Foram encontradas 120 questões.
Dada a proposição lógica: “O candidato é economista e psicólogo”, é CORRETO afirmar que a negação logicamente construída dessa proposição é:
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Ao somar a quantidade de água desperdiçada durante determinado período de tempo, quatro famílias, A, B, C e D, desperdiçaram juntas 72 000 litros de água potável. Sabe-se que a família A desperdiçou o dobro do que a família B desperdiçou. A família C, o triplo da família A e a família D, a metade da C. Então é CORRETO afirmar que
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Todos os termos destacados exercem a função de adjuntos adverbiais, EXCETO em:
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Em: “Com ele, chegam os medos que tudo isso nos inspira: medo de não estar bem enquadrados, medo de não ser valorizados pela turma, medo de não ser suficientemente ricos, magros, musculosos, de não participar da melhor balada, do clube mais chique, de não ter feito a viagem certa nem possuir a tecnologia de ponta no celular. ”, isso se refere a
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O meu avô
Mário Prata
Mário Prata
Bem pequeno aprendi a enumerar a caudalosa linhagem de Mários da minha família: "Tenho tataravô Mário, bisavô Mário, avô Mário, pai Mário, tio Mário e primo Mário". Se me perguntavam "Por que tanto Mário?" eu não sabia bem o que responder, era só uma dessas gracinhas que criança decora pra fazer os adultos rirem: "Sei lá, acho que eles gostam de Mário". O Mário de quem eu mais gostava, depois do meu pai, era o meu avô. Vovô Mário era engenheiro mecânico e nos seus tempos áureos projetava locomotivas. Trens de muitas toneladas cruzando o país abarrotados de minério de ferro, soja, cimento e carvão foram sua segunda maior contribuição à humanidade. A primeira contribuição, a que fez de mim o morador mais importante da rua Briaxis, a vila em que morávamos, com vizinhos tocando a campainha de manhã, de tarde e de noite, trazendo amigos, primos e, invariavelmente, uma bola embaixo do braço, era a trave de madeira que meu avô fez e me deu no meu aniversário de oito anos.
A trave ficava no fundo da nossa garagem e era leve o suficiente para ser carregada por dois meninos até o meio da rua. Sobre o carpete agreste de paralelepípedos travávamos peladas épicas que só não entravam pela madrugada porque as mães apareciam nas portas das casas e, uma a uma, inclementes, iam nos convocando para o jantar. Minha mãe, jornalista, estava sempre presa em fechamentos e não poucas vezes eu era o último felizardo a sair. Ficava ali, batendo faltas contra um gol vazio, me achando o Rivelino: no ângulo, no cantinho, rasteira, de bico, de peito, de trivela. Eu tinha oito anos e uma trave de gol, toda minha: duvido que a vida me permita experimentar, novamente, tal plenitude.
Mais tarde, lá pelos onze, entrei numas de aquário e meu avô não me deixou na mão. Num sábado de manhã fomos juntos a uma vidraçaria na rua Tabapuã, onde vi o funcionário cortar o vidro com um bastãozinho de metal e ouvi, boquiaberto, vovô Mário explicar que, na ponta do bastão, havia um pedaço de diamante: "o material mais duro da Terra: indestrutível". Depois fomos a um serralheiro e, sem que eu entendesse por que, compramos metros de cantoneiras de alumínio. Bem, delicadeza não era o forte daquele engenheiro nascido antes do crash de 1929; as cantoneiras foram usadas para reforçar todas as juntas, além da borda superior do aquário, que, com sua "torreifélica" estrutura, ganhou em resistência o que perdeu em visibilidade. Mas quem se importa em ver peixinhos dourados quando se pode contar pros amigos, ao passar pela sala, como quem não quer nada: "fui eu que fiz, junto com o meu avô"?
Aos treze comecei a andar de skate e a rampa só não ficou pronta, pois foi embargada por minha mãe – até hoje não a perdoo por, na calada da noite, de forma antidemocrática, ter salvo a minha vida, ou, pelo menos, alguns ossos.
Ontem, quando a minha lista de "Mários" ficou ligeiramente (imensamente) menor, pensei na sorte que tive. Meu avô era um sujeito duro que entrou no século 21 sem jamais ter abandonado o 19, um pai severo e, no entanto, foi capaz de me dar tanto carinho. Não me refiro a beijos, abraços, cafunés – acho que ele nunca me pegou no colo –, mas a esse carinho antigo, pré baby-boomers, Beatles e Caetano, carinho de homem feito com serras, martelos, pregos, parafusos, madeira e cantoneiras de alumínio. Queria poder ter retribuído à altura, mas infelizmente não soube, tão bem quanto ele, usar minhas ferramentas.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2017/07/1897748-o-meu-avo.shtml Acesso em: 12 jul. 2017.
