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Read the text and check the correct alternative.

The trombonist Roswell Rudd, 82, is best

known for his work as an avant-garde

improviser, but he moves in many musical

worlds. Everywhere he goes he leads with

levity and warmth, giving even his far-out

disquisitions a humanist appeal. On his new

album, “Embrace,” recorded with a quartet, Mr.

Rudd and the remarkable vocalist Fay Victor

relish the tonal proximity of their instruments,

doing a sympathetic and intertwining dance.

It’s especially fetching on this reading of

“Pannonica,” Thelonious Monk’s affectionate

prismatic ballad.

According to the text, the pronoun “their” refers to

 

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Read the text and check the correct alternative.

The trombonist Roswell Rudd, 82, is best

known for his work as an avant-garde

improviser, but he moves in many musical

worlds. Everywhere he goes he leads with

levity and warmth, giving even his far-out

disquisitions a humanist appeal. On his new

album, “Embrace,” recorded with a quartet, Mr.

Rudd and the remarkable vocalist Fay Victor

relish the tonal proximity of their instruments,

doing a sympathetic and intertwining dance.

It’s especially fetching on this reading of

“Pannonica,” Thelonious Monk’s affectionate

prismatic ballad.

The word ‘remarkable’ refers to

 

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Read the text and check the correct alternative.

The trombonist Roswell Rudd, 82, is best

known for his work as an avant-garde

improviser, but he moves in many musical

worlds. Everywhere he goes he leads with

levity and warmth, giving even his far-out

disquisitions a humanist appeal. On his new

album, “Embrace,” recorded with a quartet, Mr.

Rudd and the remarkable vocalist Fay Victor

relish the tonal proximity of their instruments,

doing a sympathetic and intertwining dance.

It’s especially fetching on this reading of

“Pannonica,” Thelonious Monk’s affectionate

prismatic ballad.

Roswell Rudd is famous for

 

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Leia o texto a seguir:

A inteligência artificial

desafia a evolução

Em trabalho publicado na revista “Nature”, no apagar das luzes de 2020, cientistas japoneses e europeus combinaram inteligênciaA) artificial e registro de fósseis para desafiar uma das teorias mais aceitas da ciência: a evolução das espéciesB). Vale lembrar que esse conceito, o darwinismo, postula que a vida se modifica em resposta a mudanças ambientais e/ou vantagens evolutivas.

O surgimento da vida visível na Terra, há cerca de 540 milhões de anos, favoreceu a preservação fóssil de diferentes espécies. Foi o estudo desse registro que permitiu a identificação de cinco grandes extinções, bem como de inúmeros períodos de evolução acelerada das espécies, a chamada macroevolução. Curiosamente, a macroevolução parecia decorrer de eventos de extinção em massa e da desimpedida evolução das espécies sobreviventes.

Até o ano passado, confirmações dessa teoria ou hipóteses que a desafiavam se baseavam em estudos qualitativos, sujeitos a críticas, em parte por causa do caráter espacial e temporalmente irregular do registro de fósseis. Os resultados do novo estudo sugerem, no entanto, que não há relação temporal entre a diversificação da vida e eventos catastróficos anteriores. Mais do que isso: a macroevolução parece ser tão destrutiva quanto as extinções em massa.

As ferramentas de inteligência artificial empregadas no estudo permitiram decifrar os padrões escondidos em uma base de dados paleontológicos que reúne pouco mais de 1,2 milhão de registros, referentes a mais de 170 mil espécies. Foi possível visualizar pela primeira vez nos últimos 540 milhões de anos os períodos de explosão da vida, de extinção em massa e de intenso surgimento de novas espécies desencadeado por crises biológicas.

Traduzidos em diagramas, os resultados do novo estudo permitem identificar não apenas as cinco extinções em massa, mas também outros sete eventos de extinção de menor magnitude e quinze eventos de altíssimas taxas de aparecimento de novas espécies (a macroevolução). Além desses, dois eventos em que extinção e diversificação de espécies caminharam juntas são mostrados pela primeira vez com clareza.

Os padrões revelam um equilíbrioC) entre períodos de extinção em massa e de diversificação incrementada de espécies, com um contínuo de eventos separando esses dois extremos. Surpreendentemente, os resultados do trabalho indicam que os eventos de evolução acelerada da vida (aqueles com taxas incrementadas de mudanças adaptativas ou surgimento de novas espécies) não apresentam associação temporal com a maioria das extinções em massa que os precederam.

