Foram encontradas 45 questões.
Paciente do sexo masculino, 36 anos, com história de que há 5 dias, à anteroflexão do tronco, apresentou subitamente, dor tipo pontada intensa em região interescapulovertebral direita que se irradiou para região retroesternal. Apresentou dispneia concomitante, perda da fala, sialosquese, com sudorese profusa e fria, parestesia de membro superior direito (MSD) e cervicalgia que impossibilitava a movimentação do pescoço. Foi medicado com ácido acetilsalicílico (AAS) 300 mg por via oral, seguido de alívio da dor. Atendido em hospital, realizou eletrocardiograma (ECG) que se mostrou sem alteração. Apresentou melhora dos sintomas dolorosos, com persistência da dispneia, evoluindo com parestesia e paresia de membro inferior direito (MID) e dificuldade para deambular, seguida de síncope. Negava tabagismo, etilismo, diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e passado de evento cardiovascular. Na admissão, o paciente apresentava regular estado geral, hidratado, corado, dispneico, afebril, consciente e orientado. A ausculta respiratória encontrava-se normal, com ritmo cardíaco regular sem sopros. A pressão arterial (PA) era de 130 x 90 mmHg e a frequência cardíaca de 96 bpm. O MID encontrava-se discretamente cianótico e com diminuição da temperatura e da sensibilidade dolorosa. Os pulsos pediosos e tibiais posteriores não eram palpáveis, e o femoral encontrava-se diminuído. Os exames laboratoriais não apresentavam alterações. A radiografia de tórax e o eletrocardiograma eram normais.
Provas
Colega médico chega ao seu consultório com o ECG abaixo, e solicita ajuda para condução com o paciente. De posse do ECG o dignóstico é de:

FONTE: MANUAL ACLS 2016
Provas
O eletrocardiograma (ECG) exerce papel fundamental na avaliação de pacientes com dor torácica, tanto pelo seu baixo custo e ampla disponibilidade como pela relativa simplicidade de interpretação 29. Um ECG absolutamente normal é encontrado na maioria dos pacientes que se apresenta com dor torácica na sala de emergência. Quando há variação suprada do seguimento ST no exame, estamos diante de um quadro sugestivo de:
Provas
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05
Carro do futuro e sem motorista; como eles funcionam?
Veículos autônomos usam radares, câmeras, sensores, GPS e outras tecnologias para se guiarem
Os carros inteligentes já são uma realidade ao redor do mundo, inclusive no Brasil, onde alguns veículos já circulam com sistemas como frenagem autônoma, controle de estabilidade, alerta de uso de cinto de segurança, airbags laterais e sensor de fadiga.
Pouco a pouco, as montadoras caminham a passos largos rumo à criação dos veículos 100% autônomos (sem motorista). E, para a maioria das pessoas, fica a pergunta: como esses carros serão capazes de se deslocar pelas vias?
“Todo veículo autônomo conta com uma série de equipamentos, como radares, lidares (radar que usa laser no lugar de ondas eletromagnéticas de rádio para mapear o entorno), sensores, câmeras, lasers, GPS, computadores, atuadores, além de visão computadorizada, que, ao atuarem juntos, fazem com que o carro ‘sinta’ o ambiente e navegue sem a intervenção humana”, responde Emerson Feliciano, superintendente técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil).
Em 2018, a Waymo, uma empresa ligada ao Google começou a testar seus primeiros veículos autônomos no Arizona, nos EUA.
Segundo o especialista, os veículos sem motorista, a maioria deles ainda em fase de testes pelas fabricantes, também utilizam informações de GPS e sistema de sensores para aprimorar sua posição e construir uma imagem tridimensional do seu local atual.
Contudo, é preciso lembrar que o veículo autônomo ainda exige a atenção máxima do motorista. “É essencial que o condutor esteja focado e concentrado no trajeto do carro, uma vez que qualquer distração, por mínima que ela seja, pode acarretar graves acidentes”, conclui.
