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Texto 1
Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)
Em: “Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.”, a palavra repleta, dentro da imaginação da menina, significa que a viagem era
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Texto 1
Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)
Você percebeu que o texto 1, quanto à tipologia, é classificado como uma narração. Na narração, identificamos que existem elementos essenciais. Agora, é com você! Identifique, respectivamente, os elementos corretos para cada frase retirada do texto 1.
I- “Um dia, durante um temporal,...” / “Quando ela tem a necessidade...” \( → \) tempo e tempo.
II- “Morro acima, de berimbau na mão, ...” / Luana e a avó...” \( → \) espaço e personagens.
III- “Sem entender o que a avó está dizendo,... / “... a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:...” \( → \) fato e local.
IV- “Derendém... derendém...” / “ Um toque, dois, três...” \( → \) personagens e espaço.
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Texto 1
Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)
Sobre o trecho: “Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico.”, em referência à palavra “bem”, a frase que corresponde ao mesmo sentido está na alternativa:
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Texto 1
Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)
Nas frases:
I- “- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.”
II- “- Conta, vovó! Conta a nossa história.”
Em relação à pontuação, constatamos que em
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Texto 1
Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)
A respeito dos cinco primeiros parágrafos do texto, constatamos que o
I- primeiro faz uma apresentação de Luana, seguindo da apresentação de outros membros da família.
II- segundo narra um temporal que aconteceu quando Luana brincava durante uma viagem na época das férias.
III- terceiro sinaliza o percurso que Luana fazia juntamente com a sua avó para um local conhecido.
IV- quarto faz um pedido para uma situação desconhecida.
V- quinto descreve o baobá, sinalizando uma ideia contrária com antônimos correspondentes.
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Texto 1
Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)
No trecho: “- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!” , o pronome destacado “-la” refere-se a
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Texto 1
Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)
Em: “Ela fecha os olhos, quase por instinto.”, a expressão destacada significa que ela fecha os olhos
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Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)
“Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um ‘Oh!’”
A interjeição “Oh!” foi expressa por Luana, porque ela
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Texto 1
Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)
Leia as afirmativas abaixo e identifique as que traduzem pedido ou ordem.
I- “- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.”
II- “A árvore é muito alta e larga.”
III- “- Conta, vovó! Conta a nossa história.”
IV- “- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau.”
V- “... Toque!”
VI- “Imediatamente um zunido invade o ar...”
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Muito prazer, eu sou Luana!
Você já conhece a Luana? Se não conhece, vamos apresentá-la. Mas se já conhece, vamos relembrar: Luana é uma menina de 8 anos, que adora a capoeira e vive num remanescente de quilombo chamado Cafindé; é filha do mestre de capoeira Calça-Larga e da Nena, neta de vovó Josefa; ela tem um irmãozinho de 6 anos, chamado Luisinho, que vive perguntando o porquê de tudo.
Um dia, durante um temporal, um raio caiu bem na corda de seu berimbau, que se tornou mágico. Quando ela tem a necessidade e um grande desejo de conhecer um fato ou uma pessoa, é só tocar o berimbau, que a leva a uma viagem, sempre repleta de aventuras.
Morro acima, de berimbau na mão, Luana e a avó vão na direção daquela árvore de tronco largo e galhos pelados e retorcidos.
- Vem, minha filhinha! Sente-se aqui ao pé do baobá.
A árvore é muito alta e larga. Tem casca grossa e áspera. Parece morta, mas está bem viva.
- Conta, vovó! Conta a nossa história.
- Não, filhinha! Não sou eu quem vai contá-la. É seu berimbau. Toque!
Sem entender o que a avó está dizendo, a menina ajeita o instrumento e inicia o toque mágico:
Derendém... derendém... derendém... derendém... derendéééém...
Um toque, dois, três e...
TOIMMMMM...
Imediatamente um zunido invade o ar...
Dzummmmm... dzummmmm... dzummmmm...
Lá vem o redemoinho que sempre leva Luana para suas viagens no tempo e no espaço... Com ele, o canto de sempre, ao som de muitas vozes:
EH! VOLTA NO MUNDO, CAMARÁ!
EH, EH! MUNDO DÁ VOLTA, CAMARÁ!
Ela fecha os olhos, quase por instinto. Ao abri-los bem devagar, assim que o redemoinho termina, não consegue conter um “ Oh!”.
(Macedo, Aroldo- Luana e as asas da liberdade, Oswaldo Faustino: ilustrações Mig. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2010)
Acerca do texto 1, é correto afirmar que a personagem Luana
I- tem necessidade de conversar com a avó, pois se sente muito solitária.
II- aproveita a companhia da avó para questionar algo sobre o passado do seu povo.
III- obedece ao pedido da avó sem questionar o assunto abordado.
IV- confia em seu instrumento musical para solucionar o que foi pedido pela avó.
V- faz uma viagem programada anteriormente pela avó.
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