São características do avô, EXCETO:
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Em uma rede de distribuição de água, para montagem de tubos e acessórios, devem-se usar as ferramentas corretas, destinadas ao tipo de peça e material que está sendo utilizado. Nesses casos:
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O meu avô
Mário Prata
Mário Prata
Bem pequeno aprendi a enumerar a caudalosa linhagem de Mários da minha família: "Tenho tataravô Mário, bisavô Mário, avô Mário, pai Mário, tio Mário e primo Mário". Se me perguntavam "Por que tanto Mário?" eu não sabia bem o que responder, era só uma dessas gracinhas que criança decora pra fazer os adultos rirem: "Sei lá, acho que eles gostam de Mário". O Mário de quem eu mais gostava, depois do meu pai, era o meu avô. Vovô Mário era engenheiro mecânico e nos seus tempos áureos projetava locomotivas. Trens de muitas toneladas cruzando o país abarrotados de minério de ferro, soja, cimento e carvão foram sua segunda maior contribuição à humanidade. A primeira contribuição, a que fez de mim o morador mais importante da rua Briaxis, a vila em que morávamos, com vizinhos tocando a campainha de manhã, de tarde e de noite, trazendo amigos, primos e, invariavelmente, uma bola embaixo do braço, era a trave de madeira que meu avô fez e me deu no meu aniversário de oito anos.
A trave ficava no fundo da nossa garagem e era leve o suficiente para ser carregada por dois meninos até o meio da rua. Sobre o carpete agreste de paralelepípedos travávamos peladas épicas que só não entravam pela madrugada porque as mães apareciam nas portas das casas e, uma a uma, inclementes, iam nos convocando para o jantar. Minha mãe, jornalista, estava sempre presa em fechamentos e não poucas vezes eu era o último felizardo a sair. Ficava ali, batendo faltas contra um gol vazio, me achando o Rivelino: no ângulo, no cantinho, rasteira, de bico, de peito, de trivela. Eu tinha oito anos e uma trave de gol, toda minha: duvido que a vida me permita experimentar, novamente, tal plenitude.
Mais tarde, lá pelos onze, entrei numas de aquário e meu avô não me deixou na mão. Num sábado de manhã fomos juntos a uma vidraçaria na rua Tabapuã, onde vi o funcionário cortar o vidro com um bastãozinho de metal e ouvi, boquiaberto, vovô Mário explicar que, na ponta do bastão, havia um pedaço de diamante: "o material mais duro da Terra: indestrutível". Depois fomos a um serralheiro e, sem que eu entendesse por que, compramos metros de cantoneiras de alumínio. Bem, delicadeza não era o forte daquele engenheiro nascido antes do crash de 1929; as cantoneiras foram usadas para reforçar todas as juntas, além da borda superior do aquário, que, com sua "torreifélica" estrutura, ganhou em resistência o que perdeu em visibilidade. Mas quem se importa em ver peixinhos dourados quando se pode contar pros amigos, ao passar pela sala, como quem não quer nada: "fui eu que fiz, junto com o meu avô"?
Aos treze comecei a andar de skate e a rampa só não ficou pronta, pois foi embargada por minha mãe – até hoje não a perdoo por, na calada da noite, de forma antidemocrática, ter salvo a minha vida, ou, pelo menos, alguns ossos.
Ontem, quando a minha lista de "Mários" ficou ligeiramente (imensamente) menor, pensei na sorte que tive. Meu avô era um sujeito duro que entrou no século 21 sem jamais ter abandonado o 19, um pai severo e, no entanto, foi capaz de me dar tanto carinho. Não me refiro a beijos, abraços, cafunés – acho que ele nunca me pegou no colo –, mas a esse carinho antigo, pré baby-boomers, Beatles e Caetano, carinho de homem feito com serras, martelos, pregos, parafusos, madeira e cantoneiras de alumínio. Queria poder ter retribuído à altura, mas infelizmente não soube, tão bem quanto ele, usar minhas ferramentas.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2017/07/1897748-o-meu-avo.shtml Acesso em: 12 jul. 2017.
Todos os sentimentos abaixo estão presentes no texto, EXCETO:
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Em: “A gentileza é, portanto, apenas uma questão de opção [...]”, as palavras destacadas, no plural, flexionam-se da mesma maneira: questões e opções. A palavra que, no plural, se flexiona da mesma maneira é:
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Durante uma inspeção realizada à captação de água de uma comunidade, o agente de saneamento observou que a água se encontrava muito turva. Nesse caso, é CORRETO afirmar:
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Segundo o IBGE, as capitais brasileiras apresentam diferentes níveis de poluição. Observe os conjuntos indicados para resolver as questões.
Conjunto Universo = Todas as capitais brasileiras
Conjunto Universo = Todas as capitais brasileiras
Conjunto A = Capitais brasileiras mais poluídas.
Conjunto B = Capitais Brasileiras menos poluídas.
U = Conjunto Universo
Qual a capital brasileira que apresenta menor nível de poluição?
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