Foram encontradas 120 questões.
Com relação ao gerenciamento da informação e à gestão de documentos, julgue o item.
Os documentos são transferidos do arquivo corrente para o intermediário em decorrência da perda da frequência de sua utilização e da subsequente perda do valor primário para a organização.
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No que se refere às tipologias documentais e aos suportes físicos, julgue o item.
Recomenda-se que os documentos sejam conservados em ambiente com iluminação natural na área de armazenamento.
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No que se refere às tipologias documentais e aos suportes físicos, julgue o item.
Entre os métodos de restauração, o banho de gelatina pode ser aplicado nos documentos para aumentar sua durabilidade.
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A pandemia causada pelo novo coronavírus deixará profundas sequelas em todos os setores da sociedade e algumas pessoas sofrerão ainda mais: aquelas que abusam das drogas. Nos meses de isolamento social, hospitais de diversas regiões do País testemunharam um triste fenômeno. Dados do Ministério da Saúde mostram que, nas redes credenciadas pelo Sistema Único de Saúde, o socorro por uso de alucinógenos cresceu 54% de março a junho de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Sob qualquer ângulo observado, trata-se de um avanço espantoso. Na história recente, raras foram as vezes em que aumentos dessa magnitude foram registrados, o que surpreendeu inclusive profissionais de saúde.
Não é só. As ocorrências por uso excessivo de sedativos subiram 50% em idêntico período. A tendência é mundial. Nos Estados Unidos, os casos de overdose avançaram 42% em maio de 2020, em comparação com o mesmo mês de 2019. Outro estudo, dessa vez realizado em diversos países, inclusive no Brasil, detectou que o consumo de maconha cresceu 36% no primeiro semestre de 2020. Os números, já alarmantes, tendem a ser ainda maiores. Segundo Nivio Nascimento, porta-voz do escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes no Brasil, usuários de drogas podem inclusive ter deixado de procurar os serviços de saúde por receio de contaminação.
Diversas razões explicam a disparada do uso de drogas durante a pandemia. A primeira delas é óbvia: a depressão desencadeada pela crise de saúde mais traumática a permear a humanidade em pelo menos um século. A obrigação de ficar recluso por períodos longos, a perda do emprego, a queda da renda familiar, as brutais incertezas sobre o futuro e o medo de adoecer e de morrer não só causam uma natural angústia como levam muita gente ao desespero. “Os sentimentos ruins trazidos pelo isolamento certamente podem levar ao aumento da busca por substâncias entorpecentes”, reforça Clarissa Corradi-Webster, professora de psicologia da Universidade de São Paulo e pesquisadora do tema.
A história ensina que, nos momentos de grande aflição, a tendência é sempre essa. Foi assim na crise de 2008 nos Estados Unidos, quando milhões de indivíduos perderam o emprego. À época, as autoridades notaram a intensa procura por substâncias químicas que pudessem fazer com que as pessoas esquecessem as dificuldades impostas pelo declínio econômico.
Fenômeno idêntico foi observado após os atentados de 11 de setembro de 2001. Segundo um relatório produzido pela Organização Mundial da Saúde, as elevadas taxas de estresse associadas a acontecimentos catastróficos, como, por exemplo, a pandemia do coronavírus, induzem muitos ao uso abusivo de álcool e drogas e, nos casos mais dramáticos, ao comportamento suicida.
Internet: <https://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Julgue o item em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos.
O texto consiste em uma narrativa cronológica da história recente da humanidade – de 2001 ao momento atual – que comprova o aumento expressivo de casos de abuso de drogas durante a ocorrência de acontecimentos catastróficos.
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A pandemia causada pelo novo coronavírus deixará profundas sequelas em todos os setores da sociedade e algumas pessoas sofrerão ainda mais: aquelas que abusam das drogas. Nos meses de isolamento social, hospitais de diversas regiões do País testemunharam um triste fenômeno. Dados do Ministério da Saúde mostram que, nas redes credenciadas pelo Sistema Único de Saúde, o socorro por uso de alucinógenos cresceu 54% de março a junho de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Sob qualquer ângulo observado, trata-se de um avanço espantoso. Na história recente, raras foram as vezes em que aumentos dessa magnitude foram registrados, o que surpreendeu inclusive profissionais de saúde.
Não é só. As ocorrências por uso excessivo de sedativos subiram 50% em idêntico período. A tendência é mundial. Nos Estados Unidos, os casos de overdose avançaram 42% em maio de 2020, em comparação com o mesmo mês de 2019. Outro estudo, dessa vez realizado em diversos países, inclusive no Brasil, detectou que o consumo de maconha cresceu 36% no primeiro semestre de 2020. Os números, já alarmantes, tendem a ser ainda maiores. Segundo Nivio Nascimento, porta-voz do escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes no Brasil, usuários de drogas podem inclusive ter deixado de procurar os serviços de saúde por receio de contaminação.
