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3700768
Ano: 2025
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Trindade Sul-RS
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: OBJETIVA
Orgão: Câm. Trindade Sul-RS
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A funcionalidade de um sistema operacional responsável por gerenciar os processos em execução, alocar recursos e garantir a estabilidade do sistema é conhecida como:
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O desenvolvimento de veículos autônomos promete transformar o setor de transportes, oferecendo novas possibilidades de mobilidade. Assinalar a alternativa que apresenta a principal preocupação, do ponto de vista social e econômico, com a introdução de veículos autônomos no mercado de transporte.
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Foi por volta do ano de 355 que nasceu Hipátia, em
Alexandria, no Egito. Filha de Theon, que era matemático,
filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de
Alexandria, ela decidiu seguir os caminhos do pai em busca
do conhecimento. (1) Mas isso lhe custou a vida: foi
assassinada por defender o racionalismo científico grego (a
do raciocínio como lógica de pensamento). Hoje, Hipátia é
considerada a primeira mulher matemática da qual a
humanidade tem registros.
Ela frequentou a Academia de Alexandria e,
influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia,
artes (2) e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma
escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as
doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do
pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo
desenvolvimento da filosofia ocidental. Atuando na
matemática, Hipátia desenvolveu estudos sobre a aritmética
de Diofanto de Alexandria, considerado o pai da álgebra.
Segundo estudiosos, Hipátia pretendia unificar as ideias de
Diofanto com o neoplatonismo.
Hipátia ainda desenvolveu trabalhos de ciências
exatas e medicina. Quando retornou ao Egito, tornou-se
professora de matemática e filosofia. Com seu pai, Theon,
lançou comentários sobre os Elementos de Euclides – que
são 13 livros sobre geometria, álgebra e aritmética, escritos
pelo matemático grego Euclides. Por defender o
racionalismo científico, a matemática foi acusada de
blasfêmia e sentimentos anticristãos. Ela, (3) no entanto,
nunca declarou ser contra o cristianismo. Na verdade,
Hipátia dava aulas para pessoas de diversas crenças
religiosas.
Uma emboscada tirou a sua vida. Há diferentes
versões que contam seu assassinato; a mais aceita é a do
historiador inglês Edward Gibbon na obra O Declínio e a
Queda do Império Romano (1776-1778). Ele narra que, em
uma manhã da Quaresma em 415, Hipátia foi atacada na
rua. Ela estava voltando para casa em uma carruagem e
pessoas lhe arrancaram as roupas e a apedrejaram. Depois,
o resto de seu corpo foi queimado.
Fonte: Revista Galileu. Adaptado.
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Foi por volta do ano de 355 que nasceu Hipátia, em
Alexandria, no Egito. Filha de Theon, que era matemático,
filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de
Alexandria, ela decidiu seguir os caminhos do pai em busca
do conhecimento. (1) Mas isso lhe custou a vida: foi
assassinada por defender o racionalismo científico grego (a
do raciocínio como lógica de pensamento). Hoje, Hipátia é
considerada a primeira mulher matemática da qual a
humanidade tem registros.
Ela frequentou a Academia de Alexandria e,
influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia,
artes (2) e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma
escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as
doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do
pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo
desenvolvimento da filosofia ocidental. Atuando na
matemática, Hipátia desenvolveu estudos sobre a aritmética
de Diofanto de Alexandria, considerado o pai da álgebra.
Segundo estudiosos, Hipátia pretendia unificar as ideias de
Diofanto com o neoplatonismo.
Hipátia ainda desenvolveu trabalhos de ciências
exatas e medicina. Quando retornou ao Egito, tornou-se
professora de matemática e filosofia. Com seu pai, Theon,
lançou comentários sobre os Elementos de Euclides – que
são 13 livros sobre geometria, álgebra e aritmética, escritos
pelo matemático grego Euclides. Por defender o
racionalismo científico, a matemática foi acusada de
blasfêmia e sentimentos anticristãos. Ela, (3) no entanto,
nunca declarou ser contra o cristianismo. Na verdade,
Hipátia dava aulas para pessoas de diversas crenças
religiosas.
Uma emboscada tirou a sua vida. Há diferentes
versões que contam seu assassinato; a mais aceita é a do
historiador inglês Edward Gibbon na obra O Declínio e a
Queda do Império Romano (1776-1778). Ele narra que, em
uma manhã da Quaresma em 415, Hipátia foi atacada na
rua. Ela estava voltando para casa em uma carruagem e
pessoas lhe arrancaram as roupas e a apedrejaram. Depois,
o resto de seu corpo foi queimado.
