Foram encontradas 40 questões.
3226855
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Quixaba-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Quixaba-PE
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1º de fevereiro de 2024, Ricardo Lewandowski
assumi um novo cargo no governo do presidente
Lula, substituindo assim Flávio Dino. Qual ministério
ele passou a liderar?
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3226854
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Quixaba-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Quixaba-PE
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Uma polêmica que ganhou destaque nacional
nos meios de comunicação, principalmente nas
redes sociais envolve a Ilha de Marajó. Qual é o
tema que gerou grande comoção?
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3226853
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Quixaba-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Quixaba-PE
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O laudo de necropsia de uma fã, que faleceu
após sentir-se mal durante o primeiro show de Taylor
Swift no Rio de Janeiro, teve exaustão térmica
provocada por:
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3226852
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Quixaba-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Quixaba-PE
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Em 2020, um produto teve sua comercialização
liberada devido a pandemia de Covid-19, visando
conter a disseminação do vírus. Mas a partir de 30
de abril de 2024 teve sua venda proibida. A Anvisa
implementou essa medida com o objetivo de reduzir
os acidentes associados ao uso desse produto. Qual
é esse produto?
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3226851
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Quixaba-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Quixaba-PE
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Em março de 2024, uma empresa brasileira
anunciou um investimento bilionário em tecnologia
5G, qual foi a empresa em questão?
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No contexto da sinalização de trânsito, as placas de regulamentação desempenham um papel crucial ao estabelecer normas e restrições específicas para os motoristas. Placas de forma circular com fundo azul e desenhos (símbolos em branco) são destinadas à indicação de obrigatoriedade. Qual é o significado da placa que possui essas características?
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Se 5 máquinas produzem 250 peças em 10
horas, quantas peças 7 máquinas produzirão em 14
horas?
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Um triângulo isósceles tem dois lados iguais
medindo 10 cm cada, e a base medindo 8 cm. Qual é
a altura desse triângulo?
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Grávidas no contrafluxo
O Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) lançou a pesquisa: Indicadores
Sociais 2007, e um dos dados que mais chamou a
atenção foi o número de adolescentes que tiveram
filhos nos últimos dez anos. Em 1996, 6,9% das
garotas entre 15 e 17 anos já eram mães. Esse
número subiu para 7,6% em 2006. Você pode até
pensar que o aumento não foi tão grande assim, se
não fosse por um detalhe: essa é a única faixa etária
em que a taxa de fecundidade aumentou. Ou seja,
as mulheres estão tendo menos filhos e as adultas
estão esperando mais para se tornarem mães. Só as
adolescentes vêm no contrafluxo. Para se ter uma
ideia, na faixa dos 18 aos 24 anos, a fecundidade
caiu de 38% para 34,9% durante os últimos dez
anos. Quer mais um número impressionante? De
todos os partos realizados pelo SUS (Sistema Único
de Saúde) no ano passado, quase 16% deles
envolveram garotas com menos de 19 anos, ou seja,
elas engravidaram ainda na adolescência.
Esse aumento de mães adolescentes é bastante preocupante, embora não seja só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deva ser evitada. Vendo sob o aspecto da saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco, mesmo que a garota seja muito saudável. Como o corpo da adolescente ainda não está completamente desenvolvido, as condições para a realização do parto são mais complicadas. Além disso, os bebês gerados por adolescentes têm uma tendência maior a nascerem prematuros e abaixo do peso normal - o baixo peso, menos de 2,5 quilos ao nascer, é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. A chance de uma gestante adolescente ter hipertensão (pressão alta na gestação), por exemplo, é cinco vezes maior do que uma mulher adulta. O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características: seus corpos ainda não estarem completamente desenvolvidos e os hormônios estarem em alta nessa faixa-etária. A coisa é bem séria: a gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.
Outro ponto a ser levado em consideração é a evasão escolar. Pense bem: se às vezes já é difícil levar os estudos direitinho sem ter que cuidar de um bebê, imagine uma garota que tem de amamentar, trocar fralda, preparar papinha e que não vai conseguir dormir bem porque seu bebê chora a noite inteira! Sem contar que muitas ficam com vergonha de voltar para a escola depois de terem seus bebês. Por isso, tantas meninas saem da escola quando engravidam. Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.
O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto. Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos. Complicado, hein?
(BOUER, Jairo. Disponível em: [http://blogeducacional.com.br/jairo_bouer/p74553/#c mnt]. Acesso em 25/11/2016)
Esse aumento de mães adolescentes é bastante preocupante, embora não seja só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deva ser evitada. Vendo sob o aspecto da saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco, mesmo que a garota seja muito saudável. Como o corpo da adolescente ainda não está completamente desenvolvido, as condições para a realização do parto são mais complicadas. Além disso, os bebês gerados por adolescentes têm uma tendência maior a nascerem prematuros e abaixo do peso normal - o baixo peso, menos de 2,5 quilos ao nascer, é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. A chance de uma gestante adolescente ter hipertensão (pressão alta na gestação), por exemplo, é cinco vezes maior do que uma mulher adulta. O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características: seus corpos ainda não estarem completamente desenvolvidos e os hormônios estarem em alta nessa faixa-etária. A coisa é bem séria: a gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.
Outro ponto a ser levado em consideração é a evasão escolar. Pense bem: se às vezes já é difícil levar os estudos direitinho sem ter que cuidar de um bebê, imagine uma garota que tem de amamentar, trocar fralda, preparar papinha e que não vai conseguir dormir bem porque seu bebê chora a noite inteira! Sem contar que muitas ficam com vergonha de voltar para a escola depois de terem seus bebês. Por isso, tantas meninas saem da escola quando engravidam. Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.
O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto. Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos. Complicado, hein?
(BOUER, Jairo. Disponível em: [http://blogeducacional.com.br/jairo_bouer/p74553/#c mnt]. Acesso em 25/11/2016)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Grávidas no contrafluxo
O Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) lançou a pesquisa: Indicadores
Sociais 2007, e um dos dados que mais chamou a
atenção foi o número de adolescentes que tiveram
filhos nos últimos dez anos. Em 1996, 6,9% das
garotas entre 15 e 17 anos já eram mães. Esse
número subiu para 7,6% em 2006. Você pode até
pensar que o aumento não foi tão grande assim, se
não fosse por um detalhe: essa é a única faixa etária
em que a taxa de fecundidade aumentou. Ou seja,
as mulheres estão tendo menos filhos e as adultas
estão esperando mais para se tornarem mães. Só as
adolescentes vêm no contrafluxo. Para se ter uma
ideia, na faixa dos 18 aos 24 anos, a fecundidade
caiu de 38% para 34,9% durante os últimos dez
anos. Quer mais um número impressionante? De
todos os partos realizados pelo SUS (Sistema Único
de Saúde) no ano passado, quase 16% deles
envolveram garotas com menos de 19 anos, ou seja,
elas engravidaram ainda na adolescência.
Esse aumento de mães adolescentes é bastante preocupante, embora não seja só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deva ser evitada. Vendo sob o aspecto da saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco, mesmo que a garota seja muito saudável. Como o corpo da adolescente ainda não está completamente desenvolvido, as condições para a realização do parto são mais complicadas. Além disso, os bebês gerados por adolescentes têm uma tendência maior a nascerem prematuros e abaixo do peso normal - o baixo peso, menos de 2,5 quilos ao nascer, é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. A chance de uma gestante adolescente ter hipertensão (pressão alta na gestação), por exemplo, é cinco vezes maior do que uma mulher adulta. O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características: seus corpos ainda não estarem completamente desenvolvidos e os hormônios estarem em alta nessa faixa-etária. A coisa é bem séria: a gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.
Outro ponto a ser levado em consideração é a evasão escolar. Pense bem: se às vezes já é difícil levar os estudos direitinho sem ter que cuidar de um bebê, imagine uma garota que tem de amamentar, trocar fralda, preparar papinha e que não vai conseguir dormir bem porque seu bebê chora a noite inteira! Sem contar que muitas ficam com vergonha de voltar para a escola depois de terem seus bebês. Por isso, tantas meninas saem da escola quando engravidam. Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.
O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto. Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos. Complicado, hein?
(BOUER, Jairo. Disponível em: [http://blogeducacional.com.br/jairo_bouer/p74553/#c mnt]. Acesso em 25/11/2016)
Esse aumento de mães adolescentes é bastante preocupante, embora não seja só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deva ser evitada. Vendo sob o aspecto da saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco, mesmo que a garota seja muito saudável. Como o corpo da adolescente ainda não está completamente desenvolvido, as condições para a realização do parto são mais complicadas. Além disso, os bebês gerados por adolescentes têm uma tendência maior a nascerem prematuros e abaixo do peso normal - o baixo peso, menos de 2,5 quilos ao nascer, é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. A chance de uma gestante adolescente ter hipertensão (pressão alta na gestação), por exemplo, é cinco vezes maior do que uma mulher adulta. O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características: seus corpos ainda não estarem completamente desenvolvidos e os hormônios estarem em alta nessa faixa-etária. A coisa é bem séria: a gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.
Outro ponto a ser levado em consideração é a evasão escolar. Pense bem: se às vezes já é difícil levar os estudos direitinho sem ter que cuidar de um bebê, imagine uma garota que tem de amamentar, trocar fralda, preparar papinha e que não vai conseguir dormir bem porque seu bebê chora a noite inteira! Sem contar que muitas ficam com vergonha de voltar para a escola depois de terem seus bebês. Por isso, tantas meninas saem da escola quando engravidam. Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.
O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto. Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos. Complicado, hein?
(BOUER, Jairo. Disponível em: [http://blogeducacional.com.br/jairo_bouer/p74553/#c mnt]. Acesso em 25/11/2016)
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