Na indústria automotiva, os veículos autônomos podem ser classificados de acordo com o grau de automação, conforme a norma J3016 elaborada pela Sociedade dos Engenheiros Automotivos – a SAE International –, que estabelece seis níveis:
Nível 1: estão os carros que possuem alguma tecnologia que auxilia o motorista a controlar a velocidade ou a fazer leves correções na direção, nunca os dois ao mesmo tempo (isso inclui os sistemas de piloto automático, alerta de colisão e assistência de frenagem, itens que começaram a surgir no fim dos anos 2000).
Nível 2: é o estágio em que está hoje a maioria dos sistemas de condução semiautônoma nos veículos. A principal evolução, neste caso, é que as tecnologias permitem controlar a velocidade, a direção e a posição do carro na pista, tudo ao mesmo tempo.
Nível 3: de 2018 para cá, começaram a surgir os carros no terceiro nível de automação, com recursos capazes de fazer o automóvel acelerar, desacelerar e até mesmo ultrapassar outros veículos sozinhos, sem qualquer intervenção humana. Para se enquadrar aqui, o sistema também precisa conseguir manobrar ao redor de incidentes ou de congestionamentos, mas ainda não dispensa o motorista. Ele pode até tirar as mãos do volante e os pés do pedal, mas só em certas situações. O novo Audi A8, por exemplo, é nível 3.
Nível 4: a partir de 2021 é esperado que os primeiros carros autônomos de nível 4 ganhem as ruas. Neste estágio, o carro poderá, além de tudo isso já dito, lidar com certos imprevistos, como estradas de terra ou vias remotas que não tenham sido mapeadas. Nessas situações, o veículo só vai conseguir encostar ou estacionar sozinho em um local seguro até que o motorista possa assumir a direção.
Nível 5 (os 100% autônomos): no nível 5, o mais avançado de automação, o carro será capaz de fazer tudo sozinho, de modo que o motorista passará a ser um mero passageiro, bastando informar para onde quer ir. Pedais e volante tornam-se desnecessários, e os comandos podem ser transmitidos por voz ou pelo celular do usuário. Mas é coisa para o futuro: trata-se de uma realidade ainda um pouco distante dos nossos dias, sobretudo no Brasil.
Texto adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/super-motor/carro-do-futuro-e-sem-motorista-como-eles-funcionam-1.2155053
Levando em consideração os padrões gerais de colocação pronominal no português, nos trechos “Pedais e volante tornam-se desnecessários” e “, Mas é coisa para o futuro: trata-se de uma realidade ainda um pouco distante dos nossos dias”, verificamos que:
Provas
Familiares trazem paciente de 23 anos, com histórico depressivo, encontrada desacordada na residência após ingestão de comprimidos de clonazepam. Não sabem referir a quantidade ingerida e nem quanto tempo faz do uso. Realizada Gasometria arterial: pH = 7,20; PaCO2 = 80mmHg; BR= 23 mM/L; BE= -1,2. Qual (is) o (s) distúrbio (s) acidobásico (s) apresentado (s)?
Provas
Quando você tem um quadro clínico sugestivo de meningite, qual exame é padrão ouro para diagnóstico?
Provas
João, 72 anos, chegou à emergência referindo paralisia na boca e no braço direito. Ao exame: BEG, COTE, GL 15, Eupneico, Pupilas isofotoreagentes. Apresenta desvio de rima, dislalia e hemiplegia direita com perda importante de força muscular. PA: 160x100 e SatO2 98% AA. Qual sua hipótese diagnostica para o quadro apresentado?
Provas
São critérios de diagnóstico clínico de Sd Guillain-Barré, exceto:
Provas
Qual das alternativas é um ritmo cardíaco chocável em uma PCR?
Provas
Sobre os conceitos abaixo, assinale a alternativa incorreta:
Provas
Caderno Container