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Foram encontradas 40 questões.

1389380 Ano: 2015
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Para se administrar e organizar um setor de estoques, é fundamental identificar quais são suas funções principais.

A esse respeito, assinale a alternativa que descreve incorretamente uma dessas funções.

 

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1388517 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Nosso Universo está morrendo
O Universo está morrendo. Uma morte lenta é verdade, mas o diagnóstico é incontroverso e foi apresentado por um grupo internacional de astrônomos, durante a Assembleia Geral da União Astronômica Internacional, que acontece em Honolulu, no Havaí. Os cientistas constataram que as galáxias produzem hoje apenas metade da energia que geravam 2 bilhões de anos atrás – é o início de um gradual, mas inconfundível, apagar das luzes no cosmos.
O novo estudo, publicado no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, faz parte do projeto Gama (sigla inglesa para “composição de galáxias e massa”) e investigou a quantidade de emissão de energia numa vasta região do espaço, analisando individualmente cerca de 200 mil galáxias.
Como se sabe, já que a luz leva um certo tempo para viajar grandes distâncias, olhar para as profundezas do espaço equivale a estudar o passado. Assim, ao comparar a quantidade de luz emitida pelas estrelas contidas em galáxias típicas, mas distantes, com outras similares, mas mais próximas, é possível avaliar se a produção total de estrelas – e, portanto, de energia – está em alta ou em baixa.
Graças à generosa amostra do Gama, foi possível fazer essa comparação com grande precisão. E a moral da história é que, 2 bilhões de anos atrás, a quantidade de energia produzida pelas galáxias era o dobro da atual. Ou seja, conforme cada vez mais estrelas se extinguem e cada vez menos estrelas surgem, o Universo aproxima-se vagarosamente de seu fim.
Já se tinha uma boa ideia de que o pico de atividade do cosmos – que tem cerca de 13,8 bilhões de anos a contar do Big Bang – havia sido atingido há algum tempo. Mas os resultados do Gama agora são inconfundíveis.O grande diferencial é que eles usaram os mais variados instrumentos para cobrir uma vasta faixa do espectro eletromagnético, do infravermelho ao ultravioleta,passando, é claro, pela luz visível. É a primeira vez que temos uma cobertura tão abrangente.
Para isso, a equipe liderada por Simon Driver, da Universidade da Austrália Ocidental, fez uso principalmente de telescópios do ESO (Observatório Europeu do Sul) em Paranal, no Chile, e de dados dos satélites Galex e Wise, da Nasa, e Herschel, da ESA (Agência Espacial Europeia)
Para uma próxima fase, eles pretendem também incluir medições em rádio, possivelmente obtidas com o SKA (Square Kilometer Array), conjunto de radiotelescópios em construção na África do Sul. Mas os dados colhidos até agora já trazem uma mensagem muito clara.
“O Universo deve declinar daqui para frente, suavemente evoluindo para a velhice”, disse Driver. “O Universo basicamente se sentou no sofá, puxou as cobertas e está prestes a entrar num cochilo eterno.”
Com efeito, se nossa compreensão do funcionamento do cosmos estiver certa, e sua expansão prosseguir em ritmo acelerado, este é o desfecho esperado: um lento e gradual, mas irreversível, apagamento.
Aos poucos, todas as nuvens de gás geradas pelo evento primordial do Big Bang serão convertidas dentro das galáxias em estrelas. Essas, por sua vez, completarão seu ciclo de vida e se tornarão cadáveres degenerados de matéria ou buracos negros. Os primeiros estão condenados a se resfriar para sempre. Os segundos, num tempo ainda mais longo, devem emitir suaves sopros de radiação até evaporarem sem deixar resquícios. É um cenário melancólico.
Apesar disso, não devemos nos preocupar demais. Embora as luzes estejam se apagando, a fase ativa do Universo ainda deve durar muitos bilhões de anos, e depois disso as estrelas mais longevas viverão por até 1 trilhão de anos(B)um tempo incomensurável do nosso ponto de vista(C)até que só restem os resquícios das glórias de outrora(D).
Contudo, no meio do caminho, ainda tem um grande “se”. Tudo isso só irá acontecer se a misteriosa energia escura – que ninguém no momento sabe o que é – continuar trabalhando, como agora, para compensar a gravidade e com isso seguir acelerando a expansão cósmica. Por outro lado, se ela resolver mudar de humor e passar, no futuro, a ajudar a gravidade a atrair as coisas, podemos ter um desfecho em que o Universo interrompe a expansão(A) e passa a se contrair, terminando num Big Crunch – um “grande esmagamento”.
E quem sabe não é um evento desses o que gera um novo Big Bang e recomeça toda a história, num ciclo infinito? As respostas estão lá fora.
NOGUEIRA, Salvador. Nosso universo está morrendo.
Disponível em: <http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com. br/2015/08/11/nosso-universo-esta-morrendo/>. Acesso em: 11 ago. 2015 (Adaptação).
Assinale a alternativa em que o sentido da palavra em destaque está incorretamente indicado entre parênteses.
 

