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706382
Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
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De acordo com o Código Nacional de Ética Jornalística, compete à Comissão Nacional de Ética:
(1) Julgar, em terceira e última instância, os recursos contra decisões de competência das comissões de ética dos sindicatos.
(2) Receber representação de competência da primeira instância, quando ali houver incompatibilidade ou impe-dimento legal.
(3) Fazer denúncias públicas sobre casos de desrespeito aos princípios do Código.
(4) Tomar iniciativa referente a questões de âmbito local, regional e nacional que firam a ética jornalística.
(5) Processar e julgar, originariamente, denúncias de transgressão ao Código de Ética cometida por jornalistas integrantes da diretoria e do Conselho Fiscal da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).
Estão corretos apenas os itens
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Sobre as qualidades do texto informativo, numere a coluna da direita de acordo a da esquerda.
| (1) Cada palavra ou frase deve estar cheia de sentido. | ( ) Exatidão |
| (2) Exige palavras indispensáveis, justas e significativas. | ( ) Densidade |
| (3) O texto mantém o rigor lógico-psicológico da frase. | ( ) Precisão |
| (4) Significa fugir das palavras de sentido muito amplo. | ( ) Concisão |
A sequência numérica correta, de cima para baixo, é
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Os ambientes a que tradicionalmente se associa a ideia de aprendizado têm-se diversificado ao extremo, e chegam a abranger, na atualidade, todas as dimensões nas quais se podem conceber os processos ininterruptos de subjetivação. Se se pudesse observar historicamente a natureza dos meios de compartilhamento de informação, veríamos que a diversidade dos canais de comunicação, que aumenta em razão geométrica, é determinante para que se compreenda o papel hodierno da escola e para que se lhe planejem as futuras atribuições.
Em termos metodológicos e procedimentais, há uma estuante discussão acerca das muitas implicações que demanda a era digital, sem cujos claros benefícios e não tão óbvias responsabilidades são impensáveis as sociedades modernas e vindouras. Vejam-se, a título de exemplos, as novas relações interpessoais que se estabelecem, em sala de aula, diante do acesso a redes sem fio; a crescente disponibilidade de conteúdos específicos de suporte à (in)formação de alunos e de professores; e a necessidade de se considerarem novas formas de produção de conhecimento a partir de um volume impressionante de informações. Basta um rápido olhar sobre esses pontos para que nos admiremos da complexidade cognitiva em que nos inserimos.
É fácil prever que os desdobramentos dessa ampliação de espaços levam a uma redefinição de conceitos fundamentais. Percebemos, enfim e como já deveríamos ter percebido há muito tempo, que é possível aprender praticamente em qualquer lugar e a todo momento. Em vista disso, o novo laboratório de experimentação e aprendizado, que compreende o mundo exterior – e o interior – ao sujeito, impõe uma integração de conhecimentos inaudita. Talvez esta seja a principal componente dessa revolução: a perspectiva colaborativa, sinergética, descentralizada. Esse é o modelo mais propício à descoberta de aplicações inovadoras para antigas competências e ao desenvolvimento de novas habilidades para atender a exigências futuras.
Contudo, a inevitabilidade de seguir adiante não significa que o devemos fazer de qualquer maneira. Diante do peso dos séculos, o Homem aprendeu que não se pode avançar irrefletidamente, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço. Mais do que apenas avaliar a mensagem que desejamos passar às próximas gerações, devemos escolher a melhor forma de transmiti-la – e é possível que o espaço mais oportuno para que se ventile essa discussão venha a ser uma escola sem fronteiras.
Leia a seguinte passagem do texto.
'Contudo, a inevitabilidade de seguir adiante não significa que o devemos fazer de qualquer maneira.'
Em termos da colocação do pronome oblíquo o, a alternativa que preserva o significado original e é referendada pela gramática normativa é
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Os ambientes a que tradicionalmente se associa a ideia de aprendizado têm-se diversificado ao extremo, e chegam a abranger, na atualidade, todas as dimensões nas quais se podem conceber os processos ininterruptos de subjetivação. Se se pudesse observar historicamente a natureza dos meios de compartilhamento de informação, veríamos que a diversidade dos canais de comunicação, que aumenta em razão geométrica, é determinante para que se compreenda o papel hodierno da escola e para que se lhe planejem as futuras atribuições.