Diversas razões explicam a disparada do uso de drogas durante a pandemia. A primeira delas é óbvia: a depressão desencadeada pela crise de saúde mais traumática a permear a humanidade em pelo menos um século. A obrigação de ficar recluso por períodos longos, a perda do emprego, a queda da renda familiar, as brutais incertezas sobre o futuro e o medo de adoecer e de morrer não só causam uma natural angústia como levam muita gente ao desespero. “Os sentimentos ruins trazidos pelo isolamento certamente podem levar ao aumento da busca por substâncias entorpecentes”, reforça Clarissa Corradi-Webster, professora de psicologia da Universidade de São Paulo e pesquisadora do tema.
A história ensina que, nos momentos de grande aflição, a tendência é sempre essa. Foi assim na crise de 2008 nos Estados Unidos, quando milhões de indivíduos perderam o emprego. À época, as autoridades notaram a intensa procura por substâncias químicas que pudessem fazer com que as pessoas esquecessem as dificuldades impostas pelo declínio econômico.
Fenômeno idêntico foi observado após os atentados de 11 de setembro de 2001. Segundo um relatório produzido pela Organização Mundial da Saúde, as elevadas taxas de estresse associadas a acontecimentos catastróficos, como, por exemplo, a pandemia do coronavírus, induzem muitos ao uso abusivo de álcool e drogas e, nos casos mais dramáticos, ao comportamento suicida.
Internet: <https://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Julgue o item em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos.
No período “Sob qualquer ângulo observado, trata-se de um avanço espantoso”, o sujeito da oração está posposto ao verbo.
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A pandemia causada pelo novo coronavírus deixará profundas sequelas em todos os setores da sociedade e algumas pessoas sofrerão ainda mais: aquelas que abusam das drogas. Nos meses de isolamento social, hospitais de diversas regiões do País testemunharam um triste fenômeno. Dados do Ministério da Saúde mostram que, nas redes credenciadas pelo Sistema Único de Saúde, o socorro por uso de alucinógenos cresceu 54% de março a junho de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Sob qualquer ângulo observado, trata-se de um avanço espantoso. Na história recente, raras foram as vezes em que aumentos dessa magnitude foram registrados, o que surpreendeu inclusive profissionais de saúde.
Não é só. As ocorrências por uso excessivo de sedativos subiram 50% em idêntico período. A tendência é mundial. Nos Estados Unidos, os casos de overdose avançaram 42% em maio de 2020, em comparação com o mesmo mês de 2019. Outro estudo, dessa vez realizado em diversos países, inclusive no Brasil, detectou que o consumo de maconha cresceu 36% no primeiro semestre de 2020. Os números, já alarmantes, tendem a ser ainda maiores. Segundo Nivio Nascimento, porta-voz do escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes no Brasil, usuários de drogas podem inclusive ter deixado de procurar os serviços de saúde por receio de contaminação.
Diversas razões explicam a disparada do uso de drogas durante a pandemia. A primeira delas é óbvia: a depressão desencadeada pela crise de saúde mais traumática a permear a humanidade em pelo menos um século. A obrigação de ficar recluso por períodos longos, a perda do emprego, a queda da renda familiar, as brutais incertezas sobre o futuro e o medo de adoecer e de morrer não só causam uma natural angústia como levam muita gente ao desespero. “Os sentimentos ruins trazidos pelo isolamento certamente podem levar ao aumento da busca por substâncias entorpecentes”, reforça Clarissa Corradi-Webster, professora de psicologia da Universidade de São Paulo e pesquisadora do tema.
A história ensina que, nos momentos de grande aflição, a tendência é sempre essa. Foi assim na crise de 2008 nos Estados Unidos, quando milhões de indivíduos perderam o emprego. À época, as autoridades notaram a intensa procura por substâncias químicas que pudessem fazer com que as pessoas esquecessem as dificuldades impostas pelo declínio econômico.
Fenômeno idêntico foi observado após os atentados de 11 de setembro de 2001. Segundo um relatório produzido pela Organização Mundial da Saúde, as elevadas taxas de estresse associadas a acontecimentos catastróficos, como, por exemplo, a pandemia do coronavírus, induzem muitos ao uso abusivo de álcool e drogas e, nos casos mais dramáticos, ao comportamento suicida.
Internet: <https://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Julgue o item em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos.
Estaria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserida, a título de destaque, uma vírgula após o termo “inclusive”.
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A pandemia causada pelo novo coronavírus deixará profundas sequelas em todos os setores da sociedade e algumas pessoas sofrerão ainda mais: aquelas que abusam das drogas. Nos meses de isolamento social, hospitais de diversas regiões do País testemunharam um triste fenômeno. Dados do Ministério da Saúde mostram que, nas redes credenciadas pelo Sistema Único de Saúde, o socorro por uso de alucinógenos cresceu 54% de março a junho de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Sob qualquer ângulo observado, trata-se de um avanço espantoso. Na história recente, raras foram as vezes em que aumentos dessa magnitude foram registrados, o que surpreendeu inclusive profissionais de saúde.