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1388462 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Quando tratamos da abordagem ao tema Arquivo, muitas questões são fundamentais para o correto trabalho e eficiência de suas operações.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O arquivo permanente, sendo o resultado da reunião dos arquivos correntes, recebe documentação originária de diferentes setores e cresce em grande proporção. Assim, a administração do arquivo permanente é de natureza mais complexa que dos arquivos corrente e intermediário.
( ) Uma regra para o arranjo de documentos é: nenhum conjunto, encadernado ou não, deve ser desmembrado sem que se tenha investigado o motivo de sua constituição ou agrupamento original.
( ) Classificam-se em quatro grupos distintos as atividades do arquivo permanente: (1) arranjo; (2) descrição e publicação; (3) conservação e (4) referência.
( ) Cada conjunto de documentos é reservatório da experiência humana, que só poderá ser adequadamente utilizado se estiver racionalmente arranjado e conservado.
Assinale a sequência CORRETA.
 

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1387754 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Nosso Universo está morrendo
O Universo está morrendo. Uma morte lenta é verdade, mas o diagnóstico é incontroverso e foi apresentado por um grupo internacional de astrônomos, durante a Assembleia Geral da União Astronômica Internacional, que acontece em Honolulu, no Havaí. Os cientistas constataram que as galáxias produzem hoje apenas metade da energia que geravam 2 bilhões de anos atrás – é o início de um gradual, mas inconfundível, apagar das luzes no cosmos.
O novo estudo, publicado no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, faz parte do projeto Gama (sigla inglesa para “composição de galáxias e massa”) e investigou a quantidade de emissão de energia numa vasta região do espaço, analisando individualmente cerca de 200 mil galáxias.
Como se sabe, já que a luz leva um certo tempo para viajar grandes distâncias, olhar para as profundezas do espaço equivale a estudar o passado. Assim, ao comparar a quantidade de luz emitida pelas estrelascontidas em galáxias típicas, mas distantes, com outras similares, mas mais próximas, é possível avaliar se a produção total de estrelas – e, portanto, de energia – está em alta ou em baixa.
Graças à generosa amostra do Gama, foi possível fazer essa comparação com grande precisão. E a moral da história é que, 2 bilhões de anos atrás, a quantidade deenergia produzida pelas galáxias era o dobro da atual. Ou seja, conforme cada vez mais estrelas se extinguem e cada vez menos estrelas surgem, o Universo aproxima-se vagarosamente de seu fim.
Já se tinha uma boa ideia de que o pico de atividade do cosmos – que tem cerca de 13,8 bilhões de anos a contar do Big Bang – havia sido atingido há algum tempo. Mas os resultados do Gama agora são inconfundíveis.O grande diferencial é que eles usaram os mais variados instrumentos para cobrir uma vasta faixa do espectro eletromagnético(A), do infravermelho ao ultravioleta,passando, é claro, pela luz visível. É a primeira vez que temos uma cobertura tão abrangente.
Para isso, a equipe liderada por Simon Driver, da Universidade da Austrália Ocidental, fez uso principalmente de telescópios do ESO (Observatório Europeu do Sul) em Paranal, no Chile, e de dados dos satélites Galex e Wise, da Nasa, e Herschel, da ESA (Agência Espacial Europeia)
Para uma próxima fase, eles pretendem também incluir medições em rádio, possivelmente obtidas com o SKA (Square Kilometer Array), conjunto de radiotelescópios em construção na África do Sul. Mas os dados colhidos até agora já trazem uma mensagem muito clara.
“O Universo deve declinar daqui para frente, suavemente evoluindo para a velhice”, disse Driver. “O Universo basicamente se sentou no sofá, puxou as cobertas e está prestes a entrar num cochilo eterno.”(B)
Com efeito, se nossa compreensão do funcionamento do cosmos estiver certa, e sua expansão prosseguir em ritmo acelerado, este é o desfecho esperado: um lento e gradual, mas irreversível, apagamento.
Aos poucos, todas as nuvens de gás geradas pelo evento primordial do Big Bang serão convertidas dentro das galáxias em estrelas(C). Essas, por sua vez, completarão seu ciclo de vida e se tornarão cadáveres degenerados de matéria ou buracos negros. Os primeiros estão condenados a se resfriar para sempre. Os segundos, num tempo ainda mais longo, devem emitir suaves sopros de radiação até evaporarem sem deixar resquícios. É um cenário melancólico.
Apesar disso, não devemos nos preocupar demais. Embora as luzes estejam se apagando, a fase ativa do Universo ainda deve durar muitos bilhões de anos, e depois disso as estrelas mais longevas viverão por até 1 trilhão de anos – um tempo incomensurável do nosso ponto de vista – até que só restem os resquícios das glórias de outrora.
Contudo, no meio do caminho, ainda tem um grande “se”. Tudo isso só irá acontecer se a misteriosa energia escura – que ninguém no momento sabe o que é – continuar trabalhando, como agora, para compensar a gravidade e com isso seguir acelerando a expansão cósmica. Por outro lado, se ela resolver mudar de humor e passar, no futuro, a ajudar a gravidade a atrair as coisas, podemos ter um desfecho em que o Universo interrompe a expansão e passa a se contrair, terminando num Big Crunch – um “grande esmagamento”.
E quem sabe não é um evento desses o que gera um novo Big Bang e recomeça toda a história, num ciclo infinito?(D) As respostas estão lá fora.
NOGUEIRA, Salvador. Nosso universo está morrendo.
Disponível em: <http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com. br/2015/08/11/nosso-universo-esta-morrendo/>. Acesso em: 11 ago. 2015 (Adaptação).
Assinale a alternativa em cuja passagem se verifica ocorrência de linguagem figurada.
 

