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O house-organ é uma das publicações internas das empresas ou instituições. Segundo Gaudêncio Torquato:
A publicação interna é o único veículo de comunicação que traz mensagens cujas fontes podem ser os próprios
funcionários. Mensagens que interessam também às famílias. Lendo a publicação, o trabalhador pode formar um estado psicológico favorável ao bom desempenho de suas atividades operacionais. E a empresa tem em mãos um instrumento para estímulo funcional, transformando-o no porta-voz de benefícios, promoções, serviços sociais e no melhor meio para o estreitamento das relações humanas.
(Tratado de comunicação organizacional e política.
São Paulo: Pioneira Thomson Learning)
Segundo Torquato, a publicação interna deve aproveitar diferentes conteúdos e vários tipos de matérias. Aquelas que tratam de regulamentos, normas, avisos, portarias são consideradas matérias
A publicação interna é o único veículo de comunicação que traz mensagens cujas fontes podem ser os próprios
funcionários. Mensagens que interessam também às famílias. Lendo a publicação, o trabalhador pode formar um estado psicológico favorável ao bom desempenho de suas atividades operacionais. E a empresa tem em mãos um instrumento para estímulo funcional, transformando-o no porta-voz de benefícios, promoções, serviços sociais e no melhor meio para o estreitamento das relações humanas.
(Tratado de comunicação organizacional e política.
São Paulo: Pioneira Thomson Learning)
Segundo Torquato, a publicação interna deve aproveitar diferentes conteúdos e vários tipos de matérias. Aquelas que tratam de regulamentos, normas, avisos, portarias são consideradas matérias
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O ambientalismo apresenta novos padrões sociais, os quais precisam ser entendidos para que a ecopropaganda seja eficaz, já que tanto as empresas como os governos e entidades ambientais só terão êxito na formulação de ideias em comunicação se conhecerem as pessoas e atenderem a suas necessidades, respeitando seus valores. Não se pode ignorar a força das crenças, ideias, hábitos e valores, caso contrário a resistência de pessoas ou grupos poderá determinar o fracasso de qualquer ação empreendedora.
(GIACOMINI FILHO, Gino. O consumidor e sua inserção ecológica.
In: Ecopropaganda. São Paulo; Senac, 2004. p. 63)
Para realizar uma comunicação no sentido de promover preceitos ambientais, como a responsabilidade social, o consumo sustentável, e as relações da instituição com a comunidade, é necessário dar atenção a duas figuras da sociedade que podem ser encarnadas pelos mesmos indivíduos, a saber, o
(GIACOMINI FILHO, Gino. O consumidor e sua inserção ecológica.
In: Ecopropaganda. São Paulo; Senac, 2004. p. 63)
Para realizar uma comunicação no sentido de promover preceitos ambientais, como a responsabilidade social, o consumo sustentável, e as relações da instituição com a comunidade, é necessário dar atenção a duas figuras da sociedade que podem ser encarnadas pelos mesmos indivíduos, a saber, o
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Falsificações na internet
Quem frequenta páginas da internet, sobretudo nas redes sociais, volta e meia se depara com textos atribuídos a grandes escritores. Qualquer leitor dos mestres da literatura logo perceberá a fraude: a citação está longe de honrar a alegada autoria. Drummond, Clarice Lispector, Guimarães Rosa e Fernando Pessoa, por exemplo, jamais escreveriam banalidades recheadas de lugares comuns, em linguagem capenga e estilo indefinido. Mas fica a pergunta: o que motiva essas falsificações grosseiras de artistas da palavra e da imaginação?
São muitas as justificativas prováveis. Atrás de todas está a vaidade simplória de quem gostaria de ser tomado por um grande escritor e usa o nome deste para promover um texto tolo, ingênuo, piegas, carregado de chavões. Os leitores incautos mordem a isca e parabenizam o fraudulento, expandindo a falsificação e o mau gosto. Mas há também o ressentimento malicioso de quem conhece seus bem estreitos limites literários e, não se conformando com eles, dispõe-se a iludir o público com a assinatura falsa, esperando ser confundido com o grande escritor. Como há de fato quem confunda a gritante aberração com a alta criação, o falsário dá-se por recompensado enquanto recebe os parabéns de quem o “curtiu".
Tais casos são lamentáveis por todas as razões, e constituem transgressões éticas, morais, estéticas e legais. Mas fiquemos apenas com a grave questão da identidade própria que foi rejeitada em nome de outra, inteiramente postiça. Enganar-se a si mesmo, quando não se trata de uma psicopatia grave, é uma forma dolorosa de trair a consciência de si. Os grandes atores, apoiando-se no talento que lhes é próprio, enobrecem esse desejo tão humano de desdobramento da personalidade e o legitimam artisticamente no palco ou nas telas; os escritores criam personagens com luz própria, que se tornam por vezes mais famosos que seus criadores (caso de Cervantes e seu Dom Quixote, por exemplo); mas os falsários da internet, ao não assinarem seu texto medíocre, querem que o tomemos como um grande momento de Shakespeare. Provavelmente jamais leram Shakespeare ou qualquer outro gênio citado: conhecem apenas a fama do nome, e a usam como moeda corrente no mercado virtual da fama.
Tais fraudes devem deixar um gosto amargo em quem as pratica, sobretudo quando ganham o ingênuo acolhimento de quem, enganado, as aplaude. É próprio dos vícios misturar prazer e corrosão em quem os sustenta. Disfarçar a mediocridade pessoal envergando a máscara de um autêntico criador só pode aprofundar a rejeição da identidade própria. É um passo certo para alargar os ressentimentos e a infelicidade de quem não se aceita e não se estima.
(Terêncio Cristobal, inédito)
No texto manifesta-se, essencialmente, uma censura a quem,Quem frequenta páginas da internet, sobretudo nas redes sociais, volta e meia se depara com textos atribuídos a grandes escritores. Qualquer leitor dos mestres da literatura logo perceberá a fraude: a citação está longe de honrar a alegada autoria. Drummond, Clarice Lispector, Guimarães Rosa e Fernando Pessoa, por exemplo, jamais escreveriam banalidades recheadas de lugares comuns, em linguagem capenga e estilo indefinido. Mas fica a pergunta: o que motiva essas falsificações grosseiras de artistas da palavra e da imaginação?
São muitas as justificativas prováveis. Atrás de todas está a vaidade simplória de quem gostaria de ser tomado por um grande escritor e usa o nome deste para promover um texto tolo, ingênuo, piegas, carregado de chavões. Os leitores incautos mordem a isca e parabenizam o fraudulento, expandindo a falsificação e o mau gosto. Mas há também o ressentimento malicioso de quem conhece seus bem estreitos limites literários e, não se conformando com eles, dispõe-se a iludir o público com a assinatura falsa, esperando ser confundido com o grande escritor. Como há de fato quem confunda a gritante aberração com a alta criação, o falsário dá-se por recompensado enquanto recebe os parabéns de quem o “curtiu".
Tais casos são lamentáveis por todas as razões, e constituem transgressões éticas, morais, estéticas e legais. Mas fiquemos apenas com a grave questão da identidade própria que foi rejeitada em nome de outra, inteiramente postiça. Enganar-se a si mesmo, quando não se trata de uma psicopatia grave, é uma forma dolorosa de trair a consciência de si. Os grandes atores, apoiando-se no talento que lhes é próprio, enobrecem esse desejo tão humano de desdobramento da personalidade e o legitimam artisticamente no palco ou nas telas; os escritores criam personagens com luz própria, que se tornam por vezes mais famosos que seus criadores (caso de Cervantes e seu Dom Quixote, por exemplo); mas os falsários da internet, ao não assinarem seu texto medíocre, querem que o tomemos como um grande momento de Shakespeare. Provavelmente jamais leram Shakespeare ou qualquer outro gênio citado: conhecem apenas a fama do nome, e a usam como moeda corrente no mercado virtual da fama.
Tais fraudes devem deixar um gosto amargo em quem as pratica, sobretudo quando ganham o ingênuo acolhimento de quem, enganado, as aplaude. É próprio dos vícios misturar prazer e corrosão em quem os sustenta. Disfarçar a mediocridade pessoal envergando a máscara de um autêntico criador só pode aprofundar a rejeição da identidade própria. É um passo certo para alargar os ressentimentos e a infelicidade de quem não se aceita e não se estima.
(Terêncio Cristobal, inédito)
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Como é a legislação da publicidade no Brasil?
A publicidade infantil no Brasil, tema da redação do Enem neste domingo, é regida por algumas normas contidas na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código de Defesa do Consumidor. No entanto, a Resolução 163 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), publicada em março deste ano, é a mais contundente por restringir a publicidade para crianças (até 12 anos, conforme o ECA). Suas principais decisões dizem respeito ao que é abusivo na publicidade para crianças. São elementos abusivos, conforme o texto:
− Linguagem infantil, efeitos especiais e excessos de cores; − Trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança; − Representação de criança; − Pessoas ou celebridades com apelo ao público infantil; − Personagens ou apresentadores infantis; − Desenho animado ou de animação; − Bonecos ou similares; − Promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis ou com apelos ao público infantil; − Promoções com competições ou jogos com apelo ao público infantil. (Zero Hora, 9 de novembro de 2014, disponível em <http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/2014/11/como-e-a-legislacao-da-publicidade-no-brasil-4639339.html>)
Considerando os princípios éticos atualmente admitidos entre profissionais e empresas da área de propaganda, com esta resolução
A publicidade infantil no Brasil, tema da redação do Enem neste domingo, é regida por algumas normas contidas na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código de Defesa do Consumidor. No entanto, a Resolução 163 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), publicada em março deste ano, é a mais contundente por restringir a publicidade para crianças (até 12 anos, conforme o ECA). Suas principais decisões dizem respeito ao que é abusivo na publicidade para crianças. São elementos abusivos, conforme o texto:
− Linguagem infantil, efeitos especiais e excessos de cores; − Trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança; − Representação de criança; − Pessoas ou celebridades com apelo ao público infantil; − Personagens ou apresentadores infantis; − Desenho animado ou de animação; − Bonecos ou similares; − Promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis ou com apelos ao público infantil; − Promoções com competições ou jogos com apelo ao público infantil. (Zero Hora, 9 de novembro de 2014, disponível em <http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/2014/11/como-e-a-legislacao-da-publicidade-no-brasil-4639339.html>)
Considerando os princípios éticos atualmente admitidos entre profissionais e empresas da área de propaganda, com esta resolução
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Os públicos de uma organização são definidos como internos, externos e mistos, com referências em áreas como a sociologia, psicologia social e até em ciências militares. Segundo Fabio França, autor de Públicos − Como identifica-los em nova visão estratégica − Business Relationship,na busca de um conceito elaborado a partir da perspectiva da organização e do seu negócio, os públicos podem ser definidos como
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Em uma instituição, a comunicação exerce um papel fundamental no gerenciamento de situações de crise que podem trazer problemas não só para a instituição como também atingir terceiros ou a coletividade. Nesses casos, a empresa ou instituição envolvida, juntamente com sua assessoria de comunicação, devem atuar para dar as respostas impostas pela situação. Entre as possíveis causas de situações de crise descritas acima, NÃO se inclui
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- Gestão em Relações PúblicasPlanejamento Estratégico
- Assessoria de Comunicação nas Relações Públicas
- EventosPlanejamento de Eventos
- EventosPromoção Institucional
- Organização de Eventos nas Relações Públicas
- Assessoria de Imprensa nas Relações Públicas
- Assessoria de ComunicaçãoMeios de Comunicação
- Assessoria de ComunicaçãoPlano de Divulgação
Os eventos, sejam eles empresariais, culturais ou esportivos, requerem por parte da assessoria de comunica- ção um cuidado especial com a utilização de certos instrumentos como press kit, releases e boletins. O envio do último deles, segundo a Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação), deve
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A respeito da atuação dos lobistas, conforme Paulo Nassar e Rubens Figueiredo em O que é comunicação empresarial, é correto afirmar:
I. É legítimo empresas, instituições ou pessoas pressionarem aqueles que fazem nossas leis ou as executam.
II. Não é ético, nem legal, oferecer ou dar e receber propinas para obter favorecimentos.
III. Se a pressão é legítima, não há necessidade de divulgar para a sociedade que um lobby está sendo realizado.
IV. O chamado lobby escuso se materializa em pagamentos de viagens e contas de restaurantes, além de outros presentes dado àqueles que são pressionados.
Está correto o que se afirma APENAS em
I. É legítimo empresas, instituições ou pessoas pressionarem aqueles que fazem nossas leis ou as executam.
II. Não é ético, nem legal, oferecer ou dar e receber propinas para obter favorecimentos.
III. Se a pressão é legítima, não há necessidade de divulgar para a sociedade que um lobby está sendo realizado.
IV. O chamado lobby escuso se materializa em pagamentos de viagens e contas de restaurantes, além de outros presentes dado àqueles que são pressionados.
Está correto o que se afirma APENAS em
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De acordo com Margarida Kunsch em As interfaces das Relações Públicas e da Comunicação Organizacional no Brasil, (portal-rp.com.br), as Relações Públicas no Brasil são entendidas de duas formas:
I. Parte integrante da macroárea da comunicação organizacional, ao lado do jornalismo, da publicidade, da propaganda e da editoração, entre outras sub- áreas possíveis que devem interagir com vistas à construção do conceito institucional para a organização. II. Vinculação das Relações Públicas à administração, atribuindo-lhes a peculiaridade do uso de técnicas de comunicação no desenvolvimento de sua missão.
A tendência que se configura atualmente é no sentido de as Relações Públicas serem
I. Parte integrante da macroárea da comunicação organizacional, ao lado do jornalismo, da publicidade, da propaganda e da editoração, entre outras sub- áreas possíveis que devem interagir com vistas à construção do conceito institucional para a organização. II. Vinculação das Relações Públicas à administração, atribuindo-lhes a peculiaridade do uso de técnicas de comunicação no desenvolvimento de sua missão.
A tendência que se configura atualmente é no sentido de as Relações Públicas serem
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- Comunicação Organizacional nas Relações Públicas
- Assessoria de Comunicação nas Relações Públicas
- Comunicação Pública nas Relações Públicas
- Assessoria de ComunicaçãoInteresse Público
A comunicação pública se refere ao fluxo de informações e de interações entre agentes públicos e atores sociais. Nesse sentido, em atendimento ao interesse público, ela ocorre
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