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Uma paciente de 20 anos se apresenta no consultório preocupada, pois o pai, de 45 anos, foi recentemente diagnosticado com adenocarcinoma de estômago. Refere que em sua família, seu avô paterno, faleceu devido a um câncer de estômago avançado. A paciente é assintomática. 
A conduta inicial nesse caso é
 

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Paciente masculino, 68 anos, PS 1, com quadro de disfagia progressiva, realiza EDA que mostra lesão estenosante de esôfago distal, ocupando 50% da luz a 38 cm dos incisivos, de aproximadamente 3 cm de extensão.
Biópsia mostra adenocarcinoma bem diferenciado. A TC de tórax e abdômen mostram espessamento de esôfago distal e linfonodo infracarinal de 1,5 cm. O PET CT mostra área de hipercaptação em esôfago distal e infracarinal.

Nesse caso, a melhor conduta é
 

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Mulher de 58 anos apresenta saciedade precoce, anemia ferropriva e emagrecimento. EDA mostra lesão infiltrativa em corpo gástrico. Biópsia: adenocarcinoma pouco diferenciado.
O seguinte exame é essencial para definir a conduta terapêutica para o caso:
 

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Mulher de 70 anos com diabetes, dor em HCD e febre há uma semana. TC revela lesão hipodensa no fígado (6 cm) com gás interno. Hemoculturas positivas para E. coli.

O manejo inicial deve ser
 

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Homem de 50 anos com dor abdominal difusa, contratura e febre há 2 dias. Raio-X de abdome em pé mostra ar livre sob o diafragma.

Assinale a opção que apresenta a causa mais provável e a conduta a seguir.
 

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Paciente de 45 anos, obeso, com dor em hipocôndrio direito (HCD) irradiada para escápula, febre e sinal de Murphy positivo. US mostra litíase vesicular, parede da vesícula espessada (> 4 mm) e líquido pericolecístico.

Nesse caso, a abordagem imediata é
 

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Mulher de 72 anos, com antecedentes de hipertensão e diabetes tipo 2, procura o pronto-socorro por dor súbita e intensa na região da virilha direita, há 18 horas. Nega febre, náuseas ou vômitos. Refere evacuação normal no dia anterior. Ao exame físico, apresenta massa inguinal direita de aproximadamente 2 cm, endurecida, pouco móvel, dolorosa à palpação, sem sinais inflamatórios cutâneos evidentes. Abdome flácido, indolor, ruídos hidroaéreos presentes. Não há distensão abdominal nem peritonismo. Exames laboratoriais: leucócitos 10.500/mm³, PCR discretamente elevada. Ultrassom de partes moles: imagem sugestiva de alça intestinal aprisionada parcialmente em saco herniário inguinal.

Assinale a opção que contém o diagnóstico mais provável e a conduta inicial para essa paciente.
 

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Um homem de 34 anos, saudável, vítima de colisão automobilística frontal, é admitido no pronto-socorro com queixa de dor abdominal difusa e escoriações no epigástrio associadas ao cinto de segurança. Está consciente, com PA 120/80 mmHg, FC 94 bpm, sem sinais de irritação peritoneal. A FAST (ultrassonografia focada no trauma) é inconclusiva, e exames laboratoriais revelam hemoglobina de 12 g/dL. Radiografias não mostram fraturas de pelve ou costelas inferiores.

A melhor conduta diagnóstica nesse momento será
 

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Homem de 63 anos, previamente hígido, procura atendimento por quadro de plenitude gástrica, desconforto abdominal pósprandial e episódios esporádicos de melena há 2 meses. Relata perda ponderal de 5 kg nesse período. Nega vômitos, disfagia ou dor intensa. Não é tabagista, nem etilista. Ao exame físico, há abdome flácido, indolor à palpação, sem visceromegalias palpáveis. Toque retal: fezes pastosas com sangue digerido.
Exames laboratoriais: hemoglobina 10,2 g/dL, leucócitos e plaquetas normais.
Realizou uma endoscopia digestiva alta que mostrou uma lesão subepitelial arredondada de 4,5 cm na curvatura maior do estômago, recoberta por mucosa aparentemente normal, com áreas de ulceração central.
Uma tomografia abdominal caracteriza uma lesão exofítica, homogênea, bem delimitada, sem adenomegalias.

Diante desse caso, o diagnóstico mais provável e a conduta inicial adequada são
 

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Paciente masculino, 48 anos, etilista crônico, com histórico de pancreatite aguda há 3 meses, retorna com queixa de dor abdominal persistente em andar superior, sensação de massa abdominal e episódios de plenitude gástrica precoce. Refere emagrecimento de 6 kg.
Ao exame físico: massa palpável em epigástrio, dolorosa, móvel à palpação superficial. Sem febre. Exames laboratoriais: leucócitos normais, função hepática preservada, amilase e lipase discretamente elevadas. TC de abdome com contraste: coleção cística bem delimitada, unilocular, de 10 cm, adjacente à cabeça e ao corpo pancreático, sem septações.

Nesse caso, o diagnóstico e a conduta inicial mais apropriados serão
 

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