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1387459 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Nosso Universo está morrendo
O Universo está morrendo. Uma morte lenta é verdade, mas o diagnóstico é incontroverso e foi apresentado por um grupo internacional de astrônomos, durante a Assembleia Geral da União Astronômica Internacional, que acontece em Honolulu, no Havaí. Os cientistas constataram que as galáxias produzem hoje apenas metade da energia que geravam 2 bilhões de anos atrás – é o início de um gradual, mas inconfundível, apagar das luzes no cosmos.
O novo estudo, publicado no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, faz parte do projeto Gama (sigla inglesa para “composição de galáxias e massa”) e investigou a quantidade de emissão de energia numa vasta região do espaço, analisando individualmente cerca de 200 mil galáxias.
Como se sabe, já que a luz leva um certo tempo para viajar grandes distâncias, olhar para as profundezas do espaço equivale a estudar o passado. Assim, ao comparar a quantidade de luz emitida pelas estrelas contidas em galáxias típicas, mas distantes, com outras similares, mas mais próximas, é possível avaliar se a produção total de estrelas – e, portanto, de energia – está em alta ou em baixa.
Graças à generosa amostra do Gama, foi possível fazer essa comparação com grande precisão. E a moral da história é que, 2 bilhões de anos atrás, a quantidade de energia produzida pelas galáxias era o dobro da atual. Ou seja, conforme cada vez mais estrelas se extinguem e cada vez menos estrelas surgem, o Universo aproxima-se vagarosamente de seu fim.
Já se tinha uma boa ideia de que o pico de atividade do cosmos – que tem cerca de 13,8 bilhões de anos a contar do Big Bang – havia sido atingido há algum tempo. Mas os resultados do Gama agora são inconfundíveis.O grande diferencial é que eles usaram os mais variados instrumentos para cobrir uma vasta faixa do espectro eletromagnético, do infravermelho ao ultravioleta,passando, é claro, pela luz visível. É a primeira vez que temos uma cobertura tão abrangente.
Para isso, a equipe liderada por Simon Driver, da Universidade da Austrália Ocidental, fez uso principalmente de telescópios do ESO (Observatório Europeu do Sul) em Paranal, no Chile, e de dados dos satélites Galex e Wise, da Nasa, e Herschel, da ESA (Agência Espacial Europeia)
Para uma próxima fase, eles pretendem também incluir medições em rádio, possivelmente obtidas com o SKA (Square Kilometer Array), conjunto de radiotelescópios em construção na África do Sul. Mas os dados colhidos até agora já trazem uma mensagem muito clara.
“O Universo deve declinar daqui para frente, suavemente evoluindo para a velhice”, disse Driver. “O Universo basicamente se sentou no sofá, puxou as cobertas e está prestes a entrar num cochilo eterno.”
Com efeito, se nossa compreensão do funcionamento do cosmos estiver certa, e sua expansão prosseguir em ritmo acelerado, este é o desfecho esperado: um lento e gradual, mas irreversível, apagamento.
Aos poucos, todas as nuvens de gás geradas pelo evento primordial do Big Bang serão convertidas dentro das galáxias em estrelas. Essas, por sua vez, completarão seu ciclo de vida e se tornarão cadáveres degenerados de matéria ou buracos negros. Os primeiros estão condenados a se resfriar para sempre. Os segundos, num tempo ainda mais longo, devem emitir suaves sopros de radiação até evaporarem sem deixar resquícios. É um cenário melancólico.
Apesar disso, não devemos nos preocupar demais. Embora as luzes estejam se apagando, a fase ativa do Universo ainda deve durar muitos bilhões de anos, e depois disso as estrelas mais longevas viverão por até 1 trilhão de anos – um tempo incomensurável do nosso ponto de vista – até que só restem os resquícios das glórias de outrora.
Contudo, no meio do caminho, ainda tem um grande “se”. Tudo isso só irá acontecer se a misteriosa energia escura – que ninguém no momento sabe o que é – continuar trabalhando, como agora, para compensar a gravidade e com isso seguir acelerando a expansão cósmica. Por outro lado, se ela resolver mudar de humor e passar, no futuro, a ajudar a gravidade a atrair as coisas, podemos ter um desfecho em que o Universo interrompe a expansão e passa a se contrair, terminando num Big Crunch – um “grande esmagamento”.
E quem sabe não é um evento desses o que gera um novo Big Bang e recomeça toda a história, num ciclo infinito? As respostas estão lá fora.
NOGUEIRA, Salvador. Nosso universo está morrendo.
Disponível em: <http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com. br/2015/08/11/nosso-universo-esta-morrendo/>. Acesso em: 11 ago. 2015 (Adaptação).
Leia o período a seguir.
“Com efeito, se nossa compreensão do funcionamento do cosmos estiver certa, e sua expansão prosseguir em ritmo acelerado, este é o desfecho esperado: um lento e gradual, mas irreversível, apagamento.”
Analise as afirmativas a seguir.
I. Flexionando-se “estiver” e “prosseguir” no pretérito imperfeito do subjuntivo, o verbo “ser” passa a se flexionar no futuro do presente do indicativo.
II. A palavra “este” aponta para uma informação introduzida em sequência: “um lento e gradual, mas irreversível, apagamento”.
III. O verbo “prosseguir”, no período em análise, comporta-se como intransitivo.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
 

