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1445079 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 10

Casal sem senhas

Em que momento um casal resolve trocar senhas?


“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto. É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc.

É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?

Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.

Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras-e-números-ecaracteres-especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.

Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:

– Minha vida é um livro aberto.

Os convivas sorriem, constrangidos.

Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.

Desisti, previamente entediado.

Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.

Por: Renato Essenfelder

Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

Em “Não imagino, contudo, como se dê a negociação.”, a utilização das vírgulas está:

 

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1445078 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 10

Casal sem senhas

Em que momento um casal resolve trocar senhas?


“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto. É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc.

É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?

Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.

Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras-e-números-ecaracteres-especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.

Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:

– Minha vida é um livro aberto.

Os convivas sorriem, constrangidos.

Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.

Desisti, previamente entediado.

Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.

Por: Renato Essenfelder

Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

Em “Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar”, evidencia-se a presença da figura linguagem denominada:

 

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1445077 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 10

Casal sem senhas

Em que momento um casal resolve trocar senhas?


“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto. É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc.

É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?

Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.

Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras-e-números-ecaracteres-especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.

Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:

– Minha vida é um livro aberto.

Os convivas sorriem, constrangidos.

Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.

Desisti, previamente entediado.

Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.

Por: Renato Essenfelder

Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

No trecho “É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc”, o termo destacado pode ser substituído, sem alterar o sentido do texto, por:

 

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1445076 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 10

Casal sem senhas

Em que momento um casal resolve trocar senhas?


“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto. É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc.

É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?

Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.

Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras-e-números-ecaracteres-especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.

Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:

– Minha vida é um livro aberto.

Os convivas sorriem, constrangidos.

Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.

Desisti, previamente entediado.

Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.

Por: Renato Essenfelder

Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

É possível inferir, segundo a leitura do texto, que:

 

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1445075 Ano: 2017
Disciplina: Nutrição
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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“A nutrição ideal para uma concepção bem-sucedida é quando inclui quantidades adequadas de todas as vitaminas, minerais e macronutrientes fornecedores de energias necessárias.”

MAHAN, L. Kathleen; STUMP, Sylvia Escott; RAYMOND, Janice. Krause Alimentos, Nutrição e Dietoterapia Mundial Editora, 2012.

Nesse sentido, para evitar má formação do tubo neural, os Centros para Controle e Prevenção de Doenças recomendam que todas as mulheres em idade fértil aumentem a ingestão de:

 

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A Portaria 485/05 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) estabelece condições das quais as Lavanderias de estabelecimentos de saúde devem ser dotadas, dentre as quais:
 

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1208687 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
O Usuário necessita entrar no seguinte endereço eletrônico: https://www.uol.com.br, o mesmo abre o navegador Internet Explorer Versão 11. Na barra de endereço, digita apenas o nome do site (UOL) e, em seguida, aperta as teclas CTRL+ENTER. O resultado será?
 

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1208685 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
Joãozinho possui um arquivo feito no Microsoft PowerPoint 2010, contendo 25 slides e precisou alterar o slide 20. Quais teclas de atalho ele utilizará para visualizar a apresentação de slides a partir do slide selecionado.
 

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1208684 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

A Funcionária Rita de Souza precisa marcar a opção “ícones Médios” na tela do Windows Explorer do Windows 7. Observando a figura abaixo, em qual desses menus ela encontrará a opção.

enunciado 1208684-1

 

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1208683 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
Narciso Freitas, precisa demonstrar para um grupo de pessoas as ferramentas contidas no Microsoft Word 2010. Para isso, necessitará utilizar um texto falso em seu idioma. Qual comando precisará escrever na folha do programa e em seguida apertar a tecla Enter?
 

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