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Foram encontradas 120 questões.

1008057 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: COPANOR
O verbo foi empregado no modo imperativo em:
 

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1007922 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: COPANOR
O meu avô
Mário Prata

Bem pequeno aprendi a enumerar a caudalosa linhagem de Mários da minha família: "Tenho tataravô Mário, bisavô Mário, avô Mário, pai Mário, tio Mário e primo Mário". Se me perguntavam "Por que tanto Mário?" eu não sabia bem o que responder, era só uma dessas gracinhas que criança decora pra fazer os adultos rirem: "Sei lá, acho que eles gostam de Mário". O Mário de quem eu mais gostava, depois do meu pai, era o meu avô. Vovô Mário era engenheiro mecânico e nos seus tempos áureos projetava locomotivas. Trens de muitas toneladas cruzando o país abarrotados de minério de ferro, soja, cimento e carvão foram sua segunda maior contribuição à humanidade. A primeira contribuição, a que fez de mim o morador mais importante da rua Briaxis, a vila em que morávamos, com vizinhos tocando a campainha de manhã, de tarde e de noite, trazendo amigos, primos e, invariavelmente, uma bola embaixo do braço, era a trave de madeira que meu avô fez e me deu no meu aniversário de oito anos.
A trave ficava no fundo da nossa garagem e era leve o suficiente para ser carregada por dois meninos até o meio da rua. Sobre o carpete agreste de paralelepípedos travávamos peladas épicas que só não entravam pela madrugada porque as mães apareciam nas portas das casas e, uma a uma, inclementes, iam nos convocando para o jantar. Minha mãe, jornalista, estava sempre presa em fechamentos e não poucas vezes eu era o último felizardo a sair. Ficava ali, batendo faltas contra um gol vazio, me achando o Rivelino: no ângulo, no cantinho, rasteira, de bico, de peito, de trivela. Eu tinha oito anos e uma trave de gol, toda minha: duvido que a vida me permita experimentar, novamente, tal plenitude.
Mais tarde, lá pelos onze, entrei numas de aquário e meu avô não me deixou na mão. Num sábado de manhã fomos juntos a uma vidraçaria na rua Tabapuã, onde vi o funcionário cortar o vidro com um bastãozinho de metal e ouvi, boquiaberto, vovô Mário explicar que, na ponta do bastão, havia um pedaço de diamante: "o material mais duro da Terra: indestrutível". Depois fomos a um serralheiro e, sem que eu entendesse por que, compramos metros de cantoneiras de alumínio. Bem, delicadeza não era o forte daquele engenheiro nascido antes do crash de 1929; as cantoneiras foram usadas para reforçar todas as juntas, além da borda superior do aquário, que, com sua "torreifélica" estrutura, ganhou em resistência o que perdeu em visibilidade. Mas quem se importa em ver peixinhos dourados quando se pode contar pros amigos, ao passar pela sala, como quem não quer nada: "fui eu que fiz, junto com o meu avô"?
Aos treze comecei a andar de skate e a rampa só não ficou pronta, pois foi embargada por minha mãe – até hoje não a perdoo por, na calada da noite, de forma antidemocrática, ter salvo a minha vida, ou, pelo menos, alguns ossos.
Ontem, quando a minha lista de "Mários" ficou ligeiramente (imensamente) menor, pensei na sorte que tive. Meu avô era um sujeito duro que entrou no século 21 sem jamais ter abandonado o 19, um pai severo e, no entanto, foi capaz de me dar tanto carinho. Não me refiro a beijos, abraços, cafunés – acho que ele nunca me pegou no colo –, mas a esse carinho antigo, pré baby-boomers, Beatles e Caetano, carinho de homem feito com serras, martelos, pregos, parafusos, madeira e cantoneiras de alumínio. Queria poder ter retribuído à altura, mas infelizmente não soube, tão bem quanto ele, usar minhas ferramentas.

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2017/07/1897748-o-meu-avo.shtml Acesso em: 12 jul. 2017.
ERRO na grafia da palavra em:
 

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1007845 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: COPANOR
O incrível poder da gentileza
Iana Faini
Atitudes cotidianas de carinho, respeito e atenção fazem muita diferença. As pessoas gentis são admiradas por todos. Imagine como a vida seria mais fácil se os pequenos transtornos cotidianos fossem contornados com gentileza? Mas a gentileza não só nos aproxima dos outros, como nos ajuda a sermos mais felizes e saudáveis.
A gentileza é tão poderosa que algumas teorias até a relacionam com o desenvolvimento das sociedades: “Os altruístas cooperam e contribuem para o bem-estar dos outros integrantes da comunidade”, diz o professor Sam Bowles do Instituto Santa Fé nos Estados Unidos. Assim, a disposição para ajudar o próximo teria contribuído até mesmo com o desenvolvimento da humanidade.
Além disso, outras pesquisas apontam que as pequenas atitudes aumentam os níveis de satisfação pessoais, ou seja, a felicidade de forma geral. Não fazendo muita diferença se o bom ato é dedicado a uma pessoa próxima ou a um desconhecido.
Outros estudos constataram que as pessoas que ajudam regularmente os outros têm menos probabilidade de desenvolver doenças crônicas e seu sistema imunológico tende a ser mais resistente: “Existe uma relação direta entre bem-estar, felicidade e saúde nas pessoas gentis”, diz o professor e autor Stephen Post. A gentileza nos faz reagir com mais empatia aos erros dos outros e, assim, lidarmos com os contratempos com mais calma e tolerância, diminuindo os níveis de estresse. Assim, a paz interior causada pela solidariedade leva a mais saúde.
Ser gentil é reconhecer no desconhecido um outro semelhante a si mesmo, que talvez também esteja enfrentando suas próprias lutas particulares e precise de ajuda. Quem nunca passou pela situação de estar enfrentando um dia ruim e se sentiu mais animado depois de um elogio gentil inesperado, por exemplo?
A gentileza é, portanto, apenas uma questão de opção: é uma atitude que adotamos e que pode fazer pequena mudança positiva na vida dos outros e ser também uma grande diferença na nossa.
Disponível em: http://blog.selecoes.com.br/o-incrivel-poder-da-gentileza/ Acesso em: 13 jul. 2017.
Em: “Imagine como a vida seria mais fácil se os pequenos transtornos cotidianos fossem contornados com gentileza?”, o MELHOR sinônimo para a palavra destacada é
 