Não é só. As ocorrências por uso excessivo de sedativos subiram 50% em idêntico período. A tendência é mundial. Nos Estados Unidos, os casos de overdose avançaram 42% em maio de 2020, em comparação com o mesmo mês de 2019. Outro estudo, dessa vez realizado em diversos países, inclusive no Brasil, detectou que o consumo de maconha cresceu 36% no primeiro semestre de 2020. Os números, já alarmantes, tendem a ser ainda maiores. Segundo Nivio Nascimento, porta-voz do escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes no Brasil, usuários de drogas podem inclusive ter deixado de procurar os serviços de saúde por receio de contaminação.
Diversas razões explicam a disparada do uso de drogas durante a pandemia. A primeira delas é óbvia: a depressão desencadeada pela crise de saúde mais traumática a permear a humanidade em pelo menos um século. A obrigação de ficar recluso por períodos longos, a perda do emprego, a queda da renda familiar, as brutais incertezas sobre o futuro e o medo de adoecer e de morrer não só causam uma natural angústia como levam muita gente ao desespero. “Os sentimentos ruins trazidos pelo isolamento certamente podem levar ao aumento da busca por substâncias entorpecentes”, reforça Clarissa Corradi-Webster, professora de psicologia da Universidade de São Paulo e pesquisadora do tema.
A história ensina que, nos momentos de grande aflição, a tendência é sempre essa. Foi assim na crise de 2008 nos Estados Unidos, quando milhões de indivíduos perderam o emprego. À época, as autoridades notaram a intensa procura por substâncias químicas que pudessem fazer com que as pessoas esquecessem as dificuldades impostas pelo declínio econômico.
Fenômeno idêntico foi observado após os atentados de 11 de setembro de 2001. Segundo um relatório produzido pela Organização Mundial da Saúde, as elevadas taxas de estresse associadas a acontecimentos catastróficos, como, por exemplo, a pandemia do coronavírus, induzem muitos ao uso abusivo de álcool e drogas e, nos casos mais dramáticos, ao comportamento suicida.
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Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“a permear” por que vêm permeando
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A pandemia causada pelo novo coronavírus deixará profundas sequelas em todos os setores da sociedade e algumas pessoas sofrerão ainda mais: aquelas que abusam das drogas. Nos meses de isolamento social, hospitais de diversas regiões do País testemunharam um triste fenômeno. Dados do Ministério da Saúde mostram que, nas redes credenciadas pelo Sistema Único de Saúde, o socorro por uso de alucinógenos cresceu 54% de março a junho de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Sob qualquer ângulo observado, trata-se de um avanço espantoso. Na história recente, raras foram as vezes em que aumentos dessa magnitude foram registrados, o que surpreendeu inclusive profissionais de saúde.
Não é só. As ocorrências por uso excessivo de sedativos subiram 50% em idêntico período. A tendência é mundial. Nos Estados Unidos, os casos de overdose avançaram 42% em maio de 2020, em comparação com o mesmo mês de 2019. Outro estudo, dessa vez realizado em diversos países, inclusive no Brasil, detectou que o consumo de maconha cresceu 36% no primeiro semestre de 2020. Os números, já alarmantes, tendem a ser ainda maiores. Segundo Nivio Nascimento, porta-voz do escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes no Brasil, usuários de drogas podem inclusive ter deixado de procurar os serviços de saúde por receio de contaminação.
Diversas razões explicam a disparada do uso de drogas durante a pandemia. A primeira delas é óbvia: a depressão desencadeada pela crise de saúde mais traumática a permear a humanidade em pelo menos um século. A obrigação de ficar recluso por períodos longos, a perda do emprego, a queda da renda familiar, as brutais incertezas sobre o futuro e o medo de adoecer e de morrer não só causam uma natural angústia como levam muita gente ao desespero. “Os sentimentos ruins trazidos pelo isolamento certamente podem levar ao aumento da busca por substâncias entorpecentes”, reforça Clarissa Corradi-Webster, professora de psicologia da Universidade de São Paulo e pesquisadora do tema.
A história ensina que, nos momentos de grande aflição, a tendência é sempre essa. Foi assim na crise de 2008 nos Estados Unidos, quando milhões de indivíduos perderam o emprego. À época, as autoridades notaram a intensa procura por substâncias químicas que pudessem fazer com que as pessoas esquecessem as dificuldades impostas pelo declínio econômico.
Fenômeno idêntico foi observado após os atentados de 11 de setembro de 2001. Segundo um relatório produzido pela Organização Mundial da Saúde, as elevadas taxas de estresse associadas a acontecimentos catastróficos, como, por exemplo, a pandemia do coronavírus, induzem muitos ao uso abusivo de álcool e drogas e, nos casos mais dramáticos, ao comportamento suicida.
Internet: <https://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“ao comportamento suicida” por à prática do suicídio
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Quanto às relações humanas e interpessoais, julgue o item.
De acordo com Herzberg, as atividades desafiadoras e estimulantes do cargo desempenhado pela pessoa são exemplos de fatores higiênicos.
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Quanto às relações humanas e interpessoais, julgue o item.
Conforme a hierarquia das necessidades de Maslow, estabilidade, busca de proteção contra ameaças ou privação e fuga do perigo são elementos que caracterizam as necessidades de segurança.
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