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Foram encontradas 40 questões.

2522391 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
No que tange ao atendimento ao público, considere:
I. Os órgãos e as entidades do Poder Executivo Federal deverão utilizar ferramenta de pesquisa de satisfação dos usuários dos seus serviços, disponível no Portal de Serviços do Governo Federal, e utilizar os resultados como subsídio relevante para reorientar e ajustar os serviços prestados.
II. As exigências necessárias para o requerimento serão feitas desde logo e de uma só vez ao interessado, justificando-se exigência posterior apenas em caso de dúvida superveniente.
III. Não será exigida prova de fato já comprovado pela apresentação de outro documento válido.
IV. Para complementar informações ou solicitar esclarecimentos, a comunicação entre o órgão ou entidade e o interessado poderá ser feita por qualquer meio, inclusive comunicação verbal, direta ou telefônica, correspondência, telegrama, fax ou correio eletrônico, registrando-se a circunstância no processo, caso necessário.
Está correto o que se afirma apenas em:
 

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2521028 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
O reconhecimento da validade dos atos praticados por funcionário irregularmente investido em cargo na Administração Púbica, sob o fundamento de que os atos são do órgão e não do agente público, é uma decorrência do princípio da:
 

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2520784 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Quanto custa um pôr-de-sol?
Leonardo Boff
Um grande empresário americano, estando em Roma, quis mostrar 1 ao filho a beleza de um pôr2 de-sol nas colinas de Castelgandolfo. Antes de se postarem num bom ângulo, o filho perguntou ao pai: "pai, onde se paga?" Esta pergunta revela a estrutura da sociedade dominante, assentada sobre a economia e o mercado. Nela para tudo se paga - também um pôr-de-sol - tudo se vende e tudo se compra.
Ela operou, segundo notou ainda em 1944 o economista norte-americano Polanyi, a grande transformação ao conferir valor econômico a tudo. As relações humanas se transformaram em transações comerciais e tudo, tudo mesmo, do sexo à Santíssima Trindade, vira mercadoria e chance de lucro.
Se quisermos qualificá-la, diríamos que esta é uma sociedade produtivista, consumista e materialista. É produtivista porque explora todos os recursos e serviços naturais visando o lucro e não a preservação da natureza. É consumista porque se não houver consumo cada vez maior não há também produção nem lucro. É materialista, pois sua centralidade é produzir e consumir coisas materiais e não espirituais como a cooperação e o cuidado. Está mais interessada no crescimento quantitativo – comoganhar mais – do que no desenvolvimento qualitativo – como viver melhor com menos – em harmonia com a natureza, com equidade social e sustentabilidade sócio-ecológica.
Cabe insistir no óbvio: não há dinheiro que pague um pôr-de-sol. Não se compra na bolsa a lua cheia “que sabe de mi largo caminar.” A felicidade, a amizade, a lealdade e o amor não estão à venda nos shoppings. Quem pode viver sem esses intangíveis? Aqui não funciona a lógica do interesse, mas da gratuidade, não a utilidade prática, mas o valor intrínseco da natureza, da ridente paisagem, do carinho entre dois enamorados. Nisso reside a felicidade humana.
O insuspeito Daniel Soros, o grande especulador das bolsas mundiais, confessa em seu livro A crise do capitalismo (1999): ”uma sociedade baseada em transações solapa os valores sociais; estes expressam um interesse pelos outros; pressupõem que o indivíduo pertence a uma comunidade, seja uma família, uma tribo, uma nação ou a humanidade, cujos interesses têm preferência em relação aos interesses individuais. Mas uma economia de mercado é tudo menos uma comunidade. Todos devem cuidar dos seus próprios interesses... e maximizar seus lucros, com exclusão de qualquer outra consideração” (p. 120 e 87).
Uma sociedade que decide organizar-se sem uma ética mínima, altruísta e respeitosa da natureza, está traçando o caminho de sua própria autodestruição. Então, não causa admiração o fato de termos chegado aonde chegamos, ao aquecimento global e à aterradora devastação da natureza, com ameaças de extinção de vastas porções da biosfera e, no termo, até da espécie humana.
Suspeito que, se não quebrarmos o paradigma produtivista/consumista/materialista, poderemos encontrar pela frente a escuridão. Devemos tentar ser, pelo menos um pouco, como a rosa, cantada pelo místico poeta Angelus Silesius (+1677): “a rosa é sem porquê: floresce por florescer, não cuida de si mesma nem pede para ser olhada” (aforismo 289). Essa gratuidade é uma das pilastras do novo paradigma.
LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÕES DE 1 A 10 IN: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/blogs/leonardo_boff/
Identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.
O texto evidencia
( ) as bases em que se assenta a sociedade na qual está inserido o homem contemporâneo.
( ) o consumismo como o eixo gerador da supervalorização do capital e do consequente materialismo visível no mundo moderno.
( ) a necessidade de resgate dos valores sociais perdidos ao longo do tempo, sem os quais o ser humano se sente incompleto e insatisfeito.
( ) a ausência de ética no relacionamento do homem com a natureza, além do individualismo que destrói a essência das relações interpessoais.
( ) a indispensabilidade da busca de redenção do homem através de atos em que a gratuidade seja marca registrada, permitindo-lhe um novo florescer.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a:
 

