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Foram encontradas 50 questões.

217967 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
De acordo com o regramento constante da Lei Orgânica do Município de Santo André, em caso de impedimento do Prefeito e do Vice-Prefeito ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da chefia do Poder Executivo o Presidente da Câmara e o:
 

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217965 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
Considerando as regras insertas no Estatuto do Funcionário Público de Santo André sobre o direito a férias, assinale a alternativa incorreta.
 

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217958 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
Utilizando os algarismos naturais de 1 a 7, sabe-se que podemos escrever 16.807 números de cinco algarismos, que quando colocados em ordem crescente, observa-se que o número constante da posição 10.970° é o:
 

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217947 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
Um bolo foi cortado em duas partes, A e B, de modo que a parte A correspondesse a 1/3 do bolo. Em seguida, a parte B foi cortada exatamente ao meio, gerando a terceira parte deste bolo identificada por C. Estas três partes foram então deixadas sobre uma mesa. Sem saber como foram feitas as divisões do bolo, três pessoas, X, Y e Z, entram no local e cada um deles toma posse de um dos pedaços. Qual a probabilidade percentual de que a pessoa X tenha pego a maior fatia?
 

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217934 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP

O FIM DO SUPERPODER NOS NOVOS TEMPOS

Uma das características centrais desses tempos de mudança é a diluição dos superpoderes - fenômeno que começa a ser estudado por especialistas internacionais. É o que está por trás de mudanças empresariais, de crises políticas, e das pedras atiradas diuturnamente sobre a velha ordem moribunda.

O século 20 foi a era da grande burocracia, dos formatos de gestão que igualaram corporações ocidentais oligopolizadas com estatais dos países comunistas, as burocracias de Estado e até as organizações sociais.

De longe, tratava-se da forma mais eficiente de gestão que alavancou o crescimento das empresas e levou-as a processos de verticalização visando ganhos de escala, mas, acima de tudo, afastar as concorrentes.

Modelos como o da General Motors - de constituir uma constelação de subsidiárias semiautônomas fornecendo para a empresa mãe, tornaram-se hegemônicos.

No campo empresarial, o avanço da telemática permitiu o surgimento de outros modelos, como o da Toyota, terceirizando sua produção para fornecedores independentes, trabalhando em conjunto no desenvolvimento de soluções.

Com o tempo, o avanço da tecnologia e o crescimento dos próprios fornecedores permitiram novos arranjos para o desenvolvimento de novos produtos.

Finalmente, com a entrada da era da Internet, o modelo exclusivista e verticalizado das grandes corporações entrou definitivamente em xeque.

A Microsoft tornou-se um gigante emperrado, da mesma forma que a IBM. E a própria Apple, mesmo com o furor inovador de Steve Jobs, acabou perdendo espaço para o modelo colaborativo do Google.

Pode ser que o avanço do setor acabe gerando novos cartéis. Mas, nesse momento, os modelos abertos e colaborativos tornaram-se vitoriosos.

Em todos os campos ocorreu essa diluição de poder. No campo político, sucessivas primaveras tiraram definitivamente dos governos e das grandes corporações de mídia o controle sobre a opinião pública.

A beleza da história é que não há lugar para acomodamento. Governantes que não se guiarem por ideais grandiosos serão inevitavelmente soterrados. A parte preocupante da história é o vácuo institucional que se dá em um momento em que o velho morreu e o novo ainda não se apresentou.

Compilado de artigo de Luís Nassif, disponível em [http://www.cartacapital.com.br/economia/o-fim-do-superpoder-nos-novos-tempos-7131.html], publicado em 30/01/2014, consultado em 30/10/2015.

A chamada diluição de poderes, de acordo com Luís Nassif:

 

