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3636302 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH

Em 02 de janeiro de 2025, o CIEVS Nacional foi notificado pelo CIEVS/PE sobre caso suspeito de raiva humana em Santa Maria do Cambucá (PE), com histórico de mordedura na mão esquerda por sagui, em 28 de novembro de 2024. A paciente é uma mulher de 56 anos de idade, sem comorbidades, agricultora aposentada, que deu entrada no Hospital Universitário Oswaldo Cruz em 31 de dezembro de 2024, com queixa de dor e dormência em membro superior esquerdo, com irradiação em hemitórax esquerdo e dormência no membro superior direito, iniciados no dia 24 de dezembro de 2024. Apresentou quadro de astenia, tontura, febre baixa e dificuldade para deglutição. Foram coletadas amostras de soro, saliva, fragmento de tecido e líquor no dia 03 de janeiro. Em 08 de janeiro, as análises em Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) das amostras de saliva e fragmento de tecido da paciente apresentaram resultados detectáveis para o vírus da raiva, com determinação da variante do sagui/soim (Callitrhix jaccus). A paciente permanece internada em Unidade de Terapia Intensiva, em estado grave, mas mantendo quadro estável.

[Fonte: “ALERTA DE EVENTO NACIONAL para a Rede CIEVS e NHE” - Nº 01/2025 | 10 de janeiro de 2025.]

As orientações do CIEVS Nacional para as Unidades da Rede CIEVS e/ou para os Núcleos Hospitalares de Epidemiologia (NHE) do Estado de Pernambuco devem incluir a

 

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3636301 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH
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Você recebe na emergência menina de 12 anos com queixa de dor abdominal na fossa ilíaca direita, associada a febre baixa e vômitos. O exame físico revela dor à palpação e defesa muscular. Uma ultrassonografia abdominal é solicitada para avaliação.

Os achados radiológicos que podem indicar apendicite nesse paciente são:

 

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3636300 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH

Homem de 26 anos é levado a um serviço de emergência público com quadro de febre alta, cefaleia holocraniana, vômitos e rebaixamento do nível de consciência, com dois dias de evolução. Ao exame físico, apresentava-se febril, torporoso, normotenso, eupneico, ausculta cardiovascular e respiratória normais, palpação do abdome sem alterações, sem edemas. Exame neurológico com presença de sinais de Kernig e Brudzinski, pupilas isocóricas, fotorreagentes, e fundoscopia normal. Pela impossibilidade de realização de exames complementares no serviço onde foi admitido, optou-se pelo início de dexametasona, seguido de vancomicina associado a ceftriaxona, ambos por via venosa. Após 96 horas de internação o paciente é transferido para um hospital particular, lúcido, orientado, afebril, alimentando-se, porém com sinal de Kernig presente. No hospital particular, foi, então, realizada punção lombar que deu saída a líquor levemente turvo, 550 células/mm³, 55% PMN, 45% LMN, 70 mg% de glicorraquia (glicemia concomitante 96 mg%), e 150 mg% de proteinorraquia. Bacterioscopia negativa. Cultura em andamento.

A conduta mais adequada diante da evolução clínica e da análise liquórica do paciente em questão é

 

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3636299 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH
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A melhor abordagem de manejo nutricional em uma criança de um ano de idade, que apresenta diarreia aquosa por três dias, acompanhada de febre e vômitos leves, é:

 

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3636298 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH

Menino de 5 anos de idade, previamente sadio, é trazido pelos familiares com história de dor progressiva em membros inferiores há 6 dias. No terceiro dia de doença, apresentou dificuldade de deambulação associada à visão turva e ptose palpebral. O exame neurológico da admissão revelava “fascies miastênica”, com ptose palpebral bilateral, dismetria, fraqueza muscular proximal nos quatro membros, marcha atáxica e hiporreflexia generalizada. A história familiar não revelou a existência de doenças neuromusculares ou neurodegenerativas. Na revisão da história clínica, sua mãe reportou o consumo de vegetais enlatados três dias antes do início dos sintomas, assim como dor abdominal sem a presença de diarreia ou episódios de vômitos. Exame de eletroneuromiografia mostrou potenciação com estimulação repetitiva rápida denotando o bloqueio da junção pré-sináptica neuromuscular, com condução axonal normal.

O achado adicional do exame físico que, se presente, sustentaria a principal hipótese diagnóstica para o caso descrito é

 

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3636297 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH
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Menina de seis anos, deu entrada no pronto-socorro com história de febre alta há 48 horas, acompanhada de irritabilidade e recusa alimentar. Nas últimas seis horas, apresentou piora do estado geral, extremidades frias e sudorese intensa. Segundo a mãe, a menina é previamente e não tem doenças de base conhecidas.

