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O que eu trouxe na bagagem

Já estava chegando o final do ano e a gente teria que voltar para o Brasil. Não seria fácil dizer adeus aos meus novos amigos, principalmente à Suzana.
As despedidas começaram um mês antes do nosso retorno ao Brasil. A Suzana e a mãe dela foram jantar em casa e eu resolvi fazer uma surpresa. Pedi ajuda à Maria:
- Maria, você me ajuda a fazer um prato brasileiro chamado xinxim de galinha?
- Se você souber a receita, eu ajudo.
- Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...
A Maria concordou e fomos juntas para a cozinha. A receita incluía camarões, galinha, sal, pimenta, vinagre, azeite-de-dendê, cheiro-verde e coentro. A Maria logo pegou o espírito do xinxim. Na verdade, ela parecia uma verdadeira quituteira baiana.
O jantar foi maravilhoso! A mãe da Suzana percebeu que escolhi um prato brasileiro que lembrava a moamba de galinha, que eu havia comido na casa dela. Ela comentou:
- Esse prato mostra a união de todos os angolanos e brasileiros, no passado e no presente! Um brinde a essa união.
[...]
Na chegada ao Rio de Janeiro, fomos recebidos pelo meu pai e pela minha avó.
[...]
No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:
- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.
Eu falei meio tímida:
- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.
- E de Angola, o que você achou? – a professora perguntou.
Respondi decidida:
- Em Angola, eu encontrei algumas das raízes do Brasil e dos meus antepassados, que vieram como escravos para nosso país. Conheci um pouco da língua, da religião, das danças e dos alimentos que eles trouxeram para cá.
Depois de falar isso, entendi o que havia levado minha mãe a querer viver na África. E senti orgulho, muito orgulho de ser negra, descendente de africanos. Um orgulho que nunca havia sentido antes..
(DREGUER, Ricardo. Bia na África. Editora Moderna, São Paulo, 2007. Fragmento adaptado)
No trecho: “O jantar (1) foi maravilhoso (2)! A mãe da Suzana percebeu que (3) escolhi um (4) prato brasileiro (5) que (6) lembrava a moamba (7) de galinha, que eu havia comido na (8) casa dela.”
Classifique as palavras destacadas quanto à morfologia, observando cada número correspondente ao lado da palavra.
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O que eu trouxe na bagagem

Já estava chegando o final do ano e a gente teria que voltar para o Brasil. Não seria fácil dizer adeus aos meus novos amigos, principalmente à Suzana.
As despedidas começaram um mês antes do nosso retorno ao Brasil. A Suzana e a mãe dela foram jantar em casa e eu resolvi fazer uma surpresa. Pedi ajuda à Maria:
- Maria, você me ajuda a fazer um prato brasileiro chamado xinxim de galinha?
- Se você souber a receita, eu ajudo.
- Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...
A Maria concordou e fomos juntas para a cozinha. A receita incluía camarões, galinha, sal, pimenta, vinagre, azeite-de-dendê, cheiro-verde e coentro. A Maria logo pegou o espírito do xinxim. Na verdade, ela parecia uma verdadeira quituteira baiana.
O jantar foi maravilhoso! A mãe da Suzana percebeu que escolhi um prato brasileiro que lembrava a moamba de galinha, que eu havia comido na casa dela. Ela comentou:
- Esse prato mostra a união de todos os angolanos e brasileiros, no passado e no presente! Um brinde a essa união.
[...]
Na chegada ao Rio de Janeiro, fomos recebidos pelo meu pai e pela minha avó.
[...]
No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:
- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.
Eu falei meio tímida:
- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.
- E de Angola, o que você achou? – a professora perguntou.
Respondi decidida:
- Em Angola, eu encontrei algumas das raízes do Brasil e dos meus antepassados, que vieram como escravos para nosso país. Conheci um pouco da língua, da religião, das danças e dos alimentos que eles trouxeram para cá.
Depois de falar isso, entendi o que havia levado minha mãe a querer viver na África. E senti orgulho, muito orgulho de ser negra, descendente de africanos. Um orgulho que nunca havia sentido antes..
