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Foram encontradas 115 questões.

792473 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Considere as imagens abaixo para responder a questão.
enunciado 2024305-1
Disponível em <http://daianeshalom.blogspot.com.br/2011/01/tiras-e-charges-engracadas-de.html> acesso em 14 de MAR de 2015
e <http://www.blogdovestibular.com/2013/05/questao-do-dia-da-uel-aborda-sociologia.html> acesso em 20 de MAR de 2015.
O teor crítico das charges relaciona-se
 

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791180 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
Fatorando 4x 2 - 24 x + 36 obtêm-se:
 

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790901 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Leia o texto para responder a questão.
enunciado 2023693-1
Disponível em: https://midiatividades.wordpress.com/2013/06/11/atividade-tirinha-da-turma-da-monica/. Acesso em: 20/03/2015.
Na frase: “Dê-me um beijo!”, quanto à colocação de Pronomes Átonos, o termo sublinhado é uma:
 

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790749 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Na figura a seguir !$ \overline{CD}// \overline{BE} !$
enunciado 2023649-1
A razão de semelhança entre o !$ \Delta ACD !$ e o !$ \Delta ABE !$ é
 

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790690 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Se Joana não fala italiano, então Alice fala alemão. Se Joana fala italiano, então ou João fala chinês ou Manoela fala dinamarquês. Se Manoela fala dinamarquês, Elton fala espanhol. Mas Elton fala espanhol se e somente se não for verdade que Francisco não fala francês. Ora, Francisco não fala Francês e João não fala chinês. Logo:
 

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790472 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Assinale a alternativa que apresenta EXCLUSIVAMENTE contas que compõem o Ativo Não Circulante.
 

