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Foram encontradas 40 questões.

311535 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: CFN
Na editoração gráfica, as cores têm papel fundamental na produção de peças gráficas, principalmente as publicitárias, tipo folders, cartazes, flyer etc. Acerca disso, analise as afirmativas correlatas:
I.Vermelho, verde e azul-violeta são cores sólidas primárias, no que diz respeito à fotografia.”
II.Cian, amarelo e magenta são cores-luz primárias, no que diz respeito à impressão.”
Assinale a alternativa correta:
 

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Quando confrontados pelos aspectos mais obscuros ou espinhosos da existência, os antigos gregos costumavam consultar os deuses (naquela época, não havia psicanalistas). Para isso, existiam os oráculos – locais sagrados onde os seres imortais se manifestavam, devidamente encarnados em suas sacerdotisas. Certa vez, talvez por brincadeira, um ateniense perguntou ao conceituado oráculo de Delfos se haveria na Grécia alguém mais sábio que o esquisitão Sócrates. A resposta foi sumária: “Não”.

O inesperado elogio divino chegou aos ouvidos de Sócrates, causando-lhe uma profunda sensação de estranheza. Afinal de contas, ele jamais havia se considerado um grande sábio. Pelo contrário: considerava-se tão ignorante quanto o resto da humanidade. Após muito meditar sobre as palavras do oráculo, Sócrates chegou à conclusão de que mudaria sua vida (e a história do pensamento). Se ele era o homem mais sábio da Grécia, então o verdadeiro sábio é aquele que tem consciência da própria ignorância. Para colocar à prova sua descoberta, ele foi ter com um dos figurões intelectuais da época. Após algumas horas de conversa, percebeu que a autoproclamada sabedoria do sujeito era uma casca vazia. E concluiu: “Mais sábio que esse homem eu sou. É provável que nenhum de nós saiba nada de bom, mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, tampouco suponho saber. Parece que sou um tantinho mais sábio que ele exatamente por não supor saber o que não sei”. A partir daí, Sócrates começou uma cruzada pessoal contra a falsa sabedoria humana – e não havia melhor palco para essa empreitada que a vaidosíssima Atenas. Em suas próprias palavras, ele se tornou um “vagabundo loquaz” – uma usina ambulante de insolência iluminadora, movida pelo célebre bordão que Sócrates legou à posteridade: “Só sei que nada sei”.

Para sua tarefa audaz, Sócrates empregou o método aprendido com os professores sofistas. Mas havia grandes diferenças entre a dialética de Sócrates e a de seus antigos mestres. Em primeiro lugar, Sócrates não cobrava dinheiro por suas “lições” – aceitava conversar com qualquer pessoa, desde escravos até políticos poderosos, sem ganhar um tostão. Além disso, os diálogos de Sócrates não serviam para defender essa ou aquela posição ideológica, mas para questionar a tudo e a todos sem distinção. Ele geralmente começava seus debates com perguntas diretas sobre temas elementares: “O que é o Amor?” “O que é a Virtude?” “O que é a Mentira?” Em seguida, destrinchava as respostas que lhe eram dadas, questionando o significado de cada palavra. E continuava fazendo perguntas em cima de perguntas, até levar os exaustos interlocutores a conclusões opostas às que haviam dado inicialmente – e tudo isso num tom perfeitamente amigável. Assim, o pensador demonstrava uma verdade que até hoje continua universal: na maior parte do tempo, a grande maioria das pessoas (especialmente as que se consideram mais sabichonas) não sabe do que está falando.

(José Francisco Botelho. Revista Vida Simples, edição 91, abril de 2010 / com adaptações)

Analise as afirmativas a seguir:

I. As conclusões que impulsionaram a cruzada pessoal de Sócrates contra a falsa sabedoria humana foram motivadas por um elogio divino.

II. Ao saber que o conceituado oráculo de Delfos o havia considerado o maior sábio da Grécia, Sócrates prontamente chegou à conclusão de que transformaria sua vida.

III. Os antigos mestres de Sócrates cobravam por suas “lições”.

IV. Sócrates concluiu que era mais sábio do que um dos figurões intelectuais da época, pois, após conversar com ele, percebeu que este era incapaz de reconhecer a própria ignorância.

Explícita ou implicitamente estão presentes no texto somente as ideias registradas nas afirmativas:

 

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Sobre o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN, marque a afirmativa INCORRETA:
 

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Quando confrontados pelos aspectos mais obscuros ou espinhosos da existência, os antigos gregos costumavam consultar os deuses (naquela época, não havia psicanalistas). Para isso, existiam os oráculos – locais sagrados onde os seres imortais se manifestavam, devidamente encarnados em suas sacerdotisas. Certa vez, talvez por brincadeira, um ateniense perguntou ao conceituado oráculo de Delfos se haveria na Grécia alguém mais sábio que o esquisitão Sócrates. A resposta foi sumária: “Não”.

