G1, ILA: 335 mm.
Exames laboratoriais normais (nos 3 trimestres): exceto Hb glicada (A1C): 9,1% - 6,9% - 7,5% respectivamente e os perfis glicêmicos com mau controle nos últimos 30 dias. Internamento em 04/12/2018 para o Centro Obstétrico. Conduta do plantão: misoprostol 25 ug via vaginal de 6/6 horas + ocitocina na fase ativa. Evoluiu para parto transpélvico em 13 horas.
Sobre as complicações perinatais nesse momento, considere as seguintes afirmativas:
1. A hiperinsulinemia fetal inibe a ação do cortisol no pulmão fetal, levando à inibição da produção de lecitina pelo pneumócito tipo 2 e ao desenvolvimento da síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido.
2. A policitemia neonatal é decorrente da hiperglicemia e hiperinsulinemia fetais, que ocasionam diminuição do oxigênio livre arterial e estímulo da eritropoese.
3. Na Teoria de Pedersen, a normoglicemia materna acarretaria a hiperglicemia fetal, hiperplasia e hipertrofia das células-beta pancreáticas fetais e a macrossomia fetal.
4. A macrossomia fetal, recém-nascido com peso superior a 4.000 g, está associada ao diabetes não compensado e maiores riscos de distócia de ombro e tocotraumatismos.
5. A hipoglicemia neonatal, valor de glicemia sérica inferior a 70 mg/dL, em recém-nascido a termo nas primeiras 12 horas de vida deve-se ao aumento da secreção de insulina pelo pâncreas fetal exposto a hiperglicemia materna (Teoria de Pedersen).
Assinale a alternativa correta.
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CD, 30 anos, G1, 37+2 semanas, pré-natal de baixo risco, vem à consulta de rotina solicitando resolução da gestação por cesariana. Refere ter receio da dor do parto e muito medo de óbito fetal, já que sua irmã teve um óbito fetal intraparto recente. Com relação à operação cesariana, assinale a alternativa INCORRETA.
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MCS, 24 anos, G3P3, parto transpélvico há 12 dias, comparece ao pronto atendimento com queixa de mal-estar, sonolência e febre, de início há 3 dias e com piora hoje. Apresenta regular estado geral, escala de coma de Glasgow:15, PA: 86/46 mmHg, FC:104 bpm, FR:24, T: 39,6 ºC. Ao exame segmentar, apresenta ausculta torácica e precordial sem alterações exceto taquicardia, mamas com apojadura, saída de leite à expressão, mamilos sem fissuras, abdome flácido, dor moderada à palpação de andar inferior, sem dor à descompressão, útero palpável 4 cm abaixo da cicatriz umbilical. Exame especular apresenta sangramento escurecido moderado, ativo pelo orifício cervical externo, com odor fétido. Ao toque vaginal, dor à mobilização de colo. Membros inferiores com edema +/IV, simétrico, bilateral, com panturrilhas livres. Tendo como base o diagnóstico de sepse no ciclo gravídico-puerperal para esse caso, assinale a alternativa correta.
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ABR, 40 anos, branca, casada, atualmente com idade gestacional de 28 semanas (ecografia realizada na 8ª semana). Procurou o pronto atendimento com queixa de cefaleia occipital e nucalgia. Iniciou seu pré-natal no primeiro trimestre, HAS crônica em uso de metildopa 1,0 g ao dia, cálcio 2 g ao dia e AAS 100 mg ao dia. Realizou exames laboratoriais de rotina de pré-natal (1º e 2° trimestres) com resultados normais. G2C1 há 2 anos por pré-eclâmpsia grave, RN: 710 g, < P5, 29 semanas, óbito neonatal). Exame físico: PA: 160/115 mmHg, peso: 85 kg, FC: 84 bpm, Sat.O2: 97%, estatura: 165 cm, IMC: 32, AU: 25 cm, BCF: 140 bpm, dinâmica uterina: ausente, toque vaginal: colo longo, grosso, posterior e impérvio. Realizada a internação, foram coletados exames laboratoriais, suspenso AAS, administrado hidralazina 5 mg EV diluído e sulfato de magnésio pelo esquema de Pritchard. Exames laboratoriais: ácido úrico: 6,2 mg/dL, LDH = 400 U/L, creatinina: 0,9 mg%, plaquetas: 204.000/mm³. Hb: 13 g/dL, VG: 39%, TGO: 22 U/L. Relação proteinúria/creatinúria: 2,5 g/mol, ecografia com Doppler 28 semanas: PFE: 750g, P10, ILA: 75 mm, artérias uterinas com incisuras protodiastólicas bilaterais, o IR da artéria umbilical: 0,70 e IR da artéria cerebral média: 0,80. Relação U/C < 1,0, ducto venoso: IP < 1,5 e onda A presente. Cardiotocografia normal. Evoluiu assintomática, pressão arterial bem controlada, estabilizada por 24 horas e vitalidade fetal permaneceu normal. Qual é a conduta obstétrica correta nesse momento?
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Qual o significado clínico do achado de equimose horizontal em abdome e diagonal em tórax?
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