Foram encontradas 50 questões.
Sobre a Seguridade Social, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. As receitas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios destinadas à seguridade social constarão dos respectivos orçamentos, os quais integrarão o orçamento da União.
II. A pessoa jurídica em débito com o sistema da seguridade social, como estabelecido em lei, poderá contratar com o Poder Público, mas não poderá dele receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.
III. Nenhum benefício ou serviço da seguridade social poderá ser criado, majorado ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total.
IV. São isentas de contribuição para a seguridade social as entidades beneficentes de assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei.
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De acordo com o Decreto 7.508/2011, os serviços de atendimento inicial à saúde do usuário no SUSsão considerados
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Homenagem ao fracasso
Marcelo Gleiser
Numa sociedade em que o sucesso é almejado e festejado acima de tudo, onde estrelas, milionários e campeões são os ídolos de todos, o fracasso é visto como algo embaraçoso(C) e constrangedor, que a gente evita a todo custo e, quando não tem jeito, esconde dos outros. Talvez não devesse ser assim.
Semana passada, li um ensaio sobre o fracasso no “New York Times” de autoria de Costica Bradatan, que ensina religião comparada em uma universidade nos EUA. Inspirado por Bradatan, resolvi apresentar minha própria homenagem ao fracasso.
Fracassamos quando tentamos fazer algo. Só isso já mostra o valor do fracasso, representando nosso esforço. Não fracassar é bem pior, pois representa a inércia ou, pior, o medo de tentar. Na ciência ou nas artes, não fracassar significa não criar. Todo poeta, todo pintor, todo cientista coleciona um número bem maior de fracassos do que de sucessos. São frases que não funcionam, traços que não convencem, hipóteses que falham. O físico Richard Feynman famosamente disse que cientistas passam a maior parte de seu tempo enchendo a lata de lixo com ideias erradas. Pois é. Mas sem os erros não vamos em frente. O sucesso é filho do fracasso.
Tem gente que acha que gênio é aquele cara que nunca fracassa, para quem tudo dá certo(E), meio que magicamente. Nada disso. Todo gênio passa pelas dores do processo(D) criativo, pelos inevitáveis fracassos e becos sem saída, até chegar a uma solução que funcione. Talvez seja por isso que o autor Irving Stone tenha chamado seu romance sobrea vida de Michelangelo de “A Agonia e o Êxtase”. Ambos são partes do processo criativo, a agonia vinda do fracasso, o êxtase do senso de alcançar um objetivo, de ter criado algo que ninguém criou, algo de novo.
O fracasso garante nossa humildade ao confrontarmos os desafios da vida. Se tivéssemos sempre sucesso, como entender os que fracassam? Nisso, o fracasso é essencial para a empatia, tão importante na convivência social.
Gosto sempre de dizer que os melhores professores são os que tiveram que trabalhar mais quando alunos. Esse esforço extra dimensiona a dificuldade que as pessoas podem ter quando tentam aprender algo de novo, fazendo do professor uma pessoa mais empática e, assim, mais eficiente. Sem o fracasso, teríamos apenas os vencedores, impacientes em ensinar os menos habilidosos o que para eles foi tão fácil de entender ou atingir.
Claro, sendo os humanos do jeito que são, a vaidade pessoal muitas vezes obscurece a memória dos fracassos passados; isso é típico daqueles mais arrogantes(A), que escondem seus fracassos e dificuldades por trás de uma máscara de sucesso. Se o fracasso fosse mais aceito socialmente, existiriam menos pessoas arrogantes no mundo.
Não poderia terminar sem mencionar o fracasso final a que todos nos submetemos, a falha do nosso corpo ao encontrarmos a morte.
Desse fracasso ninguém escapa(B), mesmo que existam muitos que acreditem numa espécie de permanência incorpórea após a morte. De minha parte, sabendo desse fracasso inevitável, me apego ao seu irmão mais palatável, o que vem das várias tentativas de viver a vida o mais intensamente possível. O fracasso tem gosto de vida.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/ 1388789-homenagem-ao-fracasso.shtml
A expressão destacada que NÃO se classifica como pronome indefinido é
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Quanto aos conceitos e práticas do Telejornalismo, assinale a alternativa INCORRETA.
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Considerando o “Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros”, assinale a alternativa correta.
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O Código de Ética dos Jornalista, publicado pela Fenaj, define no artigo 2º que o acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental do cidadão e os jornalistas não podem admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse. Neste sentido, assinale a alternativa que NÃO atende ao código de ética.
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O trabalho do jornalista está atrelado rotineiramente ao cultivo de “fontes” de informação. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
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Quanto ao papel da fotografia no curso da História do jornalismo, assinale a alternativa INCORRETA.
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Para Claude-Jean Bertran, a mediatização do espaço público nas sociedades contemporâneas originou a necessidade de inventar mecanismos de controle, que não se constituem censura, mas “com vista a ajudarem a respeitar a deontologia, manter a confiança do público, defender a respectiva liberdade contra as ameaças dos poderes constituídos e do mercado” (BERTRAND, 1997, p.16). A seguir, assinale a alternativa que NÃO se constitui em instrumentos e meios de controle.
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Em relação aos principais formatos de papel, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. No Brasil, são utilizados com maior frequência a série AA, BB de papel para impressão.
II. No país também é utilizado o tamanho 50 x 65 cm para impressão de cartões.
III. A série AA mede 76 x 112 cm e o BB 66 x 96 cm.
IV. O formato A4 (210 x 297 mm) não tem relação de dobra com a série AA.
II. No país também é utilizado o tamanho 50 x 65 cm para impressão de cartões.
III. A série AA mede 76 x 112 cm e o BB 66 x 96 cm.
IV. O formato A4 (210 x 297 mm) não tem relação de dobra com a série AA.
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Cadernos
Caderno Container