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1386220 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Assinale a alternativa que apresenta o nome da cidade canadense que sediou os Jogos Pan-Americanos de 2015.
 

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1385851 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Os recursos de hardware são um dos principais componentes dos sistemas de informações.
A esse respeito, assinale a alternativa que apresenta corretamente um exemplo desse tipo de recurso.
 

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1384328 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa a seguir, destacando-se como o primeiro e mais importante critério para que o documento possa ser seguramente aceito e arquivado em seu conjunto.
Segundo Paes, 2013, documentos que porventura depois de terem desaparecido de um conjunto a ele voltarem, por préstimo ou compra, podem reassumir seu lugar, se:
 

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1384181 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Analise a afirmativa a seguir.
Com a crescente complexidade das organizações, vem se tornando cada vez mais generalizada a departamentalização ________. Sua característica principal e a grande vantagem desse agrupamento são a especialização. Essas divisões asseguram também a adequada consideração das atividades com que estão relacionadas. Na departamentalização _______, destacam-se: produção, vendas, finanças, inspeção, etc.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da afirmativa anterior, quanto ao tipo de departamentalização.
 

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1383237 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Quando se desenvolve um estudo de arranjo físico, deve-se ter em mente alguns objetivos.
A esse respeito, são objetivos desse arranjo físico, EXCETO:
 

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