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Foram encontradas 80 questões.

Um jovem de 20 anos teve diagnóstico recente de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
Em relação a essa condição clínica, é correto afirmar que
 

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Um paciente de 73 anos apresentou uma subida muito acentuada dos níveis de PSA, a despeito de ausência de sinais e sintomas de prostatismo. Tal fato o levou a ser submetido à biópsia prostática.
Na histopatologia da próstata, utiliza-se a pontuação de Gleason modificada para estratificar o tumor, pontuação essa que varia de
 

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Paciente masculino, de 58 anos, procurou atendimento por quadro de 4 meses de evolução caracterizado por púrpura palpável em membros inferiores, fenômeno de Raynaud persistente e úlceras digitais recorrentes. Refere ainda artralgia em metacarpofalangeanas e joelhos, além de cefaleia intermitente e episódios de visão turva.
Ao exame físico, apresentava lesões purpúricas não pruriginosas em pernas, isquemia digital bilateral com necrose em polpa de 2º quirodáctilo direito, e livedo reticularis em extremidades. Nega febre, perda ponderal ou outros sintomas sistêmicos. Exames complementares revelaram: hemograma normal, função renal preservada (creatinina 1,0 mg/dL), cálcio sérico 9,8 mg/dL, eletroforese de proteínas com pico monoclonal na região gama, criocrito de 18%, complemento C4 diminuído. Radiografia de esqueleto axial não evidencia lesões líticas ou expansivas.
O exame que exprime o diagnóstico mais provável é
 

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Uma equipe de saúde da família está implementando um programa de rastreio para sarcopenia em idosos da comunidade. Durante as visitas domiciliares, uma senhora de 85 anos, que vive sozinha e apresenta dificuldades em atividades diárias, como subir escadas e carregar compras, foi selecionada para avaliação.
De acordo com as etapas iniciais de rastreio e avaliação da força muscular para o diagnóstico de sarcopenia, a sequência de conduta mais apropriada para essa paciente, no contexto da saúde da família, é
 

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Paciente masculino, 68 anos, com histórico de câncer gástrico diagnosticado há 8 meses e em quimioterapia há 2 meses, foi internado com queixa de aumento progressivo do volume abdominal, dor abdominal difusa e dispneia aos pequenos esforços. Referia também perda ponderal não intencional de 8 kg nos últimos 3 meses, associada à hiporexia e astenia.
Ao exame físico, apresentava abdome globoso, tenso, com macicez à percussão em flancos e sinal de piparote positivo. Os membros inferiores exibiam edema 2+/4+. Ultrassonografia abdominal revelou ascite volumosa e múltiplas lesões hepáticas sugestivas de metástases. A paracentese diagnóstica foi realizada e o líquido ascítico era amarelo-citrino, levemente turvo.
A análise laboratorial do líquido ascítico e do soro revelou os seguintes dados: albumina sérica 3,2 g/dL, albumina do líquido ascítico 2,1 g/dL, proteína total do líquido ascítico 2,8 g/dL, LDH do líquido ascítico 350 U/L (LDH sérico 200 U/L) e contagem de células nucleadas de 800/mm³ com predomínio de linfócitos e monócitos. A citopatologia do líquido ascítico estava pendente.
Considerando os achados clínicos e laboratoriais da paracentese, a causa mais provável da ascite nesse paciente seria
 

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Maria, 52 anos, procurou atendimento com queixa de plenitude pós-prandial, saciedade precoce e náuseas há aproximadamente 6 meses. Relata que, nos últimos 10 anos, teve episódios recorrentes de anemia ferropriva sem sangramento gastrointestinal evidente, necessitando de suplementação oral. Há cerca de 3 anos, foi diagnosticada com hipotireoidismo autoimune, em uso de levotiroxina.
Ao exame físico, apresenta-se emagrecida, com palidez cutaneomucosa e dor leve à palpação epigástrica. Exames laboratoriais mostram hemoglobina de 10,5 g/dL com VCM de 102 fL. Uma endoscopia digestiva alta revelou mucosa gástrica do corpo e fundo com pregueado atenuado e vasos submucosos visíveis, sendo realizada biópsia mapeada.
Considerando o quadro clínico, as características clínicas ou laboratoriais que mais corroboram o diagnóstico de gastrite atrófica metaplásica autoimune são a presença de
 

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Paciente feminina, 38 anos, procura atendimento em Unidade de Saúde queixando-se de tosse produtiva há mais de um mês, febre vespertina, sudorese noturna e emagrecimento de 15 kg, nos últimos 4 meses (peso atual 48 kg; peso habitual 63 kg). Relata que há 6 meses iniciou lesões brancas na boca que persistem, e há 2 meses apresenta episódios de diarreia aquosa intermitente, sem sangue.
Ao exame físico, apresenta-se com bom estado geral, porém visivelmente emagrecida, com candidíase oral extensa e adenomegalia cervical bilateral. A investigação para tuberculose revela baciloscopia de escarro positiva (3+). O teste rápido para HIV, realizado na mesma consulta, é reagente, confirmado posteriormente por exames complementares. A solicitação da contagem de linfócitos CD4 está pendente.
Obs.: no que segue, considere: R – Rifampicina, H – Isoniazida, Z – Pirazinamida, E – Etambutol.
Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Manejo da Infecção pelo HIV em Adultos – Módulo II – Ministério da Saúde 2024, a terapia combinada e a conduta de início do tratamento antirretroviral recomendadas para a coinfecção HIVtuberculose são
 

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Uma mulher de 43 anos apresenta história de cefaleia diária há mais de seis meses, descrita como opressiva e difusa, piorando ao longo do dia. Relata episódios prévios de enxaqueca desde a adolescência, mas, nos últimos meses, passou a utilizar dipirona e ibuprofeno em pelo menos 20 dias do mês, sem melhora significativa. Ao exame neurológico, não há alterações.
Sobre o caso descrito, a hipótese diagnóstica mais provável e a melhor conduta inicial são
 

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Uma mulher de 28 anos, previamente saudável, procura atendimento médico com queixas de início súbito de disúria, polaciúria, urgência miccional e desconforto suprapúbico há 24 horas. Nega febre, dor lombar, náuseas ou corrimento. Relata ter tido dois episódios semelhantes no ano anterior, tratados com antibiótico oral, com boa resposta. Não faz uso de medicamentos contínuos, nega gestação atual e tem vida sexual ativa.
Considerando a hipótese clínica mais provável e as diretrizes terapêuticas atuais, a conduta inicial mais adequada é
 

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Homem de 70 anos, tabagista, com diagnóstico prévio de DPOC moderado e Diabetes Mellitus tipo 2 controlado, procura atendimento por febre (38,4 ºC), tosse produtiva com expectoração amarelada, prostração e dispneia progressiva há quatro dias. Ao exame físico, encontra-se lúcido e orientado, com frequência respiratória de 28 irpm, pressão arterial de 102/66 mmHg, frequência cardíaca de 108 bpm e saturação de oxigênio de 90% em ar ambiente. Ausculta pulmonar com estertores crepitantes em base esquerda. A radiografia de tórax revela consolidação no lobo inferior esquerdo. Exames laboratoriais mostram leucocitose leve e PCR elevada.
Com base nesse caso clínico, a conduta mais apropriada é
 

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