ABR, 40 anos, branca, casada, atualmente com idade gestacional de 28 semanas (ecografia realizada na 8ª semana). Procurou o pronto atendimento com queixa de cefaleia occipital e nucalgia. Iniciou seu pré-natal no primeiro trimestre, HAS crônica em uso de metildopa 1,0 g ao dia, cálcio 2 g ao dia e AAS 100 mg ao dia. Realizou exames laboratoriais de rotina de pré-natal (1º e 2° trimestres) com resultados normais. G2C1 há 2 anos por pré-eclâmpsia grave, RN: 710 g, < P5, 29 semanas, óbito neonatal). Exame físico: PA: 160/115 mmHg, peso: 85 kg, FC: 84 bpm, Sat.O2: 97%, estatura: 165 cm, IMC: 32, AU: 25 cm, BCF: 140 bpm, dinâmica uterina: ausente, toque vaginal: colo longo, grosso, posterior e impérvio. Realizada a internação, foram coletados exames laboratoriais, suspenso AAS, administrado hidralazina 5 mg EV diluído e sulfato de magnésio pelo esquema de Pritchard. Exames laboratoriais: ácido úrico: 6,2 mg/dL, LDH = 400 U/L, creatinina: 0,9 mg%, plaquetas: 204.000/mm³. Hb: 13 g/dL, VG: 39%, TGO: 22 U/L. Relação proteinúria/creatinúria: 2,5 g/mol, ecografia com Doppler 28 semanas: PFE: 750g, P10, ILA: 75 mm, artérias uterinas com incisuras protodiastólicas bilaterais, o IR da artéria umbilical: 0,70 e IR da artéria cerebral média: 0,80. Relação U/C < 1,0, ducto venoso: IP < 1,5 e onda A presente. Cardiotocografia normal. Evoluiu assintomática, pressão arterial bem controlada, estabilizada por 24 horas e vitalidade fetal permaneceu normal. Qual é a conduta obstétrica correta nesse momento?