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1007780 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: COPANOR
Em Minas Gerais, são realizadas várias festas populares de acordo com as produções de cada município. Em Patos de Minas, na festa do milho, em maio, Dona Vicentina, famosa quituteira local, preparou 600 pamonhas para vender. Ela gasta 6 espigas para fazer 4 pamonhas. Quantas espigas ela usou para a festa?
 

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1007712 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: COPANOR
Há pronome demonstrativo em:
 

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1007209 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: COPANOR
O incrível poder da gentileza
Iana Faini
Atitudes cotidianas de carinho, respeito e atenção fazem muita diferença. As pessoas gentis são admiradas por todos. Imagine como a vida seria mais fácil se os pequenos transtornos cotidianos fossem contornados com gentileza? Mas a gentileza não só nos aproxima dos outros, como nos ajuda a sermos mais felizes e saudáveis.
A gentileza é tão poderosa que algumas teorias até a relacionam com o desenvolvimento das sociedades: “Os altruístas cooperam e contribuem para o bem-estar dos outros integrantes da comunidade”, diz o professor Sam Bowles do Instituto Santa Fé nos Estados Unidos. Assim, a disposição para ajudar o próximo teria contribuído até mesmo com o desenvolvimento da humanidade.
Além disso, outras pesquisas apontam que as pequenas atitudes aumentam os níveis de satisfação pessoais, ou seja, a felicidade de forma geral. Não fazendo muita diferença se o bom ato é dedicado a uma pessoa próxima ou a um desconhecido.
Outros estudos constataram que as pessoas que ajudam regularmente os outros têm menos probabilidade de desenvolver doenças crônicas e seu sistema imunológico tende a ser mais resistente: “Existe uma relação direta entre bem-estar, felicidade e saúde nas pessoas gentis”, diz o professor e autor Stephen Post. A gentileza nos faz reagir com mais empatia aos erros dos outros e, assim, lidarmos com os contratempos com mais calma e tolerância, diminuindo os níveis de estresse. Assim, a paz interior causada pela solidariedade leva a mais saúde.
Ser gentil é reconhecer no desconhecido um outro semelhante a si mesmo, que talvez também esteja enfrentando suas próprias lutas particulares e precise de ajuda. Quem nunca passou pela situação de estar enfrentando um dia ruim e se sentiu mais animado depois de um elogio gentil inesperado, por exemplo?
A gentileza é, portanto, apenas uma questão de opção: é uma atitude que adotamos e que pode fazer pequena mudança positiva na vida dos outros e ser também uma grande diferença na nossa.
Disponível em: http://blog.selecoes.com.br/o-incrivel-poder-da-gentileza/ Acesso em: 13 jul. 2017.
De acordo com o professor Sam Bowles, do Instituto Santa Fé, nos Estados Unidos,
 

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1002607 Ano: 2017
Disciplina: Química
Banca: FUMARC
Orgão: COPANOR

Ao preparar uma solução de NaCl, um técnico misturou 500 mL de solução de NaCl 0,1 mol/L com 250 mL de uma solução de mesmo soluto com concentração 0,4 moL/L e ainda adicionou 250 mL de água pura.

enunciado 2051405-1

A solução resultante terá concentração, em mol/L, igual a

 

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1002590 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: COPANOR
Em relação às opções disponíveis no “Painel de Controle” do Microsoft Windows 7, versão português, correlacione as colunas a seguir:
enunciado 2051392-1
Está CORRETA a seguinte sequência de respostas:
 

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1002455 Ano: 2017
Disciplina: Química
Banca: FUMARC
Orgão: COPANOR

Uma solução de sulfato de alumínio que chega à ETA tem uma concentração de 50% em peso por volume. A dosagem requerida para tratar a água é de 10mg/L de sulfato de alumínio. Qual o volume da solução de sulfato de alumínio (50% p/v) será necessário para tratar 120 L de água?

 

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1002356 Ano: 2017
Disciplina: Química
Banca: FUMARC
Orgão: COPANOR

Tem-se 100 mL de uma solução salina de pH = 6. Deseja-se elevar o pH para 7 com adição de água. O volume de água a ser adicionado é equivalente, em mL, a

 

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