Foram encontradas 20 questões.
No Centro Especializado em Reabilitação (CER) de um
hospital universitário municipal, a equipe multiprofissional
discute a construção do Projeto Terapêutico Singular de
uma usuária com deficiência física adquirida, que é
também mulher negra, trabalhadora informal, moradora de área rural sem transporte regular e com histórico de
violência doméstica. A equipe diverge sobre o escopo do
PTS: parte dos profissionais defende que o plano deve
centrar-se nos objetivos funcionais de reabilitação; outra
parte argumenta que o cuidado integral exige reconhecer
a interação entre a condição de saúde e os múltiplos
marcadores sociais que atravessam a vida da usuária,
pois esses fatores condicionam tanto o acesso quanto os
resultados terapêuticos. Considerando os fundamentos
da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Pessoa com Deficiência (PNAISPD), assinale a
alternativa correta:
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A estrutura de governança do Novo Viver sem Limite
representa uma das principais inovações em relação à
versão anterior do Plano. Profissionais de saúde que
atuam no Centro Especializado em Reabilitação (CER)
integram uma rede de políticas públicas cuja execução,
monitoramento e avaliação obedecem a um arranjo
institucional específico. Considerando esse arranjo,
analise as afirmativas a seguir:
I.A Câmara Interministerial dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CIDPD) constitui o lócus permanente de monitoramento e avaliação do Plano, articulação de políticas e integração federativa, respondendo tanto à necessidade de continuidade quanto à intersetorialidade das ações.
II.O grupo executivo da CIDPD é responsável por revisar o Plano anualmente e elaborar relatório sintético a ser encaminhado à Presidência, aos órgãos de controle e ao Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, além de conduzir análises de risco contínuas sobre sua execução.
III.A habilitação de novos Centros Especializados em Reabilitação integra o Eixo IV do Novo Viver sem Limite, voltado à promoção do direito à educação, à assistência social, à saúde e aos demais direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais.
É correto o que se afirma em:
I.A Câmara Interministerial dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CIDPD) constitui o lócus permanente de monitoramento e avaliação do Plano, articulação de políticas e integração federativa, respondendo tanto à necessidade de continuidade quanto à intersetorialidade das ações.
II.O grupo executivo da CIDPD é responsável por revisar o Plano anualmente e elaborar relatório sintético a ser encaminhado à Presidência, aos órgãos de controle e ao Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, além de conduzir análises de risco contínuas sobre sua execução.
III.A habilitação de novos Centros Especializados em Reabilitação integra o Eixo IV do Novo Viver sem Limite, voltado à promoção do direito à educação, à assistência social, à saúde e aos demais direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais.
É correto o que se afirma em:
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Durante uma atividade de educação permanente no
Centro Especializado em Reabilitação (CER) de um
hospital universitário municipal, profissionais de saúde
discutem os fundamentos normativos da Política
Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com
Deficiência (PNAISPD). Um dos participantes afirma que
a PNAISPD estrutura-se sobre princípios e diretrizes que
vão além da reabilitação funcional, abrangendo
dimensões como o enfrentamento ao capacitismo, a
gestão participativa e a formação profissional orientada
pelo modelo biopsicossocial. Considerando a Portaria
GM/MS n.º 1.526/2023, analise as assertivas a seguir:
I.São princípios da PNAISPD, entre outros, o direito à vida e à saúde, a inclusão social, a equidade em saúde, a humanização da atenção e a gestão participativa e controle social.
II.O enfrentamento ao capacitismo e às distintas formas de violência figura como diretriz da PNAISPD, e o letramento anticapacitista integra as ações estratégicas previstas em múltiplos eixos de atuação da política.
III.A formação da força de trabalho para o SUS no âmbito da PNAISPD deve ser realizada com base nas necessidades das pessoas com deficiência, sob a perspectiva do modelo biopsicossocial, com abordagem interseccional e anticapacitista.
É correto o que se afirma em:
I.São princípios da PNAISPD, entre outros, o direito à vida e à saúde, a inclusão social, a equidade em saúde, a humanização da atenção e a gestão participativa e controle social.
II.O enfrentamento ao capacitismo e às distintas formas de violência figura como diretriz da PNAISPD, e o letramento anticapacitista integra as ações estratégicas previstas em múltiplos eixos de atuação da política.
III.A formação da força de trabalho para o SUS no âmbito da PNAISPD deve ser realizada com base nas necessidades das pessoas com deficiência, sob a perspectiva do modelo biopsicossocial, com abordagem interseccional e anticapacitista.
