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Uma paciente de 29 anos de idade, G0P0, DUM há 10 dias, com ciclos menstruais regulares, compareceu à consulta ginecológica com queixa de “candidíase que não melhora”. Refere apresentar ardência e prurido vulvares, disúria e dispareunia, que se intensificam no período pré-menstrual. Relata que, às vezes, apresenta corrimento branco, porém ele não está sempre presente. Informa que já realizou diversos tratamentos para candidíase ao longo do último ano, com medicamentos orais e tópicos, incluindo tratamento com fluconazol semanal por seis meses para candidíase de repetição, sem melhora do quadro. Ao exame, os sinais vitais mostram-se sem alterações, com FC = 72 bpm, PA = 100 mmHg x 64 mmHg, FR = 18 irpm e SatO2 = 99% em ar ambiente. Ao exame especular, foi observado colo uterino posterior, fechado, normoepitelizado, com secreção branca homogênea e ausência de lesões macroscopicamente visíveis.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O escore de Nugent é uma ferramenta que pode ser utilizada nos diagnósticos por bacterioscopia de secreção vaginal, e um escore em 7 e 10 corroboraria o diagnóstico de vaginite citolítica.
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Uma paciente de 32 anos de idade apresenta quadro de descarga papilar bilateral esbranquiçada, de início há um ano, com períodos de remissão, mas sem outras queixas. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Os sinais vitais dela mostram-se preservados, com PA = 100 mmHg x 60 mmHg, FC = 75 bpm, FR = 16 irpm e SatO2 = 95%. Constatam-se mamas em número de duas, tópicas, simétricas, com mamilos centrados e proeminentes, sem abaulamentos ou retrações visíveis; parênquima heterogêneo às custas de tecido fibroglandular, sem nódulos palpáveis, e descarga papilar espontânea esbranquiçada em pequena quantidade; axilas e fossas supraclaviculares livres, sem nódulos palpáveis; abdome inocente, defesa ausente, descompressão brusca negativa. Observam-se também especular colo epitelizado, volume normal, superfície regular, secreção fisiológica, e, ao toque, útero de volume normal, com superfície regular.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A utilização de alguns medicamentos pode estimular a produção de prolactina, como opioides, ocitocina e inibidores seletivos da recaptação de serotonina.
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Uma paciente de 32 anos de idade apresenta quadro de descarga papilar bilateral esbranquiçada, de início há um ano, com períodos de remissão, mas sem outras queixas. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Os sinais vitais dela mostram-se preservados, com PA = 100 mmHg x 60 mmHg, FC = 75 bpm, FR = 16 irpm e SatO2 = 95%. Constatam-se mamas em número de duas, tópicas, simétricas, com mamilos centrados e proeminentes, sem abaulamentos ou retrações visíveis; parênquima heterogêneo às custas de tecido fibroglandular, sem nódulos palpáveis, e descarga papilar espontânea esbranquiçada em pequena quantidade; axilas e fossas supraclaviculares livres, sem nódulos palpáveis; abdome inocente, defesa ausente, descompressão brusca negativa. Observam-se também especular colo epitelizado, volume normal, superfície regular, secreção fisiológica, e, ao toque, útero de volume normal, com superfície regular.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso a paciente apresente valores de prolactina acima de 200 mg/mL, é mandatória a solicitação de exame de imagem de sela túrcica para investigação de tumor hipofisário.
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Uma paciente de 45 anos de idade apresenta quadro de dor abdominal de início há dois meses. Refere ainda aumento abdominal associado e nega alterações menstruais ou perda ponderal no período. Ao exame clínico, encontra-se em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Seus sinais vitais estão preservados PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 68 bpm, FR = 17 irpm, SatO2 = 97%, abdome com massa palpável pélvica, 3 cm acima da sínfise púbica, defesa ausente e descompressão brusca negativa. Verificam-se especular colo epitelizado, volume normal, superfície regular, secreção fisiológica, e, ao toque, útero de volume normal, superfície regular e massa anexial palpável indolor à mobilização em topografia de anexo direito.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A maior parte dos tumores anexiais observados na gravidez se resolvem espontaneamente no primeiro trimestre, sem necessidade de procedimentos cirúrgicos invasivos, por se tratarem de cistos hemorrágicos, de corpo lúteo ou funcionais.
