Magna Concursos

Foram encontradas 775 questões.

2273017 Ano: 2013
Disciplina: Farmácia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Provas:
A dosagem das transaminases é frequentemente utilizada como método auxiliar no diagnóstico de doenças relacionadas a diversos sistemas fisiológicos. Essas enzimas existem em quantidades mínimas no sangue de um indivíduo saudável, mas aumentam significativamente após destruição celular intensa. O aumento patológico das transaminases ocorre nas doenças a seguir, EXCETO em casos de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2273009 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Provas:
No impresso de prescrição medicamentosa e terapêutica realizado pelo médico à Sra. X, admitida na Unidade de Pronto Atendimento por conjuntivite, observou-se ilegibilidade e o enfermeiro recusou-se a executá-la. Nesse caso, é correto afirmar que esse Enfermeiro agiu
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2273007 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Provas:
A Sociedade Brasileira de Parasitologia define hospedeiro como o organismo que alberga o parasito. Em muitas parasitoses, o ser humano é um hospedeiro acidental, como, por exemplo, em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
A EBSERH é uma dotada de personalidade jurídica de direito e patrimônio , e está sujeita à supervisão do .
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2273002 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
O fim e o começo
Marcelo Gleiser
Passado o Natal, entramos naquela estranha fase de transição, o fim de um ano e o começo de outro. É o período do inevitável balanço do que passou, dos projetos para o futuro, das promessas de não repetir erros, de impor novos desafios. Numa vida em que não temos o privilégio do recomeço - a vida que temos é essa só - a passagem de ano vem cheia de significado. É quando abrimos espaço para nos reinventar, mesmo que apenas um pouco.
Existe uma tensão, até mesmo um aparente paradoxo, entre como vemos a natureza, com seus ciclos que se repetem, e como vemos a passagem do tempo, avançando sempre, resolutamente. Afinal, desde os primórdios da humanidade sabemos da repetição do dia e da noite, das fases da Lua, das estações do ano. Para os que prestam mais atenção aos céus, sabemos que os planetas também têm órbitas periódicas e que alguns cometas, como o famoso Halley, retornam periodicamente. A natureza parece funcionar em ciclos que se repetem ao longo dos anos, sem um início e um fim. Por que não nós?
Muitas culturas creem num tempo cíclico, no qual tudo se repete, incluindo nossa existência. Talvez os detalhes de cada ciclo sejam diferentes, como no caso da reencarnação dos hindus, mas não existe um início e um fim, apenas ciclos e mais ciclos, o tempo como uma roda, o mito do eterno retorno, como dizia Nietzsche. Se tudo se repete infinitas vezes, o imperfeito pode vir a ser perfeito.
Tudo mudou com a descoberta do tempo linear, que tem um começo e um fim. Os ciclos existem, mas localmente, dentro de um tempo global que avança sempre. Se cada novo ciclo é ligeiramente diferente de seu antecessor, o tempo deixa de ser uma roda. A metáfora muda para um rio, fluindo inexoravelmente, além do nosso controle.
A ciência moderna confirma a ideia do tempo linear. Até mesmo o próprio Universo tem uma história, com um começo, um meio e um fim. Não sabemos os detalhes do começo ou os do fim, mas temos várias hipóteses a respeito. Sabemos muito sobre o meio, sobre como os átomos, as galáxias, as estrelas e os planetas surgiram e como se transformam.
Sabemos que os ciclos de criação e destruição ocorrem por todo o Cosmo, novas estrelas nascendo enquanto outras morrem, nenhum ciclo exatamente igual ao anterior, mas todos parte do tempo cósmico que avança sempre, pouco interessado no que ocorre aqui ou acolá.
Essa visão muitas vezes inspira uma certa angústia nas pessoas, que sentem-se pequenas perante todo esse espaço, todo esse tempo tão mais vasto do que podemos compreender. Estranha essa nossa condição de podermos entender tanto e mudar tão pouco do que ocorre nessas escalas gigantescas.
