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Foram encontradas 25 questões.

1472317 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Ponto Chique-MG
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Um canteiro, que tem a forma de um triângulo retângulo, vai ser cercado de tijolos. Qual é o perímetro do canteiro se o seu menor e maior lados medem, respectivamente, !$ 15m !$ e !$ 9m !$?
 

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1364704 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Ponto Chique-MG
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
INSTRUÇÃO: Leia o trecho abaixo para responder à questão .
“Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.”

Todos os termos abaixo podem substituir a palavra em negrito sem prejuízo de sentido para o texto, EXCETO
 

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1364296 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Ponto Chique-MG
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Dados !$ a,b\, \epsilon\, IR\ !$ é CORRETO afirmar que !$ ( a - b)^2 !$ vale
 

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1363849 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Ponto Chique-MG
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INSTRUÇÃO: Além das discussões sobre o problema com os meios de transporte, outra discussão, recorrente atualmente é a do consumismo exagerado. Analise a tirinha abaixo para responder à questão.
enunciado 1363849-1
Fonte: Disponível em http://www.aiceus.com/2011_11_01_archive.html Acesso em 9 dez. 2013.
Há uma incoerência na fala da personagem que está comprando o sapato porque
 

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1357195 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Ponto Chique-MG
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
Assinale a afirmativa em que NÃO há uma ideia defendida pelo autor do texto.
 

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1318721 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Ponto Chique-MG
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
INSTRUÇÃO: Analise a tirinha abaixo para responder à questão
enunciado 2136323-1
Fonte: Disponível em http://www.100coragem.xpg.com.br/category/tirinhas/page/16/ Acesso em 9 dez. 2013.
A tirinha acima faz referência à seguinte barreira para ir de bicicleta, citada no texto “Estamos preparados?”:
 

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1315981 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Ponto Chique-MG
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
Para mostrar o que defendem especialistas e ciclistas, o autor apresenta as ideias defendidas por eles. Assinale a ÚNICA afirmativa que apresenta ideia defendida apenas por ciclistas.
 

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1315021 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Ponto Chique-MG
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
INSTRUÇÃO: Leia o trecho abaixo para responder à questão .
“Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.”
O verbo “criticam” está no plural porque se refere a
 

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1314531 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Ponto Chique-MG
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
INSTRUÇÃO: Leia o trecho abaixo para responder à questão .
“Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.”
O operador argumentativo sublinhado (entretanto) pode ser substituído, sem alterar o sentido do texto, por todos os outros abaixo, EXCETO
 

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1308097 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Ponto Chique-MG
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Quero distribuir 54 fichas em três urnas. A segunda urna deve ter 8 fichas a mais que a primeira, e a terceira deve ter 10 fichas a mais que a primeira. Quantas fichas devo colocar na terceira urna?
 

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