Foram encontradas 197 questões.
Uma equipe de auditores de um órgão de controle recebeu um
relatório sobre o pagamento de vagas em creches privadas para
atendimento de crianças até 5 anos de idade, para as quais foi
informado que não havia vagas nas creches municipais, na região
onde as respectivas famílias residiam. Os auditores resolveram
pedir um relatório sobre a ocupação de vagas nas creches da
referida região, com o objetivo de constatar se não havia
ociosidade e confirmar a pertinência do gasto.
A análise dos relatórios de gastos e das planilhas com
informações sobre capacidade e nível de ocupação das creches
está alinhada com a técnica de:
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Um jovem auditor designado para substituir um colega em uma
equipe de auditoria foi requisitado a aplicar uma técnica de
auditoria que gerasse evidências sobre a efetividade dos
controles e a segregação de funções durante a execução de um
processo de recebimentos e registro de matérias-primas em um
parque fabril.
Após analisar os papéis de trabalho, o auditor responsável
questionou o jovem auditor por ter recorrido a registros
documentais fornecidos pela empresa em vez de realizar uma:
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Em análises estatísticas, somente as amostragens probabilísticas
permitem a correta generalização para a população dos
resultados amostrais. Um tipo de amostragem que pode cumprir
esse objetivo é a amostragem aleatória simples.
Ao definir pela aplicação desse tipo de amostragem, um auditor
deve considerar que:
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Uma parte de extrema relevância nos trabalhos do auditor se
refere à documentação de auditoria (os chamados papéis de
trabalho), que consiste em documentos que suportam o trabalho
de auditoria.
À luz da relevância de tais documentos para o alcance dos
objetivos dos trabalhos de auditoria, um auditor deve observar
que:
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No contexto das auditorias realizadas nas entidades públicas, a
partir dos princípios fundamentais de auditoria do setor público,
um estágio importante do processo de auditoria refere-se à
definição do escopo, ou seja, do conjunto de recortes de objeto
que serão analisados e os critérios que serão utilizados para
responder a cada questão do trabalho.
A definição desse estágio:
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Um órgão de controle recebeu uma representação, com
fundamentação razoável, envolvendo empresas fornecedoras de
merenda escolar para a rede escolar de um Município, que
sugere a ocorrência de formação de cartel e superfaturamento.
O órgão entendeu ser pertinente iniciar uma ação de fiscalização
e designou uma comissão com três servidores com a formalização
de um requerimento de:
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Entre os objetivos de uma auditoria financeira encontram-se
elementos que são reconhecidos, mensurados e apresentados
em demonstrações financeiras.
Em decorrência disso, as auditorias financeiras devem ser
realizadas:
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Texto 2 – O jornalismo de opinião pode perpetuar
negacionismos? (adaptado)
Por Matheus Cervo
“No dia 9 de agosto de 2021, o Painel Intergovernamental
sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) emitiu um
dos mais completos e conclusivos relatórios sobre a grave crise
ecológica e planetária que enfrentamos. O documento tem
mais de 3 mil páginas, que foram escritas por aproximadamente
200 cientistas oriundos de 60 países diferentes a partir de anos
de pesquisa sobre o tema, citando mais de 14 mil estudos que
dão base às conclusões feitas.
Após apenas um mês de emissão do relatório, o jornal Zero
Hora (ZH) publicou um infeliz artigo de opinião de Flávio Juarez
Feijó chamado ‘Aquecimento Natural’. Apesar de ser geólogo e
ser mestre em geociências, Flávio foi abraçado pelo jornal da
capital gaúcha por suas opiniões descabidas, que não possuem
nenhum embasamento científico.
Nesse artigo aprovado por ZH, ele ousou dizer que o relatório
do IPCC é alarmista e que tem como meta o impedimento do
crescimento de países subdesenvolvidos como o Brasil. Como
supostos argumentos científicos, afirma que as mudanças
climáticas atuais fazem parte de um ciclo natural da terra e que
não é necessário reduzir a emissão de gases de efeito estufa.
Ainda, opina que as metas de carbono zero fariam a sociedade
voltar a andar a cavalo e que a agricultura do nosso país voltaria a
ser movida por arados a boi.