Muito pelo contrárioD), os padrões identificados indicam que a macroevolução pode ter efeitos destrutivos similares aos das grandes extinções em massa. Ao contrário do que se observa na dobradinha macroevolução/extinção, o papel da diversificação da vida na destruição de espécies seria promover maior competição, acarretando o desaparecimento de espécies menos adaptadas.

O quão disruptivo de fato será o novo estudo ainda descobriremos, pois essas conclusões com certeza serão alvo de escrutínio por parte de cientistas. O importante é que ele une duas tendênciasE) que vieram para ficar e que talvez fomentem avanços científicos sem precedência: de um lado, os recursos cognitivos ilimitados da inteligência artificial; de outro, o contraditório nos forçando a revisitar teorias já consolidadas.

(Adriana Alves. https://cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br/2021/05/16/a-inteligencia-artificial-desafia-a-evolucao/)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada tenha sido acentuada por regra DISTINTA da das demais.

 

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A inteligência artificial

desafia a evolução

Em trabalho publicado na revista “Nature”, no apagar das luzes de 2020, cientistas japoneses e europeus combinaram inteligência artificial e registro de fósseis para desafiar uma das teorias mais aceitas da ciência: a evolução das espécies. Vale lembrar que esse conceito, o darwinismo, postula que a vida se modifica em resposta a mudanças ambientais e/ou vantagens evolutivas.

O surgimento da vida visível na Terra, há cerca de 540 milhões de anos, favoreceu a preservação fóssil de diferentes espécies. Foi o estudo desse registro que permitiu a identificação de cinco grandes extinções, bem como de inúmeros períodos de evolução acelerada das espécies, a chamada macroevolução. Curiosamente, a macroevolução parecia decorrer de eventos de extinção em massa e da desimpedida evolução das espécies sobreviventes.

Até o ano passado, confirmações dessa teoria ou hipóteses que a desafiavam se baseavam em estudos qualitativos, sujeitos a críticas, em parte por causa do caráter espacial e temporalmente irregular do registro de fósseis. Os resultados do novo estudo sugerem, no entanto, que não há relação temporal entre a diversificação da vida e eventos catastróficos anteriores. Mais do que isso: a macroevolução parece ser tão destrutiva quanto as extinções em massa.

As ferramentas de inteligência artificial empregadas no estudo permitiram decifrar os padrões escondidos em uma base de dados paleontológicos que reúne pouco mais de 1,2 milhão de registros, referentes a mais de 170 mil espécies. Foi possível visualizar pela primeira vez nos últimos 540 milhões de anos os períodos de explosão da vida, de extinção em massa e de intenso surgimento de novas espécies desencadeado por crises biológicas.

Traduzidos em diagramas, os resultados do novo estudo permitem identificar não apenas as cinco extinções em massa, mas também outros sete eventos de extinção de menor magnitude e quinze eventos de altíssimas taxas de aparecimento de novas espécies (a macroevolução). Além desses, dois eventos em que extinção e diversificação de espécies caminharam juntas são mostrados pela primeira vez com clareza.

Os padrões revelam um equilíbrio entre períodos de extinção em massa e de diversificação incrementada de espécies, com um contínuo de eventos separando esses dois extremos. Surpreendentemente, os resultados do trabalho indicam que os eventos de evolução acelerada da vida (aqueles com taxas incrementadas de mudanças adaptativas ou surgimento de novas espécies) não apresentam associação temporal com a maioria das extinções em massa que os precederam.

Muito pelo contrário, os padrões identificados indicam que a macroevolução pode ter efeitos destrutivos similares aos das grandes extinções em massa. Ao contrário do que se observa na dobradinha macroevolução/extinção, o papel da diversificação da vida na destruição de espécies seria promover maior competição, acarretando o desaparecimento de espécies menos adaptadas.

O quão disruptivo de fato será o novo estudo ainda descobriremos, pois essas conclusões com certeza serão alvo de escrutínio por parte de cientistas. O importante é que ele une duas tendências que vieram para ficar e que talvez fomentem avanços científicos sem precedência: de um lado, os recursos cognitivos ilimitados da inteligência artificial; de outro, o contraditório nos forçando a revisitar teorias já consolidadas.

(Adriana Alves. https://cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br/2021/05/16/a-inteligencia-artificial-desafia-a-evolucao/)

Em macroevoluçã, grafou-se corretamente o vocábulo em sua união com o elemento macro-.

