Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

Alimentos geneticamente modificados: fato e ficção
Marcelo Gleiser
Raramente, a relação entre a ciência e a população é tão direta quanto no caso de alimentos geneticamente modificados (AGMs). Pois uma coisa é ligar uma TV de plasma ou falar num celular; outra, é ingerir algo modificado no laboratório.
Não é à toa que as reações contra e a favor dos AGMs é polarizada e radical. De um lado, vemos grupos puristas querendo banir definitivamente qualquer tipo de alimento geneticamente modificado, alegando que fazem mal à saúde e ao meio ambiente; de outro, temos os defensores radicais dos AGMs, que confundem ciência com as estratégias de marketing dos grandes produtores, principalmente da gigantesca Monsanto.
Poucos debates na nossa era são tão importantes. Existem aqui ecos do que ocorre com o aquecimento global, o criacionismo e as vacinas, onde o racional e o irracional misturam-se de formas inusitadas.
Vemos uma grande desconfiança popular da aliança entre a ciência e as grandes empresas, dos cientistas “vendidos”, comparados, infelizmente, com os que trabalham para a indústria do fumo. A realidade, como sempre, é bem mais sutil.
Existem centenas de estudos científicos publicados que visam determinar precisamente o impacto dos alimentos geneticamente modificados nas plantações e nos animais. O leitor encontra uma lista com mais de 600 artigos no portal http://www.biofortified.org/genera/studies-for-genera/, que não é afiliado a qualquer empresa.
Em junho, o ministro do meio ambiente do Reino Unido, Owen Paterson, propôs que seu país deveria liderar o mundo no desenvolvimento e na implantação de AGMs: “Nosso governo deve assegurar à população que os AGMs são uma inovação tecnológica comprovadamente benéfica”.
Na semana anterior, grupos contra a implantação de AGMs vandalizaram plantações de beterraba da empresa suíça Syngenta no Estado de Oregon, nos EUA. As plantações foram geneticamente modificadas para resistir ao herbicida Glifosate (do inglês Glyphosate), algo que os fazendeiros desejam, pois ajuda no controle das ervas daninhas que interferem com a produtividade de suas plantações.
O Prêmio Mundial da Alimentação de 2013 foi dado a Marc van Montagu, Mary-Dell Chilton e Rob Fraley. Os três cientistas tiveram um papel essencial no desenvolvimento de métodos moleculares desenhados para modificar a estrutura genética de plantas. Chilton, aliás, trabalha para Syngenta. Mas, no YouTube, vemos vídeos mostrando os efeitos “catastróficos” de tal ciência, como relata Nina Fedoroff, professora da Universidade Estadual da Pensilvânia em um ensaio recente para a revista “Scientific American”. Fedoroff antagoniza os exageros e radicalismo dos protestos contra os AGMs, que alega não terem qualquer fundamento científico, sendo comparáveis aos abusos pseudocientíficos que justificam posturas quase que religiosas.
Em termos dos testes até agora feitos, não parece que AGMs tenham qualquer efeito obviamente nocivo à saúde humana ou à dos animais que se alimentam deles. Já muitos dos inseticidas comumente usados em plantações são altamente cancerígenos.
Sem dúvida, a pesquisa sobre o impacto ambiental e médico dos AGMs deve continuar; mas a negação da ciência sem evidência, baseada em mitologias, é a antítese do que uma população bem informada deve fazer.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/07/ 1317544-alimentos-geneticamente-modificados-fato-e-ficcao.shtml
De acordo com o texto.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Alimentos geneticamente modificados: fato e ficção
Marcelo Gleiser
Raramente, a relação entre a ciência e a população é tão direta quanto no caso de alimentos geneticamente modificados (AGMs). Pois uma coisa é ligar uma TV de plasma ou falar num celular; outra, é ingerir algo modificado no laboratório.
Não é à toa que as reações contra e a favor dos AGMs é polarizada e radical. De um lado, vemos grupos puristas querendo banir definitivamente qualquer tipo de alimento geneticamente modificado, alegando que fazem mal à saúde e ao meio ambiente; de outro, temos os defensores radicais dos AGMs, que confundem ciência com as estratégias de marketing dos grandes produtores, principalmente da gigantesca Monsanto.
Poucos debates na nossa era são tão importantes. Existem aqui ecos do que ocorre com o aquecimento global, o criacionismo e as vacinas, onde o racional e o irracional misturam-se de formas inusitadas.
Vemos uma grande desconfiança popular da aliança entre a ciência e as grandes empresas, dos cientistas “vendidos”, comparados, infelizmente, com os que trabalham para a indústria do fumo. A realidade, como sempre, é bem mais sutil.