Em letras miúdas quase imperceptíveis ao(à) leitor(a), o
jornal ZH escreve no rodapé da página do artigo: ‘Os textos não
representam a opinião do Grupo RBS’. Contudo, essa não é a
primeira vez que ZH abraça as opiniões de Flávio, já que publicou
outro texto do geólogo em 2018 chamado ‘Descarbonizar não é
preciso’. Neste texto, sem nenhuma referência científica, diz que
o derretimento das geleiras não acrescentaria uma ‘gota no
oceano’, que o gelo da Antártica está protegido e que o nível do
mar não irá subir. Ainda assim, não se contém e diz que, caso
várias áreas do planeta derretam devido ao ‘aquecimento
natural’, deve-se aproveitar as ‘benesses’ do contexto e criar
novas rotas de navegação e vastas áreas de agricultura (!).
Não é preciso dizer mais nada para afirmar que escolhas
editoriais como essa são perigosas e devem ser apontadas como
tal. Pequenas notas em rodapé não devem justificar a falta de
responsabilidade de veículos de comunicação para com a pauta
do colapso climático. É importante dizer que essas escolhas estão
sendo feitas por muitos jornais brasileiros, como Folha de São
Paulo, que publicou um péssimo texto de Leandro Narloch
chamado ‘Negacionistas e aceitacionistas se equivalem na reação
histérica contra quem questiona seus dogmas’. A publicação foi
feita apenas 8 dias depois da emissão do relatório do IPCC e
apenas 3 dias após manifestação do ombudsman da Folha contra
o mesmo colunista.
Esse pronunciamento do ombudsman só ocorreu devido à
grande polêmica que os diversos textos negacionistas de Narloch
causaram na opinião pública através das redes sociais. Por isso,
devemos nos manter alerta às decisões editoriais como as
de Zero Hora e nos manifestar criticamente para que o jornalismo
brasileiro não aja como se o colapso climático fosse questão de
opinião.”
Disponível em: https://jornalismoemeioambiente.com/2021/09/
13/o-jornalismo-de-opiniao-pode-perpetuar-negacionismos-
%ef%bf%bc/
Acesso em: 04/01/2023
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Texto 2 – O jornalismo de opinião pode perpetuar
negacionismos? (adaptado)
Por Matheus Cervo
“No dia 9 de agosto de 2021, o Painel Intergovernamental
sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) emitiu um
dos mais completos e conclusivos relatórios sobre a grave crise
ecológica e planetária que enfrentamos. O documento tem
mais de 3 mil páginas, que foram escritas por aproximadamente
200 cientistas oriundos de 60 países diferentes a partir de anos
de pesquisa sobre o tema, citando mais de 14 mil estudos que
dão base às conclusões feitas.
Após apenas um mês de emissão do relatório, o jornal Zero
Hora (ZH) publicou um infeliz artigo de opinião de Flávio Juarez
Feijó chamado ‘Aquecimento Natural’. Apesar de ser geólogo e
ser mestre em geociências, Flávio foi abraçado pelo jornal da
capital gaúcha por suas opiniões descabidas, que não possuem
nenhum embasamento científico.
Nesse artigo aprovado por ZH, ele ousou dizer que o relatório
do IPCC é alarmista e que tem como meta o impedimento do
crescimento de países subdesenvolvidos como o Brasil. Como
supostos argumentos científicos, afirma que as mudanças
climáticas atuais fazem parte de um ciclo natural da terra e que
não é necessário reduzir a emissão de gases de efeito estufa.
Ainda, opina que as metas de carbono zero fariam a sociedade
voltar a andar a cavalo e que a agricultura do nosso país voltaria a
ser movida por arados a boi.
Em letras miúdas quase imperceptíveis ao(à) leitor(a), o
jornal ZH escreve no rodapé da página do artigo: ‘Os textos não
representam a opinião do Grupo RBS’. Contudo, essa não é a
primeira vez que ZH abraça as opiniões de Flávio, já que publicou
outro texto do geólogo em 2018 chamado ‘Descarbonizar não é
preciso’. Neste texto, sem nenhuma referência científica, diz que
o derretimento das geleiras não acrescentaria uma ‘gota no
oceano’, que o gelo da Antártica está protegido e que o nível do
mar não irá subir. Ainda assim, não se contém e diz que, caso
várias áreas do planeta derretam devido ao ‘aquecimento
natural’, deve-se aproveitar as ‘benesses’ do contexto e criar
novas rotas de navegação e vastas áreas de agricultura (!).
Não é preciso dizer mais nada para afirmar que escolhas
editoriais como essa são perigosas e devem ser apontadas como
tal. Pequenas notas em rodapé não devem justificar a falta de
responsabilidade de veículos de comunicação para com a pauta
do colapso climático. É importante dizer que essas escolhas estão
sendo feitas por muitos jornais brasileiros, como Folha de São
Paulo, que publicou um péssimo texto de Leandro Narloch
chamado ‘Negacionistas e aceitacionistas se equivalem na reação
histérica contra quem questiona seus dogmas’. A publicação foi
feita apenas 8 dias depois da emissão do relatório do IPCC e
apenas 3 dias após manifestação do ombudsman da Folha contra
o mesmo colunista.
