Foram encontradas 50 questões.
Qual é o sistema de arquivos preferencial do Microsoft Windows 7?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) corretas. Nos termos do seu Regimento Interno, a EBSERH exercerá atividades relacionadas com suas finalidades, competindo-lhe, particularmente,
I. prestar, às instituições federais de ensino superior e a outras instituições públicas congêneres, serviços de apoio ao ensino e à pesquisa e à extensão, ao ensino-aprendizagem e à formação de pessoas no campo da saúde pública, em consonância com as diretrizes do Poder Executivo.
II. apoiar a execução de planos de ensino e pesquisa de instituições federais de ensino superior e de outras instituições públicas congêneres, cuja vinculação com o campo da saúde pública ou com outros aspectos da sua atividade torne necessária essa cooperação, em especial na implementação de residência médica ou multiprofissional e em área profissional da saúde, nas especialidades e regiões estratégicas para o SUS.
III. prestar serviços de apoio à geração do conhecimento em pesquisas básicas, clínicas e aplicadas nos hospitais universitários federais e a outras instituições públicas congêneres.
IV. prestar serviços de apoio ao processo de gestão dos hospitais universitários e federais e a outras instituições públicas congêneres, com a implementação de sistema de gestão único com geração de indicadores quantitativos e qualitativos para o estabelecimento de metas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Afinal, por que sonhamos?
A resposta mais honesta seria: ninguém sabe ainda. Mas há várias pistas. E uma delas é a relação mais que comprovada entre os sonhos e a memória. Nos últimos anos, vários artigos têm batido na tecla de que o sono REM – durante o qual, sabe-se agora, ocorrem mais de 90% dos sonhos, mas não todos – é importantíssimo no processo de aprendizado. Fazem parte desse time cientistas como Robert Stickgold, de Harvard, e o brasileiro Sidarta Ribeiro, da Universidade Duke, também nos EUA. Este último vem desenvolvendo uma pesquisa que relaciona a expressão de alguns genes ao processo de formação de memórias. Os resultados do estudo indicam que a fase REM ajuda a consolidar memórias recém-adquiridas – sem os sonhos, as informações do dia-a-dia entram por um ouvido e saem pelo outro.
Todos parecem concordar que o sonho é essencial para o bom funcionamento do nosso cérebro. “Sonhar é uma ferramenta cognitiva importantíssima”, diz o neurologista Sérgio Tufik, diretor do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo. Mas alguns pesquisadores vão além e afirmam que o sonho é fundamental à nossa sobrevivência. Em um artigo que tem o título sugestivo de A Reinterpretação dos Sonhos, o psicólogo Antti Revonsuo, da Universidade de Turku, na Finlândia, afirma que os sonhos parecem simular ameaças reais que ocorrem no nosso cotidiano. E isso, segundo ele, foi vital para a sobrevivência da nossa espécie – ao sonhar com ameaças, o homem primitivo tinha muito mais chances de se defender em um ambiente hostil. A proposta de Revonsuo faz sentido, mas já foi alvo de críticas. Um time de psicólogos da Universidade de Montreal liderado pela psicóloga Anne Germain afirmou, por exemplo, que um dos furos da teoria é a baixa incidência de sonhos com temática negativa.
Durante o processo evolutivo, o sonho foi incorporado a algumas espécies, mesmo representando um risco real. “Ao desligar-se do mundo completamente, o homem e outras espécies podem ser atacados. Mas ainda assim o sono REM se manteve, o que é um sinal de que os benefícios dessa fase do sono superaram bastante os riscos”, diz o neurologista Rubens Reimão, da USP. Há indícios de que o sono REM e os sonhos teriam aparecido há mais ou menos 140 milhões de anos, quando os mamíferos se desenvolveram a partir dos répteis. As aves também têm sono REM, mas com períodos bem mais curtos, de apenas alguns segundos, o que sugere que as espécies de mamíferos – inclusive a nossa – sonham mais do que todas as outras. E para que serve tanto sonho?
