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Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna
A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.
Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.
Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.
Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.
A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.
Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.
As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.
Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.
Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.
É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.
Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)
Analise as afirmativas a seguir:
I. No trecho: “Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna.”, considerando o contexto, o verbo destacado “corroboram” pertence à 1a conjugação, está empregado no tempo presente do indicativo e tem como sinônimo ‘roborar, ‘sancionar, ‘atestar’.
II. No trecho: “... o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.”, considerando o contexto, o verbo destacado “mitigar” pertence à 1a conjugação, está empregado na forma nominal infinitivo e tem como sinônimos ‘paliar’, ‘comedir’, ‘amainar’.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna
A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.
Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.
Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.
Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.
A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.
Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.
As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.
Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.
Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.
É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.
Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na expressão “Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade”, é correto afirmar que o termo destacado “Então” introduz a ideia de conclusão.
II. No trecho: “Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos...”, é correto afirmar que o termo destacado “quando” introduz a ideia de tempo.
III. No trecho: “Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos...”, é correto afirmar que o termo destacado “pois” introduz a ideia de explicação.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna
A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.
Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.
Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.
Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.
A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.
Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.
As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.
Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.
Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.
É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.
Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)
Com base no Texto “Um breve histórico da auditoria interna”, analise as afirmativas a seguir:
I. No trecho: “... para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.”, há duas orações, sendo a primeira subordinada à segunda e ensejando, neste período composto, a ideia de finalidade.
II. No trecho: “Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial...”, há duas orações, sendo a primeira subordinada à segunda e ensejando, neste período composto, a ideia de tempo.
III. No trecho: “As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários”, há três orações, sendo a segunda subordinada à primeira; a terceira oração enseja, neste período composto, a ideia de condicionalidade.
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Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna
A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.
Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.
Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.
Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.
A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.
Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.
As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.
Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.
Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.
É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.
Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)
Com base no Texto “Um breve histórico da auditoria interna”, analise as afirmativas a seguir:
I. A auditoria independente passou a ser obrigatória, porque os imperadores romanos se preocupavam com fraudes e desvios de recursos patrimoniais e financeiros.
II. A auditoria interna nasceu pela necessidade que as empresas tinham de reduzir seus custos com auditorias independentes.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 2 – Um breve histórico da auditoria interna
A palavra ‘auditoria’ tem sua origem no latim, Audire, que significa ouvir. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções.
Não é fácil afirmar com precisão quando começa a história da auditoria, pois todos que possuíam em algum momento a função de verificar a legitimidade dos fatos, sejam eles econômicos, financeiros, fazendo relatos a um superior hierárquico, podem ser considerados como auditores em potencial.
Imperadores romanos nomeavam altos funcionários e os encarregavam de supervisionar as operações financeiras dos gestores de suas províncias. Tais funcionários deveriam fazer suas prestações de contas verbalmente. Na França, no século III, os membros da nobreza tinham que ler publicamente as contas de seus domínios, na presença de funcionários apontados pela Coroa Francesa. Na Inglaterra, por ato do Parlamento, o rei Eduardo I dava direito aos nobres de nomear seus representantes perante à Coroa. A aprovação desses auditores era atestada em um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”.
Já no Brasil colonial, existiu a figura do juiz colonial, o “olho do rei”, que era destacado pela Coroa Portuguesa para auditar o devido recolhimento dos tributos para o Tesouro, reprimindo e punindo fraudes.
Com base nestes relatos históricos, percebe-se que a preocupação desses dirigentes era basicamente com fraudes e desvios de recursos financeiros e patrimoniais. O crescimento e o fortalecimento da auditoria como atividade profissional ocorreram após a crise econômica americana de 1929. No início dos anos 30, foi criado o famoso Comitê May, com a finalidade precípua de estabelecer regras para as empresas com ações cotadas em bolsa. Isso tornava obrigatória a Auditoria Contábil Independente nos demonstrativos financeiros de tais empresas.
A auditoria independente necessitava ter acesso a informações e documentos para aprofundar suas análises sobre as diferentes contas e transações das empresas. Então, foram designados funcionários da própria empresa auditada para esta finalidade. Esse foi o embrião da Auditoria Interna.
Com o evoluir do tempo, tais funcionários foram se especializando e dominando as técnicas de Auditoria e utilizando-as em trabalhos específicos solicitados pela própria administração das empresas, como uma forma de antever problemas e situações antes que estas fossem detectadas pelas auditorias independentes. O que dava margem para ações corretivas antecipadas, diminuindo consideravelmente as ações reativas e as observações, nem sempre positivas, em relatórios de auditoria.