Fonte: Revista Galileu. Adaptado.
(1) Oração subordinada.
(2) Oração coordenada.
( ) É importante que saiba as suas falas da peça de teatro.
( ) Nem vimos o filme, nem jantamos.
( ) Correu muito rápido porque tinha medo.
( ) Falou tanto que até ficou rouca.
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Foi por volta do ano de 355 que nasceu Hipátia, em
Alexandria, no Egito. Filha de Theon, que era matemático,
filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de
Alexandria, ela decidiu seguir os caminhos do pai em busca
do conhecimento. (1) Mas isso lhe custou a vida: foi
assassinada por defender o racionalismo científico grego (a
do raciocínio como lógica de pensamento). Hoje, Hipátia é
considerada a primeira mulher matemática da qual a
humanidade tem registros.
Ela frequentou a Academia de Alexandria e,
influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia,
artes (2) e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma
escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as
doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do
pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo
desenvolvimento da filosofia ocidental. Atuando na
matemática, Hipátia desenvolveu estudos sobre a aritmética
de Diofanto de Alexandria, considerado o pai da álgebra.
Segundo estudiosos, Hipátia pretendia unificar as ideias de
Diofanto com o neoplatonismo.
Hipátia ainda desenvolveu trabalhos de ciências
exatas e medicina. Quando retornou ao Egito, tornou-se
professora de matemática e filosofia. Com seu pai, Theon,
lançou comentários sobre os Elementos de Euclides – que
são 13 livros sobre geometria, álgebra e aritmética, escritos
pelo matemático grego Euclides. Por defender o
racionalismo científico, a matemática foi acusada de
blasfêmia e sentimentos anticristãos. Ela, (3) no entanto,
nunca declarou ser contra o cristianismo. Na verdade,
Hipátia dava aulas para pessoas de diversas crenças
religiosas.
Uma emboscada tirou a sua vida. Há diferentes
versões que contam seu assassinato; a mais aceita é a do
historiador inglês Edward Gibbon na obra O Declínio e a
Queda do Império Romano (1776-1778). Ele narra que, em
uma manhã da Quaresma em 415, Hipátia foi atacada na
rua. Ela estava voltando para casa em uma carruagem e
pessoas lhe arrancaram as roupas e a apedrejaram. Depois,
o resto de seu corpo foi queimado.
Fonte: Revista Galileu. Adaptado.
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Foi por volta do ano de 355 que nasceu Hipátia, em
Alexandria, no Egito. Filha de Theon, que era matemático,
filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de
Alexandria, ela decidiu seguir os caminhos do pai em busca
do conhecimento. (1) Mas isso lhe custou a vida: foi
assassinada por defender o racionalismo científico grego (a
do raciocínio como lógica de pensamento). Hoje, Hipátia é
considerada a primeira mulher matemática da qual a
humanidade tem registros.
Ela frequentou a Academia de Alexandria e,
influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia,
artes (2) e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma
escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as
doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do
pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo
desenvolvimento da filosofia ocidental. Atuando na
matemática, Hipátia desenvolveu estudos sobre a aritmética
de Diofanto de Alexandria, considerado o pai da álgebra.
Segundo estudiosos, Hipátia pretendia unificar as ideias de
Diofanto com o neoplatonismo.
Hipátia ainda desenvolveu trabalhos de ciências
exatas e medicina. Quando retornou ao Egito, tornou-se
professora de matemática e filosofia. Com seu pai, Theon,
lançou comentários sobre os Elementos de Euclides – que
são 13 livros sobre geometria, álgebra e aritmética, escritos
pelo matemático grego Euclides. Por defender o
racionalismo científico, a matemática foi acusada de
blasfêmia e sentimentos anticristãos. Ela, (3) no entanto,
nunca declarou ser contra o cristianismo. Na verdade,
Hipátia dava aulas para pessoas de diversas crenças
religiosas.
Uma emboscada tirou a sua vida. Há diferentes
versões que contam seu assassinato; a mais aceita é a do
historiador inglês Edward Gibbon na obra O Declínio e a
Queda do Império Romano (1776-1778). Ele narra que, em
uma manhã da Quaresma em 415, Hipátia foi atacada na
rua. Ela estava voltando para casa em uma carruagem e
pessoas lhe arrancaram as roupas e a apedrejaram. Depois,
o resto de seu corpo foi queimado.