“O sono REM mais longo nos mamíferos, em especial nos primatas, pode ter relação com a maior plasticidade das ideias”, diz Sidarta Ribeiro. Portanto, ao sonhar, nos tornamos capazes de fazer novas associações para resolver tarefas simples ou complexas.
Um dos desafios atuais das neurociências é o estudo do conteúdo dos sonhos. Afinal, é relativamente fácil colher depoimentos de pacientes, mas olhar o cérebro com uma lupa para descobrir exatamente o que se passa lá dentro ainda é uma utopia. “Não acredito que, nos próximos anos, teremos instrumentos específicos para a análise dos sonhos ou dos pensamentos que ocorrem durante a vigília”, diz o psiquiatra Jerome Siegel, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
Enquanto isso, dá para arriscar um palpite sobre um futuro em que as pessoas possam controlar o enredo dos próprios sonhos. Há quem creia que isso seja possível agora: o psicólogo americano Stephen LaBerge organiza workshops de indução de sonhos lúcidos por meio da meditação, do relaxamento e da ioga, ante o horror da comunidade científica “séria”. Ainda que a academia torça o nariz para o bicho-grilismo de LaBerge, ela também acredita no potencial do sonho dirigido. “Se as pressões seletivas sobre a nossa espécie diminuírem ainda mais, o fenômeno do sonho lúcido pode ser usado de forma corriqueira como ferramenta de aprendizado”, diz Sidarta Ribeiro. Qualquer pessoa poderia se programar para desenvolver habilidades durante a noite, sem os riscos das experiências reais – se você viu Matrix, sabe que uma simulação de luta pode ensinar quase a mesma coisa que uma pancadaria ao vivo, só que sem os hematomas. Sonhar não custa nada.
Adaptado de http://super.abril.com.br/historia/sonhos-decifrados-446268.shtml
De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta.
A Lei nº 8.080/1990 regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de , executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito Público ou privado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Afinal, por que sonhamos?
A resposta mais honesta seria: ninguém sabe ainda. Mas há várias pistas. E uma delas é a relação mais que comprovada entre os sonhos e a memória. Nos últimos anos, vários artigos têm batido na tecla de que o sono REM – durante o qual, sabe-se agora, ocorrem mais de 90% dos sonhos, mas não todos – é importantíssimo no processo de aprendizado. Fazem parte desse time cientistas como Robert Stickgold, de Harvard, e o brasileiro Sidarta Ribeiro, da Universidade Duke, também nos EUA. Este último vem desenvolvendo uma pesquisa que relaciona a expressão de alguns genes ao processo de formação de memórias. Os resultados do estudo indicam que a fase REM ajuda a consolidar memórias recém-adquiridas – sem os sonhos, as informações do dia-a-dia entram por um ouvido e saem pelo outro.
Todos parecem concordar que o sonho é essencial para o bom funcionamento do nosso cérebro. “Sonhar é uma ferramenta cognitiva importantíssima”, diz o neurologista Sérgio Tufik, diretor do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo. Mas alguns pesquisadores vão além e afirmam que o sonho é fundamental à nossa sobrevivência. Em um artigo que tem o título sugestivo de A Reinterpretação dos Sonhos, o psicólogo Antti Revonsuo, da Universidade de Turku, na Finlândia, afirma que os sonhos parecem simular ameaças reais que ocorrem no nosso cotidiano. E isso, segundo ele, foi vital para a sobrevivência da nossa espécie – ao sonhar com ameaças, o homem primitivo tinha muito mais chances de se defender em um ambiente hostil. A proposta de Revonsuo faz sentido, mas já foi alvo de críticas. Um time de psicólogos da Universidade de Montreal liderado pela psicóloga Anne Germain afirmou, por exemplo, que um dos furos da teoria é a baixa incidência de sonhos com temática negativa.