As empresas notaram que poderiam reduzir seus gastos com auditoria externa, se utilizassem melhor esses funcionários, criando um serviço de conferência e revisão interna, contínua e permanente, a um custo mais reduzido. Após a fundação, em 1941, do The Institute of Internal Auditors, em New York, a auditoria interna passou a ser vista de maneira diferente. De um corpo de funcionários de linha, quase sempre subordinados à contabilidade, pouco a pouco, passaram a ter um enfoque de controle administrativo que avaliava a eficácia e a efetividade da aplicação dos controles internos. O seu campo de ação funcional foi estendido para todas as áreas da empresa, e, para garantir sua total independência, passou a ter subordinação direta à alta administração da organização.
Hoje há inúmeros relatos institucionais que corroboram a importância da atividade profissional da Auditoria Interna, no que tange à prevenção de fraudes e perdas financeiras, principalmente.
Porém, é necessário lembrar que essa importante atividade da auditoria ocorre em todos os processos empresariais públicos e privados e de maneira preventiva. As auditorias de processo são necessárias e devem ser realizadas periodicamente.
É conveniente ter controles internos bem estruturados e atividade da auditoria Interna impacta direta e positivamente nisso. Ainda que não existam controles devidamente homologados nos sistemas de qualidade e gestão internos das organizações, o auditor interno, durante o trabalho de auditoria, é capaz de mapear todo o processo e propor melhorias e ajustes necessários no intuito de mitigar riscos e perdas.
Autor: Markus Carneiro em: https://www.linkedin.com/pulse/um-breve-hist%C3%B3rico-da-auditoria-interna-markus-carneiro/?originalSubdomain=pt > Acesso: 11 abr. 2023 (adaptado)
Analise as informações a seguir:
I. No trecho: “Segundo Aurélio Buarque de Holanda, auditoria significa: Cargo de auditor, lugar ou repartição onde o auditor exerce as suas funções", é correto afirmar que o texto cita o dicionário, ao citar seu autor, o qual traz duas definições para o termo ‘auditoria’: lugar onde se exerce o cargo de quem exerce.
II. No trecho: “...um documento que constituía um dos primeiros relatórios de auditoria, denominado “probatur sobre as contas”, o texto se refere a um comprovante final de uma auditoria realizada, que foi primeiramente utilizado pela Coroa da Inglaterra e também adotado pela França.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 1 – O Vereador que virou presidente
Dentro do carro, o olhar vesgo do jovem vereador, Jânio Quadros, se fixou numa quitanda da Rua Líbero Badaró, no centro de São Paulo. “Pare o carro, Chico”, pediu ao dono do automóvel, o também vereador, Francisco Assumpção Ladeira. Os dois haviam acabado de almoçar juntos, na casa de Jânio, onde Chico se impressionara com a pobreza do colega, evidente na comida simplória e no sofá com molas saltando para fora do estofamento. Jânio desceu do carro e foi até a quitanda. Perguntou ao português dono do estabelecimento se poderia levar um abacaxi estragado que estava jogado em uma cesta. O proprietário estranhou o pedido, mas deixou que o vereador saísse de lá com a fruta podre enrolada em jornal.
Jânio voltou ao veículo e foi com Chico até a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), que, nos anos 40, funcionava no Palacete Prates, no Vale do Anhangabaú.
No plenário, pediu a palavra. Diante do microfone, brandiu o abacaxi podre e disse que havia flagrado a fruta sendo vendida pelo comércio. Fez um discurso inflamado em que denunciou a baixa qualidade dos produtos oferecidos ao público paulistano. “Foi fazendo essas coisas que ele chegou a presidente da República”, concluiu Ladeira, ao contar a história em entrevista de 2008, três anos antes de morrer.
Disponível em<https://www.saopaulo.sp.leg.br/apartes/o-vereador-que-virou-presidente/> Acesso em 11 abr. 2023
(adaptado).
Analise as informações a seguir:
I. No trecho: “No plenário, pediu a palavra. Diante do microfone, brandiu o abacaxi podre e disse que havia flagrado a fruta sendo vendida pelo comércio”, é correto afirmar que ‘brandir o abacaxi' significa erguer, empunhar, balançar.
