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Foram encontradas 80 questões.

1335275 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Militar
Banca: DECEx
Orgão: EsIE

Dentre as alternativas abaixo, NÃO compõe a Parada Diária o

 

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1335076 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsIE

Prendas domésticas

"Hoje há uma ascensão social incrível. A empregada doméstica, infelizmente não existe mais. Quem teve este animal, teve. Quem não teve, nunca mais vai ter."

Na imprensa, o que mais chocou na frase do professor Delfim Netto em um programa de televisão foi o "animal" em extinção. Mas pior foi o "infelizmente".

Com sinceridade contundente, o professor não exagera ao dizer que a sociedade brasileira se habituou a conviver com empregadas domésticas como animais, algumas até de estimação, tratados com carinho e mimos, como os escravos que serviam na casa grande. Só que agora ganham algum dinheiro e não precisam fugir da senzala para trabalhar em outra casa e mudar de feitor.

O que Delfim lamenta que esteja acabando é essa empregada doméstica à disposição 24 horas por dia, como uma escrava remunerada. Felizmente para nós, estamos aprendendo a comprar um serviço – em vez de alugar uma pessoa. As diaristas já mereceram até um seriado de televisão de sucesso.

Elas fazem a comida, arrumam a casa, lavam e passam a roupa, e vão embora – para vender seus serviços em outra casa. Sem participar das intimidades e fofocas da família, sem fidelidade canina, sem abusos e humilhações – mas com a obrigação de um serviço melhor e mais rápido, para ter mais tempo para trabalhar em outras casas e melhorar a renda.

É assim que vivem, há muitos anos milhões de faxineiras, cozinheiras e baby-sitters nos Estados Unidos, profissionais autônomos que ganham por hora ou por diária e conseguem viver com conforto e dignidade em suas casas, com suas famílias.

Quem faz a nossa comida, limpa e arruma a nossa casa, cuida de nossos filhos, presta serviços de grande responsabilidade e merece, não só um pagamento justo, mas todo respeito e às vezes, eterna gratidão. Muitas vezes há mais nobreza em servir do que em ser servido.

Mas só vamos ter certeza dessa ascensão social incrível quando as imobiliárias começarem a lançar apartamentos de luxo sem quarto de empregada, como na Europa e EUA. Até lá essa arcaica e perversa forma de convivência social brasileira ainda tem muito chão para limpar.

Nelson Motta (texto adaptado) - O Estado de S. Paulo, 22 de abril de 2011.

Observe o cartum abaixo:

enunciado 2147994-1

A situação relatada no texto IV e ilustrada pelo cartum é a

 

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1334908 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Militar
Banca: DECEx
Orgão: EsIE

Objetivando os princípios dos procedimentos administrativos, o Sargento (Sgt) JOÃO, responsável pela impressora da Seção Administrativa, após várias tentativas de manutenção, constatou a não recuperação e a inviabilidade de reparação, solicitando ao detentor direto do material sua descarga pelo motivo de

 

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1334679 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: DECEx
Orgão: EsIE

Carlos acorda todo dia às quatro e meia da manhã, Toma café, um banho e às cinco horas já está a caminho do trabalho. Pega sempre o trem das cinco e quinze, caso contrário, perde o ônibus das sete e não consegue chegar ao trabalho às oito horas. No fim do dia faz o trajeto ao contrário e quando chega a casa, percebe que gastou quase seis horas do seu dia, indo e voltando para o trabalho. O deslocamento diário feito por Carlos é conhecido como

 

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1334508 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Militar
Banca: DECEx
Orgão: EsIE

Os militares têm direito a alguns períodos de afastamento total do serviço, obedecidas as disposições legais e regulamentares. Assinale a alternativa em que NÃO há correspondência entre motivo e tempo de afastamento:

 

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1334452 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: DECEx
Orgão: EsIE

A Guerra do Paraguai produziu efeitos que contribuíram para o descontentamento de diversos setores da sociedade brasileira. Dentre eles, podemos destacar o (a)

 

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1334347 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsIE

Prendas domésticas

"Hoje há uma ascensão social incrível. A empregada doméstica, infelizmente não existe mais. Quem teve este animal, teve. Quem não teve, nunca mais vai ter."

Na imprensa, o que mais chocou na frase do professor Delfim Netto em um programa de televisão foi o "animal" em extinção. Mas pior foi o "infelizmente".

Com sinceridade contundente, o professor não exagera ao dizer que a sociedade brasileira se habituou a conviver com empregadas domésticas como animais, algumas até de estimação, tratados com carinho e mimos, como os escravos que serviam na casa grande. Só que agora ganham algum dinheiro e não precisam fugir da senzala para trabalhar em outra casa e mudar de feitor.

O que Delfim lamenta que esteja acabando é essa empregada doméstica à disposição 24 horas por dia, como uma escrava remunerada. Felizmente para nós, estamos aprendendo a comprar um serviço – em vez de alugar uma pessoa. As diaristas já mereceram até um seriado de televisão de sucesso.