(DREGUER, Ricardo. Bia na África. Editora Moderna, São Paulo, 2007. Fragmento adaptado)
Observe os vocábulos destacados nos fragmentos abaixo:
I- “ Já estava chegando o final do ano ...”
II- “ … e a gente teria que voltar para o Brasil.”
III- “ - Se você souber a receita, eu ajudo.”
IV- “ - Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...”
V- “ Depois de falar isso...”
As palavras em destaque expressam, respectivamente, ideia de
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O que eu trouxe na bagagem

Já estava chegando o final do ano e a gente teria que voltar para o Brasil. Não seria fácil dizer adeus aos meus novos amigos, principalmente à Suzana.
As despedidas começaram um mês antes do nosso retorno ao Brasil. A Suzana e a mãe dela foram jantar em casa e eu resolvi fazer uma surpresa. Pedi ajuda à Maria:
- Maria, você me ajuda a fazer um prato brasileiro chamado xinxim de galinha?
- Se você souber a receita, eu ajudo.
- Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...
A Maria concordou e fomos juntas para a cozinha. A receita incluía camarões, galinha, sal, pimenta, vinagre, azeite-de-dendê, cheiro-verde e coentro. A Maria logo pegou o espírito do xinxim. Na verdade, ela parecia uma verdadeira quituteira baiana.
O jantar foi maravilhoso! A mãe da Suzana percebeu que escolhi um prato brasileiro que lembrava a moamba de galinha, que eu havia comido na casa dela. Ela comentou:
- Esse prato mostra a união de todos os angolanos e brasileiros, no passado e no presente! Um brinde a essa união.
[...]
Na chegada ao Rio de Janeiro, fomos recebidos pelo meu pai e pela minha avó.
[...]
No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:
- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.
Eu falei meio tímida:
- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.
- E de Angola, o que você achou? – a professora perguntou.
Respondi decidida:
- Em Angola, eu encontrei algumas das raízes do Brasil e dos meus antepassados, que vieram como escravos para nosso país. Conheci um pouco da língua, da religião, das danças e dos alimentos que eles trouxeram para cá.
Depois de falar isso, entendi o que havia levado minha mãe a querer viver na África. E senti orgulho, muito orgulho de ser negra, descendente de africanos. Um orgulho que nunca havia sentido antes..
(DREGUER, Ricardo. Bia na África. Editora Moderna, São Paulo, 2007. Fragmento adaptado)
Leia os trechos abaixo.
I- “Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...”
II- “A Maria logo pegou o espírito do xinxim.”
A palavra destacada, nos dois trechos, indica que Maria
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O que eu trouxe na bagagem

Já estava chegando o final do ano e a gente teria que voltar para o Brasil. Não seria fácil dizer adeus aos meus novos amigos, principalmente à Suzana.
As despedidas começaram um mês antes do nosso retorno ao Brasil. A Suzana e a mãe dela foram jantar em casa e eu resolvi fazer uma surpresa. Pedi ajuda à Maria:
- Maria, você me ajuda a fazer um prato brasileiro chamado xinxim de galinha?
- Se você souber a receita, eu ajudo.
- Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...
A Maria concordou e fomos juntas para a cozinha. A receita incluía camarões, galinha, sal, pimenta, vinagre, azeite-de-dendê, cheiro-verde e coentro. A Maria logo pegou o espírito do xinxim. Na verdade, ela parecia uma verdadeira quituteira baiana.
O jantar foi maravilhoso! A mãe da Suzana percebeu que escolhi um prato brasileiro que lembrava a moamba de galinha, que eu havia comido na casa dela. Ela comentou:
- Esse prato mostra a união de todos os angolanos e brasileiros, no passado e no presente! Um brinde a essa união.
[...]
Na chegada ao Rio de Janeiro, fomos recebidos pelo meu pai e pela minha avó.
[...]
No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:
- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.
Eu falei meio tímida:
- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.
- E de Angola, o que você achou? – a professora perguntou.
Respondi decidida:
- Em Angola, eu encontrei algumas das raízes do Brasil e dos meus antepassados, que vieram como escravos para nosso país. Conheci um pouco da língua, da religião, das danças e dos alimentos que eles trouxeram para cá.
