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Leia atentamente o caso 1 e posteriormente assinale a alternativa correta:
Caso 1: JR, sexo feminino, 61 anos, casada, 59 Kg (quilogramas), 1,60 m (metros), índice de massa corpórea (IMC) de 23,04, no período de pós-menopausa. Possui vida sexual ativa, porém sem orgasmo, apresenta incontinência há 20 anos. Fez uso de medicamentos para problemas urinários, foi submetida à cirurgia para incontinência por via vaginal, e apresentou piora do quadro clínico inicial. Sua história gestacional consta de dois partos do tipo normal com média de peso dos bebês de 3,300 Kg (quilogramas), não apresentou incontinência durante a gestação, possuía constipação, urinava com intervalos de 1-3 horas durante o dia e duas vezes à noite, seu fluxo urinário era moderado. Perdia urina nas seguintes condições: tossindo, pegando peso, espirrando, após levantar-se da posição deitada. Ao exame de toque bidigital apresentou fraqueza das paredes anterior e posterior da vagina e grau de força muscular 1 dos músculos do assoalho pélvico (MAP) de acordo com a escala de Oxford. No teste de esforço com cones vaginais, o primeiro cone escorregou imediatamente. O exame de urodinâmica realizado apresentou padrão da curva de fluxo normal: volume urinado = 359 ml (mililitros), pico de fluxo = 24,70 ml/seg (mililitros por segundo), fluxo médio = 11,08 ml/seg (mililitros por segundo), tempo de fluxo = 38 segundos, tempo para o fluxo máximo = 19 segundos e resíduo pós miccional = 10 ml (mililitros), bexiga estável, capacidade e complacência normais, fluxo de pressão sem alterações e resíduos pós miccionais desprezíveis.
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Algumas afirmações abaixo estão relacionadas à incontinência urinária de urgência (IUU) e outras à incontinência urinária de esforço (IUE). Leia-as atentamente e assinale a alternativa correta:
I. Maior prevalência em multíparas devido ao enfraquecimento do pélvico.
II. Nictúria, polaciúria, enurese noturna e dor supra púbica.
III. Traumatismos e cirurgias pélvicas podem causar fibrose e danificar o mecanismo esfincteruretral.
IV. Perda involuntária de urina na ausência de contração do detrusor.
V. Maior prevalência na infância e senectude.
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Ao longo do último século, várias teses surgiram na tentativa de explicar a incontinência urinária de esforço (IUE) feminina, baseadas em cada momento histórico. Leia atentamente as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta:
I. Teoria das alterações do eixo uretrovesical e posicionamento uretral: a perda da elasticidade ou tônus normal do esfíncter uretral e vesical leva a um colo aberto; a perda do suporte anatômico uretral leva a um deslocamento da junção uretrovesical, indispensável para a instalação do quadro clínico.
II. Teoria das alterações na transmissão de pressões: a uretra deve estar localizada acima do assoalho pélvico de maneira que a pressão transmitida pela bexiga seja igualmente transferida para a uretra; IUE surge por aumento da pressão vesical ou diminuição de resistência e ação do esfíncter, ou por associação e ambos.
III. Teoria da disfunção esfincteriana: as alterações em ângulos uretrais e posicionamento uretral não explicam todos os casos de IUE, por isso as cirurgias retropúbicas de posicionamento não são eficazes em todas as mulheres; o esfíncter uretral é deficiente e incapaz de reter urina nos momentos de esforço, sendo indicada nestes casos cirurgias de s/ing.
IV. Teoria de “hammock”: a perda do suporte da fáscia pubo-cervical e da parede anterior da vagina durante momentos de aumento da pressão intra-abdominal compromete a transmissão das pressões; a deficiência muscular do assoalho pélvico, o qual está conectado a fáscia pubo-cervical, pode explicar a IUE.
V. Teoria integral: os sintomas de IUE derivam, por diferentes razões, de uma frouxidão anatômica na parede vaginal anterior por defeito da própria parede vaginal ou dos ligamentos, fáscias e músculos que a sustentam, dissipando as pressões de fechamento uretral. Em condições normais, o músculo pubo coccígeo levanta a parede anterior da vagina, comprimindo a uretra e fechando o colo vesical.
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A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) disponibiliza em seu website algumas informações básicas sobre incontinência urinária para o público geral. Leia as afirmações abaixo, obtidas no website da SBU e assinale a alternativa correta:
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A qualidade da continência e micção decorre de um equilíbrio entre as forças de retenção e expulsão. Leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta sobre a fisiopatologia da incontinência urinária feminina:
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A eletromiografia é um exame complementar normalmente realizado durante o estudo urodinâmico. Leia atentamente as afirmações abaixo, atribua Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) O emprego da eletromiografia (EMG) associada à urodinâmica tem por objetivo avaliar a integridade da inervação dos músculos do assoalho pélvico.
( ) Durante o esvaziamento voluntário da bexiga, espera-se que a EMG do esfíncter externo da uretra seja silenciosa.
() Durante o armazenamento vesical, espera-se que a EMG do esfincter externo da uretra seja silenciosa.
() Durante a tosse, espera-se elevada atividade eletromiográfica do esfincter externo da uretra.
( ) A EMG do esfíncter externo da uretra durante a fase de esvaziamento vesical é acompanhada por interrupção do fluxo urinário.
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A Figura 3 representa um exame de cistometria. Observe-a com atenção e assinale a alternativa correta:

Figura 3: Cistometria.
Legenda: PV = pressão vesical; PR = pressão retal; PV-PR = pressão do detrusor. Fonte: MORENO, A. L. Fisioterapia em uroginecologia. Barueri: Manole, 2004. p.58.
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O estudo urodinâmico fornece informações importantes para o fisioterapeuta. Assinale a alternativa correta:
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As alternativas abaixo falam sobre o controle neurofisiológico da micção. Assinale a correta:
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As afirmações abaixo falam sobre as fases do controle miccional. Leia-as com atenção, atribua Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) Na fase de enchimento vesical o músculo detrusor está relaxado, enquanto os esfíncteres intemno e externo estão contraídos.
( ) Na fase de esvaziamento vesical o músculo detrusor está contraído, enquanto os esfíncteres interno e externo estão relaxados.
( ) Na fase de enchimento vesical o músculo detrusor e o esfíncter interno estão contraídos enquanto o esfíncter externo está relaxado.
( ) Na fase de esvaziamento vesical o músculo detrusor e o esfíncter externo estão relaxados enquanto o esfíncter interno está contraído.
( ) Na fase de enchimento vesical o músculo detrusor está contraído enquanto os esfíncteres intemo e extemo estão relaxados.
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