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2519507 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Acerca das empresas públicas, é correto afirmar que:
 

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2519267 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Quanto custa um pôr-de-sol?
Leonardo Boff
Um grande empresário americano, estando em Roma, quis mostrar 1 ao filho a beleza de um pôr2 de-sol nas colinas de Castelgandolfo. Antes de se postarem num bom ângulo, o filho perguntou ao pai: "pai, onde se paga?" Esta pergunta revela a estrutura da sociedade dominante, assentada sobre a economia e o mercado. Nela para tudo se paga - também um pôr-de-sol - tudo se vende e tudo se compra.
Ela operou, segundo notou ainda em 1944 o economista norte-americano Polanyi, a grande transformação ao conferir valor econômico a tudo. As relações humanas se transformaram em transações comerciais e tudo, tudo mesmo, do sexo à Santíssima Trindade, vira mercadoria e chance de lucro.
Se quisermos qualificá-la, diríamos que esta é uma sociedade produtivista, consumista e materialista. É produtivista porque explora todos os recursos e serviços naturais visando o lucro e não a preservação da natureza. É consumista porque se não houver consumo cada vez maior não há também produção nem lucro. É materialista, pois sua centralidade é produzir e consumir coisas materiais e não espirituais como a cooperação e o cuidado. Está mais interessada no crescimento quantitativo – comoganhar mais – do que no desenvolvimento qualitativo – como viver melhor com menos – em harmonia com a natureza, com equidade social e sustentabilidade sócio-ecológica.
Cabe insistir no óbvio: não há dinheiro que pague um pôr-de-sol. Não se compra na bolsa a lua cheia “que sabe de mi largo caminar.” A felicidade, a amizade, a lealdade e o amor não estão à venda nos shoppings. Quem pode viver sem esses intangíveis? Aqui não funciona a lógica do interesse, mas da gratuidade, não a utilidade prática, mas o valor intrínseco da natureza, da ridente paisagem, do carinho entre dois enamorados. Nisso reside a felicidade humana.
O insuspeito Daniel Soros, o grande especulador das bolsas mundiais, confessa em seu livro A crise do capitalismo (1999): ”uma sociedade baseada em transações solapa os valores sociais; estes expressam um interesse pelos outros; pressupõem que o indivíduo pertence a uma comunidade, seja uma família, uma tribo, uma nação ou a humanidade, cujos interesses têm preferência em relação aos interesses individuais. Mas uma economia de mercado é tudo menos uma comunidade. Todos devem cuidar dos seus próprios interesses... e maximizar seus lucros, com exclusão de qualquer outra consideração” (p. 120 e 87).
Uma sociedade que decide organizar-se sem uma ética mínima, altruísta e respeitosa da natureza, está traçando o caminho de sua própria autodestruição. Então, não causa admiração o fato de termos chegado aonde chegamos, ao aquecimento global e à aterradora devastação da natureza, com ameaças de extinção de vastas porções da biosfera e, no termo, até da espécie humana.
Suspeito que, se não quebrarmos o paradigma produtivista/consumista/materialista, poderemos encontrar pela frente a escuridão. Devemos tentar ser, pelo menos um pouco, como a rosa, cantada pelo místico poeta Angelus Silesius (+1677): “a rosa é sem porquê: floresce por florescer, não cuida de si mesma nem pede para ser olhada” (aforismo 289). Essa gratuidade é uma das pilastras do novo paradigma.
LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÕES DE 1 A 10 IN: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/blogs/leonardo_boff/
Sobre o texto, é verdadeiro o que se afirma em
 

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2519136 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
No que tange as espécies de atos administrativos, é correto afirmar que os atos que visam a disciplinar o funcionamento da Administração e a conduta funcional de seus agentes podem ser classificados como:
 

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2518920 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
No que tange a liderança, acerca da Teoria do Comportamento, é corretor afirmar que o líder que controla rigidamente seus funcionários e centraliza as decisões é denominado como:
 

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2518788 Ano: 2016
Disciplina: Direito Penal
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
Assinale a alternativa correta que indica o crime descrito pela conduta típica: “Revelar alguém, sem justa causa, segredo, de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa produzir dano a outrem”:
 

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2518446 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
De acordo com a Lei n. 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, é correto afirmar que:
 

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2517758 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMA
Orgão: CREF-15
No que se refere à anulação e revogação do ato administrativo pela Administração Pública, é correto afirmar que:
 

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