A esse respeito, levando em conta as regras de emprego do hífen, assinale a alternativa com a grafia INCORRETA.

 

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A inteligência artificial

desafia a evolução

Em trabalho publicado na revista “Nature”, no apagar das luzes de 2020, cientistas japoneses e europeus combinaram inteligência artificial e registro de fósseis para desafiar uma das teorias mais aceitas da ciência: a evolução das espécies. Vale lembrar que esse conceito, o darwinismo, postula que a vida se modifica em resposta a mudanças ambientais e/ou vantagens evolutivas.

O surgimento da vida visível na Terra, há cerca de 540 milhões de anos, favoreceu a preservação fóssil de diferentes espécies. Foi o estudo desse registro que permitiu a identificação de cinco grandes extinções, bem como de inúmeros períodos de evolução acelerada das espécies, a chamada macroevolução. Curiosamente, a macroevolução parecia decorrer de eventos de extinção em massa e da desimpedida evolução das espécies sobreviventes.

Até o ano passado, confirmações dessa teoria ou hipóteses que a desafiavam se baseavam em estudos qualitativos, sujeitos a críticas, em parte por causa do caráter espacial e temporalmente irregular do registro de fósseis. Os resultados do novo estudo sugerem, no entanto, que não há relação temporal entre a diversificação da vida e eventos catastróficos anteriores. Mais do que isso: a macroevolução parece ser tão destrutiva quanto as extinções em massa.

As ferramentas de inteligência artificial empregadas no estudo permitiram decifrar os padrões escondidos em uma base de dados paleontológicos que reúne pouco mais de 1,2 milhão de registros, referentes a mais de 170 mil espécies. Foi possível visualizar pela primeira vez nos últimos 540 milhões de anos os períodos de explosão da vida, de extinção em massa e de intenso surgimento de novas espécies desencadeado por crises biológicas.

Traduzidos em diagramas, os resultados do novo estudo permitem identificar não apenas as cinco extinções em massa, mas também outros sete eventos de extinção de menor magnitude e quinze eventos de altíssimas taxas de aparecimento de novas espécies (a macroevolução). Além desses, dois eventos em que extinção e diversificação de espécies caminharam juntas são mostrados pela primeira vez com clareza.

Os padrões revelam um equilíbrio entre períodos de extinção em massa e de diversificação incrementada de espécies, com um contínuo de eventos separando esses dois extremos. Surpreendentemente, os resultados do trabalho indicam que os eventos de evolução acelerada da vida (aqueles com taxas incrementadas de mudanças adaptativas ou surgimento de novas espécies) não apresentam associação temporal com a maioria das extinções em massa que os precederam.

Muito pelo contrário, os padrões identificados indicam que a macroevolução pode ter efeitos destrutivos similares aos das grandes extinções em massa. Ao contrário do que se observa na dobradinha macroevolução/extinção, o papel da diversificação da vida na destruição de espécies seria promover maior competição, acarretando o desaparecimento de espécies menos adaptadas.

O quão disruptivo de fato será o novo estudo ainda descobriremos, pois essas conclusões com certeza serão alvo de escrutínio por parte de cientistas. O importante é que ele une duas tendências que vieram para ficar e que talvez fomentem avanços científicos sem precedência: de um lado, os recursos cognitivos ilimitados da inteligência artificial; de outro, o contraditório nos forçando a revisitar teorias já consolidadas.

(Adriana Alves. https://cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br/2021/05/16/a-inteligencia-artificial-desafia-a-evolucao/)

O surgimento da vida visível na Terra, há cerca de 540 milhões de anos, favoreceu a preservação fóssil de diferentes espécies.

No período acima, foi empregada corretamente a forma “há cerca de”, que facilmente se confunde com seus homônimos. A esse respeito, assinale a alternativa em que tenha havido ERRO no uso da expressão.

 

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Leia o texto a seguir:

A inteligência artificial

desafia a evolução

Em trabalho publicado na revista “Nature”, no apagar das luzes de 2020, cientistas japoneses e europeus combinaram inteligência artificial e registro de fósseis para desafiar uma das teorias maisA) aceitas da ciência: a evolução das espécies. Vale lembrar que esse conceito, o darwinismo, postula que a vida se modifica em resposta a mudanças ambientais e/ou vantagens evolutivas.