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217933 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
ADEUS, SALSICHAS
Feijoada, cachorro quente, presunto, hambúrguer industrializado, salames de todo tipo, linguiça, defumada ou não, sanduíches consagrados - enfim, carnes processadas são alimentos que concorrem para desenvolver câncer no aparelho digestivo, especialmente estômago e intestinos. Até mesmo o churrasco comparece à lista, na medida em que é processado sob fumaça que produz alcatrão.
Quem faz a advertência, de maneira estudada e formal, não é uma ONG de vegetarianos ou uma congregação de obcecados pregadores de dietas alternativas. Esta também não é uma daquelas superstições populares amplamente divulgadas no passado - como a de que leite com manga faz mal.
É a Organização Mundial da Saúde que se manifesta agora nesses termos, com todo seu peso institucional. A conclusão foi divulgada oficialmente após estudo elaborado por 22 cientistas que avaliaram 800 trabalhos sobre a relação entre esses alimentos e onze tipos de câncer.
Como, apesar das advertências de Bismarck, alemães e austríacos são devoradores contumazes de salsichas; como o americano típico não dispensa fartas porções de bacon e de ovos mexidos com presunto no seu café da manhã; como o espanhol não passa nem uma semana sem se regalar com seu prato de tapas, armado com embutidos de todo tipo. Como o brasileiro é grande entusiasta do churrasco e da feijoada; como no mundo inteiro aumenta o consumo de hambúrgueres e de carnes industrialmente processadas - então podemos estar diante de forte ataque à indústria de carnes e de proteína animal.
Se as autoridades sanitárias em todo o mundo se sentirem obrigadas a divulgar as mesmas advertências que passaram a fazer ao consumo de cigarros e de bebidas alcoólicas - na base de “o Ministério da Saúde adverte..." grandes negócios ficarão ameaçados. Imagine o impacto sobre McDonald's, Burger King e todas as indústrias brasileiras cujos produtos estão sendo hoje promovidos por artistas da Globo.
A partir dos anos 50, assim que começaram a ser divulgados os primeiros informes sobre os prejuízos à saúde provocados pelo tabaco, as grandes indústrias do setor foram ao contra-ataque. Contrataram especialistas para produzir pesquisas que refutassem as autoridades mundiais do setor e, com isso, conseguiram adiar a decadência. Poderá o mesmo acontecer agora com a indústria de carnes? O estrago nas comunicações pode ser forte, especialmente na área da publicidade, onde apelos ao consumo de alimentos suspeitos começarão a ser questionados.
O fato é que está em curso, ampla campanha contra coisas boas da vida, especialmente contra alimentos.
Compilado de artigo da autoria de Celso Ming, disponível em [http://economia.estadao.com.br/ noticias/geral,adeus-salsichas, 10000000775], publicado e consultado em 28/10/15.
Da leitura do texto podemos deduzir que Celso Ming:
 

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217931 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
ADEUS, SALSICHAS
Feijoada, cachorro quente, presunto, hambúrguer industrializado, salames de todo tipo, linguiça, defumada ou não, sanduíches consagrados - enfim, carnes processadas são alimentos que concorrem para desenvolver câncer no aparelho digestivo, especialmente estômago e intestinos. Até mesmo o churrasco comparece à lista, na medida em que é processado sob fumaça que produz alcatrão.
Quem faz a advertência, de maneira estudada e formal, não é uma ONG de vegetarianos ou uma congregação de obcecados pregadores de dietas alternativas. Esta também não é uma daquelas superstições populares amplamente divulgadas no passado - como a de que leite com manga faz mal.
É a Organização Mundial da Saúde que se manifesta agora nesses termos, com todo seu peso institucional. A conclusão foi divulgada oficialmente após estudo elaborado por 22 cientistas que avaliaram 800 trabalhos sobre a relação entre esses alimentos e onze tipos de câncer.
Como, apesar das advertências de Bismarck, alemães e austríacos são devoradores contumazes de salsichas; como o americano típico não dispensa fartas porções de bacon e de ovos mexidos com presunto no seu café da manhã; como o espanhol não passa nem uma semana sem se regalar com seu prato de tapas, armado com embutidos de todo tipo. Como o brasileiro é grande entusiasta do churrasco e da feijoada; como no mundo inteiro aumenta o consumo de hambúrgueres e de carnes industrialmente processadas - então podemos estar diante de forte ataque à indústria de carnes e de proteína animal.
Se as autoridades sanitárias em todo o mundo se sentirem obrigadas a divulgar as mesmas advertências que passaram a fazer ao consumo de cigarros e de bebidas alcoólicas - na base de “o Ministério da Saúde adverte..." grandes negócios ficarão ameaçados. Imagine o impacto sobre McDonald's, Burger King e todas as indústrias brasileiras cujos produtos estão sendo hoje promovidos por artistas da Globo.
A partir dos anos 50, assim que começaram a ser divulgados os primeiros informes sobre os prejuízos à saúde provocados pelo tabaco, as grandes indústrias do setor foram ao contra-ataque. Contrataram especialistas para produzir pesquisas que refutassem as autoridades mundiais do setor e, com isso, conseguiram adiar a decadência. Poderá o mesmo acontecer agora com a indústria de carnes? O estrago nas comunicações pode ser forte, especialmente na área da publicidade, onde apelos ao consumo de alimentos suspeitos começarão a ser questionados.
O fato é que está em curso, ampla campanha contra coisas boas da vida, especialmente contra alimentos.
Compilado de artigo da autoria de Celso Ming, disponível em [http://economia.estadao.com.br/ noticias/geral,adeus-salsichas, 10000000775], publicado e consultado em 28/10/15.
A vírgula do título justifica-se, pois o referido sinal de pontuação, no caso:
 