Elas fazem a comida, arrumam a casa, lavam e passam a roupa, e vão embora – para vender seus serviços em outra casa. Sem participar das intimidades e fofocas da família, sem fidelidade canina, sem abusos e humilhações – mas com a obrigação de um serviço melhor e mais rápido, para ter mais tempo para trabalhar em outras casas e melhorar a renda.

É assim que vivem, há muitos anos milhões de faxineiras, cozinheiras e baby-sitters nos Estados Unidos, profissionais autônomos que ganham por hora ou por diária e conseguem viver com conforto e dignidade em suas casas, com suas famílias.

Quem faz a nossa comida, limpa e arruma a nossa casa, cuida de nossos filhos, presta serviços de grande responsabilidade e merece, não só um pagamento justo, mas todo respeito e às vezes, eterna gratidão. Muitas vezes há mais nobreza em servir do que em ser servido.

Mas só vamos ter certeza dessa ascensão social incrível quando as imobiliárias começarem a lançar apartamentos de luxo sem quarto de empregada, como na Europa e EUA. Até lá essa arcaica e perversa forma de convivência social brasileira ainda tem muito chão para limpar.

Nelson Motta (texto adaptado) - O Estado de S. Paulo, 22 de abril de 2011.

No fragmento "Hoje há uma ascensão social incrível." (1.1) utilizou-se o

 

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1334316 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsIE

Prendas domésticas

"Hoje há uma ascensão social incrível. A empregada doméstica, infelizmente não existe mais. Quem teve este animal, teve. Quem não teve, nunca mais vai ter."

Na imprensa, o que mais chocou na frase do professor Delfim Netto em um programa de televisão foi o "animal" em extinção. Mas pior foi o "infelizmente".

Com sinceridade contundente, o professor não exagera ao dizer que a sociedade brasileira se habituou a conviver com empregadas domésticas como animais, algumas até de estimação, tratados com carinho e mimos, como os escravos que serviam na casa grande. Só que agora ganham algum dinheiro e não precisam fugir da senzala para trabalhar em outra casa e mudar de feitor.

O que Delfim lamenta que esteja acabando é essa empregada doméstica à disposição 24 horas por dia, como uma escrava remunerada. Felizmente para nós, estamos aprendendo a comprar um serviço – em vez de alugar uma pessoa. As diaristas já mereceram até um seriado de televisão de sucesso.

Elas fazem a comida, arrumam a casa, lavam e passam a roupa, e vão embora – para vender seus serviços em outra casa. Sem participar das intimidades e fofocas da família, sem fidelidade canina, sem abusos e humilhações – mas com a obrigação de um serviço melhor e mais rápido, para ter mais tempo para trabalhar em outras casas e melhorar a renda.

É assim que vivem, há muitos anos milhões de faxineiras, cozinheiras e baby-sitters nos Estados Unidos, profissionais autônomos que ganham por hora ou por diária e conseguem viver com conforto e dignidade em suas casas, com suas famílias.

Quem faz a nossa comida, limpa e arruma a nossa casa, cuida de nossos filhos, presta serviços de grande responsabilidade e merece, não só um pagamento justo, mas todo respeito e às vezes, eterna gratidão. Muitas vezes há mais nobreza em servir do que em ser servido.

Mas só vamos ter certeza dessa ascensão social incrível quando as imobiliárias começarem a lançar apartamentos de luxo sem quarto de empregada, como na Europa e EUA. Até lá essa arcaica e perversa forma de convivência social brasileira ainda tem muito chão para limpar.

Nelson Motta (texto adaptado) - O Estado de S. Paulo, 22 de abril de 2011.

O texto IV constitui uma dissertação que

 

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1334300 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Militar
Banca: DECEx
Orgão: EsIE

As recompensas constituem reconhecimento dos bons serviços prestados pelos militares. Assinale a alternativa que NÃO se caracteriza como uma recompensa prevista no Estatuto dos Militares:

 

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1334268 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsIE

Descobrimento

Abancado à escrivaninha em São Paulo

Na minha casa da rua Lopes Chaves

De supetão senti um friúme por dentro.

Fiquei trêmulo, muito comovido

Com o livro palerma olhando pra mim.

Não vê que me lembrei que lá no Norte, meu Deus!

muito longe de mim

Na escuridão ativa da noite que caiu

Um homem pálido magro de cabelo escorrendo nos olhos,

Depois de fazer uma pele com a borracha do dia,

Faz pouco se deitou, está dormindo.

Esse homem é brasileiro que nem eu.

Mario de Andrade.

DisponíveI em <http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2010/05/08/ descobrimento-de-mario-de-andrade-sao-paulo/>

O termo "de supetão" (v. 3) poderia ser substituído no texto, sem alteração de sentido por

 

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