II. No trecho: “No plenário, pediu a palavra. Diante do microfone, brandiu o abacaxi podre e disse que havia flagrado a fruta sendo vendida pelo comércio.”, é correto afirmar que ‘flagrar a fruta’ significa surpreender, pegar no ato de modo evidente e inegável.
Marque a alternativa CORRETA:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- Interpretação de TextosCoesão e CoerênciaCoesãoCoesão Referencial
Texto 1 – O Vereador que virou presidente
Dentro do carro, o olhar vesgo do jovem vereador, Jânio Quadros, se fixou numa quitanda da Rua Líbero Badaró, no centro de São Paulo. “Pare o carro, Chico”, pediu ao dono do automóvel, o também vereador, Francisco Assumpção Ladeira. Os dois haviam acabado de almoçar juntos, na casa de Jânio, onde Chico se impressionara com a pobreza do colega, evidente na comida simplória e no sofá com molas saltando para fora do estofamento. Jânio desceu do carro e foi até a quitanda. Perguntou ao português dono do estabelecimento se poderia levar um abacaxi estragado que estava jogado em uma cesta. O proprietário estranhou o pedido, mas deixou que o vereador saísse de lá com a fruta podre enrolada em jornal.
Jânio voltou ao veículo e foi com Chico até a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), que, nos anos 40, funcionava no Palacete Prates, no Vale do Anhangabaú.
No plenário, pediu a palavra. Diante do microfone, brandiu o abacaxi podre e disse que havia flagrado a fruta sendo vendida pelo comércio. Fez um discurso inflamado em que denunciou a baixa qualidade dos produtos oferecidos ao público paulistano. “Foi fazendo essas coisas que ele chegou a presidente da República”, concluiu Ladeira, ao contar a história em entrevista de 2008, três anos antes de morrer.
Disponível em<https://www.saopaulo.sp.leg.br/apartes/o-vereador-que-virou-presidente/> Acesso em 11 abr. 2023
(adaptado).
Analise as informações a seguir:
I. No trecho: “O proprietário estranhou o pedido, mas deixou que o vereador saísse de lá com a fruta podre enrolada em jornal.”, o termo destacado “lá” pode ser classificado morfologicamente como um advérbio com função referencial.
II. No trecho: “O proprietário estranhou o pedido, mas deixou “que” o vereador saísse de lá com a fruta podre enrolada em jornal.”, o termo destacado “que” pode ser classificado morfologicamente como um pronome relativo com função referencial.
Marque a alternativa CORRETA:
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Texto 1 – O Vereador que virou presidente
Dentro do carro, o olhar vesgo do jovem vereador, Jânio Quadros, se fixou numa quitanda da Rua Líbero Badaró, no centro de São Paulo. “Pare o carro, Chico”, pediu ao dono do automóvel, o também vereador, Francisco Assumpção Ladeira. Os dois haviam acabado de almoçar juntos, na casa de Jânio, onde Chico se impressionara com a pobreza do colega, evidente na comida simplória e no sofá com molas saltando para fora do estofamento. Jânio desceu do carro e foi até a quitanda. Perguntou ao português dono do estabelecimento se poderia levar um abacaxi estragado que estava jogado em uma cesta. O proprietário estranhou o pedido, mas deixou que o vereador saísse de lá com a fruta podre enrolada em jornal.
Jânio voltou ao veículo e foi com Chico até a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), que, nos anos 40, funcionava no Palacete Prates, no Vale do Anhangabaú.
No plenário, pediu a palavra. Diante do microfone, brandiu o abacaxi podre e disse que havia flagrado a fruta sendo vendida pelo comércio. Fez um discurso inflamado em que denunciou a baixa qualidade dos produtos oferecidos ao público paulistano. “Foi fazendo essas coisas que ele chegou a presidente da República”, concluiu Ladeira, ao contar a história em entrevista de 2008, três anos antes de morrer.
Disponível em<https://www.saopaulo.sp.leg.br/apartes/o-vereador-que-virou-presidente/> Acesso em 11 abr. 2023
(adaptado).
Analise as afirmativas a seguir:
I. No trecho: “Pare o carro, Chico”, o verbo está no modo presente do indicativo e a vírgula foi usada para destacar o termo nomeado pela gramática de "vocativo".
II. No mesmo trecho: “Pare o carro, Chico”, o termo “carro” exerce a função sintática de complemento verbal e o sujeito desta oração é o vocativo “Chico”.
