Foram encontradas 80 questões.
- Fisioterapia em Traumato-ortopedia e ReumatologiaÓrteses e Próteses
- Ortopedia e Traumatologia na Fisioterapia
Paciente jovem, hígido, com lesão traumática na coluna cervical,
recebeu a indicação de utilizar uma órtese denominada
Imobilizador Esterno-Occipito-Mandibular (IEOM).
Em relação à órtese IEOM, é correto afirmar que
Em relação à órtese IEOM, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na eletroneuromiografia, ondas agudas positivas ocorrem na
distrofia muscular, assim como descargas repetitivas complexas e
potenciais miotônicos ocorrem na distrofia miotônica.
O achado de "silêncio elétrico" é esperado, apesar de contração muscular visível ou contratura dolorosa após exercícios, na
O achado de "silêncio elétrico" é esperado, apesar de contração muscular visível ou contratura dolorosa após exercícios, na
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente, neonato, portador de paralisia cerebral atetoide. Como
sabemos, frequentemente essa afecção está associada a outras
lesões.
Assinale a opção que indica a estrutura que se encontra lesionada e está frequentemente associada a essa afecção.
Assinale a opção que indica a estrutura que se encontra lesionada e está frequentemente associada a essa afecção.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Homem de 67 anos, hipertenso, é admitido no pronto
atendimento com febre, tosse produtiva e dispneia há três dias.
Encontra-se confuso, com temperatura de 38,7 °C, frequência
cardíaca de 118 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, pressão
arterial de 82/48 mmHg e saturação periférica de oxigênio de
91% em ar ambiente. A radiografia de tórax evidencia
consolidação no lobo inferior direito. Exames laboratoriais
mostram leucócitos de 18.400/mm³, creatinina de 2,0 mg/dL,
sendo basal de 0,9 mg/dL, e lactato de 4,8 mmol/L.
Após coleta de culturas e início de antibioticoterapia, recebe solução cristaloide em volume total de 30 mL/kg. Na reavaliação, permanece com pressão arterial de 84/50 mmHg, frequência cardíaca de 112 bpm e lactato de 4,3 mmol/L. O tempo de enchimento capilar é de 5 segundos. A elevação passiva dos membros inferiores não produz aumento significativo do volume sistólico avaliado por ecocardiografia à beira-leito. Não há sinais de congestão pulmonar.
Nesse momento, a conduta mais apropriada é
Após coleta de culturas e início de antibioticoterapia, recebe solução cristaloide em volume total de 30 mL/kg. Na reavaliação, permanece com pressão arterial de 84/50 mmHg, frequência cardíaca de 112 bpm e lactato de 4,3 mmol/L. O tempo de enchimento capilar é de 5 segundos. A elevação passiva dos membros inferiores não produz aumento significativo do volume sistólico avaliado por ecocardiografia à beira-leito. Não há sinais de congestão pulmonar.
Nesse momento, a conduta mais apropriada é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma mulher de 64 anos, com diagnóstico prévio de neuralgia do
trigêmeo clássica, procura o serviço de emergência por
intensificação importante da dor nas últimas 48 horas. Apresenta
paroxismos de dor facial unilateral, em choque, envolvendo os
territórios maxilar e mandibular direitos, com duração de
segundos e desencadeados pela mastigação, fala e toque da face.
Nas últimas horas, os episódios tornaram-se muito frequentes,
impedindo alimentação e dificultando a ingestão de líquidos.
Faz uso regular de carbamazepina, com controle satisfatório até recentemente. Encontra-se consciente, hemodinamicamente estável e sem déficit neurológico focal ou alteração persistente da sensibilidade facial. Analgésicos convencionais administrados no serviço de emergência não proporcionaram controle adequado dos paroxismos.
O manejo imediato desse quadro deve
Faz uso regular de carbamazepina, com controle satisfatório até recentemente. Encontra-se consciente, hemodinamicamente estável e sem déficit neurológico focal ou alteração persistente da sensibilidade facial. Analgésicos convencionais administrados no serviço de emergência não proporcionaram controle adequado dos paroxismos.
O manejo imediato desse quadro deve
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Homem de 68 anos, hipertenso e diabético, com doença renal
crônica, é levado ao pronto atendimento após apresentar dois
episódios, separados por três semanas, caracterizados por
interrupção súbita da fala, desvio conjugado da cabeça para a
direita e movimentos clônicos do membro superior direito, com
duração aproximada de 90 segundos. Em ambos, permaneceu
confuso por cerca de 15 minutos após o evento. Não houve
febre, privação alcoólica ou uso de substâncias ilícitas.
