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Foram encontradas 287 questões.

366398 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA
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Os números x, y e 32 são diretamente proporcionais aos números 40, 72, 128, nesta ordem. Os valores de x e y são, respectivamente:

 

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366397 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA
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Maria emprestou R$ 250,00 a João e ainda ficou com R$ 183,75. Antes de realizar o empréstimo, Maria possuía o valor, em reais, de:

 

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366396 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA
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Se 2 é diretamente proporcional a 5, então 7 é diretamente proporcional a:

 

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366395 Ano: 2018
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA
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Um capital de R$ 7.200,00 é aplicado durante 4 meses, rendendo R$ 330,00 de juros. A taxa anual a que foi submetido este capital no regime de juros simples é, aproximadamente, de:

 

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366394 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA
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Um automóvel desloca-se 12.530 metros em 25 minutos. A sua velocidade média, em km/h, será de, aproximadamente:

 

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366393 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA
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Assinale a alternativa em que todas as palavras possuam dígrafo:

 

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366392 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA
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Observe:

I. bicho

II. vida

III. residência

IV. adversário

Nas palavras acima temos o i como semivogal em:

 

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366391 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA
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Observe:

I. Tomei uma sopa de ervilhas.

II. Como é que ainda arranjou essa sopa para ele?

Com relação ao significado da palavra sopa nas frases acima:

 

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366390 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA
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Leia o texto para responder às questões de 01 a 07:


Prova falsa Stanislaw

Ponte Preta


Quem teve a ideia foi o padrinho da caçula – ele me conta. Trouxe o cachorro de presente e logo a família inteira se apaixonou pelo bicho. Ele até que não é contra isso de se ter um animalzinho em casa, desde que seja obediente e com um mínimo de educação.

— Mas o cachorro era um chato — desabafou.

Desses cachorrinhos de raça, cheio de nhém-nhémnhém, que comem comidinha especial, precisam de muitos cuidados, enfim, um chato de galocha. E, como se isto não bastasse, implicava com o dono da casa.

— Vivia de rabo abanando para todo mundo, mas, quando eu entrava em casa, vinha logo com aquele latido fininho e antipático de cachorro de francesa.

Ainda por cima era puxa-saco. Lembrava certos políticos da oposição, que espinafram o ministro, mas quando estão com o ministro ficam mais por baixo que tapete de porão. Quando cruzavam num corredor ou qualquer outra dependência da casa, o desgraçado rosnava ameaçador, mas quando a patroa estava perto abanava o rabinho, fingindo-se seu amigo.

— Quando eu reclamava, dizendo que o cachorro era um cínico, minha mulher brigava comigo, dizendo que nunca houve cachorro fingido e eu é que implicava com o “pobrezinho”.

Num rápido balanço poderia assinalar: o cachorro comeu oito meias suas, roeu a manga de um paletó de casimira inglesa, rasgara diversos livros, não podia ver um pé de sapato que arrastava para locais incríveis. A vida lá em sua casa estava se tornando insuportável. Estava vendo a hora em que se desquitava por causa daquele bicho cretino. Tentou mandá-lo embora umas vinte vezes e era uma choradeira das crianças e uma espinafração da mulher.

— Você é um desalmado — disse ela, uma vez.

Venceu a guerra fria com o cachorro graças à má educação do adversário. O cãozinho começou a fazer pipi onde não devia. Várias vezes exemplado, prosseguiu no feio vício. Fez diversas vezes no tapete da sala. Fez duas na boneca da filha maior. Quatro ou cinco vezes fez nos brinquedos da caçula. E tudo culminou com o pipi que fez em cima do vestido novo de sua mulher.

— Aí mandaram o cachorro embora? — perguntei.

— Mandaram. Mas eu fiz questão de dá-lo de presente a um amigo que adora cachorros. Ele está levando um vidão em sua nova residência.

— Ué… mas você não o detestava? Como é que arranjou essa sopa pra ele?

— Problema da consciência — explicou: — O pipi não era dele.

E suspirou cheio de remorso.


(Disponível em http://contobrasileiro.com.br/prova-falsacronica-de-sergio-porto-stanislaw-ponte-preta/)

Quando eu reclamava, dizendo que o cachorro era um cínico...” O termo grifado expressa uma circunstância de:

 

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366389 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: FREA
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Leia o texto para responder às questões de 01 a 07:


Prova falsa Stanislaw

Ponte Preta


Quem teve a ideia foi o padrinho da caçula – ele me conta. Trouxe o cachorro de presente e logo a família inteira se apaixonou pelo bicho. Ele até que não é contra isso de se ter um animalzinho em casa, desde que seja obediente e com um mínimo de educação.

— Mas o cachorro era um chato — desabafou.

Desses cachorrinhos de raça, cheio de nhém-nhémnhém, que comem comidinha especial, precisam de muitos cuidados, enfim, um chato de galocha. E, como se isto não bastasse, implicava com o dono da casa.

— Vivia de rabo abanando para todo mundo, mas, quando eu entrava em casa, vinha logo com aquele latido fininho e antipático de cachorro de francesa.

Ainda por cima era puxa-saco. Lembrava certos políticos da oposição, que espinafram o ministro, mas quando estão com o ministro ficam mais por baixo que tapete de porão. Quando cruzavam num corredor ou qualquer outra dependência da casa, o desgraçado rosnava ameaçador, mas quando a patroa estava perto abanava o rabinho, fingindo-se seu amigo.

— Quando eu reclamava, dizendo que o cachorro era um cínico, minha mulher brigava comigo, dizendo que nunca houve cachorro fingido e eu é que implicava com o “pobrezinho”.

Num rápido balanço poderia assinalar: o cachorro comeu oito meias suas, roeu a manga de um paletó de casimira inglesa, rasgara diversos livros, não podia ver um pé de sapato que arrastava para locais incríveis. A vida lá em sua casa estava se tornando insuportável. Estava vendo a hora em que se desquitava por causa daquele bicho cretino. Tentou mandá-lo embora umas vinte vezes e era uma choradeira das crianças e uma espinafração da mulher.

— Você é um desalmado — disse ela, uma vez.

Venceu a guerra fria com o cachorro graças à má educação do adversário. O cãozinho começou a fazer pipi onde não devia. Várias vezes exemplado, prosseguiu no feio vício. Fez diversas vezes no tapete da sala. Fez duas na boneca da filha maior. Quatro ou cinco vezes fez nos brinquedos da caçula. E tudo culminou com o pipi que fez em cima do vestido novo de sua mulher.

— Aí mandaram o cachorro embora? — perguntei.

— Mandaram. Mas eu fiz questão de dá-lo de presente a um amigo que adora cachorros. Ele está levando um vidão em sua nova residência.

— Ué… mas você não o detestava? Como é que arranjou essa sopa pra ele?

— Problema da consciência — explicou: — O pipi não era dele.

E suspirou cheio de remorso.


(Disponível em http://contobrasileiro.com.br/prova-falsacronica-de-sergio-porto-stanislaw-ponte-preta/)

“Lembrava certos políticos da oposição que espinafram o ministro.” Uma palavra de mesmo significado que o termo grifado é:

 

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