O surgimento da vida visível na Terra, há cerca de 540 milhões de anos, favoreceu a preservação fóssil de diferentes espécies. Foi o estudo desse registro que permitiu a identificação de cinco grandes extinções, bem como de inúmeros períodos de evolução acelerada das espécies, a chamada macroevolução. Curiosamente, a macroevolução parecia decorrer de eventos de extinção em massa e da desimpedida evolução das espéciesB) sobreviventes.

Até o ano passado, confirmações dessa teoria ou hipóteses que a desafiavam se baseavam em estudos qualitativos, sujeitos a críticasC), em parte por causa do caráter espacialD) e temporalmente irregular do registro de fósseis. Os resultados do novo estudo sugerem, no entanto, que não há relação temporal entre a diversificação da vida e eventos catastróficos anteriores. Mais do que isso: a macroevolução parece ser tão destrutiva quanto as extinções em massa.

As ferramentas de inteligência artificial empregadas no estudo permitiram decifrar os padrões escondidos em uma base de dados paleontológicos que reúne pouco mais de 1,2 milhão de registros, referentes a mais de 170 mil espécies. Foi possível visualizar pela primeira vez nos últimos 540 milhões de anos os períodos de explosão da vida, de extinção em massa e de intenso surgimento de novas espécies desencadeado por crises biológicas.

Traduzidos em diagramas, os resultados do novo estudo permitem identificar não apenas as cincoE) extinções em massa, mas também outros sete eventos de extinção de menor magnitude e quinze eventos de altíssimas taxas de aparecimento de novas espécies (a macroevolução). Além desses, dois eventos em que extinção e diversificação de espécies caminharam juntas são mostrados pela primeira vez com clareza.

Os padrões revelam um equilíbrio entre períodos de extinção em massa e de diversificação incrementada de espécies, com um contínuo de eventos separando esses dois extremos. Surpreendentemente, os resultados do trabalho indicam que os eventos de evolução acelerada da vida (aqueles com taxas incrementadas de mudanças adaptativas ou surgimento de novas espécies) não apresentam associação temporal com a maioria das extinções em massa que os precederam.

Muito pelo contrário, os padrões identificados indicam que a macroevolução pode ter efeitos destrutivos similares aos das grandes extinções em massa. Ao contrário do que se observa na dobradinha macroevolução/extinção, o papel da diversificação da vida na destruição de espécies seria promover maior competição, acarretando o desaparecimento de espécies menos adaptadas.

O quão disruptivo de fato será o novo estudo ainda descobriremos, pois essas conclusões com certeza serão alvo de escrutínio por parte de cientistas. O importante é que ele une duas tendências que vieram para ficar e que talvez fomentem avanços científicos sem precedência: de um lado, os recursos cognitivos ilimitados da inteligência artificial; de outro, o contraditório nos forçando a revisitar teorias já consolidadas.

(Adriana Alves. https://cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br/2021/05/16/a-inteligencia-artificial-desafia-a-evolucao/)

Assinale a alternativa em que o termo indicado exerça, no texto, papel adjetivo.

 

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A inteligência artificial

desafia a evolução

Em trabalho publicado na revista “Nature”, no apagar das luzes de 2020, cientistas japoneses e europeus combinaram inteligência artificial e registro de fósseis para desafiar uma das teorias mais aceitas da ciência: a evolução das espécies. Vale lembrar que esse conceito, o darwinismo, postula que a vida se modifica em resposta a mudanças ambientais e/ou vantagens evolutivas.

O surgimento da vida visível na Terra, há cerca de 540 milhões de anos, favoreceu a preservação fóssil de diferentes espécies. Foi o estudo desse registroA) que permitiu a identificação de cinco grandes extinções, bem como de inúmeros períodos de evolução acelerada das espécies, a chamada macroevolução. Curiosamente, a macroevolução parecia decorrer de eventos de extinção em massaB) e da desimpedida evolução das espécies sobreviventes.

Até o ano passado, confirmações dessa teoria ou hipóteses que a desafiavam se baseavam em estudos qualitativos, sujeitos a críticas, em parte por causa do caráter espacial e temporalmente irregular do registro de fósseis. Os resultados do novo estudo sugerem, no entanto, que não há relação temporal entre a diversificação da vida e eventos catastróficos anteriores. Mais do que isso: a macroevolução parece ser tão destrutiva quanto as extinções em massa.

