Foram encontradas 170 questões.
Considere a música abaixo.
...Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...
A música de Guilherme Arantes descreve parte do ciclo hidrológico que atualmente é ameaçado por diferentes fatores decorrentes da intensa atividade humana no meio ambiente. Que ações contribuem para a manutenção e regeneração deste ciclo?
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A leitura exerce importante papel na formação de cidadãos. Quanto mais informada a população, maiores são suas condições para entender, julgar e contribuir para a melhoria da qualidade de vida da comunidade em que está inserida e, consequentemente, contribuir para a conservação ambiental. Por este motivo:
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Internacionalmente a importância da Educação Ambiental já é discutida desde 1972 quando da Conferência de Estocolmo. Entretanto, no Brasil este reconhecimento se deu mais de 20 anos depois: a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) foi instituída pela Lei Federal nº 9.795, de 27 de abril de 1999. NÃO é objetivo da Política Nacional de Educação Ambiental o
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Atenção: As questões de números 16 a 20 referem-se ao texto abaixo.
Mais do que uma época fecunda em pintura, o Renascimento criou a pintura. Fixou a arte que chamamos hoje pintura.
Até o Renascimento, o objeto pintado não estava em nenhuma relação com os limites da superfície que o continha. Estava tão solto no espaço como uma estátua qualquer. A parede da caverna ou a madeira do retábulo eram mais bem o vazio. Eram como um elemento neutro, cuja função estava unicamente em conter, suportar a figura pintada.
Paralelamente, a superfície – definida por seus limites – existia, como elemento essencial, em outro tipo de arte: na decoração. Na pintura decorativa, o objeto (quando acontece, ou aparece; quando não se esvazia em sua estilização, quando não se apaga em favor da superfície) não pretende agir por si, como o bisonte ou o santo do primitivo. Ele se anula na sintaxe onde se inscreve, na superfície ativa ao serviço da qual o puseram.
Pode-se dizer que o Renascimento associou esses dois tipos de arte, de funções. Associou o objeto, isto é, a representação utilitária, ou a utilidade da representação, à superfície decorada, isto é, à utilidade da contemplação. Dessa associação nasceu a pintura, o que tem sido para nós a pintura, o quadro. A partir de então, já uma superfície ativa onde se inscreve, também ativo, um bisonte.
(Adaptado de João Cabral de Melo Neto. Joan Miró. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. p.691)
Caso o segmento grifado seja substituído pelo que está entre parênteses, o verbo deverá flexionar-se numa forma do plural na frase:
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Atenção: As questões de números 16 a 20 referem-se ao texto abaixo.
Mais do que uma época fecunda em pintura, o Renascimento criou a pintura. Fixou a arte que chamamos hoje pintura.
Até o Renascimento, o objeto pintado não estava em nenhuma relação com os limites da superfície que o continha. Estava tão solto no espaço como uma estátua qualquer. A parede da caverna ou a madeira do retábulo eram mais bem o vazio. Eram como um elemento neutro, cuja função estava unicamente em conter, suportar a figura pintada.
Paralelamente, a superfície – definida por seus limites – existia, como elemento essencial, em outro tipo de arte: na decoração. Na pintura decorativa, o objeto (quando acontece, ou aparece; quando não se esvazia em sua estilização, quando não se apaga em favor da superfície) não pretende agir por si, como o bisonte ou o santo do primitivo. Ele se anula na sintaxe onde se inscreve, na superfície ativa ao serviço da qual o puseram.
Pode-se dizer que o Renascimento associou esses dois tipos de arte, de funções. Associou o objeto, isto é, a representação utilitária, ou a utilidade da representação, à superfície decorada, isto é, à utilidade da contemplação. Dessa associação nasceu a pintura, o que tem sido para nós a pintura, o quadro. A partir de então, já uma superfície ativa onde se inscreve, também ativo, um bisonte.
(Adaptado de João Cabral de Melo Neto. Joan Miró. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. p.691)
Eram como um elemento neutro, cuja função estava unicamente em conter, suportar a figura pintada.
A partir de então, já uma superfície ativa onde se inscreve, também ativo, um bisonte. Os elementos em destaque das frases acima preenchem corretamente e na ordem dada as lacunas da frase:Provas
Atenção: As questões de números 16 a 20 referem-se ao texto abaixo.
Mais do que uma época fecunda em pintura, o Renascimento criou a pintura. Fixou a arte que chamamos hoje pintura.
Até o Renascimento, o objeto pintado não estava em nenhuma relação com os limites da superfície que o continha. Estava tão solto no espaço como uma estátua qualquer. A parede da caverna ou a madeira do retábulo eram mais bem o vazio. Eram como um elemento neutro, cuja função estava unicamente em conter, suportar a figura pintada.
Paralelamente, a superfície – definida por seus limites – existia, como elemento essencial, em outro tipo de arte: na decoração. Na pintura decorativa, o objeto (quando acontece, ou aparece; quando não se esvazia em sua estilização, quando não se apaga em favor da superfície) não pretende agir por si, como o bisonte ou o santo do primitivo. Ele se anula na sintaxe onde se inscreve, na superfície ativa ao serviço da qual o puseram.
