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O percentual de casos de violência envolvendo estudantes nas escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul caiu 65% nos últimos quatro anos, graças a ações preventivas desenvolvidas no âmbito do programa Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), criado pela Lei Estadual n.º 14.030/2012 e implementado a partir de 2015. As ações previstas envolvem pais, alunos e professores.
Desde então, várias escolas têm conseguido obter resultados que vão desde a redução da violência, da indisciplina, da evasão escolar e reprovação, até o aumento das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Luciane Manfro, coordenadora do projeto, explica como foi implantado o Cipave nas escolas do estado. “No momento que essa lei foi colocada em prática, nós passamos a convidar as escolas a conhecer essa forma de debate e essa avaliação das questões de violência”, lembra a coordenadora do projeto.
Segundo Luciane Manfro, as parcerias para a implementação do projeto envolvem outros entes públicos, como as secretarias de Segurança Pública, de Saúde e de Esportes, além de ONGs e universidades. “Tudo sem custo nenhum para o estado, nem para as escolas. Basta apenas que as escolas manifestem o interesse de levar o debate para a comunidade escolar”, destaca.
Um bom exemplo dessas parcerias foi a criação de jogos eletrônicos online em que as crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver boas ações nas escolas e nas comunidades onde moram.
“Esses jogos também nos geram relatórios de tempos em tempos sobre as questões de violência que eles enfrentam. Nós inserimos perguntas ao longo das missões do jogo sobre bullying, sobre o dia a dia na escola, para que possamos ter uma ideia também de como o jovem está vendo essas questões de violência. E no mapeamento online, temos uma visão mais voltada aos professores e à equipe diretiva. E a partir desses números continuamos implementando parcerias”, explica a coordenadora do projeto.
Também foram desenvolvidas cartilhas que abordam os tipos de violência e as formas de preveni-la. Os materiais são divididos de acordo com a faixa etária – há um modelo voltado para os professores, outro para o público do ensino médio e um terceiro para as crianças do ensino fundamental.
(Ministério da Educação. Rio Grande do Sul reduz em 65% a violência nas escolas do estado. 01.04.2019. Adaptado).
Com relação aos jogos desenvolvidos ao longo do projeto, é correto afirmar que sua finalidade é
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O percentual de casos de violência envolvendo estudantes nas escolas da rede estadual do Rio Grande do Sul caiu 65% nos últimos quatro anos, graças a ações preventivas desenvolvidas no âmbito do programa Comissões Internas de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar (Cipave), criado pela Lei Estadual n.º 14.030/2012 e implementado a partir de 2015. As ações previstas envolvem pais, alunos e professores.
Desde então, várias escolas têm conseguido obter resultados que vão desde a redução da violência, da indisciplina, da evasão escolar e reprovação, até o aumento das notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Luciane Manfro, coordenadora do projeto, explica como foi implantado o Cipave nas escolas do estado. “No momento que essa lei foi colocada em prática, nós passamos a convidar as escolas a conhecer essa forma de debate e essa avaliação das questões de violência”, lembra a coordenadora do projeto.
Segundo Luciane Manfro, as parcerias para a implementação do projeto envolvem outros entes públicos, como as secretarias de Segurança Pública, de Saúde e de Esportes, além de ONGs e universidades. “Tudo sem custo nenhum para o estado, nem para as escolas. Basta apenas que as escolas manifestem o interesse de levar o debate para a comunidade escolar”, destaca.
Um bom exemplo dessas parcerias foi a criação de jogos eletrônicos online em que as crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver boas ações nas escolas e nas comunidades onde moram.
“Esses jogos também nos geram relatórios de tempos em tempos sobre as questões de violência que eles enfrentam. Nós inserimos perguntas ao longo das missões do jogo sobre bullying, sobre o dia a dia na escola, para que possamos ter uma ideia também de como o jovem está vendo essas questões de violência. E no mapeamento online, temos uma visão mais voltada aos professores e à equipe diretiva. E a partir desses números continuamos implementando parcerias”, explica a coordenadora do projeto.
Também foram desenvolvidas cartilhas que abordam os tipos de violência e as formas de preveni-la. Os materiais são divididos de acordo com a faixa etária – há um modelo voltado para os professores, outro para o público do ensino médio e um terceiro para as crianças do ensino fundamental.
(Ministério da Educação. Rio Grande do Sul reduz em 65% a violência nas escolas do estado. 01.04.2019. Adaptado).
O texto retrata a redução da violência escolar. É correto afirmar que isto só foi possível devido
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Com relação às "Orientações Curriculares Nacionais para a Educação Infantil", as práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, devendo-se também garantir algumas experiências. Sobre o assunto, analise as proposições abaixo.
I. Promovem conhecimento através de múltiplas vivências familiares, sociais e ambientais, que estimulem o interesse pelo outro, pela comunidade e pelo seu bem-estar.
II. Incentivam a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao mesmo tempo, e à natureza.
III. Promovem a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da sustentabilidade da vida na terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais.
IV. Estimulam a confiança do aluno no professor, que é um condutor de conhecimento. Sem isso, o aprendizado da criança poderá ser comprometido e ela não será capaz de desenvolver autonomia e independência nas atividades individuais e de grupo.
É correto o que se afirma, apenas, em
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Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
Joana tem 65 (sessenta e cinco) anos, recebe dois salários mínimos e juntamente com suas amigas Maria, Paula e Lourdes, as três com 70 (setenta) anos de idade e com renda de dois salários mínimos, desejam usar o transporte coletivo interestadual para fazer uma viagem do Estado X até o Estado W. De acordo com o que dispõe o Estatuto do Idoso, é correto afirmar que
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