Depois de falar isso, entendi o que havia levado minha mãe a querer viver na África. E senti orgulho, muito orgulho de ser negra, descendente de africanos. Um orgulho que nunca havia sentido antes..
(DREGUER, Ricardo. Bia na África. Editora Moderna, São Paulo, 2007. Fragmento adaptado)
Leia as frases abaixo e, em seguida, identifique a alternativa correta, considerando a distinção de um fato e de uma opinião relativa a cada passagem.
I- “Já estava chegando o final do ano e a gente teria que voltar para o Brasil.” → fato
II- “A Suzana e a mãe dela foram jantar em casa e eu resolvi fazer uma surpresa.” → opinião
III- “A Maria concordou e fomos juntas para a cozinha.” → fato
IV- “O jantar foi maravilhoso!” → opinião
V- “Na chegada ao Rio de Janeiro, fomos recebidos pelo meu pai e pela minha avó.” → opinião
VI- “E senti orgulho, muito orgulho de ser negra, descendente de africanos” → fato
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O que eu trouxe na bagagem

Já estava chegando o final do ano e a gente teria que voltar para o Brasil. Não seria fácil dizer adeus aos meus novos amigos, principalmente à Suzana.
As despedidas começaram um mês antes do nosso retorno ao Brasil. A Suzana e a mãe dela foram jantar em casa e eu resolvi fazer uma surpresa. Pedi ajuda à Maria:
- Maria, você me ajuda a fazer um prato brasileiro chamado xinxim de galinha?
- Se você souber a receita, eu ajudo.
- Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...
A Maria concordou e fomos juntas para a cozinha. A receita incluía camarões, galinha, sal, pimenta, vinagre, azeite-de-dendê, cheiro-verde e coentro. A Maria logo pegou o espírito do xinxim. Na verdade, ela parecia uma verdadeira quituteira baiana.
O jantar foi maravilhoso! A mãe da Suzana percebeu que escolhi um prato brasileiro que lembrava a moamba de galinha, que eu havia comido na casa dela. Ela comentou:
- Esse prato mostra a união de todos os angolanos e brasileiros, no passado e no presente! Um brinde a essa união.
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Na chegada ao Rio de Janeiro, fomos recebidos pelo meu pai e pela minha avó.
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No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:
- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.
Eu falei meio tímida:
- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.
- E de Angola, o que você achou? – a professora perguntou.
Respondi decidida:
- Em Angola, eu encontrei algumas das raízes do Brasil e dos meus antepassados, que vieram como escravos para nosso país. Conheci um pouco da língua, da religião, das danças e dos alimentos que eles trouxeram para cá.
Depois de falar isso, entendi o que havia levado minha mãe a querer viver na África. E senti orgulho, muito orgulho de ser negra, descendente de africanos. Um orgulho que nunca havia sentido antes..
(DREGUER, Ricardo. Bia na África. Editora Moderna, São Paulo, 2007. Fragmento adaptado)
Sobre o trecho: “- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.”.
Se colocássemos os verbos destacados no plural, conservando o mesmo tempo verbal e fazendo as adaptações necessárias, a frase ficaria assim:
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O que eu trouxe na bagagem

Já estava chegando o final do ano e a gente teria que voltar para o Brasil. Não seria fácil dizer adeus aos meus novos amigos, principalmente à Suzana.
As despedidas começaram um mês antes do nosso retorno ao Brasil. A Suzana e a mãe dela foram jantar em casa e eu resolvi fazer uma surpresa. Pedi ajuda à Maria:
- Maria, você me ajuda a fazer um prato brasileiro chamado xinxim de galinha?
- Se você souber a receita, eu ajudo.
- Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...
A Maria concordou e fomos juntas para a cozinha. A receita incluía camarões, galinha, sal, pimenta, vinagre, azeite-de-dendê, cheiro-verde e coentro. A Maria logo pegou o espírito do xinxim. Na verdade, ela parecia uma verdadeira quituteira baiana.
O jantar foi maravilhoso! A mãe da Suzana percebeu que escolhi um prato brasileiro que lembrava a moamba de galinha, que eu havia comido na casa dela. Ela comentou:
- Esse prato mostra a união de todos os angolanos e brasileiros, no passado e no presente! Um brinde a essa união.
