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Foram encontradas 775 questões.

2271769 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Por considerar os riscos da gestante não vacinada de contrair a doença e de haver transmissão vertical, o PNI reforça a importância de que a gestante receba a vacina contra a hepatite B após o primeiro trimestre de gestação, independentemente da faixa etária. Sobre o esquema da hepatite B na gestante, assinale a alternativa correta.
 

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2271764 Ano: 2013
Disciplina: Legislação Federal
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
A EBSERH será administrada por uma Diretoria Executiva, composta
 

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2271763 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Os carboidratos dos alimentos podem interferir no risco e na atividade de cárie dos indivíduos.
Adoçantes não cariogênicos vêm sendo pesquisados como substitutos para a sacarose.
Um deles vem se destacando por apresentar doçura, higroscopia, solubilidade, segurança bem estabelecida, além de exercer um efeito bacteriostático e não ser fermentado pelo Streptococcus mutans. Este adoçante é o
 

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2271757 Ano: 2013
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Sobre as orientações em relação à cobrança de honorários profissionais presentes no Código de Ética Profissional do Psicólogo (Conselho Federal de Psicologia), assinale a alternativa correta.
 

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2271755 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Considerando o disposto sobre o reuso de dialisadores e linhas arteriais e venosas na Resolução RDC No. 154/2004, republicada em 2006 e ainda não alterada, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa correta.
( ) Para fins de controle do reuso e descarte, dialisadores e linhas arteriais e venosas devem ser tratados como um único conjunto.
( ) O reuso de dialisadores e das linhas arteriais e venosas é permitido a todos os pacientes, inclusive portadores de Hepatite e HIV.
( ) O registro da utilização de um novo conjunto de dialisador e linha arterial e venosa deve ser assinado pelo paciente e arquivado.
( ) Os dialisadores e as linhas arteriais e venosas podem ser utilizadas, para o mesmo paciente, até 12 vezes, quando utilizado o reprocessamento manual, ou até 20 vezes, quando utilizado reprocessamento automático em máquinas registradas na ANVISA.
 

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2271748 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
O fim e o começo
Marcelo Gleiser
Passado o Natal, entramos naquela estranha fase de transição, o fim de um ano e o começo de outro. É o período do inevitável balanço do que passou, dos projetos para o futuro, das promessas de não repetir erros, de impor novos desafios. Numa vida em que não temos o privilégio do recomeço - a vida que temos é essa só - a passagem de ano vem cheia de significado. É quando abrimos espaço para nos reinventar, mesmo que apenas um pouco.
Existe uma tensão, até mesmo um aparente paradoxo, entre como vemos a natureza, com seus ciclos que se repetem, e como vemos a passagem do tempo, avançando sempre, resolutamente. Afinal, desde os primórdios da humanidade sabemos da repetição do dia e da noite, das fases da Lua, das estações do ano. Para os que prestam mais atenção aos céus, sabemos que os planetas também têm órbitas periódicas e que alguns cometas, como o famoso Halley, retornam periodicamente. A natureza parece funcionar em ciclos que se repetem ao longo dos anos, sem um início e um fim. Por que não nós?
Muitas culturas creem num tempo cíclico, no qual tudo se repete, incluindo nossa existência. Talvez os detalhes de cada ciclo sejam diferentes, como no caso da reencarnação dos hindus, mas não existe um início e um fim, apenas ciclos e mais ciclos, o tempo como uma roda, o mito do eterno retorno, como dizia Nietzsche. Se tudo se repete infinitas vezes, o imperfeito pode vir a ser perfeito.
Tudo mudou com a descoberta do tempo linear, que tem um começo e um fim. Os ciclos existem, mas localmente, dentro de um tempo global que avança sempre. Se cada novo ciclo é ligeiramente diferente de seu antecessor, o tempo deixa de ser uma roda. A metáfora muda para um rio, fluindo inexoravelmente, além do nosso controle.
A ciência moderna confirma a ideia do tempo linear. Até mesmo o próprio Universo tem uma história, com um começo, um meio e um fim. Não sabemos os detalhes do começo ou os do fim, mas temos várias hipóteses a respeito. Sabemos muito sobre o meio, sobre como os átomos, as galáxias, as estrelas e os planetas surgiram e como se transformam.
Sabemos que os ciclos de criação e destruição ocorrem por todo o Cosmo, novas estrelas nascendo enquanto outras morrem, nenhum ciclo exatamente igual ao anterior, mas todos parte do tempo cósmico que avança sempre, pouco interessado no que ocorre aqui ou acolá.
Essa visão muitas vezes inspira uma certa angústia nas pessoas, que sentem-se pequenas perante todo esse espaço, todo esse tempo tão mais vasto do que podemos compreender. Estranha essa nossa condição de podermos entender tanto e mudar tão pouco do que ocorre nessas escalas gigantescas.
Mas esse é o foco errado, destrutivo, o foco do medo, o medo que vem de querer controlar tudo e não poder. Existe um outro olhar, voltado ao nosso planeta, à raridade e à beleza da vida, ao privilégio de nós, máquinas moleculares evoluídas após bilhões de anos de história cósmica, sermos capazes de refletir sobre a existência. O foco criativo olha para o mistério da vida, da consciência, da origem cósmica, olha para a nossa raridade e respira fundo, inspirado, deixando o medo para trás, para o ano que passou. O novo existe a cada momento; basta olharmos para o mundo com o encantamento que merece.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/
1390952-o-fim-e-o-comeco.shtml
A alternativa em que a expressão destacada indica intensidade é
 