Ao exame, encontra-se lúcido, sem déficits neurológicos focais. Exames laboratoriais mostram: Na 139 mEq/L, K 4,6 mEq/L, Ca total 9,2 mg/dL, glicemia 128 mg/dL, creatinina 2,1 mg/dL e taxa de filtração glomerular estimada de 31 mL/min/1,73 m². Hemograma e transaminases são normais. Ressonância magnética do encéfalo demonstra área de gliose cortical frontal esquerda compatível com sequela de infarto antigo. O EEG evidencia descargas epileptiformes focais frontais esquerdas.
Diante da recorrência das crises, indica-se tratamento farmacológico contínuo. Considerando o tipo de crise, as comorbidades, os exames laboratoriais e as propriedades farmacológicas dos antiepilépticos, a estratégia mais apropriada é
Ao exame, encontra-se lúcido, sem déficits neurológicos focais. Exames laboratoriais mostram: Na 139 mEq/L, K 4,6 mEq/L, Ca total 9,2 mg/dL, glicemia 128 mg/dL, creatinina 2,1 mg/dL e taxa de filtração glomerular estimada de 31 mL/min/1,73 m². Hemograma e transaminases são normais. Ressonância magnética do encéfalo demonstra área de gliose cortical frontal esquerda compatível com sequela de infarto antigo. O EEG evidencia descargas epileptiformes focais frontais esquerdas.
Diante da recorrência das crises, indica-se tratamento farmacológico contínuo. Considerando o tipo de crise, as comorbidades, os exames laboratoriais e as propriedades farmacológicas dos antiepilépticos, a estratégia mais apropriada é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Mulher de 67 anos, com diagnóstico de neuralgia do trigêmeo há
três anos, em uso regular de carbamazepina 400 mg a cada 12
horas, procura o serviço de emergência por piora abrupta da dor
facial nas últimas 36 horas.
Apresenta paroxismos de dor descritos como “choques elétricos” de intensidade 10/10, envolvendo os territórios maxilar e mandibular direitos, com duração de segundos e recorrência de dezenas de episódios por hora. As crises são desencadeadas ao falar, deglutir, mastigar ou tocar a hemiface direita. Nas últimas 18 horas, praticamente não conseguiu ingerir líquidos nem utilizar adequadamente a medicação oral.
Ao exame, encontra-se consciente, afebril e hemodinamicamente estável, com sinais de desidratação leve. Entre os paroxismos, o exame neurológico não demonstra novos déficits focais. Não há alterações odontológicas ou cutâneas que justifiquem a exacerbação.
Exames laboratoriais mostram: hemoglobina = 13,4 g/dL; leucócitos = 7.100/mm³; plaquetas = 236.000/mm³; sódio = 138 mEq/L; potássio = 4,2 mEq/L; magnésio = 1,9 mg/dL; creatinina = 0,84 mg/dL; albumina = 4,1 g/dL; AST = 24 U/L; ALT = 21 U/L. ECG demonstra ritmo sinusal, FC = 78 bpm, PR = 164 ms, QRS = 88 ms e QTc = 426 ms.
Após hidratação intravenosa e medidas iniciais, a paciente permanece com crises incapacitantes e sem condições de receber adequadamente tratamento oral. Opta-se por terapia farmacológica parenteral de resgate, em ambiente hospitalar e sob monitorização.
Considerando o quadro clínico, a necessidade de controle rápido dos paroxismos e o mecanismo farmacológico envolvido, a conduta mais apropriada é
Apresenta paroxismos de dor descritos como “choques elétricos” de intensidade 10/10, envolvendo os territórios maxilar e mandibular direitos, com duração de segundos e recorrência de dezenas de episódios por hora. As crises são desencadeadas ao falar, deglutir, mastigar ou tocar a hemiface direita. Nas últimas 18 horas, praticamente não conseguiu ingerir líquidos nem utilizar adequadamente a medicação oral.
Ao exame, encontra-se consciente, afebril e hemodinamicamente estável, com sinais de desidratação leve. Entre os paroxismos, o exame neurológico não demonstra novos déficits focais. Não há alterações odontológicas ou cutâneas que justifiquem a exacerbação.
Exames laboratoriais mostram: hemoglobina = 13,4 g/dL; leucócitos = 7.100/mm³; plaquetas = 236.000/mm³; sódio = 138 mEq/L; potássio = 4,2 mEq/L; magnésio = 1,9 mg/dL; creatinina = 0,84 mg/dL; albumina = 4,1 g/dL; AST = 24 U/L; ALT = 21 U/L. ECG demonstra ritmo sinusal, FC = 78 bpm, PR = 164 ms, QRS = 88 ms e QTc = 426 ms.
Após hidratação intravenosa e medidas iniciais, a paciente permanece com crises incapacitantes e sem condições de receber adequadamente tratamento oral. Opta-se por terapia farmacológica parenteral de resgate, em ambiente hospitalar e sob monitorização.
Considerando o quadro clínico, a necessidade de controle rápido dos paroxismos e o mecanismo farmacológico envolvido, a conduta mais apropriada é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Homem de 29 anos, previamente hígido, procura atendimento
por edema progressivo há 12 dias, inicialmente periorbitário e
posteriormente em membros inferiores. Nega hematúria
macroscópica, artralgias, lesões cutâneas, febre ou infecção
recente. Não utiliza anti-inflamatórios não esteroides, lítio ou
outras medicações de uso contínuo.
Ao exame físico, apresenta PA de 138 × 86 mmHg, edema simétrico 3+/4+ em membros inferiores e discreta ascite. Não há sinais de congestão pulmonar ou hipoperfusão periférica.
Os exames laboratoriais mostram: Creatinina: 1,0 mg/dL; Ureia: 34 mg/dL; Albumina: 1,8 g/dL; Colesterol total: 326 mg/dL; LDL colesterol: 224 mg/dL; Triglicerídeos: 218 mg/dL; C3 e C4: normais; FAN: não reagente; HBsAg, anti-HCV e HIV: negativos; Proteinúria de 24 horas: 9,6 g; EAS: proteínas 4+ | 2 hemácias/campo | ausência de cilindros hemáticos ou leucocitários.
A biópsia renal demonstra glomérulos sem alterações significativas à microscopia óptica. A imunofluorescência não evidencia depósitos de imunoglobulinas ou complemento. A microscopia eletrônica revela apagamento difuso dos processos podocitários, sem depósitos eletrondensos.
Foi iniciado tratamento específico. Após 12 semanas, a proteinúria caiu para 180 mg/24 h, a albumina sérica aumentou para 3,9 g/dL e houve resolução completa do edema.
Considerando o diagnóstico mais provável, a resposta terapêutica observada e o mecanismo de ação do tratamento de primeira linha, assinale a afirmativa correta.
Ao exame físico, apresenta PA de 138 × 86 mmHg, edema simétrico 3+/4+ em membros inferiores e discreta ascite. Não há sinais de congestão pulmonar ou hipoperfusão periférica.
Os exames laboratoriais mostram: Creatinina: 1,0 mg/dL; Ureia: 34 mg/dL; Albumina: 1,8 g/dL; Colesterol total: 326 mg/dL; LDL colesterol: 224 mg/dL; Triglicerídeos: 218 mg/dL; C3 e C4: normais; FAN: não reagente; HBsAg, anti-HCV e HIV: negativos; Proteinúria de 24 horas: 9,6 g; EAS: proteínas 4+ | 2 hemácias/campo | ausência de cilindros hemáticos ou leucocitários.
A biópsia renal demonstra glomérulos sem alterações significativas à microscopia óptica. A imunofluorescência não evidencia depósitos de imunoglobulinas ou complemento. A microscopia eletrônica revela apagamento difuso dos processos podocitários, sem depósitos eletrondensos.
Foi iniciado tratamento específico. Após 12 semanas, a proteinúria caiu para 180 mg/24 h, a albumina sérica aumentou para 3,9 g/dL e houve resolução completa do edema.
Considerando o diagnóstico mais provável, a resposta terapêutica observada e o mecanismo de ação do tratamento de primeira linha, assinale a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma mulher de 31 anos, com 10 semanas de gestação, procura
atendimento por palpitações, intolerância ao calor, tremores e
perda de 4 kg. Refere que os sintomas começaram
aproximadamente dois meses antes da concepção e se
intensificaram nas últimas semanas. Ao exame, apresenta
frequência cardíaca de 112 bpm, pressão arterial de 128 × 62
mmHg, tremor fino de extremidades, bócio difuso indolor e
discreta retração palpebral bilateral. Não apresenta vômitos
persistentes ou sinais de desidratação.