As ferramentas de inteligência artificial empregadas no estudo permitiram decifrar os padrões escondidos em uma base de dados paleontológicos que reúne pouco mais de 1,2 milhão de registros, referentes a mais de 170 mil espécies. Foi possível visualizar pela primeira vez nos últimos 540 milhões de anos os períodos de explosão da vida, de extinção em massa e de intenso surgimento de novas espécies desencadeado por crises biológicas.

Traduzidos em diagramasD), os resultados do novo estudo permitem identificar não apenas as cinco extinções em massa, mas também outros sete eventos de extinção de menor magnitude e quinze eventos de altíssimas taxas de aparecimento de novas espécies (a macroevolução). Além desses, dois eventos em que extinção e diversificação de espécies caminharam juntas são mostrados pela primeira vez com clareza.

Os padrões revelam um equilíbrio entre períodos de extinção em massa e de diversificação incrementada de espécies, com um contínuo de eventos separando esses dois extremos. Surpreendentemente, os resultados do trabalho indicam que os eventos de evolução acelerada da vida (aqueles com taxas incrementadas de mudanças adaptativas ou surgimento de novas espécies) não apresentam associação temporal com a maioria das extinções em massa que os precederam.

Muito pelo contrário, os padrões identificados indicam que a macroevolução pode ter efeitos destrutivosC) similares aos das grandes extinções em massa. Ao contrário do que se observa na dobradinha macroevolução/extinção, o papel da diversificação da vida na destruição de espécies seria promover maior competição, acarretando o desaparecimento de espécies menos adaptadas.

O quão disruptivo de fato será o novo estudo ainda descobriremos, pois essas conclusões com certeza serão alvo de escrutínio por parte de cientistasE). O importante é que ele une duas tendências que vieram para ficar e que talvez fomentem avanços científicos sem precedência: de um lado, os recursos cognitivos ilimitados da inteligência artificial; de outro, o contraditório nos forçando a revisitar teorias já consolidadas.

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Assinale a alternativa em que o segmento indicado, no texto, tenha natureza de voz passiva.

 

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Em trabalho publicado na revista “Nature”, no apagar das luzes de 2020, cientistas japoneses e europeus combinaram inteligência artificial e registro de fósseis para desafiar uma das teoriasA) mais aceitas da ciência: a evolução das espécies. Vale lembrar que esse conceitoB), o darwinismo, postula que a vida se modifica em resposta a mudanças ambientais e/ou vantagens evolutivas.

O surgimento da vida visível na Terra, há cerca de 540 milhões de anos, favoreceu a preservação fóssil de diferentes espécies. Foi o estudo desse registroC) que permitiu a identificação de cinco grandes extinções, bem como de inúmeros períodos de evolução acelerada das espécies, a chamada macroevolução. Curiosamente, a macroevolução parecia decorrer de eventos de extinção em massa e da desimpedida evolução das espécies sobreviventes.

Até o ano passado, confirmações dessa teoria ou hipóteses que a desafiavam se baseavam em estudos qualitativos, sujeitos a críticas, em parte por causa do caráter espacial e temporalmente irregular do registro de fósseis. Os resultados do novo estudo sugerem, no entanto, que não há relação temporal entre a diversificação da vida e eventos catastróficos anteriores. Mais do que isso: a macroevolução parece ser tão destrutiva quanto as extinções em massa.

As ferramentas de inteligência artificial empregadas no estudo permitiram decifrar os padrões escondidos em uma base de dados paleontológicos que reúne pouco mais de 1,2 milhão de registros, referentes a mais de 170 mil espécies. Foi possível visualizar pela primeira vez nos últimos 540 milhões de anos os períodos de explosão da vida, de extinção em massa e de intenso surgimento de novas espécies desencadeado por crises biológicas.

Traduzidos em diagramas, os resultados do novo estudoD) permitem identificar não apenas as cinco extinções em massa, mas também outros sete eventos de extinção de menor magnitude e quinze eventos de altíssimas taxas de aparecimento de novas espécies (a macroevolução). Além desses, dois eventos em que extinção e diversificação de espécies caminharam juntas são mostrados pela primeira vez com clareza.

Os padrões revelam um equilíbrio entre períodos de extinção em massa e de diversificação incrementada de espécies, com um contínuo de eventos separando esses dois extremosE). Surpreendentemente, os resultados do trabalho indicam que os eventos de evolução acelerada da vida (aqueles com taxas incrementadas de mudanças adaptativas ou surgimento de novas espécies) não apresentam associação temporal com a maioria das extinções em massa que os precederam.