O inesperado elogio divino chegou aos ouvidos de Sócrates, causando-lhe uma profunda sensação de estranheza. Afinal de contas, ele jamais havia se considerado um grande sábio. Pelo contrário: considerava-se tão ignorante quanto o resto da humanidade. Após muito meditar sobre as palavras do oráculo, Sócrates chegou à conclusão de que mudaria sua vida (e a história do pensamento). Se ele era o homem mais sábio da Grécia, então o verdadeiro sábio é aquele que tem consciência da própria ignorância. Para colocar à prova sua descoberta, ele foi ter com um dos figurões intelectuais da época. Após algumas horas de conversa, percebeu que a autoproclamada sabedoria do sujeito era uma casca vazia. E concluiu: “Mais sábio que esse homem eu sou. É provável que nenhum de nós saiba nada de bom, mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, tampouco suponho saber. Parece que sou um tantinho mais sábio que ele exatamente por não supor saber o que não sei”. A partir daí, Sócrates começou uma cruzada pessoal contra a falsa sabedoria humana – e não havia melhor palco para essa empreitada que a vaidosíssima Atenas. Em suas próprias palavras, ele se tornou um “vagabundo loquaz” – uma usina ambulante de insolência iluminadora, movida pelo célebre bordão que Sócrates legou à posteridade: “Só sei que nada sei”.

Para sua tarefa audaz, Sócrates empregou o método aprendido com os professores sofistas. Mas havia grandes diferenças entre a dialética de Sócrates e a de seus antigos mestres. Em primeiro lugar, Sócrates não cobrava dinheiro por suas “lições” – aceitava conversar com qualquer pessoa, desde escravos até políticos poderosos, sem ganhar um tostão. Além disso, os diálogos de Sócrates não serviam para defender essa ou aquela posição ideológica, mas para questionar a tudo e a todos sem distinção. Ele geralmente começava seus debates com perguntas diretas sobre temas elementares: “O que é o Amor?” “O que é a Virtude?” “O que é a Mentira?” Em seguida, destrinchava as respostas que lhe eram dadas, questionando o significado de cada palavra. E continuava fazendo perguntas em cima de perguntas, até levar os exaustos interlocutores a conclusões opostas às que haviam dado inicialmente – e tudo isso num tom perfeitamente amigável. Assim, o pensador demonstrava uma verdade que até hoje continua universal: na maior parte do tempo, a grande maioria das pessoas (especialmente as que se consideram mais sabichonas) não sabe do que está falando.

(José Francisco Botelho. Revista Vida Simples, edição 91, abril de 2010 / com adaptações)

Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

( ) Em “não havia psicanalistas” (1º§), a forma verbal “havia” poderia estar no plural, concordando com “psicanalistas”.

( ) Em “onde os seres imortais se manifestavam” (1º§) a palavra destacada pode ser substituída, sem que haja alteração do sentido do período, por nos quais.

( ) A colocação de uma vírgula depois do termo “perguntou” (1º§) mantém o sentido e a correção gramatical do período.

( ) Em “mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe” (2º§), a palavra em destaque pode ser substituída, sem alteração do sentido do período, por todavia.

( ) O emprego de preposição em “a conclusões opostas” (3º§) justifica-se pela regência de “interlocutores” (3º§).

A sequência está correta em:

 

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265439 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: CFN
Um profissional de comunicação que atua na área organizacional deve ter conhecimento prévio acerca do funcionamento de uma Agência de Publicidade, já que esta, muitas vezes, assume papel preponderante no desenvolvimento das ações de comunicação mercadológicas. Portanto, ciente das estruturas organizacionais, o profissional reconhece uma agência com estrutura matricial, quando:
 

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264051 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: CFN
Sobre as abordagens de pesquisa em marketing, relacione as colunas a seguir:
I. Pesquisa por observação.
II. Pesquisa de grupo-foco.
III. Pesquisa experimental.
IV. Pesquisa de levantamento.
( ) Ação muito indicada para ser efetuada antes de se implementar um levantamento em larga escala; mas o moderador deve ser objetivo e conhecedor do tema e das técnicas dessa dinâmica, para que seja realizada com eficiência.
( ) Mais recomendada para pesquisas descritivas, geralmente é utilizada para mensurar as magnitudes da população, através dos conhecimentos, crenças, preferências, entre outros aspectos sobre as pessoas.
( ) Trabalha com dados recentes e pode levantar hipóteses úteis quanto ao atendimento ou produto.
( ) Mais válida cientificamente entre as demais, o objetivo é detectar relacionamentos de causa-efeito, extirpando as divergências de constatações detectadas.
A sequência está correta em:
 