Em termos metodológicos e procedimentais, há uma estuante discussão acerca das muitas implicações que demanda a era digital, sem cujos claros benefícios e não tão óbvias responsabilidades são impensáveis as sociedades modernas e vindouras. Vejam-se, a título de exemplos, as novas relações interpessoais que se estabelecem, em sala de aula, diante do acesso a redes sem fio; a crescente disponibilidade de conteúdos específicos de suporte à (in)formação de alunos e de professores; e a necessidade de se considerarem novas formas de produção de conhecimento a partir de um volume impressionante de informações. Basta um rápido olhar sobre esses pontos para que nos admiremos da complexidade cognitiva em que nos inserimos.
É fácil prever que os desdobramentos dessa ampliação de espaços levam a uma redefinição de conceitos fundamentais. Percebemos, enfim e como já deveríamos ter percebido há muito tempo, que é possível aprender praticamente em qualquer lugar e a todo momento. Em vista disso, o novo laboratório de experimentação e aprendizado, que compreende o mundo exterior – e o interior – ao sujeito, impõe uma integração de conhecimentos inaudita. Talvez esta seja a principal componente dessa revolução: a perspectiva colaborativa, sinergética, descentralizada. Esse é o modelo mais propício à descoberta de aplicações inovadoras para antigas competências e ao desenvolvimento de novas habilidades para atender a exigências futuras.
Contudo, a inevitabilidade de seguir adiante não significa que o devemos fazer de qualquer maneira. Diante do peso dos séculos, o Homem aprendeu que não se pode avançar irrefletidamente, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço. Mais do que apenas avaliar a mensagem que desejamos passar às próximas gerações, devemos escolher a melhor forma de transmiti-la – e é possível que o espaço mais oportuno para que se ventile essa discussão venha a ser uma escola sem fronteiras.
O texto faz uso de elementos coesivos cuja função é referenciar termos específicos para a criação de sentido. Em termos das associações verificadas no texto, a afirmativa incorreta é
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Os ambientes a que tradicionalmente se associa a ideia de aprendizado têm-se diversificado ao extremo, e chegam a abranger, na atualidade, todas as dimensões nas quais se podem conceber os processos ininterruptos de subjetivação. Se se pudesse observar historicamente a natureza dos meios de compartilhamento de informação, veríamos que a diversidade dos canais de comunicação, que aumenta em razão geométrica, é determinante para que se compreenda o papel hodierno da escola e para que se lhe planejem as futuras atribuições.
Em termos metodológicos e procedimentais, há uma estuante discussão acerca das muitas implicações que demanda a era digital, sem cujos claros benefícios e não tão óbvias responsabilidades são impensáveis as sociedades modernas e vindouras. Vejam-se, a título de exemplos, as novas relações interpessoais que se estabelecem, em sala de aula, diante do acesso a redes sem fio; a crescente disponibilidade de conteúdos específicos de suporte à (in)formação de alunos e de professores; e a necessidade de se considerarem novas formas de produção de conhecimento a partir de um volume impressionante de informações. Basta um rápido olhar sobre esses pontos para que nos admiremos da complexidade cognitiva em que nos inserimos.
É fácil prever que os desdobramentos dessa ampliação de espaços levam a uma redefinição de conceitos fundamentais. Percebemos, enfim e como já deveríamos ter percebido há muito tempo, que é possível aprender praticamente em qualquer lugar e a todo momento. Em vista disso, o novo laboratório de experimentação e aprendizado, que compreende o mundo exterior – e o interior – ao sujeito, impõe uma integração de conhecimentos inaudita. Talvez esta seja a principal componente dessa revolução: a perspectiva colaborativa, sinergética, descentralizada. Esse é o modelo mais propício à descoberta de aplicações inovadoras para antigas competências e ao desenvolvimento de novas habilidades para atender a exigências futuras.
Contudo, a inevitabilidade de seguir adiante não significa que o devemos fazer de qualquer maneira. Diante do peso dos séculos, o Homem aprendeu que não se pode avançar irrefletidamente, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço. Mais do que apenas avaliar a mensagem que desejamos passar às próximas gerações, devemos escolher a melhor forma de transmiti-la – e é possível que o espaço mais oportuno para que se ventile essa discussão venha a ser uma escola sem fronteiras.
Alguns períodos do texto foram analisados em termos da natureza das orações que os compõem, chegando-se à identificação das seguintes estruturas:
I. É fácil prever que os desdobramentos dessa ampliação de espaços levam a uma redefinição de conceitos fundamentais. = principal, subordinada.
II. Em vista disso, o novo laboratório de experimentação e aprendizado, que compreende o mundo exterior – e o interior – ao sujeito, impõe uma integração de conhecimentos inaudita. = principal, subordinada.
III. Esse é o modelo mais propício à descoberta de aplicações inovadoras para antigas competências e ao desenvolvimento de novas habilidades para atender a exigências futuras.= principal, subordinada.
Em relação à estrutura de cada período reproduzido acima,
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Os ambientes a que tradicionalmente se associa a ideia de aprendizado têm-se diversificado ao extremo, e chegam a abranger, na atualidade, todas as dimensões nas quais se podem conceber os processos ininterruptos de subjetivação. Se se pudesse observar historicamente a natureza dos meios de compartilhamento de informação, veríamos que a diversidade dos canais de comunicação, que aumenta em razão geométrica, é determinante para que se compreenda o papel hodierno da escola e para que se lhe planejem as futuras atribuições.
Em termos metodológicos e procedimentais, há uma estuante discussão acerca das muitas implicações que demanda a era digital, sem cujos claros benefícios e não tão óbvias responsabilidades são impensáveis as sociedades modernas e vindouras. Vejam-se, a título de exemplos, as novas relações interpessoais que se estabelecem, em sala de aula, diante do acesso a redes sem fio; a crescente disponibilidade de conteúdos específicos de suporte à (in)formação de alunos e de professores; e a necessidade de se considerarem novas formas de produção de conhecimento a partir de um volume impressionante de informações. Basta um rápido olhar sobre esses pontos para que nos admiremos da complexidade cognitiva em que nos inserimos.
É fácil prever que os desdobramentos dessa ampliação de espaços levam a uma redefinição de conceitos fundamentais. Percebemos, enfim e como já deveríamos ter percebido há muito tempo, que é possível aprender praticamente em qualquer lugar e a todo momento. Em vista disso, o novo laboratório de experimentação e aprendizado, que compreende o mundo exterior – e o interior – ao sujeito, impõe uma integração de conhecimentos inaudita. Talvez esta seja a principal componente dessa revolução: a perspectiva colaborativa, sinergética, descentralizada. Esse é o modelo mais propício à descoberta de aplicações inovadoras para antigas competências e ao desenvolvimento de novas habilidades para atender a exigências futuras.
Contudo, a inevitabilidade de seguir adiante não significa que o devemos fazer de qualquer maneira. Diante do peso dos séculos, o Homem aprendeu que não se pode avançar irrefletidamente, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço. Mais do que apenas avaliar a mensagem que desejamos passar às próximas gerações, devemos escolher a melhor forma de transmiti-la – e é possível que o espaço mais oportuno para que se ventile essa discussão venha a ser uma escola sem fronteiras.
Avalie as assertivas seguintes, feitas diante de uma leitura do texto acima.
I. A maneira tradicional de se considerar o aprendizado sofre o impacto direto da diversificação das fontes de informação, como se pode observar na atualidade.
II. O ineditismo da atual integração de conhecimentos decorre do fato de que o sujeito passa a absorver in-formação tanto do meio a ele externo quanto de seu próprio interior.
É possível afirmar, diante do conteúdo do texto, que
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De acordo com as normas de redação jornalística, qual dos seguintes textos está elaborado corretamente?
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Uma comissão deve ser composta por 9 servidores públicos escolhidos entre 4 senadores, 4 deputados federais e 4 deputados estaduais. Se a comissão, obrigatoriamente, se compõe de 3 senadores, 3 deputados federais e 3 deputados estaduais, então o número de maneiras distintas de se compor essa comissão é igual a
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Um conjunto de significados pelos quais chegamos a conhecer um objeto e por meio do qual as pessoas o descrevem, o relacionam e se recordam dele corresponde à
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Considerando o argumento “
a gasolina só pode ser cara; a gasolina é extraída do petróleo que é um produto importado, e todos os produtos importados são caros”, é correto afirmar que sua conclusão é
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