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Foram encontradas 100 questões.

3961307 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Câm. São José Divino- MG
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ATENTE para a charge a seguir.
Enunciado 4946333-1
Assinale a alternativa em que todas as palavras foram divididas silabicamente de forma CORRETA:
 

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3961306 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Câm. São José Divino- MG
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ATENTE para a charge a seguir.
Enunciado 4946332-1
Pode-se afirmar que há relações sintáticas e morfológicas na charge acima, EXCETO de:
 

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3961305 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Câm. São José Divino- MG
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LEIA o trecho a seguir.
A PAIXÃO SEGUNDO G. H. – Fragmento
Clarice Lispector
[...]
    Não tenho uma palavra a dizer. Por que não me calo, então? Mas se eu não forçar a palavra a mudez me engolfará para sempre em ondas. A palavra e a forma serão a tábua onde boiarei sobre vagalhões de mudez.
[...]
    Vou criar o que me aconteceu. Só porque viver não é relatável. Viver não é vivível. Terei que criar sobre a vida. E sem mentir. Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade. Entender é uma criação, meu único modo. Precisarei com esforço traduzir sinais de telégrafo – traduzir o desconhecido para uma língua que desconheço, e sem sequer entender para que valem os sinais. Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.
[...].
São Paulo: ALLCA XX/Scipione Cultural, 199. p. 14-15.
Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.” Das frases a seguir, a palavra destacada que possui a mesma classificação quanto à sílaba tónica que a palavra em ênfase nesse trecho é:
 

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3961304 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Câm. São José Divino- MG
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LEIA o trecho a seguir.
A PAIXÃO SEGUNDO G. H. – Fragmento
Clarice Lispector
[...]
    Não tenho uma palavra a dizer. Por que não me calo, então? Mas se eu não forçar a palavra a mudez me engolfará para sempre em ondas. A palavra e a forma serão a tábua onde boiarei sobre vagalhões de mudez.
[...]
    Vou criar o que me aconteceu. Só porque viver não é relatável. Viver não é vivível. Terei que criar sobre a vida. E sem mentir. Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade. Entender é uma criação, meu único modo. Precisarei com esforço traduzir sinais de telégrafo – traduzir o desconhecido para uma língua que desconheço, e sem sequer entender para que valem os sinais. Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.
[...].
São Paulo: ALLCA XX/Scipione Cultural, 199. p. 14-15.
Precisarei com esforço traduzir sinais de telégrafo – traduzir o desconhecido para uma língua que desconheço, e sem sequer entender para que valem os sinais. Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.” Morfologicamente, a palavra destacada ESTÁ como:
 

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3961303 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Câm. São José Divino- MG
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LEIA o trecho a seguir.
A PAIXÃO SEGUNDO G. H. – Fragmento
Clarice Lispector
[...]
    Não tenho uma palavra a dizer. Por que não me calo, então? Mas se eu não forçar a palavra a mudez me engolfará para sempre em ondas. A palavra e a forma serão a tábua onde boiarei sobre vagalhões de mudez.
[...]
    Vou criar o que me aconteceu. Só porque viver não é relatável. Viver não é vivível. Terei que criar sobre a vida. E sem mentir. Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade. Entender é uma criação, meu único modo. Precisarei com esforço traduzir sinais de telégrafo – traduzir o desconhecido para uma língua que desconheço, e sem sequer entender para que valem os sinais. Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.
[...].
São Paulo: ALLCA XX/Scipione Cultural, 199. p. 14-15.
Não tenho uma palavra a dizer.” O NÃO emprego da crase na expressão “a dizer” se dá pelo mesmo motivo em:
 

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3961302 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Câm. São José Divino- MG
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LEIA o trecho a seguir.
A PAIXÃO SEGUNDO G. H. – Fragmento
Clarice Lispector
[...]
    Não tenho uma palavra a dizer. Por que não me calo, então? Mas se eu não forçar a palavra a mudez me engolfará para sempre em ondas. A palavra e a forma serão a tábua onde boiarei sobre vagalhões de mudez.
[...]
    Vou criar o que me aconteceu. Só porque viver não é relatável. Viver não é vivível. Terei que criar sobre a vida. E sem mentir. Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade. Entender é uma criação, meu único modo. Precisarei com esforço traduzir sinais de telégrafo – traduzir o desconhecido para uma língua que desconheço, e sem sequer entender para que valem os sinais. Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.
[...].
São Paulo: ALLCA XX/Scipione Cultural, 199. p. 14-15.
O dilema apresentado pela narradora se dá pela necessidade de falar. Para ela:
 

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3961301 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Câm. São José Divino- MG
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LEIA o poema a seguir.
Amar, sentimento este, capaz de superar quaisquer tipos de adversidades.
Enunciado 4946327-1
AMAR
Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho,
E uma ave de rapina.
Este o nosso destino: Amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor à procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
Ainda em relação às palavras citadas acima (INERTE, PÉRFIDO e TÁCITO, estas estão, morfologicamente, e respectivamente, como:
 

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3961300 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Câm. São José Divino- MG
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LEIA o poema a seguir.
Amar, sentimento este, capaz de superar quaisquer tipos de adversidades.
Enunciado 4946326-1
AMAR
Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho,
E uma ave de rapina.
Este o nosso destino: Amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor à procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
Os vocábulos INERTE, PÉRFIDO e TÁCITO, exprimem, respectivamente, o mesmo que:
 

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3961299 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Câm. São José Divino- MG
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LEIA o poema a seguir.
Amar, sentimento este, capaz de superar quaisquer tipos de adversidades.
Enunciado 4946325-1
AMAR
Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho,
E uma ave de rapina.
Este o nosso destino: Amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor à procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
A expressão que o eu-lírico DEMONSTRA, o amor como algo “inesgotável”, ocorre:
 

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3961298 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Câm. São José Divino- MG
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LEIA o poema a seguir.
Amar, sentimento este, capaz de superar quaisquer tipos de adversidades.
Enunciado 4946324-1
AMAR
Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho,
E uma ave de rapina.
Este o nosso destino: Amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor à procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
De acordo com o poema e o eu-lírico, AMAR é algo:
 

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