Durante o processo evolutivo, o sonho foi incorporado a algumas espécies, mesmo representando um risco real. “Ao desligar-se do mundo completamente, o homem e outras espécies podem ser atacados. Mas ainda assim o sono REM se manteve, o que é um sinal de que os benefícios dessa fase do sono superaram bastante os riscos”, diz o neurologista Rubens Reimão, da USP. Há indícios de que o sono REM e os sonhos teriam aparecido há mais ou menos 140 milhões de anos, quando os mamíferos se desenvolveram a partir dos répteis. As aves também têm sono REM, mas com períodos bem mais curtos, de apenas alguns segundos, o que sugere que as espécies de mamíferos – inclusive a nossa – sonham mais do que todas as outras. E para que serve tanto sonho?
“O sono REM mais longo nos mamíferos, em especial nos primatas, pode ter relação com a maior plasticidade das ideias”, diz Sidarta Ribeiro. Portanto, ao sonhar, nos tornamos capazes de fazer novas associações para resolver tarefas simples ou complexas.
Um dos desafios atuais das neurociências é o estudo do conteúdo dos sonhos. Afinal, é relativamente fácil colher depoimentos de pacientes, mas olhar o cérebro com uma lupa para descobrir exatamente o que se passa lá dentro ainda é uma utopia. “Não acredito que, nos próximos anos, teremos instrumentos específicos para a análise dos sonhos ou dos pensamentos que ocorrem durante a vigília”, diz o psiquiatra Jerome Siegel, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
Enquanto isso, dá para arriscar um palpite sobre um futuro em que as pessoas possam controlar o enredo dos próprios sonhos. Há quem creia que isso seja possível agora: o psicólogo americano Stephen LaBerge organiza workshops de indução de sonhos lúcidos por meio da meditação, do relaxamento e da ioga, ante o horror da comunidade científica “séria”. Ainda que a academia torça o nariz para o bicho-grilismo de LaBerge, ela também acredita no potencial do sonho dirigido. “Se as pressões seletivas sobre a nossa espécie diminuírem ainda mais, o fenômeno do sonho lúcido pode ser usado de forma corriqueira como ferramenta de aprendizado”, diz Sidarta Ribeiro. Qualquer pessoa poderia se programar para desenvolver habilidades durante a noite, sem os riscos das experiências reais – se você viu Matrix, sabe que uma simulação de luta pode ensinar quase a mesma coisa que uma pancadaria ao vivo, só que sem os hematomas. Sonhar não custa nada.
Adaptado de http://super.abril.com.br/historia/sonhos-decifrados-446268.shtml
Em “A proposta de Revonsuo faz sentido, mas já foi alvo de críticas.”, pela estrutura da oração destacada, podemos afirmar que ela estabelece com a oração antecedente uma relação de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta.
Nos termos do Decreto Presidencial n° 7.508, de 28 de junho de 2011, a cada , o Ministério da Saúde consolidará e publicará as atualizações da Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde - RENASES.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Afinal, por que sonhamos?
A resposta mais honesta seria: ninguém sabe ainda. Mas há várias pistas. E uma delas é a relação mais que comprovada entre os sonhos e a memória. Nos últimos anos, vários artigos têm batido na tecla de que o sono REM – durante o qual, sabe-se agora, ocorrem mais de 90% dos sonhos, mas não todos – é importantíssimo no processo de aprendizado. Fazem parte desse time cientistas como Robert Stickgold, de Harvard, e o brasileiro Sidarta Ribeiro, da Universidade Duke, também nos EUA. Este último vem desenvolvendo uma pesquisa que relaciona a expressão de alguns genes ao processo de formação de memórias. Os resultados do estudo indicam que a fase REM ajuda a consolidar memórias recém-adquiridas – sem os sonhos, as informações do dia-a-dia entram por um ouvido e saem pelo outro.
Todos parecem concordar que o sonho é essencial para o bom funcionamento do nosso cérebro. “Sonhar é uma ferramenta cognitiva importantíssima”, diz o neurologista Sérgio Tufik, diretor do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo. Mas alguns pesquisadores vão além e afirmam que o sonho é fundamental à nossa sobrevivência. Em um artigo que tem o título sugestivo de A Reinterpretação dos Sonhos, o psicólogo Antti Revonsuo, da Universidade de Turku, na Finlândia, afirma que os sonhos parecem simular ameaças reais que ocorrem no nosso cotidiano. E isso, segundo ele, foi vital para a sobrevivência da nossa espécie – ao sonhar com ameaças, o homem primitivo tinha muito mais chances de se defender em um ambiente hostil. A proposta de Revonsuo faz sentido, mas já foi alvo de críticas. Um time de psicólogos da Universidade de Montreal liderado pela psicóloga Anne Germain afirmou, por exemplo, que um dos furos da teoria é a baixa incidência de sonhos com temática negativa.