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Uma paciente de 45 anos de idade apresenta quadro de dor abdominal de início há dois meses. Refere ainda aumento abdominal associado e nega alterações menstruais ou perda ponderal no período. Ao exame clínico, encontra-se em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Seus sinais vitais estão preservados PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 68 bpm, FR = 17 irpm, SatO2 = 97%, abdome com massa palpável pélvica, 3 cm acima da sínfise púbica, defesa ausente e descompressão brusca negativa. Verificam-se especular colo epitelizado, volume normal, superfície regular, secreção fisiológica, e, ao toque, útero de volume normal, superfície regular e massa anexial palpável indolor à mobilização em topografia de anexo direito.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A endometriose, doença benigna que pode se apresentar como tumor anexial ovariano (endometrioma), pode ser tratada, nos casos leves, com o uso de contraceptivos orais combinados, de forma contínua, para bloqueio do ciclo menstrual.
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Uma paciente de 45 anos de idade apresenta quadro de dor abdominal de início há dois meses. Refere ainda aumento abdominal associado e nega alterações menstruais ou perda ponderal no período. Ao exame clínico, encontra-se em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Seus sinais vitais estão preservados PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 68 bpm, FR = 17 irpm, SatO2 = 97%, abdome com massa palpável pélvica, 3 cm acima da sínfise púbica, defesa ausente e descompressão brusca negativa. Verificam-se especular colo epitelizado, volume normal, superfície regular, secreção fisiológica, e, ao toque, útero de volume normal, superfície regular e massa anexial palpável indolor à mobilização em topografia de anexo direito.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Nas pacientes jovens, endometrioma e teratoma estão entre as causas mais comuns de massas anexiais.
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Uma paciente de 45 anos de idade apresenta quadro de dor abdominal de início há dois meses. Refere ainda aumento abdominal associado e nega alterações menstruais ou perda ponderal no período. Ao exame clínico, encontra-se em bom estado geral, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. Seus sinais vitais estão preservados PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 68 bpm, FR = 17 irpm, SatO2 = 97%, abdome com massa palpável pélvica, 3 cm acima da sínfise púbica, defesa ausente e descompressão brusca negativa. Verificam-se especular colo epitelizado, volume normal, superfície regular, secreção fisiológica, e, ao toque, útero de volume normal, superfície regular e massa anexial palpável indolor à mobilização em topografia de anexo direito.
No que se refere a esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os critérios de IOTA predizem malignidade dos tumores anexiais por meio de características do exame físico.
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Uma paciente de 37 anos de idade queixa-se de fogachos associados à secura vaginal e à diminuição da libido sexual há três meses. Nega comorbidades e uso de medicamentos. Ao exame físico, não foi observada nenhuma alteração digna de nota.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os principais fatores de risco relacionados à falência ovariana precoce (FOP) incluem causas genéticas e infecções virais, iatrogênicas e imunológicas.
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Considere uma paciente de 30 anos de idade, obesa, IMC = 31, tabagista 1 maço/dia, com migrânea com aura em uso de topiramato 25 mg/dia, e epilepsia em uso de lamotrigina 50 mg/dia, sem crises há um ano. Ao exame físico, não se identificou nenhuma alteração digna de nota. Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A obesidade contraindica o uso do DIU de cobre em razão do risco de doença inflamatória pélvica relacionada às alterações imunológicas presentes nas pacientes obesas.
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Considere uma paciente de 30 anos de idade, obesa, IMC = 31, tabagista 1 maço/dia, com migrânea com aura em uso de topiramato 25 mg/dia, e epilepsia em uso de lamotrigina 50 mg/dia, sem crises há um ano. Ao exame físico, não se identificou nenhuma alteração digna de nota. Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso dos contraceptivos orais combinados pode diminuir a biodisponibilidade do anticonvulsivante por também envolver a enzima hepática (citocromo p450).
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