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Mulher, 32 anos, com 78Kg de peso corporal, 1,65m de altura, sem antecedentes pessoais, engenheira química, residente no Estado do Paraná, cursava o Programa de Pós-Graduação – Nível Doutorado em São Paulo-SP. Durante o período de disciplinas obrigatórias, permaneceu em um apartamento locado próximo à Universidade, mas, no último semestre de seu curso, retornou para a cidade de origem, onde passava o dia sentada ao computador, digitando dados e redigindo sua tese; foram poucas as vezes que teve que se encontrar com sua orientadora em São Paulo nesse ínterim e para isso utilizou transporte aéreo. Sua defesa pública foi programada para o início de 2014 e no final do ano passado, teve que viajar novamente para São Paulo para orientações finais, mas, com a chegada da época festiva, teve dificuldade para adquirir passagens aéreas, realizando suas viagens de ônibus, tanto na ida como na volta, cada trecho com cerca de 12 horas de duração. Após voltar da segunda viagem em transporte rodoviário, sentia-se fadigada e dispneica aos pequenos esforços, ainda passava grande parte do dia sentada à mesa digitando no computador e, ao procurar o médico com os membros inferiores edemaciados, ele prescreveu ansiolítico, por acreditar que se tratava de estresse. Depois disso, teve que ir mais uma vez para São Paulo de ônibus e, na volta, ligou para seu irmão ir buscá-la de carro devido a uma exaustão intensa. Chegando à cidade de sua residência, foi levada pelo irmão ao hospital e transferida para a Unidade de Terapia Intensiva, devido ao quadro sugestivo de
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Estruturas anatômicas que não são perpendiculares ao plano do slice sofrerão borramentos nas bordas e nas imagens tomográficas, que são proporcionais
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O Código de Ética Profissional enuncia os fundamentos éticos e as condutas necessárias às boas e honestas práticas das profissões do tecnólogo, técnico e auxiliar de radiologia, e relaciona direitos e deveres correlatos de seus profissionais inscritos no sistema CONTER/ CRTRs e das pessoas jurídicas correlatas. É dever do tecnólogo
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Assinale a alternativa INCORRETA.
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Assinale a alternativa INCORRETA.
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Tem sido recomendada a administração de soluções adocicadas para o alívio da dor aguda em procedimentos de rotina no recém-nascido, pois
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Crianças que possuem demais Elas já tendem a acumular muita tralha, não comece essa loucura antes mesmo de elas nascerem, pelo bem delas e do planeta
Isabel Clemente
[...]O excesso que pauta a ideia do que precisamos ter para viver está tirando a noção de muita gente. Desde que os sacos de pipoca quadruplicaram de tamanho passamos a acumular em casa e no corpo os excessos da vida insustentável. Consumimos e comemos demais. A obesidade como epidemia, inclusive entre crianças, é a prova material disso. Está faltando freio. Ostentar virou um modo de vida numa sociedade cheia de peças faltando. E abro um parêntese importante aqui para dizer que mania de acumulação não é privilégio dos ricos, muito menos dos famosos. Pode ser que as celebridades, depois das declarações públicas, promovam uma doação em peso de tudo que ganharam e, para não magoar ninguém, façam segredo disso. Vai saber.
O apego é um hábito ruim e democrático: assola pessoas das mais variadas classes. E não afetam só o fulano que pode se tornar um consumidor compulsivo eternamente insatisfeito, como até pesquisas mostram. Há males nesse comportamento que prejudicam todos ao redor.
Pesquisadores da Northwestern University (EUA ) encontraram uma forte correlação entre indivíduos materialistas e um comportamento antissocial, egoísta e competitivo. Segundo esse estudo, que foi publicado em 2012, a tendência da pessoa materialista é apresentar um nível maior de ansiedade e insatisfação com a própria vida. São pessoas que costumam dar ênfase demais a si mesmas e não se envolvem de forma profunda e colaborativa com os demais, de acordo com os experimentos conduzidos por psicólogos e médicos.
O egoísta é aquele que depois vai, no mínimo, estacionar o carro na vaga de cadeirante ou de idoso sem pertencer a nenhuma das duas categorias porque “precisava urgentemente”. A urgência dele é sempre maior do que a do outro.
A identidade de uma pessoa não depende apenas de sua índole. Sofre influência do ambiente e da interação até circunstancial com os outros. Por um complexo sistema de trocas subjetivas é que o aprendizado acontece enquanto incorpora valores nos quais acredita. Se ela cresce acostumada à ideia de que precisa de muito, jamais saberá o que é lidar com pouco, não entenderá a diferença entre o que é e o que tem, desenvolvendo grandes chances de buscar aceitação social por aquilo que possui.
Dosar as posses dos nossos filhos é algo que está em nossas mãos durante um certo (e curto) período da vida deles. É uma atitude que, por um lado, ensina um pouco sobre desprendimento e, por outro, auxilia na organização da própria vida. Cabe aos responsáveis estabelecer regras e apresentar propostas sadias para que o quarto do filho - e consequentemente a vida dele - não se torne um depósito infinito de tudo que ele irá ganhar durante a vida.
Crianças requerem atenção redobrada porque são seres em formação. Estão mais propensas a terem o foco desviado. Presas fáceis dos comerciais na televisão, conhecem todos os brinquedos que não têm. Querem quase tudo porque está para nascer o ser humano imune a tanto apelo. Ensinálas nesse ambiente adverso dá mais trabalho. Passa pelo exemplo e pelo convencimento, ou você ouvirá da sua filha de quatro anos que seu armário também está cheio de roupas, quando a ela for negado um novo brinquedinho no mesmo dia em que você tiver comprado uma blusa.
Lá em casa, chegada a hora de se desfazer de brinquedos e roupas, sempre rolam discussões e argumentações que aos poucos constroem nas crianças um pouco dos princípios nos quais eu e meu marido acreditamos. É preciso abrir mão enquanto o brinquedo e a roupa forem úteis e bons a quem os herdar. Não podemos ter vergonha daquilo que estamos doando. E se sentir saudade depois daquilo que perdeu, ótimo, faz parte do crescimento também saber lidar com perdas.
Crianças que possuem demais sofrem do mesmo mal do adulto obrigado a fazer escolhas em demasia todos os dias, não valorizam o que têm, perdem tempo e sentem-se perdidas.
Essa é a lógica que procuro empregar na minha vida, mas quem ouviu aquele disparate da filha de quatro anos fui eu.
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/isabel-clemente/
“Segundo esse estudo, que foi publicado em 2012, a tendência da pessoa materialista...” No período acima, a oração destacada
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De acordo com a Lei Orgânica de Assistência Social, a gestão das ações na área de assistência social fica organizada sob a forma de sistema descentralizado e participativo, denominado Sistema Único de Assistência Social (SUAS), com os seguintes objetivos, EXCETO
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Cultura organizacional se refere à
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A inobservância das normas dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem é considerada
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