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Foram encontradas 50 questões.

1024293 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.

Como não é sintetizado(a) pela espécie humana, devido à ausência congênita de uma enzima, a L-gulonolactona oxidase, ainda está presente, não somente em crianças, mas também nos idosos.

 

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1024292 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Paciente, 45 anos, sexo feminino, em tratamento de quimioterapia, foi encaminhada ao serviço de nutrição com diagnóstico de glossite. Qual dietoterapia deve ser recomendada para a paciente?
 

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1024291 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Mulher branca de 55 anos foi encaminhada ao serviço de Gastroenterologia do Hospital Universitário, devido ao achado de ferritina sérica aumentada (600 ng/mL). A paciente foi diagnosticada com hemocromatose, após detecção de identificação de sinais e sintomas sugestivos e de anormalidades bioquímicas. Faz parte do tratamento nutricional da paciente, EXCETO
 

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1024290 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Além da classificação segundo o Índice de Massa Corporal, as formas clínicas da obesidade, de acordo com a distribuição de gordura ou com o segmento corporal predominante, também são utilizadas como critério de avaliação. Em relação à obesidade androide, assinale a alternativa correta.
 

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1024289 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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É caracterizada pela passagem rápida dos alimentos sólidos e líquidos do estômago para o intestino. Os sintomas mais comuns são: cefaleia, taquicardia, tremor, sudorese, náuseas, fraqueza e diarreia. Geralmente ocorre devido à rápida absorção de glicose, após a ingestão de carboidratos, principalmente alimentos com elevado teor de açúcar. O enunciado refere-se
 

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1024288 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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É a enzima digestiva natural extraída do abacaxi, utilizada em diferentes setores, todos baseados em sua atividade proteolítica, dentre as quais se destacam a propriedade de facilitar a digestão de proteínas, sendo por isso adicionada em medicamentos digestivos, e a capacidade de amaciamento de carnes. O enunciado refere-se a qual enzima?
 

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1024287 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A respeito dos conservantes usados nos alimentos, podemos afirmar que
 

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1024286 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Alérgenos são substâncias de origem natural (ambientais ou alimentares), que podem induzir uma reação de hipersensibilidade em pessoas suscetíveis, que entraram previamente em contato com o alérgeno. Em relação ao assunto, assinale a alternativa correta.
 

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1024285 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Paciente, 35 anos, sexo feminino, 65 kg, é encaminhada para o atendimento nutricional com queixa principal de constipação intestinal (menos que 3 movimentos intestinais por semana, fezes endurecidas e sensação de evacuação incompleta), atribuída a um estilo de vida pouco saudável e ao baixo consumo de água. Qual é a indicação dietética adequada para essa paciente?
 

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2294282 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Para coibir falsificações, remédios devem
ganhar “RG" até o final de 2016

Débora Nogueira - Do UOL - 23/07/2015

A caixinha de remédio como você conhece deve mudar em breve. A partir do final de 2016, deve começar a valer a lei de rastreabilidade dos medicamentos, que determina que cada caixinha será rastreável a partir de um código 2D (em duas dimensões). Estima-se que um a cada cinco medicamentos vendidos no Brasil seja falsificado, segundo a OMS.

Essa espécie de “RG dos remédios" servirá para que as agências regulatórias como a Anvisa possam saber o caminho que um medicamento faz, desde o momento da fabricação até a comercialização. O consumidor também terá parte nisso: será possível verificar a partir do código da caixa se o remédio é verdadeiro. As indústrias farmacêuticas que operam no Brasil devem ter três lotes testes rastreáveis até dezembro de 2015 e todo o sistema implantado até dezembro de 2016.

Porém, há uma disputa em jogo que pode levar o prazo de adequação para só depois de 2025. As informações sobre o consumo de medicamentos de todos os brasileiros, e portanto as informações de demanda e vendas, são muito valiosas.

Hoje, a indústria farmacêutica gasta um grande valor para obter informações sobre a venda de remédios para poder definir estratégias de marketing e a atuação dos representantes de laboratórios junto aos médicos (que podem até ganhar dinheiro e viagens pelo número de prescrições). Existem empresas que pagam farmácias para obter dados de médicos, números de vendas etc. e, então, os vendem à indústria.

Com a lei, aprovada em 2009, toda essa informação seria passada para o governo. Mas a regulamentação feita pela Anvisa em 2013 não explicita como seriam armazenadas essas informações e quem teria acesso a elas. Apenas fica determinado que a indústria é responsável pela segurança da cadeia desde a saída da fábrica até chegar ao consumidor final.

As redes de drogarias e farmácias, representadas pela Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), criticam o fato das farmácias terem de reportar cada venda às farmacêuticas. Com a lei da rastreabilidade, cada modificação de lugar do medicamento (da fábrica para a farmácia e farmácia para o consumidor) deve ser informada. “Isto é um verdadeiro absurdo contra a privacidade da informação prevista na Constituição. Com todas essas informações à mão, fabricantes poderão alijar empresas, manipular preços e dominar a concorrência", afirmou o presidente executivo da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, em nota.


Além disso, as redes de farmácias pedem um prazo maior. “Mais de 180 mil estabelecimentos - entre farmácias, hospitais e postos de saúde – terão de se adequar tecnologicamente. Será uma complexa operação logística", disse.

Há um projeto de lei em tramitação no Senado que pede alterações no envio de informações sobre os medicamentos e propõe um prazo maior para adequação. No projeto, do senador Humberto Costa (PT), é proposto que cada membro da cadeia tenha seu próprio banco de dados, acessível pelo Sistema Nacional de Controle de Medicamentos -- para que o governo federal construa seu próprio banco de dados para armazenar e consultar todas as movimentações dos medicamentos. Junto a essa demanda, o senador pede mais 10 anos após a aprovação da lei para que todos se adequem, ou seja, o rastreamento só passaria a valer a partir de 2025. O senador afirmou que o prazo de dez anos pode não ser necessário e que o projeto de lei pode ser modificado antes de ser colocado em votação.

A Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), que reúne 55 empresas farmacêuticas que respondem por mais de 50% dos medicamentos comercializados no Brasil, afirma estar preparada para se adequar à lei e produzir cerca de 4 bilhões de caixinhas por ano com o código individual para o rastreamento. “Já estamos preparados para cumprir as diretrizes. A lei de rastreabilidade é muito importante não só para evitar a falsificação mas também para aumentar a transparência ao longo da cadeia farmacêutica com o recolhimento correto de tributos e o combate ao roubo de cargas", afirmou o diretor de assuntos econômicos da Interfarma, Marcelo Liebhardt.

Segundo a Anvisa, a adaptação não deve encarecer o produto final: “a implantação do rastreamento de medicamentos promove um retorno significativo na redução de custos de produção, de controles e gerenciamento de estoques, evitando perdas e impulsionando o processo produtivo e de disponibilização de produtos".

Texto adaptado. Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/...
De acordo com o texto, é possível afirmar que, com a nova lei,
Questão Anulada

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