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262186 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: CFN
Na diagramação de jornais ou revistas, o recurso fotomecânico banday é utilizado para:
 

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262137 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: CFN
Ao realizar um evento cívico, o coordenador de comunicação deve atentar-se para as seguintes prerrogativas, EXCETO:
 

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Mais usual no Brasil em termos de remuneração de uma agência de publicidade são as comissões estabelecidas pela Lei nº. 4680.” Sobre essa comissão, analise:
I. A agência recebe 20% sobre os serviços prestados em mídia e 15% sobre os serviços prestados na área de produção.
II. A comissão dos 20% não pode ser negociada, tornando-se ilícitas as transações entre anunciantes e agências que não utilizarem esse percentual.
III. Essa comissão recebe o nome de remuneração por resultados e consiste na remuneração de acordo com os resultados positivos obtidos pelo cliente durante a realização da campanha.
IV. O recurso de 20% que é de direito da agência deve ser repassado pelo veículo e não pelo cliente.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

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Quando confrontados pelos aspectos mais obscuros ou espinhosos da existência, os antigos gregos costumavam consultar os deuses (naquela época, não havia psicanalistas). Para isso, existiam os oráculos – locais sagrados onde os seres imortais se manifestavam, devidamente encarnados em suas sacerdotisas. Certa vez, talvez por brincadeira, um ateniense perguntou ao conceituado oráculo de Delfos se haveria na Grécia alguém mais sábio que o esquisitão Sócrates. A resposta foi sumária: “Não”.

O inesperado elogio divino chegou aos ouvidos de Sócrates, causando-lhe uma profunda sensação de estranheza. Afinal de contas, ele jamais havia se considerado um grande sábio. Pelo contrário: considerava-se tão ignorante quanto o resto da humanidade. Após muito meditar sobre as palavras do oráculo, Sócrates chegou à conclusão de que mudaria sua vida (e a história do pensamento). Se ele era o homem mais sábio da Grécia, então o verdadeiro sábio é aquele que tem consciência da própria ignorância. Para colocar à prova sua descoberta, ele foi ter com um dos figurões intelectuais da época. Após algumas horas de conversa, percebeu que a autoproclamada sabedoria do sujeito era uma casca vazia. E concluiu: “Mais sábio que esse homem eu sou. É provável que nenhum de nós saiba nada de bom, mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, tampouco suponho saber. Parece que sou um tantinho mais sábio que ele exatamente por não supor saber o que não sei”. A partir daí, Sócrates começou uma cruzada pessoal contra a falsa sabedoria humana – e não havia melhor palco para essa empreitada que a vaidosíssima Atenas. Em suas próprias palavras, ele se tornou um “vagabundo loquaz” – uma usina ambulante de insolência iluminadora, movida pelo célebre bordão que Sócrates legou à posteridade: “Só sei que nada sei”.

Para sua tarefa audaz, Sócrates empregou o método aprendido com os professores sofistas. Mas havia grandes diferenças entre a dialética de Sócrates e a de seus antigos mestres. Em primeiro lugar, Sócrates não cobrava dinheiro por suas “lições” – aceitava conversar com qualquer pessoa, desde escravos até políticos poderosos, sem ganhar um tostão. Além disso, os diálogos de Sócrates não serviam para defender essa ou aquela posição ideológica, mas para questionar a tudo e a todos sem distinção. Ele geralmente começava seus debates com perguntas diretas sobre temas elementares: “O que é o Amor?” “O que é a Virtude?” “O que é a Mentira?” Em seguida, destrinchava as respostas que lhe eram dadas, questionando o significado de cada palavra. E continuava fazendo perguntas em cima de perguntas, até levar os exaustos interlocutores a conclusões opostas às que haviam dado inicialmente – e tudo isso num tom perfeitamente amigável. Assim, o pensador demonstrava uma verdade que até hoje continua universal: na maior parte do tempo, a grande maioria das pessoas (especialmente as que se consideram mais sabichonas) não sabe do que está falando.

(José Francisco Botelho. Revista Vida Simples, edição 91, abril de 2010 / com adaptações)

Os termos destacados constituem elementos coesivos por retomarem termos ou ideias anteriormente registrados, EXCETO:

 

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