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217919 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
ADEUS, SALSICHAS
Feijoada, cachorro quente, presunto, hambúrguer industrializado, salames de todo tipo, linguiça, defumada ou não, sanduíches consagrados - enfim, carnes processadas são alimentos que concorrem para desenvolver câncer no aparelho digestivo, especialmente estômago e intestinos. Até mesmo o churrasco comparece à lista, na medida em que é processado sob fumaça que produz alcatrão.
Quem faz a advertência, de maneira estudada e formal, não é uma ONG de vegetarianos ou uma congregação de obcecados pregadores de dietas alternativas. Esta também não é uma daquelas superstições populares amplamente divulgadas no passado - como a de que leite com manga faz mal.
É a Organização Mundial da Saúde que se manifesta agora nesses termos, com todo seu peso institucional. A conclusão foi divulgada oficialmente após estudo elaborado por 22 cientistas que avaliaram 800 trabalhos sobre a relação entre esses alimentos e onze tipos de câncer.
Como, apesar das advertências de Bismarck, alemães e austríacos são devoradores contumazes de salsichas; como o americano típico não dispensa fartas porções de bacon e de ovos mexidos com presunto no seu café da manhã; como o espanhol não passa nem uma semana sem se regalar com seu prato de tapas, armado com embutidos de todo tipo. Como o brasileiro é grande entusiasta do churrasco e da feijoada; como no mundo inteiro aumenta o consumo de hambúrgueres e de carnes industrialmente processadas - então podemos estar diante de forte ataque à indústria de carnes e de proteína animal.
Se as autoridades sanitárias em todo o mundo se sentirem obrigadas a divulgar as mesmas advertências que passaram a fazer ao consumo de cigarros e de bebidas alcoólicas - na base de “o Ministério da Saúde adverte..." grandes negócios ficarão ameaçados. Imagine o impacto sobre McDonald's, Burger King e todas as indústrias brasileiras cujos produtos estão sendo hoje promovidos por artistas da Globo.
A partir dos anos 50, assim que começaram a ser divulgados os primeiros informes sobre os prejuízos à saúde provocados pelo tabaco, as grandes indústrias do setor foram ao contra-ataque. Contrataram especialistas para produzir pesquisas que refutassem as autoridades mundiais do setor e, com isso, conseguiram adiar a decadência. Poderá o mesmo acontecer agora com a indústria de carnes? O estrago nas comunicações pode ser forte, especialmente na área da publicidade, onde apelos ao consumo de alimentos suspeitos começarão a ser questionados.
O fato é que está em curso, ampla campanha contra coisas boas da vida, especialmente contra alimentos.
Compilado de artigo da autoria de Celso Ming, disponível em [http://economia.estadao.com.br/ noticias/geral,adeus-salsichas, 10000000775], publicado e consultado em 28/10/15.
O trecho abaixo será utilizado na resolução da questão.

“Até mesmo o churrasco comparece à lista, na medida em que é processado sob fumaça que produz alcatrão"


A expressão “até mesmo" , no caso, é indicativa de:


 

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217915 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP

O FIM DO SUPERPODER NOS NOVOS TEMPOS

Uma das características centrais desses tempos de mudança é a diluição dos superpoderes - fenômeno que começa a ser estudado por especialistas internacionais. É o que está por trás de mudanças empresariais, de crises políticas, e das pedras atiradas diuturnamente sobre a velha ordem moribunda.

O século 20 foi a era da grande burocracia, dos formatos de gestão que igualaram corporações ocidentais oligopolizadas com estatais dos países comunistas, as burocracias de Estado e até as organizações sociais.

De longe, tratava-se da forma mais eficiente de gestão que alavancou o crescimento das empresas e levou-as a processos de verticalização visando ganhos de escala, mas, acima de tudo, afastar as concorrentes.

Modelos como o da General Motors - de constituir uma constelação de subsidiárias semiautônomas fornecendo para a empresa mãe, tornaram-se hegemônicos.

No campo empresarial, o avanço da telemática permitiu o surgimento de outros modelos, como o da Toyota, terceirizando sua produção para fornecedores independentes, trabalhando em conjunto no desenvolvimento de soluções.

Com o tempo, o avanço da tecnologia e o crescimento dos próprios fornecedores permitiram novos arranjos para o desenvolvimento de novos produtos.

Finalmente, com a entrada da era da Internet, o modelo exclusivista e verticalizado das grandes corporações entrou definitivamente em xeque.

A Microsoft tornou-se um gigante emperrado, da mesma forma que a IBM. E a própria Apple, mesmo com o furor inovador de Steve Jobs, acabou perdendo espaço para o modelo colaborativo do Google.

Pode ser que o avanço do setor acabe gerando novos cartéis. Mas, nesse momento, os modelos abertos e colaborativos tornaram-se vitoriosos.

Em todos os campos ocorreu essa diluição de poder. No campo político, sucessivas primaveras tiraram definitivamente dos governos e das grandes corporações de mídia o controle sobre a opinião pública.

A beleza da história é que não há lugar para acomodamento. Governantes que não se guiarem por ideais grandiosos serão inevitavelmente soterrados. A parte preocupante da história é o vácuo institucional que se dá em um momento em que o velho morreu e o novo ainda não se apresentou.

Compilado de artigo de Luís Nassif, disponível em [http://www.cartacapital.com.br/economia/o-fim-do-superpoder-nos-novos-tempos-7131.html], publicado em 30/01/2014, consultado em 30/10/2015.

É o que está por trás de mudanças empresariais, de crises políticas, e das pedras atiradas diuturnamente sobre a velha ordem moribunda”.

O advérbio enfatizado é indicativo de que, figurativamente, as pedras são atiradas sobre a velha ordem moribunda:

 

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217912 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
ADEUS, SALSICHAS
Feijoada, cachorro quente, presunto, hambúrguer industrializado, salames de todo tipo, linguiça, defumada ou não, sanduíches consagrados - enfim, carnes processadas são alimentos que concorrem para desenvolver câncer no aparelho digestivo, especialmente estômago e intestinos. Até mesmo o churrasco comparece à lista, na medida em que é processado sob fumaça que produz alcatrão.
Quem faz a advertência, de maneira estudada e formal, não é uma ONG de vegetarianos ou uma congregação de obcecados pregadores de dietas alternativas. Esta também não é uma daquelas superstições populares amplamente divulgadas no passado - como a de que leite com manga faz mal.
É a Organização Mundial da Saúde que se manifesta agora nesses termos, com todo seu peso institucional. A conclusão foi divulgada oficialmente após estudo elaborado por 22 cientistas que avaliaram 800 trabalhos sobre a relação entre esses alimentos e onze tipos de câncer.
Como, apesar das advertências de Bismarck, alemães e austríacos são devoradores contumazes de salsichas; como o americano típico não dispensa fartas porções de bacon e de ovos mexidos com presunto no seu café da manhã; como o espanhol não passa nem uma semana sem se regalar com seu prato de tapas, armado com embutidos de todo tipo. Como o brasileiro é grande entusiasta do churrasco e da feijoada; como no mundo inteiro aumenta o consumo de hambúrgueres e de carnes industrialmente processadas - então podemos estar diante de forte ataque à indústria de carnes e de proteína animal.
Se as autoridades sanitárias em todo o mundo se sentirem obrigadas a divulgar as mesmas advertências que passaram a fazer ao consumo de cigarros e de bebidas alcoólicas - na base de “o Ministério da Saúde adverte..." grandes negócios ficarão ameaçados. Imagine o impacto sobre McDonald's, Burger King e todas as indústrias brasileiras cujos produtos estão sendo hoje promovidos por artistas da Globo.
A partir dos anos 50, assim que começaram a ser divulgados os primeiros informes sobre os prejuízos à saúde provocados pelo tabaco, as grandes indústrias do setor foram ao contra-ataque. Contrataram especialistas para produzir pesquisas que refutassem as autoridades mundiais do setor e, com isso, conseguiram adiar a decadência. Poderá o mesmo acontecer agora com a indústria de carnes? O estrago nas comunicações pode ser forte, especialmente na área da publicidade, onde apelos ao consumo de alimentos suspeitos começarão a ser questionados.
O fato é que está em curso, ampla campanha contra coisas boas da vida, especialmente contra alimentos.
Compilado de artigo da autoria de Celso Ming, disponível em [http://economia.estadao.com.br/ noticias/geral,adeus-salsichas, 10000000775], publicado e consultado em 28/10/15.
O trecho abaixo será utilizado na resolução da questão.

“Até mesmo o churrasco comparece à lista, na medida em que é processado sob fumaça que produz alcatrão"


Sobre a locução - na medida em que - é possível afiançar que:


 

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