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Um paciente pediátrico de 8 anos apresenta-se com história de disfagia, regurgitação de alimentos não digeridos e perda de peso. Exames endoscópicos e de imagem descartam obstrução mecânica ou estrutural. O profissional suspeita de um distúrbio de motilidade esofágica e considera o diagnóstico diferencial.
Neste paciente com suspeita de distúrbio de motilidade esofágica, o exame diagnóstico mais indicado para avaliar a função motora do esôfago é:
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No grupo pediátrico, as causas mais frequentes de hipertensão portal são a atresia biliar intra-hepática e a obstrução extra-hepática da veia porta (OEHVP).
São causas de hipertensão portal em crianças com fígado cirrótico:
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A atresia biliar tem distribuição universal e sua prevalência varia de acordo com a localização geográfica. Sua patogênese é complexa e incompletamente compreendida.
Sobre essa patologia, analisar os itens abaixo:
I. É a causa cirúrgica mais frequente de icterícia obstrutiva nos 2 primeiros anos de vida.
II. A cirurgia de Kasai, mesmo quando realizada tardiamente, restabelece o fluxo biliar e 100% dos pacientes não terão qualquer complicação futura.
III. É uma doença com prevalência de 1:500 nascimentos autossômica dominante causada por mutações nos genes JAG5 e no gene NOTCH7.
Está(ão) CORRETO(S):
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A alergia à proteína do leite de vaca (APLV) pode ser definida como um efeito adverso à saúde que se origina de uma resposta imune específica após exposição a um dado alimento, sendo considerada a principal causa de alergia alimentar em lactentes e crianças com menos de 3 anos. Essa resposta imunológica pode ser IgE mediada, não IgE mediada ou mista.
Sobre os sinais e sintomas relatados na APLV, marcar C para as afirmações Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Em lactentes, a ocorrência de disfagia, regurgitação, cólica e dor abdominal são eventos frequentemente relatados como manifestações digestivas da APLV em lactentes. Além disso, também podem ocorrer diarreia com presença ou não de sangue nas fezes, constipação com eventual rash perineal, falência do crescimento e anemia ferropriva.
( ) Enteropatia induzida por proteína alimentar é uma reação não mediada por IgE na qual o paciente evolui como um quadro de má-absorção de início insidioso, que pode se apresentar com diarreia crônica, eritema perianal, distensão abdominal, vômitos, anemia, perda de peso e insuficiência no crescimento. Tal quadro pode eventualmente ser confundido com doença celíaca.
( ) Síndrome da alergia oral, anafilaxia, proctite e alergia gastrointestinal imediata são manifestações IgE mediadas da APLV. Em se tratando da última, pode-se observar eventos como dor abdominal, náuseas, vômitos e diarreia logo após a ingestão dos alérgenos.
( ) Para o manejo da APLV de criança sem aleitamento materno, pode ser utilizada fórmula de aminoácidos (FAA), sobretudo em se tratando de pacientes portadores de enterocolite com déficit de peso, reação anafilática, alergia à fórmula extensamente hidrolisada ou esofagite eosinofílica.
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Assinalar a alternativa que NÃO representa uma causa de colestase obstrutiva:
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I. Costuma evidenciar a fase expiratória prolongada associada a sibilos difusos.
II. Os estertores subcrepitantes difusos no fim da expiração e no início da inspiração são achados que excluem o diagnóstico de bronquiolite.
III. Os pulmões geralmente se mostram hiperinsuflados com incursões superficiais e, se a obstrução for grave, o murmúrio respiratório pode ser quase inaudível.
Está(ão) CORRETO(S):
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