É correto o que se afirma em:
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4102020
Ano: 2026
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FURB
Orgão: FURB
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FURB
Orgão: FURB
Provas:
- Direitos Fundamentais no Estatuto da Pessoa com Deficiência
- Tutela, da Curatela e Tomada de Decisão Apoiada
Considere as afirmativas a seguir, relacionadas aos
direitos da pessoa com deficiência previstos na Lei n.º
13.146/2015 (LBI), no contexto do atendimento prestado
pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER) em
hospital universitário:
( ) O consentimento prévio, livre e esclarecido da pessoa com deficiência é indispensável para a realização de tratamento, procedimento, hospitalização e pesquisa científica, podendo ser dispensado nos casos de risco de morte e emergência em saúde, resguardado o superior interesse do paciente.
( ) A curatela, na forma prevista pela LBI, afeta a plena capacidade civil da pessoa com deficiência, abrangendo tanto os atos de natureza patrimonial e negocial quanto os direitos à saúde, à educação, ao trabalho e ao voto, em razão da necessidade de proteção integral.
( ) Os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra a pessoa com deficiência são objeto de notificação compulsória pelos serviços de saúde públicos e privados à autoridade policial e ao Ministério Público, além dos Conselhos dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
( ) O consentimento prévio, livre e esclarecido da pessoa com deficiência é indispensável para a realização de tratamento, procedimento, hospitalização e pesquisa científica, podendo ser dispensado nos casos de risco de morte e emergência em saúde, resguardado o superior interesse do paciente.
( ) A curatela, na forma prevista pela LBI, afeta a plena capacidade civil da pessoa com deficiência, abrangendo tanto os atos de natureza patrimonial e negocial quanto os direitos à saúde, à educação, ao trabalho e ao voto, em razão da necessidade de proteção integral.
( ) Os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra a pessoa com deficiência são objeto de notificação compulsória pelos serviços de saúde públicos e privados à autoridade policial e ao Ministério Público, além dos Conselhos dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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4102019
Ano: 2026
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FURB
Orgão: FURB
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FURB
Orgão: FURB
Provas:
No Centro Especializado em Reabilitação (CER) de um
hospital universitário municipal, a gestão identifica que
determinados usuários atendidos pelo serviço de
reabilitação não conseguem exercer, de forma efetiva,
seu protagonismo no processo terapêutico. A
investigação aponta que o problema não é uniforme: em
parte dos casos, a equipe não foi capacitada para
conduzir interações com esse perfil de usuário; em outra
parte, o serviço não dispõe de recursos materiais e
estratégias estruturadas que viabilizem a interação; e,
em ambos os casos, o ambiente institucional não foi
organizado para suportar esse tipo de demanda. A
gestão questiona, então, sob qual classificação jurídica
essa situação se enquadra prioritariamente,
considerando a Lei n.º 10.098/2000. Assinale a
alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como agir ao presenciar uma crise convulsiva
Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e
salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia
Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo
começa a se mover de forma descontrolada. A cena
causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes
impulsivas. Em situações como essa, informação é
cuidado e faz toda a diferença para a segurança de
quem está passando pela crise.
Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em
neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão
ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no
cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento,
consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os
sinais mais comuns que podemos observar, temos:
perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo
(fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e
involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.
Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que
aumentam a apreensão de quem está por perto, como
olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca,
respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária
de urina ou fezes.
Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão
acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos
sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode
relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como
cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que
uma convulsão está prestes a começar."
Como ajudar
Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve
ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se
deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar
lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em
crise. Outros comportamentos comuns também precisam
ser evitados:
• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da
pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é
um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou
mordidas graves";
• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.
"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões",
orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como
afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se
possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva
ou vômito sejam aspirados para os pulmões.
"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço,
como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem
indicar estado de mal epiléptico, uma emergência
médica", alerta.
Depois que a convulsão termina, o cuidado deve
continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no
chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão
mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação.
Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a
pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de
forma calma e não force que ela se levante".
Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de
gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos.
"Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra
crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o
serviço de emergência deve ser acionado
imediatamente."
"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a
complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem
estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem
ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos
idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e
causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que
exige avaliação médica mesmo após crises
aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão
pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave
associada à hipertensão da gravidez, que coloca em
risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a
convulsão é sempre uma emergência médica.