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790454 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Leia o texto para responder a questão.
Corrupção cultural ou organizada?
Renato Janine Ribeiro
Precisamos evitar que a necessária indignação com as microcorrupções "culturais" nos leve a ignorar a grande corrupção.
Ficamos muito atentos, nos últimos anos, a um tipo de corrupção que é muito frequente em nossa sociedade: o pequeno ato, que muitos praticam, de pedir um favor, corromper um guarda ou, mesmo, violar a lei e o bem comum para obter uma vantagem pessoal. Foi e é importante prestar atenção a essa responsabilidade que temos, quase todos, pela corrupção política - por sinal, praticada por gente eleita por nós.
Esclareço que, por corrupção, não entendo sua definição legal, mas ética. Corrupção é o que existe de mais antirrepublicano, isto é, mais contrário ao bem comum e à coisa pública. Por isso, pertence à mesma família que trafegar pelo acostamento, furar a fila, passar na frente dos outros. Às vezes é proibida por lei, outras, não.
Mas, aqui, o que conta é seu lado ético, não legal. Deputados brasileiros e britânicos fizeram despesas legais, mas não éticas. É desse universo que trato. O problema é que a corrupção "cultural", pequena, disseminada - que mencionei acima - não é a única que existe. Aliás, sua existência nos poderes públicos tem sido devassada por inúmeras iniciativas da sociedade, do Ministério Público, da Controladoria Geral da União (órgão do Executivo) e do Tribunal de Contas da União (que serve ao Legislativo).
Chamei-a de "corrupção cultural" pois expressa uma cultura forte em nosso país, que é a busca do privilégio pessoal somada a uma relação com o outro permeada pelo favor. É, sim, antirrepublicana. Dissolve ou impede a criação de laços importantes. Mas não faz sistema, não faz estrutura.
Porque há outra corrupção que, essa, sim, organiza-se sob a forma de complô para pilhar os cofres públicos - e mal deixa rastros. A corrupção "cultural" é visível para qualquer um. Suas pegadas são evidentes. Bastou colocar as contas do governo na internet para saltarem aos olhos vários gastos indevidos, os quais a mídia apontou no ano passado.
Mas nem a tapioca de R$ 8 de um ministro nem o apartamento de um reitor - gastos não republicanos - montam um complô. Não fazem parte de um sistema que vise a desviar vultosas somas dos cofres públicos. Quem desvia essas grandes somas não aparece, a não ser depois de investigações demoradas, que requerem talentos bem aprimorados - da polícia, de auditores de crimes financeiros ou mesmo de jornalistas muito especializados.
O problema é que, ao darmos tanta atenção ao que é fácil de enxergar (a corrupção "cultural"), acabamos esquecendo a enorme dimensão da corrupção estrutural, estruturada ou, como eu a chamaria, organizada.
Ora, podemos ter certeza de uma coisa: um grande corrupto não usa cartão corporativo nem gasta dinheiro da Câmara com a faxineira. Para que vai se expor com migalhas? Ele ataca somas enormes. E só pode ser pego com dificuldade.
Se lembrarmos que Al Capone acabou na cadeia por ter fraudado o Imposto de Renda, crime bem menor do que as chacinas que promoveu, é de imaginar que um megacorrupto tome cuidado com suas contas, com os detalhes que possam levá-lo à cadeia - e trate de esconder bem os caminhos que levam a seus negócios.
Penso que devemos combater os dois tipos de corrupção. A corrupção enquanto cultura nos desmoraliza como povo. Ela nos torna "blasé". Faz-nos perder o empenho em cultivar valores éticos. Porque a república é o regime por excelência da ética na política: aquele que educa as pessoas para que prefiram o bem geral à vantagem individual. Daí a importância dos exemplos, altamente pedagógicos.
Valorizar o laço social exige o fim da corrupção cultural, e isso só se consegue pela educação. Temos de fazer que as novas gerações sintam pela corrupção a mesma ojeriza que uma formação ética nos faz sentir pelo crime em geral.
Mas falar só na corrupção cultural acaba nos indignando com o pequeno criminoso e poupando o macrocorrupto. Mesmo uma sociedade como a norte-americana, em que corromper o fiscal da prefeitura é bem mais raro, teve há pouco um governo cujo vice-presidente favoreceu, antieticamente, uma empresa de suas relações na ocupação do Iraque.
A corrupção secreta e organizada não é privilégio de país pobre, "atrasado". Porém, se pensarmos que corrupção mata - porque desvia dinheiro de hospitais, de escolas, da segurança -, então a mais homicida é a corrupção estruturada. Precisamos evitar que a necessária indignação com as microcorrupções "culturais" nos leve a ignorar a grande corrupção. É mais difícil de descobrir. Mas é ela que mata mais gente.
Disponível em: http://www.cge.se.gov.br/index.php/noticias/1187-corrupcao-cultural-ou-organizada. Acesso em 15 de março de 2015.
No trecho: “O problema é que a corrupção "cultural", pequena, disseminada - que mencionei acima - não é a única que existe. Aliás, sua existência nos poderes públicos tem sido devassada por inúmeras iniciativas da sociedade, do Ministério Público, da Controladoria Geral da União (órgão do Executivo) e do Tribunal de Contas da União (que serve ao Legislativo).” A linguagem predominante é a:
 

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790328 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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São exemplos de dispositivos de entrada:
 

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790140 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Observe as seguintes orações:
I - O aluno queria saber por que recebeu nota baixa.
II - Desejo saber por quê você voltou tão tarde para casa.
III - Fiz isso porque era necessário.
IV - Gostaria de entender o porquê da sua tristeza.
Há erro na grafia
 

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770448 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Câm. Indiara-GO
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Leia o texto e responda a questão.
Círculo Vicioso
Bailando no ar gemia inquieto vaga-lume:
- Quem me dera que fosse aquela loura estrela,
que arde no eterno azul, como uma eterna vela!
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:
- Pudesse eu copiar o transparente lume,
que, da grega coluna á gótica janela,
contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!
Mas a lua, fitando o sol, com azedume:
- Misera! Tivesse eu aquela enorme, aquela
claridade imortal, que toda a luz resume!
Mas o sol, inclinando a rutila capela:
- Pesa-me esta brilhante aureola de nume...
Enfara-me esta azul e desmedida umbela...
Porque não nasci eu um simples vaga-lume?
Machado de Assis
No texto os travessões são usados para:
 

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