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3247040 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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Texto 1

Muito prazer, eu sou Luana!

Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.

Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.

Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.

- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.

A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.

- Conta, vovó! Conta a nossa história.

- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!

Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:

Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...

Um toque, dois, três e...

TOIMMMMM...

Imediatamente um zunido invade o ar...

Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...

Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:

EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!

EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.

(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

Em: “Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.”, a palavra repleta, dentro da imaginação da menina, significa que a viagem era

 

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3247039 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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Texto 1

Muito prazer, eu sou Luana!

Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.

Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.

Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.

- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.

A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.

- Conta, vovó! Conta a nossa história.

- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!

Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:

Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...

Um toque, dois, três e...

TOIMMMMM...

Imediatamente um zunido invade o ar...

Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...

Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:

EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!

EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.

(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

Você percebeu que o texto 1, quanto à tipologia, é classificado como uma narração. Na narração, identificamos que existem elementos essenciais. Agora, é com você! Identifique, respectivamente, os elementos corretos para cada frase retirada do texto 1.

I- “Um dia, durante um temporal,...” / “Quando ela tem a necessidade...” \( → \) tempo e tempo.

II- “Morro acima, de berimbau na mão, ...” / Luana e a avó...” \( → \) espaço e personagens.

III- “Sem entender o que a avó está dizendo,... / “... a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:...” \( → \) fato e local.

IV- “Derendém... derendém...” / “ Um toque, dois, três...” \( → \) personagens e espaço.

 

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3247038 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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Texto 1

Muito prazer, eu sou Luana!

Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.

Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.

Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.

- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.

A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.

- Conta, vovó! Conta a nossa história.

- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!

Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:

Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...

Um toque, dois, três e...

TOIMMMMM...

Imediatamente um zunido invade o ar...

Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...

Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:

EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!

EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.

(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

Sobre o trecho: “Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico.”, em referência à palavra “bem”, a frase que corresponde ao mesmo sentido está na alternativa:

 

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3247037 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
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Texto 1

Muito prazer, eu sou Luana!

Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.

Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.

Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.

- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.

A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.

- Conta, vovó! Conta a nossa história.

- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!

Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:

Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...

Um toque, dois, três e...

TOIMMMMM...

Imediatamente um zunido invade o ar...

Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...

Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:

EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!

EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.

(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

Nas frases:

I- “- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.”

II- “- Conta, vovó! Conta a nossa história.”

Em relação à pontuação, constatamos que em

 

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3247036 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
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Texto 1

Muito prazer, eu sou Luana!

Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.

Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.

Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.

- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.

A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.

- Conta, vovó! Conta a nossa história.

- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!

Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:

Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...

Um toque, dois, três e...

TOIMMMMM...

Imediatamente um zunido invade o ar...

Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...

Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:

EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!

EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.

(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

A respeito dos cinco primeiros parágrafos do texto, constatamos que o

I- primeiro faz uma apresentação de Luana, seguindo da apresentação de outros membros da família.

II- segundo narra um temporal que aconteceu quando Luana brincava durante uma viagem na época das férias.

III- terceiro sinaliza o percurso que Luana fazia juntamente com a sua avó para um local conhecido.

IV- quarto faz um pedido para uma situação desconhecida.

V- quinto descreve o baobá, sinalizando uma ideia contrária com antônimos correspondentes.

 

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3247035 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
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Texto 1

Muito prazer, eu sou Luana!

Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.

Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.

Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.

- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.

A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.

- Conta, vovó! Conta a nossa história.

- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!

Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:

Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...

Um toque, dois, três e...

TOIMMMMM...

Imediatamente um zunido invade o ar...

Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...

Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:

EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!

EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.

(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

No trecho: “- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!” , o pronome destacado “-la” refere-se a

 

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3247034 Ano: 2014
Disciplina: Português
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Muito prazer, eu sou Luana!

Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.

Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.

Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.

- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.

A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.

- Conta, vovó! Conta a nossa história.

- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!

Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:

Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...

Um toque, dois, três e...

TOIMMMMM...

Imediatamente um zunido invade o ar...

Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...

Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:

EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!

EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.

(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

Em: “Ela fecha os olhos, quase por instinto.”, a expressão destacada significa que ela fecha os olhos

 

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3247033 Ano: 2014
Disciplina: Português
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Muito prazer, eu sou Luana!

Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.

Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.

Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.

- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.

A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.

- Conta, vovó! Conta a nossa história.

- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!

Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:

Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...

Um toque, dois, três e...

TOIMMMMM...

Imediatamente um zunido invade o ar...

Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...

Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:

EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!

EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.

(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um ‘Oh!’”

A interjeição “Oh!” foi expressa por Luana, porque ela

 

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3247032 Ano: 2014
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Muito prazer, eu sou Luana!

Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.

Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.

Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.

- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.

A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.

- Conta, vovó! Conta a nossa história.

- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!

Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:

Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...

Um toque, dois, três e...

TOIMMMMM...

Imediatamente um zunido invade o ar...

Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...

Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:

EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!

EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.

(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

Leia as afirmativas abaixo e identifique as que traduzem pedido ou ordem.

I- “- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.”

II- “A árvore é muito alta e larga.”

III- “- Conta, vovó! Conta a nossa história.”

IV- “- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau.”

V- “... Toque!”

VI- “Imediatamente um zunido invade o ar...”

 

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Muito prazer, eu sou Luana!

Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.

Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.

Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.

- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.

A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.

- Conta, vovó! Conta a nossa história.

- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!

Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:

Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...

Um toque, dois, três e...

TOIMMMMM...

Imediatamente um zunido invade o ar...

Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...

Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:

EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!

EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!

Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.

(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)

Acerca do texto 1, é correto afirmar que a personagem Luana

I- tem necessidade de conversar com a avó, pois se sente muito solitária.

II- aproveita a companhia da avó para questionar algo sobre o passado do seu povo.

III- obedece ao pedido da avó sem questionar o assunto abordado.

IV- confia em seu instrumento musical para solucionar o que foi pedido pela avó.

V- faz uma viagem programada anteriormente pela avó.

 

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