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Foram encontradas 40 questões.

3553699 Ano: 2023
Disciplina: Arquivologia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE
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Analise as informações a seguir:

I. A Tabela de Temporalidade é um instrumento de destinação, que determina os prazos em que os documentos devem ser mantidos nos arquivos correntes e intermediários, ou recolhidos aos arquivos permanentes.

II. O instrumento chamado Tabela de Temporalidade permite eliminar documentos ainda no arquivo corrente.

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3553698 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE
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Analise as informações a seguir:

I. Segundo a Lei 10.520/2002, o prazo fixado para a apresentação das propostas, contado a partir da publicação do aviso, não será superior a 8 (oito) dias úteis.

II. Segundo a Lei 10.520/2002, é permitida a exigência de garantia de proposta e aquisição do edital pelos licitantes, como condição para participação no certame.

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3553697 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE
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Analise as informações a seguir:

I. À luz da Lei 9.784/99, a edição de atos de caráter normativo e a decisão de recursos administrativos não podem ser objetos de delegação.

II. Segundo a Lei 9.784/99, a competência é renunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria, salvo os casos de delegação e avocação legalmente admitidos.

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3553696 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE
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Analise as informações a seguir:

I. O poder hierárquico é o que dispõe o Executivo para distribuir e escalonar as funções de seus órgãos, ordenar e rever a atuação de seus agentes, estabelecendo a relação de subordinação entre os servidores do seu quadro de pessoal.

II. O poder vinculado é aquele em que o agente administrativo dispõe de uma razoável liberdade de atuação, podendo valorar a oportunidade e conveniência da prática do ato.

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3553695 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE
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Analise as informações a seguir:

I. A extinção de autarquias deve ser feita mediante edição de decreto específico de iniciativa do chefe do poder executivo.

II. A criação de empresas públicas e sociedades de economia mista depende da autorização em lei específica.

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3553680 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna

A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.

Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.

Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.

Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.

Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.

A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.

Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.

As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.

Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.

Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.

É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.

Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)

Analise as afirmativas a seguir:

I. No trecho: “Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna.”, considerando o contexto, o verbo destacado “corroboram” pertence à 1a conjugação, está empregado no tempo presente do indicativo e tem como sinônimo ‘roborar, ‘sancionar, ‘atestar’.

II. No trecho: “... o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.”, considerando o contexto, o verbo destacado “mitigar” pertence à 1a conjugação, está empregado na forma nominal infinitivo e tem como sinônimos ‘paliar’, ‘comedir’, ‘amainar’.

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3553679 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna

A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.

Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.

Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.

Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.

Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.

A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.

Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.

As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.

Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.

Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.

É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.

Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)

Analise as afirmativas a seguir:

I. Na expressão “Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade”, é correto afirmar que o termo destacado “Então” introduz a ideia de conclusão.

II. No trecho: “Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos...”, é correto afirmar que o termo destacado “quando” introduz a ideia de tempo.

III. No trecho: “Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos...”, é correto afirmar que o termo destacado pois introduz a ideia de explicação.

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3553678 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna

A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.

Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.

Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.

Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.

Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.

A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.

Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.

As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.

Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.

Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.

É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.

Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)

Com base no Texto “Um breve histórico da auditoria interna”, analise as afirmativas a seguir:

I. No trecho: “... para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.”, há duas orações, sendo a primeira subordinada à segunda e ensejando, neste período composto, a ideia de finalidade.

II. No trecho: “Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial...”, há duas orações, sendo a primeira subordinada à segunda e ensejando, neste período composto, a ideia de tempo.

III. No trecho: “As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários”, há três orações, sendo a segunda subordinada à primeira; a terceira oração enseja, neste período composto, a ideia de condicionalidade.

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3553677 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna

A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.

Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.

Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.

Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.

Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.

A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.

Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.

As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.

Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.

Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.

É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.

Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)

Com base no Texto “Um breve histórico da auditoria interna”, analise as afirmativas a seguir:

I. A auditoria independente passou a ser obrigatória, porque os imperadores romanos se preocupavam com fraudes e desvios de recursos patrimoniais e financeiros.

II. A auditoria interna nasceu pela necessidade que as empresas tinham de reduzir seus custos com auditorias independentes.

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3553676 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Câm. Frei Miguelinho-PE

Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna

A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.

Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.

Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.

Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.

Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.

A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.

Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.

As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.

Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.

Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.

É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.

Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)

Analise as informações a seguir:

I. No trecho: “Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções", é correto afirmar que o texto cita o dicionário, ao citar seu autor, o qual traz duas definições para o termo ‘auditoria’: lugar onde se exerce o cargo de quem exerce.

II. No trecho: “...um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”, o texto se refere a um comprovante final de uma auditoria realizada, que foi primeiramente utilizado pela Coroa da Inglaterra e também adotado pela França.

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