[...]
Na chegada ao Rio de Janeiro, fomos recebidos pelo meu pai e pela minha avó.
[...]
No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:
- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.
Eu falei meio tímida:
- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.
- E de Angola, o que você achou? – a professora perguntou.
Respondi decidida:
- Em Angola, eu encontrei algumas das raízes do Brasil e dos meus antepassados, que vieram como escravos para nosso país. Conheci um pouco da língua, da religião, das danças e dos alimentos que eles trouxeram para cá.
Depois de falar isso, entendi o que havia levado minha mãe a querer viver na África. E senti orgulho, muito orgulho de ser negra, descendente de africanos. Um orgulho que nunca havia sentido antes..
(DREGUER, Ricardo. Bia na África. Editora Moderna, São Paulo, 2007. Fragmento adaptado)
“No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:
- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.
Eu falei meio tímida:
- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.”
Em: “Eu falei meio tímida:...”, em relação à morfologia, a palavra meio é classificada como um
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Já estava chegando o final do ano e a gente teria que voltar para o Brasil. Não seria fácil dizer adeus aos meus novos amigos, principalmente à Suzana.
As despedidas começaram um mês antes do nosso retorno ao Brasil. A Suzana e a mãe dela foram jantar em casa e eu resolvi fazer uma surpresa. Pedi ajuda à Maria:
- Maria, você me ajuda a fazer um prato brasileiro chamado xinxim de galinha?
- Se você souber a receita, eu ajudo.
- Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...
A Maria concordou e fomos juntas para a cozinha. A receita incluía camarões, galinha, sal, pimenta, vinagre, azeite-de-dendê, cheiro-verde e coentro. A Maria logo pegou o espírito do xinxim. Na verdade, ela parecia uma verdadeira quituteira baiana.
O jantar foi maravilhoso! A mãe da Suzana percebeu que escolhi um prato brasileiro que lembrava a moamba de galinha, que eu havia comido na casa dela. Ela comentou:
- Esse prato mostra a união de todos os angolanos e brasileiros, no passado e no presente! Um brinde a essa união.
[...]
Na chegada ao Rio de Janeiro, fomos recebidos pelo meu pai e pela minha avó.
[...]
No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:
- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.
Eu falei meio tímida:
- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.
- E de Angola, o que você achou? – a professora perguntou.
Respondi decidida:
- Em Angola, eu encontrei algumas das raízes do Brasil e dos meus antepassados, que vieram como escravos para nosso país. Conheci um pouco da língua, da religião, das danças e dos alimentos que eles trouxeram para cá.
Depois de falar isso, entendi o que havia levado minha mãe a querer viver na África. E senti orgulho, muito orgulho de ser negra, descendente de africanos. Um orgulho que nunca havia sentido antes..
(DREGUER, Ricardo. Bia na África. Editora Moderna, São Paulo, 2007. Fragmento adaptado)
Leia atentamente o trecho abaixo:
“Ela comentou:
- Esse prato mostra a união de todos os angolanos e brasileiros, no passado e no presente!”
Aprofundando o emprego da pontuação, propomos a seguir, a reescritura desse trecho, eliminando a forma de diálogo (discurso direto) para a apresentação apenas do narrador (discurso indireto).
Esta reescrita se faz de forma adequada em:
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Já estava chegando o final do ano e a gente teria que voltar para o Brasil. Não seria fácil dizer adeus aos meus novos amigos, principalmente à Suzana.
As despedidas começaram um mês antes do nosso retorno ao Brasil. A Suzana e a mãe dela foram jantar em casa e eu resolvi fazer uma surpresa. Pedi ajuda à Maria:
- Maria, você me ajuda a fazer um prato brasileiro chamado xinxim de galinha?
- Se você souber a receita, eu ajudo.
- Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...
A Maria concordou e fomos juntas para a cozinha. A receita incluía camarões, galinha, sal, pimenta, vinagre, azeite-de-dendê, cheiro-verde e coentro. A Maria logo pegou o espírito do xinxim. Na verdade, ela parecia uma verdadeira quituteira baiana.