Durante o processo evolutivo, o sonho foi incorporado a algumas espécies, mesmo representando um risco real. “Ao desligar-se do mundo completamente, o homem e outras espécies podem ser atacados. Mas ainda assim o sono REM se manteve, o que é um sinal de que os benefícios dessa fase do sono superaram bastante os riscos”, diz o neurologista Rubens Reimão, da USP. Há indícios de que o sono REM e os sonhos teriam aparecido há mais ou menos 140 milhões de anos, quando os mamíferos se desenvolveram a partir dos répteis. As aves também têm sono REM, mas com períodos bem mais curtos, de apenas alguns segundos, o que sugere que as espécies de mamíferos – inclusive a nossa – sonham mais do que todas as outras. E para que serve tanto sonho?
“O sono REM mais longo nos mamíferos, em especial nos primatas, pode ter relação com a maior plasticidade das ideias”, diz Sidarta Ribeiro. Portanto, ao sonhar, nos tornamos capazes de fazer novas associações para resolver tarefas simples ou complexas.
Um dos desafios atuais das neurociências é o estudo do conteúdo dos sonhos. Afinal, é relativamente fácil colher depoimentos de pacientes, mas olhar o cérebro com uma lupa para descobrir exatamente o que se passa lá dentro ainda é uma utopia. “Não acredito que, nos próximos anos, teremos instrumentos específicos para a análise dos sonhos ou dos pensamentos que ocorrem durante a vigília”, diz o psiquiatra Jerome Siegel, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
Enquanto isso, dá para arriscar um palpite sobre um futuro em que as pessoas possam controlar o enredo dos próprios sonhos. Há quem creia que isso seja possível agora: o psicólogo americano Stephen LaBerge organiza workshops de indução de sonhos lúcidos por meio da meditação, do relaxamento e da ioga, ante o horror da comunidade científica “séria”. Ainda que a academia torça o nariz para o bicho-grilismo de LaBerge, ela também acredita no potencial do sonho dirigido. “Se as pressões seletivas sobre a nossa espécie diminuírem ainda mais, o fenômeno do sonho lúcido pode ser usado de forma corriqueira como ferramenta de aprendizado”, diz Sidarta Ribeiro. Qualquer pessoa poderia se programar para desenvolver habilidades durante a noite, sem os riscos das experiências reais – se você viu Matrix, sabe que uma simulação de luta pode ensinar quase a mesma coisa que uma pancadaria ao vivo, só que sem os hematomas. Sonhar não custa nada.
Adaptado de http://super.abril.com.br/historia/sonhos-decifrados-446268.shtml
Assinale a alternativa correta em relação à grafia dos pares.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para manter os computadores e seus periféricos ligados, é de grande importância que todos esses equipamentos estejam ligados a uma rede de energia confiável. Sabendo dessa importância, assinale a alternativa que apresenta a principal função de um estabilizador.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2280739
Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Qual das alternativas a seguir apresenta um tipo de impressora que trabalha com toners, que contém pó químico que normalmente é acondicionado em um cartucho com um cilindro difusor?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Afinal, por que sonhamos?
A resposta mais honesta seria: ninguém sabe ainda. Mas há várias pistas. E uma delas é a relação mais que comprovada entre os sonhos e a memória. Nos últimos anos, vários artigos têm batido na tecla de que o sono REM – durante o qual, sabe-se agora, ocorrem mais de 90% dos sonhos, mas não todos – é importantíssimo no processo de aprendizado. Fazem parte desse time cientistas como Robert Stickgold, de Harvard, e o brasileiro Sidarta Ribeiro, da Universidade Duke, também nos EUA. Este último vem desenvolvendo uma pesquisa que relaciona a expressão de alguns genes ao processo de formação de memórias. Os resultados do estudo indicam que a fase REM ajuda a consolidar memórias recém-adquiridas – sem os sonhos, as informações do dia-a-dia entram por um ouvido e saem pelo outro.