Mas esse é o foco errado, destrutivo, o foco do medo, o medo que vem de querer controlar tudo e não poder. Existe um outro olhar, voltado ao nosso planeta, à raridade e à beleza da vida, ao privilégio de nós, máquinas moleculares evoluídas após bilhões de anos de história cósmica, sermos capazes de refletir sobre a existência. O foco criativo olha para o mistério da vida, da consciência, da origem cósmica, olha para a nossa raridade e respira fundo, inspirado, deixando o medo para trás, para o ano que passou. O novo existe a cada momento; basta olharmos para o mundo com o encantamento que merece.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/
1390952-o-fim-e-o-comeco.shtml
Em “Existe um outro olhar...”, a expressão destacada funciona como
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A prevenção dos transtornos mentais e do comportamento relacionados ao trabalho baseia-se nos procedimentos de vigilância dos agravos à saúde e dos ambientes e condições de trabalho. A partir da confirmação do diagnóstico da doença e do estabelecimento de sua relação com o trabalho, os serviços de saúde responsáveis pela atenção à saúde do trabalhador devem implementar as seguintes ações, EXCETO
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2272980 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Provas:
Os distúrbios de fala em pacientes com fissura labiopalatina podem ser classificados em obrigatórios e compensatórios. Assinale a alternativa que NÃO faz parte de um dos tipos de adaptação compensatória observada nesses indivíduos.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2272979 Ano: 2013
Disciplina: Fisioterapia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
A escala criada pela American Spinal Injury Association (ASIA) para classificação neurológica da lesão medular é utilizada para determinar a zona de preservação parcial (ZPP), ou seja, segmento mais caudal com função alterada, com alguma inervação. Em relação à ZPP, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O riso é mesmo o melhor remédio?
Para pesquisadores americanos, a risada só traz
benefícios. Mas, segundo os britânicos, ela pode até matar
Mônica Tarantino
O mais recente estudo sobre os efeitos do riso no corpo humano, feito por pesquisadores das universidades de Birmingham e Oxford, no Reino Unido, explora um lado no mínimo inusitado da questão – os seus malefícios! O grupo de cientistas analisou todos os relatos encontrados em levantamento que abrangeu um período de seis décadas (de 1946 a 2013). Após examinar caso a caso, os britânicos relacionaram alguns dos seus possíveis efeitos adversos.
Em uma das descrições estudadas, uma mulher desmaiou e morreu depois de gargalhar intensamente porque suas contrações musculares durante a risada teriam precipitado a ruptura de artérias extremamente lesionadas. Outra circunstância que impressionou os pesquisadores foi saber da ocorrência de ataques de asma instigados pela inalação de partículas estranhas ao organismo devido à respiração rápida durante a risada. Há também informações sobre o surgimento de hérnias relacionado ao arrebatamento muscular promovido pelas risadas mais potentes e prolongadas. O trabalho foi publicado na edição de Natal da importante revista científica British Medical Journal (BMJ).
A coletânea de casos britânica não desautoriza descobertas anteriores sobre os incontáveis benefícios do riso. Estudos americanos indicam, por exemplo, que o riso está associado ao aumento da capacidade de tolerar a dor e pode contribuir, por mecanismos bastante complexos, para uma diminuição da rigidez das artérias (o que favorece a diminuição do risco de ataque cardíaco). Outros estudos sugerem que o riso ativa conexões diferentes no cérebro de acordo com o motivo (por piadas, de alegria ou simplesmente por cócegas).
O contraste dessas abordagens me fez lembrar de uma explicação dada pelo escritor e comediante inglês Stephen Fry (ele é visto pelos conterrâneos como uma espécie de tesouro nacional) sobre as diferenças entre os cômicos britânicos e os americanos. Em um programa de tevê, Fry disse que o cômico americano invariavelmente se mostra mais inteligente do que o papel que interpreta e mais esperto que os idiotas que o assistem. E, claro, fica com a mocinha no final. Os ingleses se divertem mais com o cara que veste seu melhor blazer, mas fica ridículo e todos riem dele disfarçadamente. Também riem do cara que gerencia uma filial estúpida de uma rede de lojas qualquer, mas age como um líder e mentor dos seus subordinados.
(Charles Chaplin era inglês). Fico pensando se a cultura dos pesquisadores influencia a escolha dos temas e a maneira como as conclusões são apresentadas e que piadas ruins talvez façam mal à saúde.
http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/341008_O+RISO+E+-
MESMO+O+MELHOR+REMEDIO+.
Assinale a alternativa em que há um pronome indefinido destacado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2272970 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Provas:
Uma vez que tenha sido estabelecido que o paciente tem uma infecção que necessita de antibioticoterapia, e o tipo de antibiótico tenha sido escolhido, ele deve ser administrado apropriadamente (Topazian; Goldberg; Hupp, 2006). Quando há necessidade de utilização de um antibiótico devido a uma infecção odontogênica, a duração da terapia antibiótica deverá ser
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas