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| contas |
saldo em 1.º/1/2005 (em R$) |
saldo em 31/12/2005 (em R$) |
| contas a receber | 45.000 | 25.800 |
| telefone a pagar | 6.500 | 3.250 |
| energia a pagar | 840 | 5.400 |
| salários a pagar | 6.280 | 7.000 |
| receita antecipada | 8.200 | 5.000 |
| despesa antecipada de seguros | 2.580 | 3.000 |
| estoques | 50.000 | 72.500 |
| outras informações | valor (em R$) |
| receita de vendas | 60.000 |
| despesa de aluguel | 9.500 |
| despesa de telefone | 7.000 |
| despesa de salários | 37.500 |
| despesa de seguros | 1.100 |
| despesa de energia | 6.200 |
| aquisição de mercadorias a vista | 13.00 |
| aquisição de mercadorias a prazo | 40.000 |
Com base nas informações apresentadas acima, julgue o item seguinte.
A empresa pagou R$ 1.640,00 de energia elétrica no período.
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| contas |
saldo em 1.º/1/2005 (em R$) |
saldo em 31/12/2005 (em R$) |
| contas a receber | 45.000 | 25.800 |
| telefone a pagar | 6.500 | 3.250 |
| energia a pagar | 840 | 5.400 |
| salários a pagar | 6.280 | 7.000 |
| receita antecipada | 8.200 | 5.000 |
| despesa antecipada de seguros | 2.580 | 3.000 |
| estoques | 50.000 | 72.500 |
| outras informações | valor (em R$) |
| receita de vendas | 60.000 |
| despesa de aluguel | 9.500 |
| despesa de telefone | 7.000 |
| despesa de salários | 37.500 |
| despesa de seguros | 1.100 |
| despesa de energia | 6.200 |
| aquisição de mercadorias a vista | 13.00 |
| aquisição de mercadorias a prazo | 40.000 |
Com base nas informações apresentadas acima, julgue o item seguinte.
A empresa recebeu de seus clientes R$ 79.200,00.
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| contas |
saldo em 1.º/1/2005 (em R$) |
saldo em 31/12/2005 (em R$) |
| contas a receber | 45.000 | 25.800 |
| telefone a pagar | 6.500 | 3.250 |
| energia a pagar | 840 | 5.400 |
| salários a pagar | 6.280 | 7.000 |
| receita antecipada | 8.200 | 5.000 |
| despesa antecipada de seguros | 2.580 | 3.000 |
| estoques | 50.000 | 72.500 |
| outras informações | valor (em R$) |
| receita de vendas | 60.000 |
| despesa de aluguel | 9.500 |
| despesa de telefone | 7.000 |
| despesa de salários | 37.500 |
| despesa de seguros | 1.100 |
| despesa de energia | 6.200 |
| aquisição de mercadorias a vista | 13.00 |
| aquisição de mercadorias a prazo | 40.000 |
Com base nas informações apresentadas acima, julgue o item seguinte.
Foram pagos R$ 9.500,00 de aluguel no período.
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| contas |
saldo em 1.º/1/2005 (em R$) |
saldo em 31/12/2005 (em R$) |
| contas a receber | 45.000 | 25.800 |
| telefone a pagar | 6.500 | 3.250 |
| energia a pagar | 840 | 5.400 |
| salários a pagar | 6.280 | 7.000 |
| receita antecipada | 8.200 | 5.000 |
| despesa antecipada de seguros | 2.580 | 3.000 |
| estoques | 50.000 | 72.500 |
| outras informações | valor (em R$) |
| receita de vendas | 60.000 |
| despesa de aluguel | 9.500 |
| despesa de telefone | 7.000 |
| despesa de salários | 37.500 |
| despesa de seguros | 1.100 |
| despesa de energia | 6.200 |
| aquisição de mercadorias a vista | 13.000 |
| aquisição de mercadorias a prazo | 40.000 |
Com base nas informações apresentadas acima, julgue o item seguinte.
O custo da mercadoria vendida no período corresponde a R$ 30.500,00.
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| contas |
saldo em 1.º/1/2005 (em R$) |
saldo em 31/12/2005 (em R$) |
| contas a receber | 45.000 | 25.800 |
| telefone a pagar | 6.500 | 3.250 |
| energia a pagar | 840 | 5.400 |
| salários a pagar | 6.280 | 7.000 |
| receita antecipada | 8.200 | 5.000 |
| despesa antecipada de seguros | 2.580 | 3.000 |
| estoques | 50.000 | 72.500 |
| outras informações | valor (em R$) |
| receita de vendas | 60.000 |
| despesa de aluguel | 9.500 |
| despesa de telefone | 7.000 |
| despesa de salários | 37.500 |
| despesa de seguros | 1.100 |
| despesa de energia | 6.200 |
| aquisição de mercadorias a vista | 13.00 |
| aquisição de mercadorias a prazo | 40.000 |
Com base nas informações apresentadas acima, julgue o item seguinte.
A empresa pagou salários no valor de R$ 43.780,00.
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No referente aos poderes do DF, julgue o item seguinte.
O Tribunal de Contas do DF integra o Poder Judiciário do DF.
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Está acontecendo no ensino técnico brasileiro o mesmo fenômeno já cristalizado no superior: o setor privado vem aumentando sua participação ano a ano, ocupando um vácuo deixado pelo poder público. Dados do Censo Escolar do MEC tabulados pela Folha mostram que, de 2001 para 2005, o número de matrículas nas escolas técnicas particulares aumentou 78%. No setor público, esse aumento foi de 27%.
As escolas técnicas atendem, no país, a um público de, aproximadamente, 700 mil estudantes. O conteúdo profissional desses cursos pode ser conciliado com aulas do ensino médio ou feito por quem já tenha diploma de nível médio.
O diploma de técnico, no entanto, não tem o mesmo valor de um de graduação. Os cursos mais procurados estão na área de enfermagem (142 mil alunos), informática (70 mil alunos), contabilidade (29 mil alunos) e eletrônica (28 mil alunos).
Com o crescimento maior do ensino privado, o país tem hoje 58,2% de seus alunos em escolas particulares. Em 2001 (primeiro ano em que esse setor foi pesquisado no censo escolar), a divisão era praticamente igual, com 49,9% nas instituições privadas e 50,1% nas públicas.
Para o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, o baixo crescimento do setor público (se comparado com o privado) deve-se à Lei n.º 9.649/1998, que impedia a criação de escolas técnicas federais sem a participação de estados ou municípios. “Essa lei praticamente proibiu a criação de unidades da rede federal. Quando o presidente Lula assumiu, em 2003, estávamos amarrados por essa determinação, sem poder abrir novos cursos”, diz o secretário.
ADUnB Clipping, 5/12/2005 (com adaptações).
A partir da leitura do texto acima e dos gráficos nele apresentados, julgue o item abaixo quanto à pertinência das idéias e adequação à escrita padrão culta.
No Brasil, em 2005, mais de 50% dos estudantes são absorvidos pela rede privada de ensino técnico.
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Está acontecendo no ensino técnico brasileiro o mesmo fenômeno já cristalizado no superior: o setor privado vem aumentando sua participação ano a ano, ocupando um vácuo deixado pelo poder público. Dados do Censo Escolar do MEC tabulados pela Folha mostram que, de 2001 para 2005, o número de matrículas nas escolas técnicas particulares aumentou 78%. No setor público, esse aumento foi de 27%.
As escolas técnicas atendem, no país, a um público de, aproximadamente, 700 mil estudantes. O conteúdo profissional desses cursos pode ser conciliado com aulas do ensino médio ou feito por quem já tenha diploma de nível médio.
O diploma de técnico, no entanto, não tem o mesmo valor de um de graduação. Os cursos mais procurados estão na área de enfermagem (142 mil alunos), informática (70 mil alunos), contabilidade (29 mil alunos) e eletrônica (28 mil alunos).
Com o crescimento maior do ensino privado, o país tem hoje 58,2% de seus alunos em escolas particulares. Em 2001 (primeiro ano em que esse setor foi pesquisado no censo escolar), a divisão era praticamente igual, com 49,9% nas instituições privadas e 50,1% nas públicas.
Para o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, o baixo crescimento do setor público (se comparado com o privado) deve-se à Lei n.º 9.649/1998, que impedia a criação de escolas técnicas federais sem a participação de estados ou municípios. “Essa lei praticamente proibiu a criação de unidades da rede federal. Quando o presidente Lula assumiu, em 2003, estávamos amarrados por essa determinação, sem poder abrir novos cursos”, diz o secretário.
ADUnB Clipping, 5/12/2005 (com adaptações).