Os exames laboratoriais mostram: TSH: < 0,01 mUI/L; T4 livre: 3,1 ng/dL / valor de referência: 0,8 a 1,8 ng/dL; T3 total: 248 ng/dL / valor de referência: 80 a 180 ng/dL; Anticorpo contra o receptor de TSH: positivo, 6,8 vezes o limite superior da normalidade; Hemoglobina: 12,1 g/dL; Leucócitos: 7.800/mm³; Neutrófilos: 4.900/mm³; AST: 24 U/L; ALT: 27 U/L; Bilirrubina total: 0,7 mg/dL.
A ultrassonografia obstétrica demonstra gestação tópica compatível com a idade gestacional e evolução fetal adequada.
Considerando o diagnóstico mais provável, a idade gestacional e os mecanismos farmacológicos dos medicamentos disponíveis, a estratégia terapêutica mais apropriada, nesse momento, é
Os exames laboratoriais mostram: TSH: < 0,01 mUI/L; T4 livre: 3,1 ng/dL / valor de referência: 0,8 a 1,8 ng/dL; T3 total: 248 ng/dL / valor de referência: 80 a 180 ng/dL; Anticorpo contra o receptor de TSH: positivo, 6,8 vezes o limite superior da normalidade; Hemoglobina: 12,1 g/dL; Leucócitos: 7.800/mm³; Neutrófilos: 4.900/mm³; AST: 24 U/L; ALT: 27 U/L; Bilirrubina total: 0,7 mg/dL.
A ultrassonografia obstétrica demonstra gestação tópica compatível com a idade gestacional e evolução fetal adequada.
Considerando o diagnóstico mais provável, a idade gestacional e os mecanismos farmacológicos dos medicamentos disponíveis, a estratégia terapêutica mais apropriada, nesse momento, é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Mulher de 54 anos, com diabetes mellitus tipo 2 há 13 anos e
obesidade grau II (IMC = 36,2 kg/m²), procura atendimento por
dor progressiva nos pés há aproximadamente oito meses.
Descreve sensação de queimação, choques e formigamento,
bilateral e simétrica, inicialmente nas plantas dos pés e
atualmente alcançando os tornozelos. A dor é mais intensa à
noite e o contato do lençol com os pés é suficiente para
desencadeá-la.
Nas últimas dez semanas, passou também a apresentar humor deprimido, anedonia, redução da energia e dificuldade de concentração, com prejuízo de suas atividades habituais. Nega episódios prévios de mania ou hipomania e ideação suicida.
Ao exame, apresenta pulsos pediosos palpáveis e simétricos, ausência de lesões cutâneas, força muscular preservada, alodinia ao toque leve em ambos os pés, redução distal da sensibilidade vibratória e diminuição bilateral dos reflexos aquileus.
Exames laboratoriais mostram: HbA1c = 8,2%; hemoglobina = 13,1 g/dL; creatinina = 0,81 mg/dL; TFGe = 86 mL/min/1,73 m²; TSH = 2,3 mUI/L; vitamina B12 = 512 pg/mL; AST = 23 U/L; ALT = 26 U/L. A eletroforese de proteínas séricas não apresenta alterações relevantes.
Após orientação para otimização do controle metabólico, redução ponderal e cuidados com os pés, decide-se iniciar monoterapia farmacológica.
Considerando o diagnóstico, as comorbidades apresentadas e os mecanismos farmacológicos envolvidos na modulação da dor, a estratégia inicial mais apropriada é
Nas últimas dez semanas, passou também a apresentar humor deprimido, anedonia, redução da energia e dificuldade de concentração, com prejuízo de suas atividades habituais. Nega episódios prévios de mania ou hipomania e ideação suicida.
Ao exame, apresenta pulsos pediosos palpáveis e simétricos, ausência de lesões cutâneas, força muscular preservada, alodinia ao toque leve em ambos os pés, redução distal da sensibilidade vibratória e diminuição bilateral dos reflexos aquileus.
Exames laboratoriais mostram: HbA1c = 8,2%; hemoglobina = 13,1 g/dL; creatinina = 0,81 mg/dL; TFGe = 86 mL/min/1,73 m²; TSH = 2,3 mUI/L; vitamina B12 = 512 pg/mL; AST = 23 U/L; ALT = 26 U/L. A eletroforese de proteínas séricas não apresenta alterações relevantes.
Após orientação para otimização do controle metabólico, redução ponderal e cuidados com os pés, decide-se iniciar monoterapia farmacológica.
Considerando o diagnóstico, as comorbidades apresentadas e os mecanismos farmacológicos envolvidos na modulação da dor, a estratégia inicial mais apropriada é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container