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Foram encontradas 26 questões.

804034 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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O sujeito da oração “Construímos uma casa bacana” é:
 

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780228 Ano: 2012
Disciplina: Direito Civil
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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De acordo com o Código Civil Brasileiro, no que se refere às pessoas naturais, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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777258 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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“Nasce o sol, e não dura mais que um dia. Depois de luz, se segue a noite escura, em tristes sombras morre a formosura, em contínuas tristezas, a alegria (Gregório de Matos). Os termos destacados ilustram uma figura de linguagem denominada:
 

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777199 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Sobre contratos administrativos, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
I. O contrato administrativo, como qualquer contrato, deve ser executado fielmente, exercendo cada parte seus direitos e obrigações.
II. Executar o contrato é cumprir suas cláusulas segundo a comum intenção das partes no momento de sua celebração.
III. Prorrogação do contrato é o prolongamento de sua vigência além do prazo inicial, com o mesmo contratado e nas mesmas condições anteriores.
IV. Contrato de fornecimento é o ajuste administrativo pelo qual a administração adquire coisas móveis (materiais, produtos
industrializados, gêneros alimentícios etc.) necessárias à realização de suas obras ou à manutenção de seus serviços.
V. Extinção do contrato é a cessação do vínculo obrigacional entre as partes pelo integral cumprimento de suas cláusulas ou pelo seu rompimento, por meio da rescisão ou da anulação.
 

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763082 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Educação: além das verbas
Comprometedoras tanto do crescimento quanto da sustentabilidade da economia, as fragilidades do país começam a ser atacadas de maneira mais sistêmica, a exemplo do recente anúncio do plano para atrair investimentos privados para modernizar e expandir a precária rede nacional de transporte. Objetivo louvável, mas não suficiente para eliminar, da herança a ser legada às novas gerações, o saldo acumulado de séculos de desigualdades.
Dono da sexta economia mundial, o Brasil entrou em 2012 com sinais de relativa imunidade à crise internacional: PIB de US$ 2,7 trilhões, apreciáveis reservas em dólares, sistema financeiro sólido, baixas taxas de desemprego, inflação sobre controle, bom nível de consumo interno.
Esse é um dos lados da moeda. O outro: a 84ª posição no IDH, entre 187 países, e 53º lugar no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) entre 65 países.
Esses contrastes, entre outros, marcam o perfil do Brasil de hoje e constituem obstáculos ao aproveitamento das vantagens comparativas raras no cenário internacional, tais como rica biodiversidade, potencial hídrico suficiente para gerar energia e assegurar o abastecimento de água a uma população acima dos 200 milhões, terras e clima propícios à produção agrícola em volumes capazes de atender ao mercado interno e gerar excedentes para exportação.
Entre os gargalos, sempre tem destaque a deficiência educacional. É o maior abismo que o país deve vencer, pois não é possível ingressar num ciclo de desenvolvimento social e econômico sustentável quando 30% dos alunos chegam à universidade com conhecimentos insuficientes de português e matemática.
Ou quando, dos 4 milhões que iniciam o ensino básico, 1,8 milhão desistirão da escola antes de concluir o nível médio. Gradualmente, em que pese entusiasmos oficiais, se fortalece a conclusão de que a solução para a (sem exagero) tragédia do ensino não está só no acesso aos três níveis de aprendizado. Até porque matrícula ou diploma de faculdade nunca terão o poder de sanar deficiências de conhecimentos acumuladas em doze anos de ensino básico de má qualidade.
Texto adaptado. SILVA, Ruy Martins Altenfelder.
Disponível em: www1.folha.uol.com.br/opiniao
Na frase, “É o maior abismo que o país deve vencer” (5º parágrafo), a locução verbal em destaque é composta, respectivamente, pelo verbo “dever” no ____________________ e pelo verbo “vencer” no _____________.
 

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672546 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Educação: além das verbas
Comprometedoras tanto do crescimento quanto da sustentabilidade da economia, as fragilidades do país começam a ser atacadas de maneira mais sistêmica, a exemplo do recente anúncio do plano para atrair investimentos privados para modernizar e expandir a precária rede nacional de transporte. Objetivo louvável, mas não suficiente para eliminar, da herança a ser legada às novas gerações, o saldo acumulado de séculos de desigualdades.
Dono da sexta economia mundial, o Brasil entrou em 2012 com sinais de relativa imunidade à crise internacional: PIB de US$ 2,7 trilhões, apreciáveis reservas em dólares, sistema financeiro sólido, baixas taxas de desemprego, inflação sobre controle, bom nível de consumo interno.
Esse é um dos lados da moeda. O outro: a 84ª posição no IDH, entre 187 países, e 53º lugar no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) entre 65 países.
Esses contrastes, entre outros, marcam o perfil do Brasil de hoje e constituem obstáculos ao aproveitamento das vantagens comparativas raras no cenário internacional, tais como rica biodiversidade, potencial hídrico suficiente para gerar energia e assegurar o abastecimento de água a uma população acima dos 200 milhões, terras e clima propícios à produção agrícola em volumes capazes de atender ao mercado interno e gerar excedentes para exportação.
Entre os gargalos, sempre tem destaque a deficiência educacional. É o maior abismo que o país deve vencer, pois não é possível ingressar num ciclo de desenvolvimento social e econômico sustentável quando 30% dos alunos chegam à universidade com conhecimentos insuficientes de português e matemática.
Ou quando, dos 4 milhões que iniciam o ensino básico, 1,8 milhão desistirão da escola antes de concluir o nível médio. Gradualmente, em que pese entusiasmos oficiais, se fortalece a conclusão de que a solução para a (sem exagero) tragédia do ensino não está só no acesso aos três níveis de aprendizado. Até porque matrícula ou diploma de faculdade nunca terão o poder de sanar deficiências de conhecimentos acumuladas em doze anos de ensino básico de má qualidade.
Texto adaptado. SILVA, Ruy Martins Altenfelder.
Disponível em: www1.folha.uol.com.br/opiniao
O autor do texto defende a ideia de que:
 

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