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Foram encontradas 90 questões.

2379585 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval

Seja P o ponto de interseção entre as retas !$ \underline{r} !$ e !$ \underline{s} !$ de equações !$ 3x - 2y + 4 = 0 !$ e !$ -4x + 3y - 7 = 0 !$, respectivamente. Seja Q o centro da circunferência de equação !$ x^2 + y^2 + 24 = 6x+8y !$. A medida do segmento !$ \overline{PQ} !$ é igual à quarta parte do comprimento do eixo maior da elipse de equação

 

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2379584 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
Enunciado 3034632-1
Em um experimento com ondas estacionárias, uma corda de 60,0 cm de comprimento e massa igual a 30,0 gramas, tem um extremo preso a uma mola ideal vertical, que oscila em M.H.S de acordo com a função: y (t) = 2,0. sen !$ (60 \pi \cdot t ) !$ [t - segundos; Y - milímetros l. A corda passa por uma polia ideal e tem no outro extremo um bloco pendurado de massa M. Para que a onda estacionária na corda tenha quatro ventres, a massa M do bloco, em kg, é igual a
Dado: !$ \mid \vec{g} \mid =10,0 m/ s^2 !$
 

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2379576 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
Which of the alternatives below completes the sentence correctly?
(1) people went to the meeting last Friday.
 

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2379571 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
Cultura clonada e mestiçagem
Eduardo Portela
Levantar hoje a questão da cultura é colocar-se em uma encruzilhada para a qual convergem, embora também se oponham, o avanço da globalização e a persistência das identidades nacionais. Mas a cultura não pode mais, presentemente, construir-se sem uma tensão constitutiva, existencial e vital entre o universal, o regional, o nacional e o comunitário.
Apesar de as culturas se manterem arraigadas em seus contextos nacionais, torna-se cada vez mais dificil acreditar que os conceitos tradicionais de identidade, povo ou nação sejam "intocáveis". De fato, jamais nossas sociedades conheceram ruptura tão generalizada com
tradições centenárias. Devemos, porém, indagar se as evoluções contemporâneas, em geral apresentadas como possíveis ameaças a essas tradições, inclusive a do Estado nação, não constituiriam terrenos férteis para a cultura, ou seja, favoráveis à coexistência das diversidades. Um duplo obstáculo seria então evitado: a coesão domesticada e a uniformização artificial.
o primeiro obstáculo advém da fundamentação do modelo hegemônico de identificação em uma cultura única, total, dominante, integrativa. Esta era percebida como algo estático e definitivo. Era brandida como uma arma, cujos efeitos só hoje avaliamos: neste século, vimos as culturas mais sofisticadas curvarem-se à barbárie; levamos muito tempo até perceber que o racismo prospera quando faz da cultura algo absoluto. Conceber a cultura como um modo de exclusão conduz inevitavelmente à exclusão da cultura. Por isso, o tema da identidade cultural, que nos acompanha desde as primeiras globalizações, é coisa do passado.
Mas a cultura não deve emancipar-se da identidade nacional deixando-se dominar pela globalização e pela privatização. As identidades pós- nacionais que estão surgindo ainda não demonstraram sua capacidade de resistir à desigualdade, à injustiça, à exclusão e à violência. Subordinar a cultura a critérios elaborados nos laboratórios da ideologia dominante, que fazem a apologia das especulações na bolsa, dos avatares da oferta e da demanda, das armadilhas da funcionalidade e da urgência, equivale a privá-la de seu indispensável oxigênio social, a substituir a tensão criativa pelo estresse do mercado.
Neste sentido, dois grandes perigos nos ameaçam. O primeiro é a tendência atual a considerar a cultura um produto supérfluo, quando, na realidade, ela poderia representar para as sociedades da informação o que o conhecimento científico representou para as sociedades industriais. Frequentemente se esquece que reparar a fratura social exige que se pague a fatura cultural: o investimento cultural é também um investimento social.
O segundo perigo é o "integrismo eletrônico". Das fábricas e dos supermercados culturais emana uma cultura na qual o tecnológico tem tanta primazia que se pode considerá-la desumanizada.
Mas como "tecnologizar" a cultura reduzindo-a a um conjunto de clones culturais e pretender que ela continue a ser cultura? A cultura clonada é um produto abortado, porque, ao deixar de estabelecer vínculos, deixa de ser cultura. O vínculo é seu signo característico, sua senha de identidade. E esse vínculo é mestiçagem - portanto o oposto da clonagem. A clonagem é cópia; e a mestiçagem, ao contrário, cria um ser diferente, embora também conserve a identidade de suas origens. Em todas as partes onde se produziu, a mestiçagem manteve as filiaçôes e forjou uma nova solidariedade que pode servir de antídoto à exclusão.
Parafraseando Malraux, eu diria que o terceiro milênio será mestiço, ou não será.
(Texto apresentado na série Conferências do
Século XXI, realizada em 1999, e publicado em O Correio da Unesco, jun., 2000)
Em sua linha de argumentação, o texto defende a
 