Fonte: Revista Galileu. Adaptado.
I. Chaveiro: 7 fonemas.
II. Carro: 3 fonemas.
III. Humor: 4 fonemas.
Está CORRETO o que se afirma:
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Foi por volta do ano de 355 que nasceu Hipátia, em
Alexandria, no Egito. Filha de Theon, que era matemático,
filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de
Alexandria, ela decidiu seguir os caminhos do pai em busca
do conhecimento. (1) Mas isso lhe custou a vida: foi
assassinada por defender o racionalismo científico grego (a
do raciocínio como lógica de pensamento). Hoje, Hipátia é
considerada a primeira mulher matemática da qual a
humanidade tem registros.
Ela frequentou a Academia de Alexandria e,
influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia,
artes (2) e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma
escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as
doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do
pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo
desenvolvimento da filosofia ocidental. Atuando na
matemática, Hipátia desenvolveu estudos sobre a aritmética
de Diofanto de Alexandria, considerado o pai da álgebra.
Segundo estudiosos, Hipátia pretendia unificar as ideias de
Diofanto com o neoplatonismo.
Hipátia ainda desenvolveu trabalhos de ciências
exatas e medicina. Quando retornou ao Egito, tornou-se
professora de matemática e filosofia. Com seu pai, Theon,
lançou comentários sobre os Elementos de Euclides – que
são 13 livros sobre geometria, álgebra e aritmética, escritos
pelo matemático grego Euclides. Por defender o
racionalismo científico, a matemática foi acusada de
blasfêmia e sentimentos anticristãos. Ela, (3) no entanto,
nunca declarou ser contra o cristianismo. Na verdade,
Hipátia dava aulas para pessoas de diversas crenças
religiosas.
Uma emboscada tirou a sua vida. Há diferentes
versões que contam seu assassinato; a mais aceita é a do
historiador inglês Edward Gibbon na obra O Declínio e a
Queda do Império Romano (1776-1778). Ele narra que, em
uma manhã da Quaresma em 415, Hipátia foi atacada na
rua. Ela estava voltando para casa em uma carruagem e
pessoas lhe arrancaram as roupas e a apedrejaram. Depois,
o resto de seu corpo foi queimado.
Fonte: Revista Galileu. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
Foi por volta do ano de 355 que nasceu Hipátia, em
Alexandria, no Egito. Filha de Theon, que era matemático,
filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de
Alexandria, ela decidiu seguir os caminhos do pai em busca
do conhecimento. (1) Mas isso lhe custou a vida: foi
assassinada por defender o racionalismo científico grego (a
do raciocínio como lógica de pensamento). Hoje, Hipátia é
considerada a primeira mulher matemática da qual a
humanidade tem registros.
Ela frequentou a Academia de Alexandria e,
influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia,
artes (2) e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma
escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as
doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do
pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo
desenvolvimento da filosofia ocidental. Atuando na
matemática, Hipátia desenvolveu estudos sobre a aritmética
de Diofanto de Alexandria, considerado o pai da álgebra.
Segundo estudiosos, Hipátia pretendia unificar as ideias de
Diofanto com o neoplatonismo.
Hipátia ainda desenvolveu trabalhos de ciências
exatas e medicina. Quando retornou ao Egito, tornou-se
professora de matemática e filosofia. Com seu pai, Theon,
lançou comentários sobre os Elementos de Euclides – que
são 13 livros sobre geometria, álgebra e aritmética, escritos
pelo matemático grego Euclides. Por defender o
racionalismo científico, a matemática foi acusada de
blasfêmia e sentimentos anticristãos. Ela, (3) no entanto,
nunca declarou ser contra o cristianismo. Na verdade,
Hipátia dava aulas para pessoas de diversas crenças
religiosas.
Uma emboscada tirou a sua vida. Há diferentes
versões que contam seu assassinato; a mais aceita é a do
historiador inglês Edward Gibbon na obra O Declínio e a
Queda do Império Romano (1776-1778). Ele narra que, em
uma manhã da Quaresma em 415, Hipátia foi atacada na
rua. Ela estava voltando para casa em uma carruagem e
pessoas lhe arrancaram as roupas e a apedrejaram. Depois,
o resto de seu corpo foi queimado.
Fonte: Revista Galileu. Adaptado.
Ela frequentou a Academia de Alexandria e, influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia, artes e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da filosofia ocidental.