Esse pronunciamento do ombudsman só ocorreu devido à
grande polêmica que os diversos textos negacionistas de Narloch
causaram na opinião pública através das redes sociais. Por isso,
devemos nos manter alerta às decisões editoriais como as
de Zero Hora e nos manifestar criticamente para que o jornalismo
brasileiro não aja como se o colapso climático fosse questão de
opinião.”
Disponível em: https://jornalismoemeioambiente.com/2021/09/
13/o-jornalismo-de-opiniao-pode-perpetuar-negacionismos-
%ef%bf%bc/
Acesso em: 04/01/2023
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 2 – O jornalismo de opinião pode perpetuar
negacionismos? (adaptado)
Por Matheus Cervo
“No dia 9 de agosto de 2021, o Painel Intergovernamental
sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) emitiu um
dos mais completos e conclusivos relatórios sobre a grave crise
ecológica e planetária que enfrentamos. O documento tem
mais de 3 mil páginas, que foram escritas por aproximadamente
200 cientistas oriundos de 60 países diferentes a partir de anos
de pesquisa sobre o tema, citando mais de 14 mil estudos que
dão base às conclusões feitas.
Após apenas um mês de emissão do relatório, o jornal Zero
Hora (ZH) publicou um infeliz artigo de opinião de Flávio Juarez
Feijó chamado ‘Aquecimento Natural’. Apesar de ser geólogo e
ser mestre em geociências, Flávio foi abraçado pelo jornal da
capital gaúcha por suas opiniões descabidas, que não possuem
nenhum embasamento científico.
Nesse artigo aprovado por ZH, ele ousou dizer que o relatório
do IPCC é alarmista e que tem como meta o impedimento do
crescimento de países subdesenvolvidos como o Brasil. Como
supostos argumentos científicos, afirma que as mudanças
climáticas atuais fazem parte de um ciclo natural da terra e que
não é necessário reduzir a emissão de gases de efeito estufa.
Ainda, opina que as metas de carbono zero fariam a sociedade
voltar a andar a cavalo e que a agricultura do nosso país voltaria a
ser movida por arados a boi.
Em letras miúdas quase imperceptíveis ao(à) leitor(a), o
jornal ZH escreve no rodapé da página do artigo: ‘Os textos não
representam a opinião do Grupo RBS’. Contudo, essa não é a
primeira vez que ZH abraça as opiniões de Flávio, já que publicou
outro texto do geólogo em 2018 chamado ‘Descarbonizar não é
preciso’. Neste texto, sem nenhuma referência científica, diz que
o derretimento das geleiras não acrescentaria uma ‘gota no
oceano’, que o gelo da Antártica está protegido e que o nível do
mar não irá subir. Ainda assim, não se contém e diz que, caso
várias áreas do planeta derretam devido ao ‘aquecimento
natural’, deve-se aproveitar as ‘benesses’ do contexto e criar
novas rotas de navegação e vastas áreas de agricultura (!).
Não é preciso dizer mais nada para afirmar que escolhas
editoriais como essa são perigosas e devem ser apontadas como
tal. Pequenas notas em rodapé não devem justificar a falta de
responsabilidade de veículos de comunicação para com a pauta
do colapso climático. É importante dizer que essas escolhas estão
sendo feitas por muitos jornais brasileiros, como Folha de São
Paulo, que publicou um péssimo texto de Leandro Narloch
chamado ‘Negacionistas e aceitacionistas se equivalem na reação
histérica contra quem questiona seus dogmas’. A publicação foi
feita apenas 8 dias depois da emissão do relatório do IPCC e
apenas 3 dias após manifestação do ombudsman da Folha contra
o mesmo colunista.
Esse pronunciamento do ombudsman só ocorreu devido à
grande polêmica que os diversos textos negacionistas de Narloch
causaram na opinião pública através das redes sociais. Por isso,
devemos nos manter alerta às decisões editoriais como as
de Zero Hora e nos manifestar criticamente para que o jornalismo
brasileiro não aja como se o colapso climático fosse questão de
opinião.”
Disponível em: https://jornalismoemeioambiente.com/2021/09/
13/o-jornalismo-de-opiniao-pode-perpetuar-negacionismos-
%ef%bf%bc/
Acesso em: 04/01/2023
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