A partir da leitura do texto acima e dos gráficos nele apresentados, julgue o item abaixo quanto à pertinência das idéias e adequação à escrita padrão culta.
O gráfico II reproduz, em percentuais, os cursos técnicos mais procurados no Brasil, em relação ao total de cursos desse nível oferecidos no país.
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Está acontecendo no ensino técnico brasileiro o mesmo fenômeno já cristalizado no superior: o setor privado vem aumentando sua participação ano a ano, ocupando um vácuo deixado pelo poder público. Dados do Censo Escolar do MEC tabulados pela Folha mostram que, de 2001 para 2005, o número de matrículas nas escolas técnicas particulares aumentou 78%. No setor público, esse aumento foi de 27%.
As escolas técnicas atendem, no país, a um público de, aproximadamente, 700 mil estudantes. O conteúdo profissional desses cursos pode ser conciliado com aulas do ensino médio ou feito por quem já tenha diploma de nível médio.
O diploma de técnico, no entanto, não tem o mesmo valor de um de graduação. Os cursos mais procurados estão na área de enfermagem (142 mil alunos), informática (70 mil alunos), contabilidade (29 mil alunos) e eletrônica (28 mil alunos).
Com o crescimento maior do ensino privado, o país tem hoje 58,2% de seus alunos em escolas particulares. Em 2001 (primeiro ano em que esse setor foi pesquisado no censo escolar), a divisão era praticamente igual, com 49,9% nas instituições privadas e 50,1% nas públicas.
Para o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, o baixo crescimento do setor público (se comparado com o privado) deve-se à Lei n.º 9.649/1998, que impedia a criação de escolas técnicas federais sem a participação de estados ou municípios. “Essa lei praticamente proibiu a criação de unidades da rede federal. Quando o presidente Lula assumiu, em 2003, estávamos amarrados por essa determinação, sem poder abrir novos cursos”, diz o secretário.
ADUnB Clipping, 5/12/2005 (com adaptações).
A partir da leitura do texto acima e dos gráficos nele apresentados, julgue o item abaixo quanto à pertinência das idéias e adequação à escrita padrão culta.
O gráfico I ilustra a parte do primeiro parágrafo do texto que apresenta os “Dados do Censo Escolar do MEC tabulados pela Folha”.
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Está acontecendo no ensino técnico brasileiro o mesmo fenômeno já cristalizado no superior: o setor privado vem aumentando sua participação ano a ano, ocupando um vácuo deixado pelo poder público. Dados do Censo Escolar do MEC tabulados pela Folha mostram que, de 2001 para 2005, o número de matrículas nas escolas técnicas particulares aumentou 78%. No setor público, esse aumento foi de 27%.
As escolas técnicas atendem, no país, a um público de, aproximadamente, 700 mil estudantes. O conteúdo profissional desses cursos pode ser conciliado com aulas do ensino médio ou feito por quem já tenha diploma de nível médio.
O diploma de técnico, no entanto, não tem o mesmo valor de um de graduação. Os cursos mais procurados estão na área de enfermagem (142 mil alunos), informática (70 mil alunos), contabilidade (29 mil alunos) e eletrônica (28 mil alunos).
Com o crescimento maior do ensino privado, o país tem hoje 58,2% de seus alunos em escolas particulares. Em 2001 (primeiro ano em que esse setor foi pesquisado no censo escolar), a divisão era praticamente igual, com 49,9% nas instituições privadas e 50,1% nas públicas.
Para o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, o baixo crescimento do setor público (se comparado com o privado) deve-se à Lei n.º 9.649/1998, que impedia a criação de escolas técnicas federais sem a participação de estados ou municípios. “Essa lei praticamente proibiu a criação de unidades da rede federal. Quando o presidente Lula assumiu, em 2003, estávamos amarrados por essa determinação, sem poder abrir novos cursos”, diz o secretário.
ADUnB Clipping, 5/12/2005 (com adaptações).
A partir da leitura do texto acima e dos gráficos nele apresentados, julgue o item abaixo quanto à pertinência das idéias e adequação à escrita padrão culta.
O secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, haja visto o baixo investimento de verbas públicas no setor, assegurou que isso se devia a uma lei que praticamente proibia a criação de unidades de ensino técnico pela administração federal; todavia, quando o presidente Lula assumiu, tal proibição caiu.
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