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Questão presente nas seguintes provas
Foi por volta do ano de 355 que nasceu Hipátia, em
Alexandria, no Egito. Filha de Theon, que era matemático,
filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de
Alexandria, ela decidiu seguir os caminhos do pai em busca
do conhecimento. (1) Mas isso lhe custou a vida: foi
assassinada por defender o racionalismo científico grego (a
do raciocínio como lógica de pensamento). Hoje, Hipátia é
considerada a primeira mulher matemática da qual a
humanidade tem registros.
Ela frequentou a Academia de Alexandria e,
influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia,
artes (2) e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma
escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as
doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do
pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo
desenvolvimento da filosofia ocidental. Atuando na
matemática, Hipátia desenvolveu estudos sobre a aritmética
de Diofanto de Alexandria, considerado o pai da álgebra.
Segundo estudiosos, Hipátia pretendia unificar as ideias de
Diofanto com o neoplatonismo.
Hipátia ainda desenvolveu trabalhos de ciências
exatas e medicina. Quando retornou ao Egito, tornou-se
professora de matemática e filosofia. Com seu pai, Theon,
lançou comentários sobre os Elementos de Euclides – que
são 13 livros sobre geometria, álgebra e aritmética, escritos
pelo matemático grego Euclides. Por defender o
racionalismo científico, a matemática foi acusada de
blasfêmia e sentimentos anticristãos. Ela, (3) no entanto,
nunca declarou ser contra o cristianismo. Na verdade,
Hipátia dava aulas para pessoas de diversas crenças
religiosas.
Uma emboscada tirou a sua vida. Há diferentes
versões que contam seu assassinato; a mais aceita é a do
historiador inglês Edward Gibbon na obra O Declínio e a
Queda do Império Romano (1776-1778). Ele narra que, em
uma manhã da Quaresma em 415, Hipátia foi atacada na
rua. Ela estava voltando para casa em uma carruagem e
pessoas lhe arrancaram as roupas e a apedrejaram. Depois,
o resto de seu corpo foi queimado.
Fonte: Revista Galileu. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
Foi por volta do ano de 355 que nasceu Hipátia, em
Alexandria, no Egito. Filha de Theon, que era matemático,
filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de
Alexandria, ela decidiu seguir os caminhos do pai em busca
do conhecimento. (1) Mas isso lhe custou a vida: foi
assassinada por defender o racionalismo científico grego (a
do raciocínio como lógica de pensamento). Hoje, Hipátia é
considerada a primeira mulher matemática da qual a
humanidade tem registros.
Ela frequentou a Academia de Alexandria e,
influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia,
artes (2) e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma
escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as
doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do
pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo
desenvolvimento da filosofia ocidental. Atuando na
matemática, Hipátia desenvolveu estudos sobre a aritmética
de Diofanto de Alexandria, considerado o pai da álgebra.
Segundo estudiosos, Hipátia pretendia unificar as ideias de
Diofanto com o neoplatonismo.
Hipátia ainda desenvolveu trabalhos de ciências
exatas e medicina. Quando retornou ao Egito, tornou-se
professora de matemática e filosofia. Com seu pai, Theon,
lançou comentários sobre os Elementos de Euclides – que
são 13 livros sobre geometria, álgebra e aritmética, escritos
pelo matemático grego Euclides. Por defender o
racionalismo científico, a matemática foi acusada de
blasfêmia e sentimentos anticristãos. Ela, (3) no entanto,
nunca declarou ser contra o cristianismo. Na verdade,
Hipátia dava aulas para pessoas de diversas crenças
religiosas.
Uma emboscada tirou a sua vida. Há diferentes
versões que contam seu assassinato; a mais aceita é a do
historiador inglês Edward Gibbon na obra O Declínio e a
Queda do Império Romano (1776-1778). Ele narra que, em
uma manhã da Quaresma em 415, Hipátia foi atacada na
rua. Ela estava voltando para casa em uma carruagem e
pessoas lhe arrancaram as roupas e a apedrejaram. Depois,
o resto de seu corpo foi queimado.
Fonte: Revista Galileu. Adaptado.
I. Hipátia, por conta de sua aversão a religiões e dedicação ao raciocínio, foi perseguida e executada.
II. Possivelmente por conta da falta de preservação de registros históricos, Hipátia, até então, é considerada a primeira mulher matemática da qual se tem documentos.
III. Seu pai foi uma figura importante em sua vida e aprendizado, visto que seguiu passos similares aos dele em sua carreira de filósofa e matemática.
Está CORRETO o que se afirma:
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