O jantar foi maravilhoso! A mãe da Suzana percebeu que escolhi um prato brasileiro que lembrava a moamba de galinha, que eu havia comido na casa dela. Ela comentou:
- Esse prato mostra a união de todos os angolanos e brasileiros, no passado e no presente! Um brinde a essa união.
[...]
Na chegada ao Rio de Janeiro, fomos recebidos pelo meu pai e pela minha avó.
[...]
No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:
- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.
Eu falei meio tímida:
- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.
- E de Angola, o que você achou? – a professora perguntou.
Respondi decidida:
- Em Angola, eu encontrei algumas das raízes do Brasil e dos meus antepassados, que vieram como escravos para nosso país. Conheci um pouco da língua, da religião, das danças e dos alimentos que eles trouxeram para cá.
Depois de falar isso, entendi o que havia levado minha mãe a querer viver na África. E senti orgulho, muito orgulho de ser negra, descendente de africanos. Um orgulho que nunca havia sentido antes..
(DREGUER, Ricardo. Bia na África. Editora Moderna, São Paulo, 2007. Fragmento adaptado)
A explicação para a expressão um pouco, do trecho citado, significa que houve
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O que eu trouxe na bagagem

Já estava chegando o final do ano e a gente teria que voltar para o Brasil. Não seria fácil dizer adeus aos meus novos amigos, principalmente à Suzana.
As despedidas começaram um mês antes do nosso retorno ao Brasil. A Suzana e a mãe dela foram jantar em casa e eu resolvi fazer uma surpresa. Pedi ajuda à Maria:
- Maria, você me ajuda a fazer um prato brasileiro chamado xinxim de galinha?
- Se você souber a receita, eu ajudo.
- Eu peguei na internet, mas não sei se vai dar certo...
A Maria concordou e fomos juntas para a cozinha. A receita incluía camarões, galinha, sal, pimenta, vinagre, azeite-de-dendê, cheiro-verde e coentro. A Maria logo pegou o espírito do xinxim. Na verdade, ela parecia uma verdadeira quituteira baiana.
O jantar foi maravilhoso! A mãe da Suzana percebeu que escolhi um prato brasileiro que lembrava a moamba de galinha, que eu havia comido na casa dela. Ela comentou:
- Esse prato mostra a união de todos os angolanos e brasileiros, no passado e no presente! Um brinde a essa união.
[...]
Na chegada ao Rio de Janeiro, fomos recebidos pelo meu pai e pela minha avó.
[...]
No primeiro dia de aula, fui o centro das atenções. Todos queriam saber das novidades da África, inclusive a professora:
- Conte para a gente como foi sua experiência na África, Bia.
Eu falei meio tímida:
- Na verdade, percebi que há várias áfricas. Eu conheci apenas algumas delas. No Egito, vi as pirâmides e a influência árabe. No Quênia, conheci os animais selvagens e as lutas contra os ingleses.
- E de Angola, o que você achou? – a professora perguntou.
Respondi decidida:
- Em Angola, eu encontrei algumas das raízes do Brasil e dos meus antepassados, que vieram como escravos para nosso país. Conheci um pouco da língua, da religião, das danças e dos alimentos que eles trouxeram para cá.
Depois de falar isso, entendi o que havia levado minha mãe a querer viver na África. E senti orgulho, muito orgulho de ser negra, descendente de africanos. Um orgulho que nunca havia sentido antes..
(DREGUER, Ricardo. Bia na África. Editora Moderna, São Paulo, 2007. Fragmento adaptado)
“ - Em Angola, eu encontrei algumas das raízes do Brasil e dos meus antepassados, que vieram como escravos para nosso país. Conheci um pouco da língua, da religião, das danças e dos alimentos que eles trouxeram para cá.”
A palavra raízes destacada, no trecho acima, refere-se às/aos
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Texto 1
Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

As personagens da figurinha acima estão brincando com um instrumento musical, chamado berimbau. Em relação aos movimentos da capoeira feitos por uma das personagens, a frase do texto 1 que mais se aproxima na interpretação com esta figurinha é:
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