(Júlia Custódio. Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri
se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)
( ) Na formação de palavras com prefixos como: contra-, anti-, semi-, usa-se hífen quando o segundo elemento se inicia por -h ou pela mesma letra do prefixo, como acontece em "contra-harmônico", "contra-argumentar", "anti-higiênico", "anti-humano", "semi-interno". Não é o caso de "contraindicado".
( ) Na palavra "pós-ictal", o uso do hífen acontece porque o prefixo tônico acentuado graficamente (pós-) é acompanhado de um elemento que tem vida à parte. É o que acontece também em "pós-graduação", "pós-parto".
( ) Considerando a regra da formação de palavras com o prefixo hiper-, está correta a grafia de "hipertensão", assim como de "hiper-resistente", "hipersensível".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como agir ao presenciar uma crise convulsiva
Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e
salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia
Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo
começa a se mover de forma descontrolada. A cena
causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes
impulsivas. Em situações como essa, informação é
cuidado e faz toda a diferença para a segurança de
quem está passando pela crise.
Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em
neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão
ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no
cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento,
consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os
sinais mais comuns que podemos observar, temos:
perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo
(fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e
involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.
Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que
aumentam a apreensão de quem está por perto, como
olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca,
respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária
de urina ou fezes.
Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão
acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos
sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode
relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como
cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que
uma convulsão está prestes a começar."
Como ajudar
Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve
ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se
deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar
lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em
crise. Outros comportamentos comuns também precisam
ser evitados:
• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da
pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é
um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou
mordidas graves";
• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.
"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões",
orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como
afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se
possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva
ou vômito sejam aspirados para os pulmões.
"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço,
como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem
indicar estado de mal epiléptico, uma emergência
médica", alerta.
Depois que a convulsão termina, o cuidado deve
continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no
chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão
mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação.
Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a
pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de
forma calma e não force que ela se levante".
Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de
gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos.
"Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra
crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o
serviço de emergência deve ser acionado
imediatamente."
"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a
complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem
estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem
ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos
idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e
causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que
exige avaliação médica mesmo após crises
aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão
pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave
associada à hipertensão da gravidez, que coloca em
risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a
convulsão é sempre uma emergência médica.
(Júlia Custódio. Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri
se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)
"Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar."
A respeito do uso da palavra no excerto, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( ) Tem o sentido de sucção, ou seja, de atrair, absorver para o interior, no caso do texto, do pulmão gases, líquidos, etc.
( ) Pode ser entendida como intenção, ansiedade, por atingir algo em determinada situação; claramente, ansiedade por sair da crise convulsiva.
( ) Pode ser substituída por "expiração", mantendo o sentido dado no contexto analisado.
( ) Foi usada em sentido figurado, cabendo ao leitor perceber esse uso e compreender o sentido desejado pelo autor, que é de absorção.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como agir ao presenciar uma crise convulsiva
Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e
salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia
Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo
começa a se mover de forma descontrolada. A cena
causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes
impulsivas. Em situações como essa, informação é
cuidado e faz toda a diferença para a segurança de
quem está passando pela crise.
Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em
neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão
ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no
cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento,
consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os
sinais mais comuns que podemos observar, temos:
perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo
(fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e
involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.
Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que
aumentam a apreensão de quem está por perto, como
olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca,
respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária
de urina ou fezes.
Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão
acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos
sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode
relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como
cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que
uma convulsão está prestes a começar."
Como ajudar
Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve
ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se
deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar
lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em
crise. Outros comportamentos comuns também precisam
ser evitados:
• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da
pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é
um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou
mordidas graves";
• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.
"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões",
orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como
afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se
possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva
ou vômito sejam aspirados para os pulmões.
"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço,
como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem
indicar estado de mal epiléptico, uma emergência
médica", alerta.
Depois que a convulsão termina, o cuidado deve
continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no
chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão
mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação.
Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a
pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de
forma calma e não force que ela se levante".
Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de
gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos.
"Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra
crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o
serviço de emergência deve ser acionado
imediatamente."
"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a
complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem
estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem
ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos
idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e
causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que
exige avaliação médica mesmo após crises
aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão
pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave
associada à hipertensão da gravidez, que coloca em
risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a
convulsão é sempre uma emergência médica.
(Júlia Custódio. Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri
se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)
"Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional."
I."Em alguns casos" exerce a função de adjunto adverbial, servindo para particularizar a informação que ele acompanha, delimitando-a.