Existem centenas de estudos científicos publicados que visam determinar precisamente o impacto dos alimentos geneticamente modificados nas plantações e nos animais. O leitor encontra uma lista com mais de 600 artigos no portal http://www.biofortified.org/genera/studies-for-genera/, que não é afiliado a qualquer empresa.
Em junho, o ministro do meio ambiente do Reino Unido(E), Owen Paterson, propôs que seu país deveria liderar o mundo no desenvolvimento e na implantação de AGMs: “Nosso governo deve assegurar à população que os AGMs são uma inovação tecnológica comprovadamente benéfica”.
Na semana anterior, grupos contra a implantação de AGMs(A) vandalizaram plantações de beterraba da empresa suíça Syngenta no Estado de Oregon, nos EUA. As plantações foram geneticamente modificadas para resistir ao herbicida Glifosate (do inglês Glyphosate), algo que os fazendeiros desejam, pois ajuda no controle das ervas daninhas que interferem com a produtividade de suas plantações.
O Prêmio Mundial da Alimentação de 2013 foi dado a Marc van Montagu, Mary-Dell Chilton e Rob Fraley. Os três cientistas tiveram um papel essencial no desenvolvimento de métodos moleculares desenhados para modificar a estrutura genética de plantas. Chilton, aliás, trabalha para Syngenta. Mas, no YouTube, vemos vídeos mostrando os efeitos “catastróficos” de tal ciência, como relata Nina Fedoroff, professora da Universidade Estadual da Pensilvânia em um ensaio recente para a revista “Scientific American(D). Fedoroff antagoniza os exageros e radicalismo dos protestos contra os AGMs, que alega não terem qualquer fundamento científico, sendo comparáveis aos abusos pseudocientíficos que justificam posturas quase que religiosas.
Em termos dos testes até agora feitos, não parece que AGMs tenham qualquer efeito obviamente nocivo à saúde humana ou à dos animais que se alimentam deles. Já muitos dos inseticidas comumente usados em plantações são altamente cancerígenos.
Sem dúvida, a pesquisa sobre o impacto ambiental(B) e médico dos AGMs deve continuar; mas a negação da ciência sem evidência, baseada em mitologias(C), é a antítese do que uma população bem informada deve fazer.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/07/ 1317544-alimentos-geneticamente-modificados-fato-e-ficcao.shtml
A expressão que NÃO funciona como adjunto adverbial é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1217943 Ano: 2013
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Os cabos UTP não blindados são compostos basicamente de pares de fios trançados de 100 Ohms. Assinale a alternativa que indica quantos pares de fios geralmente os cabos UTP não blindados podem ter.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1217941 Ano: 2013
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
A própria natureza de uma rede wireless já a torna vulnerável a ataques, pois o seu sinal é aberto, bastando apenas uma antena para capturar o sinal e efetuar a conexão na rede.
Levando em consideração esse o problema, assinale a alternativa que indica um tipo de segurança criptografada utilizada em redes sem fio (wireless).
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1217939 Ano: 2013
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Tratando-se da tecnologia VoIP, qual das alternativa a seguir indica os protocolos mais utilizados no mercado?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1217938 Ano: 2013
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Firewalls na internet são muitas vezes considerados como gateways de segurança que controlam o acesso a uma rede. Na linguagem dos firewalls, um gateway é um dispositivo que oferece serviços de transmissão entre duas redes. Esse tipo de firewall aplica mecanismos de segurança em aplicações específicas como servidores FTP e Telnet. Com base no enunciado, assinale a alternativa que indica qual camada de rede que um gateway de aplicação atua no modelo ISO/OSI.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1217936 Ano: 2013
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Em uma rede de computadores, podemos utilizar um tipo de aparelho, onde uma de suas funções é o gerenciamento dos pacotes que trafegam na rede. Qual dos dispositivos a seguir interliga vários computadores em uma rede e gerencia os pacotes trafegados?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1217934 Ano: 2013
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Para que uma comunicação na Internet ocorra, é necessário que os endereços IP de hosts envolvidos na comunicação sejam conhecidos. O que ocorre é a dificuldade para as pessoas decorarem um conjunto de endereços numéricos como o IP. Assim, um mecanismo auxiliar é utilizado para facilitar a identificação do host através de nomes. Qual das alternativas a seguir indica o mecanismo que trabalha como um tradutor de endereços numéricos (IP) para nomes?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1217932 Ano: 2013
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Qual das alternativas a seguir corresponde a uma tecnologia utilizada para fazer conexões remota entre dois computadores, utilizando uma rede interna ou externa de forma a permitir a execução de comandos de uma unidade remota utilizando prompt de comando?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1217930 Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Em uma rede de computadores, surge a necessidade de criar um compartilhamento de arquivos entre as máquinas, onde todas as máquinas da rede são estações Linux. Qual ferramenta é mais indicada para compartilhamento de arquivos entre estações que utilizam Linux?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas