Foram encontradas 25 questões.
INSTRUÇÃO: Além das discussões sobre o problema com os meios de transporte, outra discussão, recorrente atualmente é a do consumismo exagerado. Analise a tirinha abaixo para responder à questão.

Fonte: Disponível em http://www.aiceus.com/2011_11_01_archive.html Acesso em 9 dez. 2013.
A expressão “Vou levar” poderia ser substituída, sem alterar o sentido, por
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Se dois números reais !$ x !$ e !$ y !$ satisfazem as igualdades !$ x - 2y =1 !$ e !$ 3 x + y = -2 !$, então !$ x !$ e !$ y !$ valem, respectivamente,
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Quantos números naturais e múltiplos de 7 existem entre 12 e 36?
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Todos os meses deposito !$ { \large 2 \over 10} !$ do meu salário em uma caderneta de poupança. Se deposito R$180,00, qual é o meu salário?
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Na figura abaixo, temos um terreno que deverá ser cercado por 4 fios de arame em cada dimensão. A quantidade de arame a ser utilizada é:

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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
Todos os sinônimos abaixo foram usados, no texto, para o termo bicicleta, EXCETO
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
Analise o trecho: “O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia.”
O verbo “há” foi empregado no singular porque
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ESTAMOS PREPARADOS?
A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
Pode-se afirmar que o objetivo principal da reportagem é
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INSTRUÇÃO: Analise a tirinha abaixo para responder à questão

Fonte: Disponível em http://www.100coragem.xpg.com.br/category/tirinhas/page/16/ Acesso em 9 dez. 2013.
Pode-se inferir da tirinha acima:
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A abertura de licitação pela BHTrans para a implantação de 30 estações para aluguel de bicicletas e o investimento cada vez maior em faixas exclusivas para as bikes – que devem saltar dos atuais 50 para 380quilômetros em 2020 – demonstram a disposição da prefeitura em incentivar a ampliação desse meio de transporte.
Especialistas alertam para problemas como a disputa de espaço com carros, motos e ônibus, a falta de educação de motoristas e motocicletas em relação às magrelas, e o relevo, leia-se os morros, em várias regiões da cidade. Já os ciclistas consideram as bicicletas totalmente viáveis, mas pedem padronização das ciclovias e campanhas educativas para prevenir acidentes, que a BHTrans promete intensificar.
O último estudo oficial, feito em 2001 pela BHTrans, mostrou o seguinte percentual: há 0,6% de adeptos e 25 mil viagens de bicicleta por dia. Entusiastas das duas rodas afirmam que é possível, sim, adotar a bike como meio de transporte em BH. Entretanto, ainda criticam pontos como a lógica de implantação das faixas exclusivas, o descumprimento de normas técnicas, a falta de educação no trânsito e a inexistência de fiscalização.
Barreiras para ir de bike
1. Relevo e clima: subidas e descidas, características do relevo de Belo Horizonte, e as altas temperaturas são vistas como fatores desanimadores para quem deseja pedalar. O Projeto Pedala BH privilegia trechos planos ou com inclinação máxima de 10%.
2. Interligação: projetos estão sendo implantados ainda sem a ligação entre as ciclovias e, com isso, quem anda de bicicleta precisa passar por trechos sem faixas exclusivas. A BHTrans garante que a lógica de implantação está sendo revista e que, ao fim, todas as rotas serão interligadas.
3. Padronização técnica: alguns trechos da ciclovia foram implantados com largura inferior ao padrão de segurança, 1,5 metro, além de haver trechos em que a faixa exclusiva está entre o estacionamento e a pista de rolamento.
4. Educação de trânsito: a relação entre ciclistas e os outros agentes de trânsito ainda é conflituosa, porque falta compreensão de muitos condutores de que a bicicleta é também um meio de transporte e deve ter o seu espaço no trânsito.
5. Fiscalização: falta rigor no cumprimento das regras de trânsito para proteger o ciclista e as ciclovias, que são espaços delimitados para bicicletas. Casos de carros bloqueando essas faixas e motos e pedestres passando por elas ainda ficam impunes.
(Estamos preparados? Estado de Minas, Belo Horizonte, 21 nov. 2013.)
Todas as características abaixo são consideradas barreiras para o uso da bicicleta, EXCETO
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