Todos parecem concordar que o sonho é essencial para o bom funcionamento do nosso cérebro. “Sonhar é uma ferramenta cognitiva importantíssima”, diz o neurologista Sérgio Tufik, diretor do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo. Mas alguns pesquisadores vão além e afirmam que o sonho é fundamental à nossa sobrevivência. Em um artigo que tem o título sugestivo de A Reinterpretação dos Sonhos, o psicólogo Antti Revonsuo, da Universidade de Turku, na Finlândia, afirma que os sonhos parecem simular ameaças reais que ocorrem no nosso cotidiano. E isso, segundo ele, foi vital para a sobrevivência da nossa espécie – ao sonhar com ameaças, o homem primitivo tinha muito mais chances de se defender em um ambiente hostil. A proposta de Revonsuo faz sentido, mas já foi alvo de críticas. Um time de psicólogos da Universidade de Montreal liderado pela psicóloga Anne Germain afirmou, por exemplo, que um dos furos da teoria é a baixa incidência de sonhos com temática negativa.
Durante o processo evolutivo, o sonho foi incorporado a algumas espécies, mesmo representando um risco real. “Ao desligar-se do mundo completamente, o homem e outras espécies podem ser atacados. Mas ainda assim o sono REM se manteve, o que é um sinal de que os benefícios dessa fase do sono superaram bastante os riscos”, diz o neurologista Rubens Reimão, da USP. Há indícios de que o sono REM e os sonhos teriam aparecido há mais ou menos 140 milhões de anos, quando os mamíferos se desenvolveram a partir dos répteis. As aves também têm sono REM, mas com períodos bem mais curtos, de apenas alguns segundos, o que sugere que as espécies de mamíferos – inclusive a nossa – sonham mais do que todas as outras. E para que serve tanto sonho?
“O sono REM mais longo nos mamíferos, em especial nos primatas, pode ter relação com a maior plasticidade das ideias”, diz Sidarta Ribeiro. Portanto, ao sonhar, nos tornamos capazes de fazer novas associações para resolver tarefas simples ou complexas.
Um dos desafios atuais das neurociências é o estudo do conteúdo dos sonhos. Afinal, é relativamente fácil colher depoimentos de pacientes, mas olhar o cérebro com uma lupa para descobrir exatamente o que se passa lá dentro ainda é uma utopia. “Não acredito que, nos próximos anos, teremos instrumentos específicos para a análise dos sonhos ou dos pensamentos que ocorrem durante a vigília”, diz o psiquiatra Jerome Siegel, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
Enquanto isso, dá para arriscar um palpite sobre um futuro em que as pessoas possam controlar o enredo dos próprios sonhos. Há quem creia que isso seja possível agora: o psicólogo americano Stephen LaBerge organiza workshops de indução de sonhos lúcidos por meio da meditação, do relaxamento e da ioga, ante o horror da comunidade científica “séria”. Ainda que a academia torça o nariz para o bicho-grilismo de LaBerge, ela também acredita no potencial do sonho dirigido. “Se as pressões seletivas sobre a nossa espécie diminuírem ainda mais, o fenômeno do sonho lúcido pode ser usado de forma corriqueira como ferramenta de aprendizado”, diz Sidarta Ribeiro. Qualquer pessoa poderia se programar para desenvolver habilidades durante a noite, sem os riscos das experiências reais – se você viu Matrix, sabe que uma simulação de luta pode ensinar quase a mesma coisa que uma pancadaria ao vivo, só que sem os hematomas. Sonhar não custa nada.
Adaptado de http://super.abril.com.br/historia/sonhos-decifrados-446268.shtml
“ Os resultados do estudo indicam que a fase REM ajuda a consolidar memórias recém-adquiridas.” No período acima, os termos destacados são, respectivamente,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container