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2379556 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
Cultura clonada e mestiçagem
Eduardo Portela
Levantar hoje a questão da cultura é colocar-se em uma encruzilhada para a qual convergem, embora também se oponham, o avanço da globalização e a persistência das identidades nacionais. Mas a cultura não pode mais, presentemente, construir-se sem uma tensão constitutiva, existencial e vital entre o universal, o regional, o nacional e o comunitário.
Apesar de as culturas se manterem arraigadas em seus contextos nacionais, torna-se cada vez mais dificil acreditar que os conceitos tradicionais de identidade, povo ou nação sejam "intocáveis". De fato, jamais nossas sociedades conheceram ruptura tão generalizada com
tradições centenárias. Devemos, porém, indagar se as evoluções contemporâneas, em geral apresentadas como possíveis ameaças a essas tradições, inclusive a do Estado nação, não constituiriam terrenos férteis para a cultura, ou seja, favoráveis à coexistência das diversidades. Um duplo obstáculo seria então evitado: a coesão domesticada e a uniformização artificial.
o primeiro obstáculo advém da fundamentação do modelo hegemônico de identificação em uma cultura única, total, dominante, integrativa. Esta era percebida como algo estático e definitivo. Era brandida como uma arma, cujos efeitos só hoje avaliamos: neste século, vimos as culturas mais sofisticadas curvarem-se à barbárie; levamos muito tempo até perceber que o racismo prospera quando faz da cultura algo absoluto. Conceber a cultura como um modo de exclusão conduz inevitavelmente à exclusão da cultura. Por isso, o tema da identidade cultural, que nos acompanha desde as primeiras globalizações, é coisa do passado.
Mas a cultura não deve emancipar-se da identidade nacional deixando-se dominar pela globalização e pela privatização. As identidades pós- nacionais que estão surgindo ainda não demonstraram sua capacidade de resistir à desigualdade, à injustiça, à exclusão e à violência. Subordinar a cultura a critérios elaborados nos laboratórios da ideologia dominante, que fazem a apologia das especulações na bolsa, dos avatares da oferta e da demanda, das armadilhas da funcionalidade e da urgência, equivale a privá-la de seu indispensável oxigênio social, a substituir a tensão criativa pelo estresse do mercado.
Neste sentido, dois grandes perigos nos ameaçam. O primeiro é a tendência atual a considerar a cultura um produto supérfluo, quando, na realidade, ela poderia representar para as sociedades da informação o que o conhecimento científico representou para as sociedades industriais. Frequentemente se esquece que reparar a fratura social exige que se pague a fatura cultural: o investimento cultural é também um investimento social.
O segundo perigo é o "integrismo eletrônico". Das fábricas e dos supermercados culturais emana uma cultura na qual o tecnológico tem tanta primazia que se pode considerá-la desumanizada.
Mas como "tecnologizar" a cultura reduzindo-a a um conjunto de clones culturais e pretender que ela continue a ser cultura? A cultura clonada é um produto abortado, porque, ao deixar de estabelecer vínculos, deixa de ser cultura. O vínculo é seu signo característico, sua senha de identidade. E esse vínculo é mestiçagem - portanto o oposto da clonagem. A clonagem é cópia; e a mestiçagem, ao contrário, cria um ser diferente, embora também conserve a identidade de suas origens. Em todas as partes onde se produziu, a mestiçagem manteve as filiações e forjou uma nova solidariedade que pode servir de antídoto à exclusão.
Parafraseando Malraux, eu diria que o terceiro milênio será mestiço, ou não será.
(Texto apresentado na série Conferências do
Século XXI, realizada em 1999, e publicado em O Correio da Unesco, jun., 2000)
A palavra "tecnologizar" porque aparece entre aspas
 

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2379489 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
Uma pequena esfera (partícula) de massa M desliza, a partir do repouso (posição A), por uma trajetória (no plano vertical), passando pela posição B, da circunferência de raio R, com velocidade de módulo V, como indica a figura abaixo.
Enunciado 3022593-1
Sabe-se que o coeficiente de atrito cinético entre a partícula e a trajetória vale !$ \mu_c !$ . O módulo da força de atrito que atua na esfera, no instante em que passa pela posição B, é igual a
 

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2379446 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
Which of the alternatives below completes the sentence correctly?
(1) have you known her?
 

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2379441 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
Em um certo cruzamento de uma rodovia, no instante to = O, um veículo A possui velocidade de 4,0.i (m/s) e outro veículo B velocidade de 6,0.} (m/s). A partir de então, o veículo A recebe, durante 2,8 s, uma aceleração de 3,0 m/ S2, no sentido positivo do eixo dos Y, e o veículo Brecebe, durante 2,5s, uma aceleração de 2,Om/s2, no sentido negativo do eixo dos X. O módulo da velocidade do veículo A em relação ao veículo B, em m/ s, no instante t = 1,0 s, é
 

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2379433 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
My little sister went to Peter's home yesterday. He was stressed and shouted:
"Do not touch my things!"
What did he say?
 

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2379432 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
Based on the text below, answer question
Organizing Inlelligence for Counlerinsurgency
EFFECTIVE, ACCURATE, AND TIMEL Y intelligence is essential to conducting any form of warfare, including counterinsurgency operations, beca use the ultimate success or failure of the mission depends on the effectiveness of the intelligence efforto The function of intelligence in counterinsurgency is to facilitate an understanding of the populace, the host nation, the operational environment, and the insurgents so that commanders may address the issues driving the insurgency.
Insurgencies, however, are notoriously difficult to evaluateo The organization of the standard military intelligence system, developed for major theater warfare rather than counterinsurgency, compounds the difficultyo Intelligence systems and personnel must adapt to the challenges of a counterinsurgency environment to provide commanders the intelligence they requireo This is a "best practice" in counterinsurgency, without which counterinsurgency efforts willlikely fail.
(September-October 20060 MILlTARY REVIEW p.24)
"(...) counterinsurgency efforts will likely fail"o What does the word "Iikely" mean in this sentence of the text?
 

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