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Um homem, 52 anos, previamente saudável, dá entrada na UTI com pancreatite aguda grave em evolução há 15 dias. Evolui com febre persistente (39 ºC), leucocitose de 19.000/mm³ e falência orgânica múltipla parcial (insuficiência renal e respiratória controladas com suporte). Tomografia abdominal com contraste demonstra extensa área de necrose pancreática e peripancreática ( > 50% do pâncreas), com presença de gás na coleção, sugerindo infecção da necrose. Cultura de punção percutânea guiada por TC confirma crescimento de E. coli.

Segundo as recomendações atuais, a conduta mais apropriada será
 

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Um homem de 56 anos, previamente saudável, apresenta aumento progressivo do volume abdominal nos últimos 6 meses, com sensação de distensão, náuseas e perda de peso de 8 kg. Não refere dor intensa, febre ou alteração importante do trânsito intestinal. Ao exame físico, nota-se abdome globoso, com ascite de aspecto mucoso à paracentese e massa palpável em fossa ilíaca direita.
Uma tomografia de abdome revela coleção mucinosa encapsulada em fossa ilíaca direita, associada a múltiplos implantes peritoneais e ascite mucinosa. O apêndice encontra-se dilatado e com parede espessada. Exames de marcadores tumorais mostram: CEA: 5,2 ng/mL; CA-19.9: 45 U/mL e CA-125: 90 U/mL.
Foi realizada biópsia percutânea do implante peritoneal, com diagnóstico de pseudomixoma peritoneal de origem apendicular.

A conduta terapêutica mais adequada nesse caso será
 

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Um paciente de 68 anos apresenta disfagia progressiva para sólidos e líquidos, halitose e episódios frequentes de regurgitação de alimentos não digeridos várias horas após as refeições. Relata sensação de “bolo na garganta” e episódios ocasionais de tosse pós-prandial. Uma esofagografia baritada revela uma protrusão sacular na parede posterior da junção faringoesofágica.

Com base no quadro clínico e nos achados de imagem, o diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica são
 

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Paciente de 68 anos, sexo feminino, apresenta queimação retroesternal crônica, regurgitação pós-prandial e anemia ferropriva. Em uma endoscopia digestiva alta, observa-se hérnia hiatal volumosa com esofagite grau C de Los Angeles.
A tomografia evidenciou migração intratorácica parcial do fundo gástrico, sem sinais de encarceramento. A paciente é estável clinicamente, mas relata impacto funcional significativo.

Para essa paciente, a conduta mais apropriada será
 

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Uma paciente de 62 anos apresenta dor abdominal discreta no flanco esquerdo e perda ponderal de 8 kg em 3 meses. Tomografia de abdome com contraste evidencia uma massa sólida de 3,8 cm na cauda do pâncreas, com envolvimento de linfonodos peripancreáticos, mas sem invasão de vasos maiores nem metástases à distância. A biópsia guiada por imagem confirmou adenocarcinoma ductal. Os exames laboratoriais mostram CA 19-9 discretamente elevado. ECOG 1.

Após análise e com base no estadiamento clínico T2N1M0 (estágio II), a conduta mais apropriada será
 

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Uma paciente de 44 anos, previamente saudável, apresenta icterícia de início súbito, colúria e acolia fecal há 4 dias. Relata episódios prévios de dor em hipocôndrio direito com irradiação para dorso, geralmente pós-prandiais. Nega febre ou emagrecimento. Exame físico revela icterícia e leve dor à palpação do quadrante superior direito.
Uma ultrassonografia mostra vesícula biliar com cálculos e colédoco com 9 mm de diâmetro, sem massa pancreática. Exames laboratoriais demonstram bilirrubina total de 6,8 mg/dL (direta 5,2), FA e GGT elevadas, AST e ALT discretamente aumentadas.

Diante desse quadro clínico, a conduta mais apropriada, nesse momento, será
 

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Homem de 58 anos, portador de hepatite C crônica e cirrose hepática compensada (Child-Pugh A), é submetido à ultrassonografia de rotina que revela nódulo hepático hiperecogênico de 2,5 cm no segmento VII. Tomografia contrastada mostra captação arterial intensa com washout em fase portal. Alfafetoproteína = 180 ng/mL. O paciente encontrase com bom estado geral (ECOG 0) e função hepática preservada.

Para esse paciente, a conduta mais apropriada será
 

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Homem de 46 anos, natural de zona rural de Pernambuco, com história de hematêmese há dois dias. Refere episódios recorrentes de sangramento digestivo alto nos últimos três anos. Nega etilismo ou hepatopatia conhecida. Ao exame, encontra-se pálido, com esplenomegalia palpável. Sem ascite ou sinais de encefalopatia hepática.
Exames laboratoriais mostram bilirrubinas, transaminases e albumina dentro da normalidade; plaquetas = 78.000/mm³. Uma endoscopia digestiva alta revela varizes esofágicas de grosso calibre com pontos de sangramento recente. A ultrassonografia mostra fígado de tamanho e textura normais, esplenomegalia e veia porta dilatada com fluxo hepatopetal.

Nesse caso, a conduta mais apropriada para o tratamento a longo prazo será
 

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Um paciente de 49 anos, portador de hepatite C crônica, relata piora progressiva do estado geral, ascite de difícil controle, episódios de encefalopatia hepática e três internações por peritonite bacteriana espontânea no último ano. No exame físico, encontra-se em estado hipoativo, com flapping e icterícia. Laboratórios: bilirrubina total 6,3 mg/dL, INR 2,1, albumina 2,4 g/dL, creatinina 1,2 mg/dL, sódio 131 mEq/L. Escore MELD-Na calculado: 28. Endoscopia mostra varizes esofágicas com ligadura elástica recente.

Nesse caso, a melhor conduta para esse paciente será
 

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Uma paciente de 35 anos apresenta episódios recorrentes de confusão mental, sudorese intensa e tremores em jejum, melhorando após ingestão de alimentos doces. Ao exame, encontra-se normotensa, sem alterações físicas. Durante jejum supervisionado na sua enfermaria, apresentou glicemia de 38 mg/dL, insulina de 12 μU/mL (elevada), e peptídeo C elevado. Tomografia de abdome mostra nódulo hipervascular de 1,5 cm na cauda do pâncreas.

Para essa paciente, o diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica indicada são:
 

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