II."segundo a profissional" exerce a função de adjunto adverbial. Nesse caso, ele tem o objetivo de definir o ponto de vista ou domínio do conhecimento que valida o conteúdo da oração.
III.A oração introduzida por "por isso" tem uma relação de coordenação com a oração principal, exprimindo sentido de conclusão.
É correto o que se afirma em:
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Como agir ao presenciar uma crise convulsiva
Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e
salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia
Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo
começa a se mover de forma descontrolada. A cena
causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes
impulsivas. Em situações como essa, informação é
cuidado e faz toda a diferença para a segurança de
quem está passando pela crise.
Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em
neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão
ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no
cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento,
consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os
sinais mais comuns que podemos observar, temos:
perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo
(fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e
involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.
Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que
aumentam a apreensão de quem está por perto, como
olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca,
respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária
de urina ou fezes.
Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão
acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos
sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode
relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como
cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que
uma convulsão está prestes a começar."
Como ajudar
Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve
ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se
deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar
lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em
crise. Outros comportamentos comuns também precisam
ser evitados:
• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da
pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é
um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou
mordidas graves";
• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.
"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões",
orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como
afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se
possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva
ou vômito sejam aspirados para os pulmões.
"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço,
como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem
indicar estado de mal epiléptico, uma emergência
médica", alerta.
Depois que a convulsão termina, o cuidado deve
continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no
chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão
mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação.
Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a
pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de
forma calma e não force que ela se levante".
Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de
gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos.
"Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra
crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o
serviço de emergência deve ser acionado
imediatamente."
"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a
complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem
estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem
ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos
idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e
causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que
exige avaliação médica mesmo após crises
aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão
pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave
associada à hipertensão da gravidez, que coloca em
risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a
convulsão é sempre uma emergência médica.
(Júlia Custódio. Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri
se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como agir ao presenciar uma crise convulsiva
Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e
salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia
Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo
começa a se mover de forma descontrolada. A cena
causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes
impulsivas. Em situações como essa, informação é
cuidado e faz toda a diferença para a segurança de
quem está passando pela crise.
Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em
neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão
ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no
cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento,
consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os
sinais mais comuns que podemos observar, temos:
perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo
(fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e
involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.
Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que
aumentam a apreensão de quem está por perto, como
olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca,
respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária
de urina ou fezes.
Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão
acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos
sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode
relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como
cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que
uma convulsão está prestes a começar."
Como ajudar
Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve
ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se
deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar
lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em
crise. Outros comportamentos comuns também precisam
ser evitados:
• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da
pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é
um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou
mordidas graves";
• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.
"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões",
orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como
afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se
possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva
ou vômito sejam aspirados para os pulmões.
"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço,
como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem
indicar estado de mal epiléptico, uma emergência
médica", alerta.
Depois que a convulsão termina, o cuidado deve
continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no
chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão
mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação.
Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a
pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de
forma calma e não force que ela se levante".
Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de
gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos.
"Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra
crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o
serviço de emergência deve ser acionado
imediatamente."
"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a
complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem
estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem
ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos
idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e
causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que
exige avaliação médica mesmo após crises
aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão
pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave
associada à hipertensão da gravidez, que coloca em
risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a
convulsão é sempre uma emergência médica.
(Júlia Custódio. Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri
se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)
I. O texto é organizado em duas grandes partes: a primeira, composta por quatro parágrafos, tem como objetivo principal introduzir o tema para o(a) leitor(a), apresentando de modo mais panorâmico o que é uma crise convulsiva, quais sinais ela dá antes e durante o acontecimento; a segunda parte tem como foco principal explicar e orientar o(a) interlocutor(a) a respeito de como agir diante de uma pessoa em crise convulsiva.
II. O título do texto é objetivo e direto, indicando para o(a) leitor(a) o foco que será dado ao tema. Ele é seguido pelo subtítulo que delimita esse foco, ou seja, enquanto o título apresenta de modo mais amplo − como agir diante de uma crise convulsiva −, o subtítulo delimita esse "como", focando na importância de saber agir. Ambos se complementam.
III. O discurso de autoridade, nesse caso em análise, é irrelevante porque o texto foi publicado em um veículo de comunicação não especializado na área da saúde, ou seja, em uma revista popular. As contribuições da fisioterapeuta apenas dificultam o entendimento do público-leitor, especialmente pelo uso da linguagem científica.
É correto o que se afirma em:
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