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Foram encontradas 40 questões.

1088912 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FADESP
Orgão: CDP
Os Spywares são softwares de computador que coletam e transmitem dados e informações pessoais armazenados no computador do usuário para algum site da internet. O programa que é um exemplo dentro do conceito de spyware é o
 

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1080343 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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São Unidades de Conservação de Uso Sustentável o(a)s

 

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1070020 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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Com base na Política Nacional de Educação Ambiental, é correto afirmar que
 

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1066663 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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Com a finalidade de garantir a não deterioração significativa da qualidade do ar em todo o território nacional, suas áreas devem ser enquadradas de acordo com seus usos pretendidos. Analise as afirmativas relativas a esse enquadramento.
(I) Em áreas enquadradas como de Classe I, deve ser mantida a qualidade do ar em nível o mais próximo possível do verificado sem a intervenção antropogênica.
(II) Em áreas enquadradas como de Classe II, o nível de deterioração da qualidade do ar deve ser limitado pelo padrão secundário de qualidade.
(III) Em áreas enquadradas como de Classe III, o nível de deterioração da qualidade do ar deve ser limitado pelo padrão primário de qualidade.
Marque a alternativa que reúne afirmativas verdadeiras.
 

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1061241 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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A Política Nacional de Recursos Hídricos estabelece como um de seus instrumentos o Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos. O órgão responsável por organizar, implantar e gerir esse sistema é o(a)
 

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1054624 Ano: 2012
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: FADESP
Orgão: CDP
De acordo com o Decreto n° 6029/2007, a Comissão de Ética Pública será integrada por brasileiros que preencham os requisitos de idoneidade moral, reputação ilibada e notória experiência em administração pública, designados pelo para mandatos de , não coincidentes entre si, permitida uma única recondução.
Os termos que preenchem corretamente as lacunas acima são
 

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1030735 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: CDP
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Outra economia:
a mensagem sombria, mas de esperança, da Rio+20
Não devemos só rever nosso padrão de consumo,
mas também o modo de produção e a relação entre os países
O desenvolvimento sustentável das nações é uma temática que se tornou central no debate a partir dos primeiros alertas de ambientalistas que associaram o uso indiscriminado dos recursos naturais com o aquecimento global. No entanto, o termo sustentável se tornou rapidamente uma panaceia, incluindo tudo – e portanto nada –, especialmente após a sua inteligente apropriação pelo marketing das grandes corporações privadas globais.
Iludidos pela propaganda, muitos consumidores se sentem aliviados em sua consciência ambiental quando encontram selos verdes ou algo do gênero em seus produtos preferidos (desde cadernos até carros com tração nas quatro rodas). A hipocrisia é tamanha que o Brasil, entre outros países emergentes, tem-se colocado como exemplo de uma estratégia de desenvolvimento pretensamente movida a energia renovável e sustentável. Alusão refutada por quaisquer dos indicadores sólidos de sustentabilidade adotados no debate científico dos climatólogos, não por acaso afastados dos palcos políticos mais importantes da Rio+20.
Na verdade, o que o governo de muitos dos países do G20 chamam de economia verde pouco tem de sustentável. O critério de avaliação de impacto ambiental mais sério da academia, mas ignorado ainda pelos políticos, é a superfície vegetal do país, pois são essas áreas que garantem a purificação da pegada humana de gás carbônico que ameaça o planeta.
Segundo esse critério, a geração de energia elétrica no Brasil e na China, por exemplo, dependente da inundação de imensas áreas ocupadas por florestas, é altamente poluente; bem como a política de substituição de combustível fóssil por etanol ou biodiesel em países como os EUA e novamente o Brasil, pois são produtos que demandam uma superfície agrícola muito grande para ser minimamente acessível para os consumidores. Nem mesmo a energia eólica, a atual campeã da sustentabilidade, escapa a uma análise de impacto ambiental mais rigorosa, por também depender de uma escala de produção com uso intensivo de recursos naturais.
A chave da nossa sobrevivência em um mundo realmente sustentável depende, portanto, do desenvolvimento de uma tecnologia de geração de energia extensiva no uso de recursos naturais, ou seja que polua pouco, sendo capaz de manter ou mesmo elevar a superfície de nossos territórios com cobertura florestal. Parece sonho, mas isso já acontece em alguns países centrais avançados, como na França, no Japão ou ainda no Canadá. Lá, pelo visto, a consciência ambiental atingiu um outro patamar, e a resposta vem imediatamente com a maior qualidade de vida da população.
Porém, em escala planetária, a realidade é bem diferente, por conta do ritmo acelerado de devastação ambiental imposto por um modelo de capitalismo extensivo em recursos naturais, aplicado principalmente nos países em desenvolvimento. O acesso às tecnologias poupadoras de recursos naturais, e intensivas em pessoal qualificado e capital, é ainda muito restrito aos países centrais, inclusive por conta da existência de mecanismos institucionais e instrumentos de poder que os mantêm no controle dessas técnicas de produção.
Neste ponto temos de reconhecer o avanço do documento final da Rio+20: a sustentabilidade do planeta depende não apenas de uma revisão no nosso padrão de consumo, mas também no nosso modo de produção e na relação entre os países. Traduzindo para uma terminologia um pouco menos utópica, isto significa reconhecer que ou agimos já, ou capitalismo estará rumando para o seu fim não tanto pelo lento desenvolvimento de suas contradições internas, mas sim pelo simples, porém voraz, desenvolvimento natural de suas forças produtivas.
Pedro Chadarevian é doutor em Economia pela Universidade de Paris, professor de Economia na Universidade
Federal de São Carlos e editor do blog Outra Economia. Escreve quinzenalmente ao Opera Mundi.
Disponível em:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/22719/outra+economia+a+mensagem
+sombria+mas+de+esperanca+da+rio%2B20.shtml>. Acesso em: 25 set. 2012. Texto adaptado.
O texto de Pedro Chadarevian gira em torno da(s)
 