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2271742 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
O fim e o começo
Marcelo Gleiser
Passado o Natal, entramos naquela estranha fase de transição, o fim de um ano e o começo de outro. É o período do inevitável balanço do que passou, dos projetos para o futuro, das promessas de não repetir erros, de impor novos desafios. Numa vida em que não temos o privilégio do recomeço - a vida que temos é essa só - a passagem de ano vem cheia de significado. É quando abrimos espaço para nos reinventar, mesmo que apenas um pouco.
Existe uma tensão, até mesmo um aparente paradoxo, entre como vemos a natureza, com seus ciclos que se repetem, e como vemos a passagem do tempo, avançando sempre, resolutamente. Afinal, desde os primórdios da humanidade sabemos da repetição do dia e da noite, das fases da Lua, das estações do ano. Para os que prestam mais atenção aos céus, sabemos que os planetas também têm órbitas periódicas e que alguns cometas, como o famoso Halley, retornam periodicamente. A natureza parece funcionar em ciclos que se repetem ao longo dos anos, sem um início e um fim. Por que não nós?
Muitas culturas creem num tempo cíclico, no qual tudo se repete, incluindo nossa existência. Talvez os detalhes de cada ciclo sejam diferentes, como no caso da reencarnação dos hindus, mas não existe um início e um fim, apenas ciclos e mais ciclos, o tempo como uma roda, o mito do eterno retorno, como dizia Nietzsche. Se tudo se repete infinitas vezes, o imperfeito pode vir a ser perfeito.
Tudo mudou com a descoberta do tempo linear, que tem um começo e um fim. Os ciclos existem, mas localmente, dentro de um tempo global que avança sempre. Se cada novo ciclo é ligeiramente diferente de seu antecessor, o tempo deixa de ser uma roda. A metáfora muda para um rio, fluindo inexoravelmente, além do nosso controle.
A ciência moderna confirma a ideia do tempo linear. Até mesmo o próprio Universo tem uma história, com um começo, um meio e um fim. Não sabemos os detalhes do começo ou os do fim, mas temos várias hipóteses a respeito. Sabemos muito sobre o meio, sobre como os átomos, as galáxias, as estrelas e os planetas surgiram e como se transformam.
Sabemos que os ciclos de criação e destruição ocorrem por todo o Cosmo, novas estrelas nascendo enquanto outras morrem, nenhum ciclo exatamente igual ao anterior, mas todos parte do tempo cósmico que avança sempre, pouco interessado no que ocorre aqui ou acolá.
Essa visão muitas vezes inspira uma certa angústia nas pessoas, que sentem-se pequenas perante todo esse espaço, todo esse tempo tão mais vasto do que podemos compreender. Estranha essa nossa condição de podermos entender tanto e mudar tão pouco do que ocorre nessas escalas gigantescas.
Mas esse é o foco errado, destrutivo, o foco do medo, o medo que vem de querer controlar tudo e não poder. Existe um outro olhar, voltado ao nosso planeta, à raridade e à beleza da vida, ao privilégio de nós, máquinas moleculares evoluídas após bilhões de anos de história cósmica, sermos capazes de refletir sobre a existência. O foco criativo olha para o mistério da vida, da consciência, da origem cósmica, olha para a nossa raridade e respira fundo, inspirado, deixando o medo para trás, para o ano que passou. O novo existe a cada momento; basta olharmos para o mundo com o encantamento que merece.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/
1390952-o-fim-e-o-comeco.shtml
Em “...os ciclos de criação e destruição ocorrem por todo o Cosmo, novas estrelas nascendo enquanto outras morrem...”, a expressão destacada
 

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Questão presente nas seguintes provas
2271740 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Quando é feita a seleção por um agente anestésico local deve-se considerar, entre outras coisas, o tempo provável do procedimento. Para um procedimento pulpar de curta duração (cerca de 20 minutos) em criança menor do que 4 anos indica-se a utilização da
 

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2271735 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A dentição decídua é composta de 20 dentes, qual grupo de dente NÃO faz parte da dentição decídua?
 

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2271732 Ano: 2013
Disciplina: Radiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Considere um colimador de campo retangular onde a distância do ponto focal do tubo de raios X ao diafragma de abertura é de 10 cm e a distância objeto detector é de 100 cm. Qual é a redução no tamanho do campo que deve ser aplicada para limitar a cobertura de 25 cm quando utilizado um cassete 25 x 30 cm?
 

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