Marque a alternativa CORRETA:
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeito
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto Adverbial
Texto 1 – O Vereador que virou presidente
Dentro do carro, o olhar vesgo do jovem vereador, Jânio Quadros, se fixou numa quitanda da Rua Líbero Badaró, no centro de São Paulo. “Pare o carro, Chico”, pediu ao dono do automóvel, o também vereador, Francisco Assumpção Ladeira. Os dois haviam acabado de almoçar juntos, na casa de Jânio, onde Chico se impressionara com a pobreza do colega, evidente na comida simplória e no sofá com molas saltando para fora do estofamento. Jânio desceu do carro e foi até a quitanda. Perguntou ao português dono do estabelecimento se poderia levar um abacaxi estragado que estava jogado em uma cesta. O proprietário estranhou o pedido, mas deixou que o vereador saísse de lá com a fruta podre enrolada em jornal.
Jânio voltou ao veículo e foi com Chico até a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), que, nos anos 40, funcionava no Palacete Prates, no Vale do Anhangabaú.
No plenário, pediu a palavra. Diante do microfone, brandiu o abacaxi podre e disse que havia flagrado a fruta sendo vendida pelo comércio. Fez um discurso inflamado em que denunciou a baixa qualidade dos produtos oferecidos ao público paulistano. “Foi fazendo essas coisas que ele chegou a presidente da República”, concluiu Ladeira, ao contar a história em entrevista de 2008, três anos antes de morrer.
Disponível em<https://www.saopaulo.sp.leg.br/apartes/o-vereador-que-virou-presidente/> Acesso em 11 abr. 2023
(adaptado).
Analise as informações a seguir:
I. No trecho: “Dentro do carro, o olhar vesgo do jovem vereador Jânio Quadros se fixou numa quitanda da Rua Líbero Badaró, no centro de São Paulo.”, os termos destacados “Dentro do carro”, “numa quitanda” e “no centro de São Paulo” exercem a função sintática de adjunto adverbial circunstanciador de lugar respectivamente.
II. No mesmo trecho: “Dentro do carro, o olhar vesgo do jovem vereador, Jânio Quadros, se fixou numa quitanda da Rua Líbero Badaró, no centro de São Paulo.”, o sujeito da oração é “Jânio Quadros”
Marque a alternativa CORRETA:
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- Interpretação de TextosInferência Textual
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemTemas e Figuras
Texto 1 – O Vereador que virou presidente
Dentro do carro, o olhar vesgo do jovem vereador, Jânio Quadros, se fixou numa quitanda da Rua Líbero Badaró, no centro de São Paulo. “Pare o carro, Chico”, pediu ao dono do automóvel, o também vereador, Francisco Assumpção Ladeira. Os dois haviam acabado de almoçar juntos, na casa de Jânio, onde Chico se impressionara com a pobreza do colega, evidente na comida simplória e no sofá com molas saltando para fora do estofamento. Jânio desceu do carro e foi até a quitanda. Perguntou ao português dono do estabelecimento se poderia levar um abacaxi estragado que estava jogado em uma cesta. O proprietário estranhou o pedido, mas deixou que o vereador saísse de lá com a fruta podre enrolada em jornal.
Jânio voltou ao veículo e foi com Chico até a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP), que, nos anos 40, funcionava no Palacete Prates, no Vale do Anhangabaú.
No plenário, pediu a palavra. Diante do microfone, brandiu o abacaxi podre e disse que havia flagrado a fruta sendo vendida pelo comércio. Fez um discurso inflamado em que denunciou a baixa qualidade dos produtos oferecidos ao público paulistano. “Foi fazendo essas coisas que ele chegou a presidente da República”, concluiu Ladeira, ao contar a história em entrevista de 2008, três anos antes de morrer.
Disponível em<https://www.saopaulo.sp.leg.br/apartes/o-vereador-que-virou-presidente/> Acesso em 11 abr. 2023
(adaptado).
Com base no Texto “O Vereador que virou presidente” analise as afirmativas a seguir:
I. O tema principal do texto é a história do abacaxi estragado encontrado na quitanda de um português por dois vereadores da cidade de São Paulo.
II. O tema principal do texto é a história sobre como as artimanhas de um vereador pobre da cidade de São Paulo levaram-no a chegar à presidência do seu país.
III. O tema principal do texto é a história contada por um vereador rico que ficou encantado com a surpreendente pobreza e habilidade política de um colega vereador.
Marque a alternativa CORRETA:
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