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1027079 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FADESP
Orgão: CDP
O monitor de vídeo é um importante periférico de saída, usado para exibir textos e imagens no microcomputador. Os monitores que são aparentemente muito similares aos de LCD e que se tornaram mais populares, substituindo gradativamente os monitores de CRT e LCD é o
 

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1020773 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: CDP
COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Outra economia:
a mensagem sombria, mas de esperança, da Rio+20
Não devemos só rever nosso padrão de consumo,
mas também o modo de produção e a relação entre os países
O desenvolvimento sustentável das nações é uma temática que se tornou central no debate a partir dos primeiros alertas de ambientalistas que associaram o uso indiscriminado dos recursos naturais com o aquecimento global. No entanto, o termo sustentável se tornou rapidamente uma panaceia, incluindo tudo – e portanto nada –, especialmente após a sua inteligente apropriação pelo marketing das grandes corporações privadas globais.
Iludidos pela propaganda, muitos consumidores se sentem (IV) aliviados (IV) em sua consciência ambiental quando encontram (IV) selos verdes (IV) ou algo do gênero em seus produtos preferidos (desde cadernos até carros com tração nas quatro rodas) (II). A hipocrisia é tamanha que o Brasil, entre outros países emergentes, tem-se colocado como exemplo de uma estratégia de desenvolvimento pretensamente movida a energia renovável e sustentável. Alusão refutada por quaisquer dos (III) indicadores sólidos de sustentabilidade adotados no debate científico dos climatólogos, não por acaso afastados dos palcos políticos mais importantes da Rio+20.
Na verdade, o que o governo de muitos dos países do G20 chamam de economia verde pouco tem de sustentável. O critério de avaliação de impacto ambiental mais sério da academia, mas ignorado ainda pelos políticos, é a superfície vegetal do país, pois são essas áreas que garantem a purificação da pegada humana de gás carbônico que ameaça o planeta.
Segundo esse critério, a geração de energia elétrica no Brasil e na China, por exemplo, dependente da inundação de imensas áreas ocupadas por florestas, é altamente poluente; bem como a política de substituição de combustível fóssil por etanol ou biodiesel em países como os EUA e novamente o Brasil, pois são produtos que demandam uma superfície agrícola muito grande para ser minimamente acessível para os consumidores. Nem mesmo a energia eólica, a atual campeã da sustentabilidade, escapa a uma análise de impacto ambiental mais rigorosa, por também depender de uma escala de produção com uso intensivo de recursos naturais.
A chave da nossa sobrevivência em um mundo realmente sustentável depende, portanto, do desenvolvimento de uma tecnologia de geração de energia extensiva no uso de recursos naturais, ou seja que polua pouco, sendo capaz de manter ou mesmo elevar a superfície de nossos territórios com cobertura florestal. Parece sonho, mas isso já acontece em alguns países centrais avançados, como na França, no Japão ou ainda no Canadá. Lá, pelo visto, a consciência ambiental atingiu um outro patamar, e a resposta vem imediatamente com a maior qualidade de vida da população.
Porém (V), em escala planetária, a realidade é bem diferente, por conta do ritmo acelerado de devastação ambiental imposto por um modelo de capitalismo extensivo em recursos naturais, aplicado principalmente nos países em desenvolvimento. O acesso às tecnologias poupadoras de recursos naturais, e intensivas em pessoal qualificado e capital, é ainda muito restrito aos países centrais (I), inclusive por conta da existência de mecanismos institucionais e instrumentos de poder que os (I) mantêm no controle dessas técnicas de produção.
Neste ponto temos de reconhecer o avanço do documento final da Rio+20: a sustentabilidade do planeta depende não apenas de uma revisão no nosso padrão de consumo, mas também no nosso modo de produção e na relação entre os países. Traduzindo para uma terminologia um pouco menos utópica, isto significa reconhecer que ou agimos já, ou capitalismo estará rumando para o seu fim não tanto pelo lento desenvolvimento de suas contradições internas, mas sim pelo simples, porém voraz, desenvolvimento natural de suas forças produtivas.
Pedro Chadarevian é doutor em Economia pela Universidade de Paris, professor de Economia na Universidade
Federal de São Carlos e editor do blog Outra Economia. Escreve quinzenalmente ao Opera Mundi.
Disponível em:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/22719/outra+economia+a+mensagem
+sombria+mas+de+esperanca+da+rio%2B20.shtml>. Acesso em: 25 set. 2012. Texto adaptado.
Julgue os itens abaixo.
I. O pronome “os” tem como referente “países centrais”.
II. Os parênteses em “produtos preferidos (desde cadernos até carros com tração nas quatro rodas)” assinalam uma reflexão.
III. A coesão do texto seria mantida caso substituíssemos “quaisquer dos” por “todos os”.
IV. “Aliviados” e “selos verdes” completam o sentido dos verbos ‘se sentem’ e “encontram”, respectivamente.
V. O sexto parágrafo do texto inicia-se com um período que estabelece uma relação adversativa por meio do conectivo “porém”.
Está correto o que se afirma em
 

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1019299 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: FADESP
Orgão: CDP
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São membros do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA), sem direito a voto, representante(s)
 

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