Muito pelo contrário, os padrões identificados indicam que a macroevolução pode ter efeitos destrutivos similares aos das grandes extinções em massa. Ao contrário do que se observa na dobradinha macroevolução/extinção, o papel da diversificação da vida na destruição de espécies seria promover maior competição, acarretando o desaparecimento de espécies menos adaptadas.

O quão disruptivo de fato será o novo estudo ainda descobriremos, pois essas conclusões com certeza serão alvo de escrutínio por parte de cientistas. O importante é que ele une duas tendências que vieram para ficar e que talvez fomentem avanços científicos sem precedência: de um lado, os recursos cognitivos ilimitados da inteligência artificial; de outro, o contraditório nos forçando a revisitar teorias já consolidadas.

(Adriana Alves. https://cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br/2021/05/16/a-inteligencia-artificial-desafia-a-evolucao/)

Assinale a alternativa em que o termo indicado, de acordo com a sua estrutura de coesão, NÃO exerça, no texto, papel anafórico.

 

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A inteligência artificial

desafia a evolução

Em trabalho publicado na revista “Nature”, no apagar das luzes de 2020, cientistas japoneses e europeus combinaram inteligência artificial e registro de fósseis para desafiar uma das teorias mais aceitas da ciência: a evolução das espécies. Vale lembrar que esse conceito, o darwinismo, postula que a vida se modifica em resposta a mudanças ambientais e/ou vantagens evolutivasA).

O surgimento da vida visível na Terra, há cerca de 540 milhões de anos, favoreceu a preservação fóssil de diferentes espécies. Foi o estudo desse registro que permitiu a identificação de cinco grandes extinçõesB), bem como de inúmeros períodos de evolução acelerada das espécies, a chamada macroevolução. Curiosamente, a macroevolução parecia decorrer de eventos de extinção em massa e da desimpedida evolução das espécies sobreviventes.

Até o ano passado, confirmações dessa teoria ou hipóteses que a desafiavam se baseavam em estudos qualitativos, sujeitos a críticas, em parte por causa do caráter espacial e temporalmente irregular do registro de fósseis. Os resultados do novo estudo sugerem, no entanto, que não há relação temporal entre a diversificação da vida e eventos catastróficos anterioresC). Mais do que isso: a macroevolução parece ser tão destrutiva quanto as extinções em massa.

As ferramentas de inteligência artificial empregadas no estudo permitiram decifrar os padrões escondidos em uma base de dados paleontológicos que reúne pouco mais de 1,2 milhão de registros, referentes a mais de 170 mil espécies. Foi possível visualizar pela primeira vez nos últimos 540 milhões de anos os períodos de explosão da vida, de extinção em massa e de intenso surgimento de novas espécies desencadeado por crises biológicas.

Traduzidos em diagramas, os resultados do novo estudo permitem identificar não apenas as cinco extinções em massa, mas também outros sete eventos de extinção de menor magnitude e quinze eventos de altíssimas taxas de aparecimento de novas espécies (a macroevolução). Além desses, dois eventos em que extinção e diversificação de espécies caminharam juntas são mostrados pela primeira vez com clareza.

Os padrões revelam um equilíbrio entre períodos de extinção em massa e de diversificação incrementada de espécies, com um contínuo de eventos separando esses dois extremos. Surpreendentemente, os resultados do trabalho indicam que os eventos de evolução acelerada da vidaD) (aqueles com taxas incrementadas de mudanças adaptativas ou surgimento de novas espécies) não apresentam associação temporal com a maioria das extinções em massa que os precederam.

Muito pelo contrário, os padrões identificados indicam que a macroevolução pode ter efeitos destrutivos similares aos das grandes extinções em massa. Ao contrário do que se observa na dobradinha macroevolução/extinção, o papel da diversificação da vida na destruição de espécies seria promover maior competição, acarretando o desaparecimento de espécies menos adaptadas.

O quão disruptivo de fato será o novo estudo ainda descobriremos, pois essas conclusões com certeza serão alvo de escrutínio por parte de cientistas. O importante é que ele une duas tendências que vieram para ficarE) e que talvez fomentem avanços científicos sem precedência: de um lado, os recursos cognitivos ilimitados da inteligência artificial; de outro, o contraditório nos forçando a revisitar teorias já consolidadas.

(Adriana Alves. https://cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br/2021/05/16/a-inteligencia-artificial-desafia-a-evolucao/)

Assinale a alternativa em que o QUE exerça papel DISTINTO do dos demais.

 

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