Pode-se dizer que o Renascimento associou esses dois tipos de arte, de funções. Associou o objeto, isto é, a representação utilitária, ou a utilidade da representação, à superfície decorada, isto é, à utilidade da contemplação. Dessa associação nasceu a pintura, o que tem sido para nós a pintura, o quadro. A partir de então, já uma superfície ativa onde se inscreve, também ativo, um bisonte.
(Adaptado de João Cabral de Melo Neto. Joan Miró. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. p.691)
Associou o objeto, isto é, a representação utilitária, ou a utilidade da representação, à superfície decorada ...
Mantém-se corretamente o sinal de crase no caso da substituição do segmento grifado, sem qualquer outra alte ração na frase acima, por:Provas
Atenção: As questões de números 16 a 20 referem-se ao texto abaixo.
Mais do que uma época fecunda em pintura, o Renascimento criou a pintura. Fixou a arte que chamamos hoje pintura.
Até o Renascimento, o objeto pintado não estava em nenhuma relação com os limites da superfície que o continha. Estava tão solto no espaço como uma estátua qualquer. A parede da caverna ou a madeira do retábulo eram mais bem o vazio. Eram como um elemento neutro, cuja função estava unicamente em conter, suportar a figura pintada.
Paralelamente, a superfície – definida por seus limites – existia, como elemento essencial, em outro tipo de arte: na decoração. Na pintura decorativa, o objeto (quando acontece, ou aparece; quando não se esvazia em sua estilização, quando não se apaga em favor da superfície) não pretende agir por si, como o bisonte ou o santo do primitivo. Ele se anula na sintaxe onde se inscreve, na superfície ativa ao serviço da qual o puseram.
Pode-se dizer que o Renascimento associou esses dois tipos de arte, de funções. Associou o objeto, isto é, a representação utilitária, ou a utilidade da representação, à superfície decorada, isto é, à utilidade da contemplação. Dessa associação nasceu a pintura, o que tem sido para nós a pintura, o quadro. A partir de então, já uma superfície ativa onde se inscreve, também ativo, um bisonte.
(Adaptado de João Cabral de Melo Neto. Joan Miró. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. p.691)
O segmento cujo sentido está adequadamente expresso em outras palavras é:
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Atenção: As questões de números 16 a 20 referem-se ao texto abaixo.
Mais do que uma época fecunda em pintura, o Renascimento criou a pintura. Fixou a arte que chamamos hoje pintura.
Até o Renascimento, o objeto pintado não estava em nenhuma relação com os limites da superfície que o continha. Estava tão solto no espaço como uma estátua qualquer. A parede da caverna ou a madeira do retábulo eram mais bem o vazio. Eram como um elemento neutro, cuja função estava unicamente em conter, suportar a figura pintada.
Paralelamente, a superfície – definida por seus limites – existia, como elemento essencial, em outro tipo de arte: na decoração. Na pintura decorativa, o objeto (quando acontece, ou aparece; quando não se esvazia em sua estilização, quando não se apaga em favor da superfície) não pretende agir por si, como o bisonte ou o santo do primitivo. Ele se anula na sintaxe onde se inscreve, na superfície ativa ao serviço da qual o puseram.
Pode-se dizer que o Renascimento associou esses dois tipos de arte, de funções. Associou o objeto, isto é, a representação utilitária, ou a utilidade da representação, à superfície decorada, isto é, à utilidade da contemplação. Dessa associação nasceu a pintura, o que tem sido para nós a pintura, o quadro. A partir de então, já uma superfície ativa onde se inscreve, também ativo, um bisonte.
(Adaptado de João Cabral de Melo Neto. Joan Miró. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. p.691)
Atente para as afirmações abaixo.
I. Para João Cabral, a arte pictórica anterior ao Renascimento não era propriamente a pintura como a conhecemos hoje, pois a imagem pintada era então inteiramente dissociada de seu suporte. II. A arte decorativa é caracterizada no texto como aquela em que o objeto figurado, quando ocorre, não desempenha outra função que não seja em be nefício da superfície que o contém. III. A pintura que surge com o Renascimento, segundo o autor, é resultado do nexo que se estabelece entre a representação que visa a um fim determinado − a arte pictórica − e a figuração que não apresenta qualquer propósito definido − a arte decorativa. Está correto o que se afirma emProvas

Como mães, elas têm incentivos para manter condições pacíficas que permitam nutrir sua prole .... (2º parágrafo)
O emprego dos tempos verbais assinalados acima introduz noção de, respectivamente,Provas

I. A guerra tradicional é um jogo masculino: as mulheres tribais nunca se reuniram em bandos para atacar tribos vizinhas. (2º parágrafo)
II. E então, surge uma questão mais ampla: gênero é realmente importante na liderança? (4º parágrafo) A respeito do emprego dos dois-pontos nas frases acima, é correto afirmar:Provas
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