Ao exame, a criança está febril (38,9ºC), taquicárdica (155 bpm), taquipneica (44 irpm), hipotensa para a idade (70/40 mmHg), saturação de O2: 91% em ar ambiente, enchimento capilar de seis segundos e letárgica porém responsiva à dor. Os exames laboratoriais iniciais revelaram leucocitose com desvio à esquerda (25.000 leucócitos/mm³, bastões 12%), lactato: 5 mmol/L, PCR: 18 mg/dL, ureia 45 mg/dL, creatinina 1,0 mg/dL, sódio 132 mEq/L, potássio 3,8 mEq/L, glicemia: 58 mg/dL, gasometria arterial com pH 7,25 e BE -10. A equipe iniciou oxigenoterapia, acesso venoso e infusão de 20 mL/kg de soro fisiológico a 0,9% em bolus.

Após a segunda etapa de cristaloide, a paciente apresentou melhora discreta da perfusão, mas persistiu com sinais de choque.

Com base nesse quadro clínico, a melhor estratégia para o manejo farmacológico inicial do quadro é:

 

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3636296 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH

Adolescente de 17 anos, do sexo feminino, previamente sadia, foi admitida em uma clínica particular com história de queda de uma cadeira escolar. A paciente sofreu escarificação mínima na mão esquerda, e queixava-se de dor intensa local. Foi então realizada imobilização gessada, no antebraço e mão esquerda, pela suspeita de fratura, embora o exame radiográfico, realizado no atendimento, não tenha revelado fraturas ou anormalidades na mão esquerda. A despeito da imobilização, a dor progrediu imensamente e em 96 horas se tornou intolerável. Foi levada a um serviço de emergência de um hospital universitário, onde, após a remoção do gesso, notou-se um edema difuso no dorso da mão esquerda, de coloração arroxeada, com presença de crepitação à palpação superficial da pele. A dor parecia desproporcional aos achados do exame físico. Em pouco tempo, o edema e a crepitação se propagaram centripetamente em ritmo acelerado e a paciente já apresentava febre, taquicardia e hipotensão arterial.

O agente etiológico que mais provavelmente foi responsável pelo quadro apresentado pela adolescente é:

 

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3636295 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH

Homem de 38 anos dá entrada em uma emergência de um hospital de grande porte com quadro de sepse e choque séptico.

De acordo com o Guia Internacional de Manejo da Sepse e do Choque séptico da Survival Sepsis Campaign, de 2021, entre as condutas listadas a seguir, assinale aquela que é considerada com força de recomendação e qualidade de evidência, respectivamente, fraca e baixa.

 

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3636294 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH
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Menina de quatro anos com sinais vitais normais para a idade apresenta irritabilidade, dor abdominal e uma massa inguinal à direita não redutível à compressão, com 24 horas de evolução.

Nesse caso, a medida correta a ser tomada é:

 

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3636293 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH

Menino de 4 anos é transferido para um serviço de doenças infecciosas, após 3 admissões em clínicas privadas com história de febre diária intermitente, por aproximadamente um mês, variando entre 38,0 °C e 40,3 °C, e responsiva a uso de antipiréticos.

Sintomas associados incluem cefaleia, dor na nuca, dor abdominal, inapetência, perda ponderal de pequena monta e sudorese noturna. Não tem história de contato com pessoas doentes, viagens recentes, ou exposição a animais. Previamente sadio, não usava medicamentos antes do início da doença atual e recebeu todas as vacinas recomendadas pelo PNI.

A febre foi documentada nos atendimentos anteriores, e o menino havia recebido, durante a investigação, alguns cursos de antibióticos variados e prednisona por 5 dias, sem resolução da febre. Está há 72 horas sem uso de medicamentos, exceto antipiréticos no momento dos episódios febris.

Na admissão atual, a criança se mostra alerta, agitada, sem parecer agudamente doente, e com o exame físico normal, exceto por marcha levemente alterada por dor na perna esquerda. A revisão dos vários exames laboratoriais realizados no período de investigação mostrou discreta leucocitose, e leve alteração de aminotransferases. Todos os exames diretos de sangue foram negativos, as culturas de sangue e urina não obtiveram crescimento, os exames reumatológicos normais e os exames tomográficos de tórax, abdome e crânio não indicaram um provável diagnóstico. Uma punção lombar foi realizada e evidenciou LCR com pleocitose de 52 cél/mm³ (24% polimorfonucleares, 61% linfomononucleares, 7% linfócitos atípicos e 8% macrófagos); hemácias 675 cél/mm³; proteinorraquia de 70 mg/dL; glicorraquia de 47 mg/dL.

Nos próximos passos da investigação de febre de origem obscura relatada na criança

 

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